Vinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo Slider

Estudo diz que consumir muito carboidrato pode ser pior que consumir gordura

Estudo diz que consumir muito carboidrato pode ser pior que consumir gordura

Comer muito carboidrato aumenta o risco de morrer mais do que comer gordura em excesso. A conclusão polêmica é de um estudo que foi publicado numa das mais respeitadas revistas científicas do mundo – a The Lancet. Muitos pesquisadores questionam os resultados.

O estudo foi feito com, aproximadamente, 135 mil pessoas. Elas foram seguidas durante um período médio de sete anos e meio. Nesse período, os pesquisadores coletaram informações para associar com eventos cardiovasculares, infarto, AVC, insuficiência cardíaca. Periodicamente, os participantes de 18 países responderam a questionários sobre os padrões alimentares.

Os pesquisadores dividiram e compararam grupos de maior e menor consumo de carboidratos e gorduras e descobriram que, no total de óbitos, que pode ser por qualquer causa, a mortalidade era 28% maior entre os que consumiam mais carboidrato e 23% entre os que consumiam mais gordura. Entretanto, o estudo não encontrou uma relação direta entre o consumo de gordura ou carboidrato com o aumento de mortalidade por doenças cardiovasculares.

Outros pesquisadores questionam os resultados. Para eles, o estudo deveria ter considerado outros fatores de risco que podem ser responsáveis por esse número total de mortes, como, por exemplo, o tabaco.

O excesso de carboidrato sem dúvida faz mal, aumenta o risco de obesidade e, consequentemente, o risco de desenvolver doença cardiovascular.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

 

Estudo mostra que 1 ovo por dia pode deixar crianças mais fortes

Estudo mostra que 1 ovo por dia pode deixar crianças mais fortes

Um estudo feito pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, descobriu que ovos podem aumentar significativamente o desenvolvimento de crianças pequenas e reduzir em 47% as chances de sofrerem atrofia muscular e raquitismo.

Pesquisadores conduziram o estudo em 163 bebês, entre 6 e 9 meses de idade, que viviam em uma região carente do Equador, em 2015. As crianças receberam aleatoriamente um ovo por dia ao longo de 6 meses. Também foi acompanhado um outro grupo de controle, que não recebeu os ovos.

Com isso, por meio de exames clínicos, os cientistas observaram que os ovos diminuíram em 74% os riscos de as crianças sofrerem com pouco peso e em 47% a probabilidade de terem alguma atrofia muscular ou raquitismo. As crianças no grupo de tratamento apresentaram maior ingestão dietética de ovos e menor consumo de alimentos açucarados em comparação ao controle.

"Nosso estudo monitorou cuidadosamente as reações alérgicas aos ovos, mas nenhum incidente foi observado ou relatado pelos cuidadores durante as visitas domiciliares semanais", disse Lora Iannotti, professora e autora responsável pelo estudo. "Os ovos parecem ser uma fonte viável e recomendada de nutrição para crianças em países em desenvolvimento", completou ela.
Ovos são liberados para bebês com menos de um ano?

O Minha Vida entrou em contato com a Sociedade Brasileira de Pediatria para entender se é seguro que bebês ingiram ovos. De acordo com a assessoria de imprensa da Sociedade, desde o seu primeiro Manual de orientações sobre alimentação, de 2008, é recomendada a ingestão de ovos cozidos para crianças a partir do início da alimentação complementar como uma das fontes de proteínas, intercalando com a carne bovina ou suína, ou de frango ou de peixe.

"Comprovado cientificamente, os ovos contêm aminoácidos, colina, vitamina A, vitamina D, ferro, zinco, fatores de crescimento e DHA (um ácido graxo poliinsaturado importante para a mielinização e desenvolvimento do cérebro). Como contém proteínas, vitaminas, zinco, ferro, vitaminas entre outros pode auxiliar no crescimento da criança", destaca a SBP.

"A colina é uma vitamina do complexo B, que pode ser encontrada nos ovos, carne vermelha, fígado, couve-flor, repolho, alface, grãos, legumes e nozes. E a função da colina é contribuir com o metabolismo da gordura no fígado (melhora o colesterol bom, diferente do que se achava anteriormente) e melhorar a condução do impulso nervoso (mielinização). Alguns trabalhos científicos, como o de Kull, et al. Allergy. 2006; 61(8):1009-15, mostram que em relação a alergia ao ovo, deve-se iniciar a ingestão do ovo cozido (clara e gema) aos 6 meses de idade justamente para diminuir as reações alérgicas, como dermatite e rinite, quando comparados com início tardio da ingestão", diz o órgão.

"Sobre o estudo em questão, o Departamento Científico de Nutrologia (SBP) reforça que a população estudada nesta pesquisa é desnutrida. Portanto, qualquer aporte proteico (ovos ou carnes) o resultado será a melhora do crescimento. O importante é ter alimento saudável e nutritivo (carboidratos, proteína animal, proteína vegetal e hortaliças) para ser oferecido às crianças", finaliza a SBP.

(Fonte: Minha Vida)

Picolé fit

Picolé fit

-INGREDIENTES
1 manga média em fatias
2 cenouras picadas
300 ml de água de coco
Adoçante a gosto (opcional)

- MODO DE PREPARO
Bata os ingredientes no liquidificador.
Coloque em formas própria para picolé.
Posicione os palitos e leve ao freezer por uma hora.
Sirva quando congelar.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Dar uma pausa na dieta ajuda a perder mais peso, diz estudo

Dar uma pausa na dieta ajuda a perder mais peso, diz estudo

Cumprir dietas em longo-prazo é um problema para você? Aqui vai uma boa notícia. De acordo com um novo estudo da Universidade da Tasmânia, na Austrália, fazer uma pausa de duas semanas durante a dieta pode potencializar a perda de peso e contribuir para a redução de até oito quilos a mais.

Reação faminta
Quando começamos uma dieta e passamos a ingerir menos calorias por dia, nosso corpo desencadeia um mecanismo chamado ‘reação faminta’ que desperta a sensação de fome e torna difícil permanecer no regime por muito tempo. Por isso é normal que pessoas em regimes longos acabem cometendo deslizes de percurso, que acabam atrapalhando a perda de peso.
Além disso, quando as pessoas retornam à alimentação ‘padrão’, o corpo reduz o metabolismo e passa a queimar menos gordura para se prevenir dos tempos de crise alimentar (conhecido como ‘dieta’).

“Essa reação é um mecanismo de sobrevivência que ajudou os seres humanos, como uma espécie, a reservar energia. Hoje, não temos mais o mesmo estilo de vida e esse mecanismo acaba por contribuir para o aumento de peso”, disse Nuala Byrne, líder da equipe de pesquisa.

O estudo
Tendo isso em mente, os pesquisadores resolveram estudar como homens acima do peso reagiriam a uma dieta com pausas de 14 dias, que poderia evitar essa reação de contenção do organismo.

Os voluntários foram divididos em dois grupos que tiveram que cortar um terço da ingestão calórica. Um dos grupos manteve-se na dieta durante 16 semanas seguidas, enquanto o outro tinha que manter a alimentação restrita por apenas duas semanas, seguidas de 15 dias de pausa nos quais os participantes poderiam comer o necessário para manter – e não perder – o peso.
Depois disso, eram mais duas semanas de dieta pouco calórica e os ciclos iam se alterando por 30 semanas para garantir que os voluntários desse grupo cumprissem as mesmas 16 semanas de dieta.

Resultados duradouros
Os resultados mostraram que os participantes que fizeram pausas estratégicas ao longo da dieta não só perderam mais peso, como conseguiram manter melhor o emagrecimento após a conclusão do teste.

Os participantes que fizeram a pausa pesavam, em média, oito quilos a menos do que o outro grupo, mesmo depois de seis meses após o fim do regime.

Mudança na alimentação
De acordo com Nuala, mudanças bruscas na dieta levam a uma série de processos biológicos que desaceleram o metabolismo, fazendo com que a pessoa perca menos peso do que o esperado ou até engorde.

“Quando reduzimos o consumo calórico durante a dieta, o metabolismo diminui para compensar essa perda, um fenômeno conhecido como termogênese adaptativa, que torna a perda de peso mais difícil”, disse a professora.

Jejum intermitente
No entanto, apesar dos bons resultados associados à pausa na dieta, segundo os pesquisadores, planos alimentares que incentivam pausas e jejuns podem não ser tão eficazes. “Outros trabalhos científicos mostraram que as dietas que utilizam períodos de jejum completo ou parcial em dias alternados não são melhores do que qualquer dieta contínua convencional”, disse Nuala.

“Embora sejam necessários estudos adicionais em torno da nossa abordagem, os resultados do estudo fornecem suporte preliminar de que essa alternativa é superior à dieta contínua.”

(Fonte: Veja)

Uma boa alimentação

Uma boa alimentação

Página 3 de 202

Destaque

banner

Video em Destaque

bem-estar

Corpo Clínico

dr-almino-aa

 

Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-manuela

 

Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-galvao

 

Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

saibamaismais


dr-thales

 

Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-nestor-tadashi-bertin-suguitani-m

 

Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba 


dr-eduardo-bastos-m

 

Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-raphael-torres

 

Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba

 

Calcule seu IMC

Peso:
Kg
Altura:
m


IMC:

 

Newsletter GOC

Name:
Email: