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Dica de quarta: Diabetes Tipo 2

Dica de quarta: Diabetes Tipo 2

 

Cirurgia bariátrica pede exercício físico

Cirurgia bariátrica pede exercício físico

Investir na atividade física após a operação de redução do estômago potencializa a perda de peso e minimiza reações adversas

A cirurgia bariátrica não é uma solução mágica contra a obesidade. E, segundo um estudo ainda em andamento na Universidade de São Paulo (USP), ela nem vale tanto a pena se não vier acompanhada de exercícios físicos.

Até agora, os cientistas angariaram dados como gordura corporal, massa muscular e densidade óssea de quase 40 mulheres que passaram pela operação de redução de estômago.

Em seis meses de treino, notou-se que essa turma enxugou bem mais a barriga. Além disso, praticamente recuperou a força muscular perdida depois de entrar na faca, enquanto as sedentárias definharam pra valer.

Veja outros motivos que mostram como a atividade física é fundamental para quem se submete a esse procedimento:

As artérias ganham
A operação aprimorou a capacidade de os vasos dilatarem, o que afastaria a hipertensão. Mas tal melhoria foi se esvaindo entre quem não malhou.

O diabetes perde
Embora a resistência à insulina – situação que deixa glicose sobrando no sangue e é o primeiro passo para o diabetes – tenha sido atenuada com a cirurgia, manteve-se mais controlada no grupo ativo.

(Fonte: Saúde/Adaptada)

Veganismo reduz o risco de diabetes, diz estudo

Veganismo reduz o risco de diabetes, diz estudo

Abandonar carnes, lácteos e quaisquer produtos de origem animal ajudaria pessoas acima do peso a se protegerem contra a doença

Não sobram dúvidas de que o excesso de peso é um grande fator de risco associado ao diabetes do tipo 2. Mas, segundo pesquisadores do Comitê dos Médicos para uma Medicina Responsável (EUA), quem está com quilos extras pode apostar em uma estratégia para se blindar contra o desenvolvimento da doença: tornar-se vegano.

Para o estudo, recém-publicado na revista científica Nutrients, os experts selecionaram gente acima do peso e sem histórico de diabetes. Por 16 semanas, uma parte dos voluntários seguiu uma dieta vegana pobre em gorduras e rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e leguminosas – sem limite de calorias. A outra parcela da turma não fez mudanças à mesa.

Com base em um modelo matemático, os pesquisadores notaram que quem aderiu à dieta sem carne e laticínios teve uma melhora na sensibilidade à ação da insulina. Quando isso ocorre, a entrada do açúcar dentro das células é facilitada – aí ele não sobra na circulação, onde causa estragos.

Para completar, o veganismo ainda turbinou a ação das células beta do pâncreas, que são justamente as produtoras de insulina. Para quem não conhece, esse é o hormônio que garante o aproveitamento correto do açúcar.

Para Hana Kahleova, líder da pesquisa, a experiência reforça que comida é mesmo remédio, e que apostar em uma alimentação equilibrada baseada em vegetais pode ser de grande valia na prevenção do diabetes.

Apesar do foco na dieta vegana, é válido notar que um cardápio menos restritivo, porém equilibrado, tem tudo para ajudar a controlar a glicemia e, assim, afastar o diabetes – doença que, não custa dizer, aumenta a probabilidade de infarto, amputações e até alguns tumores.

(Fonte: Saúde)

Salada de legumes grelhados

Salada de legumes grelhados

-INGREDIENTES
1 abobrinha cortada em rodelas finas
1 berinjela cortada em rodelas finas
2 tomates cortados em rodelas finas, sem sementes

Molho
1 colher (sopa) de manjericão picado
Suco de 1 limão
1 colher (sobremesa) de mostarda
1 colher (sobremesa) de queijo parmesão light
Sal a gosto

Modo de preparo
Grelhe os vegetais em frigideira antiaderente, sem óleo.
Tempere com sal e pimenta.
Monte o prato intercalando as rodelas de modo a formar dois círculos.
Faça um círculo interno e outro externo.
Decore com um ramo de manjericão no centro.

Molho
Misture os ingredientes.
Sirva cobrindo a salada.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Cúrcuma pode melhorar a memória e o humor, garantem experts

Cúrcuma pode melhorar a memória e o humor, garantem experts

Os benefícios do ingrediente, também conhecido como açafrão-da-terra, seriam notáveis em pessoas com dificuldade para guardar lembranças

Sabe a cor alaranjada da cúrcuma (ou açafrão-da-terra), o ingrediente essencial do curry, tempero indiano composto por diversas especiarias? Pois ela é sinal da presença de uma substância chamada curcumina, cujos efeitos na saúde são pra lá de promissores. Cientistas da Universidade da Califórnia (UCLA), nos Estados Unidos, acabam de descobrir, por exemplo, que o composto é um baita aliado da memória.

No trabalho, publicado no Jornal Americano de Psiquiatria Geriátrica, os pesquisadores examinaram o papel de um suplemento de curcumina facilmente absorvível na memória de pessoas sem demência – eles ainda aproveitaram para checar seu potencial impacto nas placas microscópicas que se formam no cérebro de quem tem Alzheimer.

O estudo envolveu 40 adultos de 50 a 90 anos que tinham queixas leves em relação à capacidade de guardar informações. Os participantes receberam placebo – ou seja, um suplemento sem curcumina – ou 90 miligramas da substância duas vezes ao dia, por 18 meses.

Depois desse período, as vantagens para quem ganhou curcumina de verdade foram notáveis – além de a memória ter ficado mais afiada, a capacidade de atenção se mostrou melhor. Para completar, o humor saiu beneficiado e exames revelaram menor agregação de placas em certas regiões da massa cinzenta.

“Ainda não está completamente elucidado como a curcumina age, mas pode ter a ver com sua habilidade de reduzir inflamação no cérebro, processo que tem sido associado tanto ao Alzheimer como à depressão”, disse Gary Small, principal autor do estudo, ao site da UCLA. A substância também anima cientistas pelo seu poder de diminuir o risco de câncer.

Embora a investigação tenha sido realizada com a curcumina isolada, não custa lembrar que os cidadãos na Índia – país que é grande consumidor do curry – apresentam baixa prevalência de Alzheimer. É ou não motivo pra já arrumar espaço para o tempero no dia a dia?

(Fonte: Saúde)

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