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OMS lança plano de ação global sobre atividade física e saúde

OMS lança plano de ação global sobre atividade física e saúde

O diretor geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesuse, e o primeiro-ministro António Costa, de Portugal, lançam o novo "Plano de ação mundial da OMS sobre atividade física e saúde 2018-2030: pessoas mais ativas para um mundo mais saudável".

Segundo Tedros, ser ativo é fundamental para a saúde, mas representa um desafio, pois nossas comunidades não são projetadas para incentivar a prática de atividades físicas. As cidades devem ter a responsabilidade de criar espaços mais saudáveis, dessa forma os objetivos serão alcançados com mais facilidade.

Em todo o mundo, um em cada cinco adultos e quatro em cada cinco adolescentes (11-17 anos) não praticam atividade física suficiente. Meninas, mulheres, idosos, pessoas mais pobres, pessoas com deficiências e doenças crônicas, populações marginalizadas e povos indígenas têm menos oportunidades de serem ativos.

A atividade física regular é fundamental para prevenir e tratar doenças não transmissíveis (DNTs), como doenças cardíacas, derrame, diabetes e câncer de mama e cólon. As DNTs são responsáveis por 71% de todas as mortes em todo o mundo, incluindo as mortes de 15 milhões de pessoas por ano entre 30 e 70 anos.

O plano de ação mostra como os países podem reduzir a inatividade física em adultos e adolescentes em 15% até 2030. Ele recomenda um conjunto de 20 áreas políticas que, combinadas, visam criar sociedades mais ativas através da melhoria dos ambientes e das oportunidades para pessoas de todas as idades e habilidades fazerem mais caminhadas, ciclismo, esportes, recreação ativa, dança e diversão. Também pede apoio para o treinamento de profissionais de saúde e outros profissionais, para consolidação de sistemas de dados confiáveis, bem como para o uso de tecnologias digitais.

O Dr. Tedros acrescentou que as escolhas que fazemos todos os dias podem nos manter mais saudáveis e que líderes devem ajudar a tornar essas escolhas mais viáveis.
Para apoiar os esforços nacionais e implementar o plano, a OMS está lançando uma campanha para promover a atividade física: "Vamos ser ativos: todos, em todos os lugares, todos os dias". Esta nova campanha, lançada na icônica Cidade do Futebol, da Associação Portuguesa de Futebol, visa encorajar os governos e as autoridades municipais a facilitarem as práticas que tornam as pessoas fisicamente mais ativas e saudáveis.

Em consonância com a iniciativa da OMS de promover a atividade física para vencer as DNTs, Portugal lançou a sua própria campanha nacional de mídia para promover o exercício físico entre a população. "O governo português está altamente comprometido em implementar uma abordagem sistêmica para promover a atividade física e sente-se honrado em receber o lançamento do Plano de Ação Global sobre Atividade Física", disse António Costa.

A inatividade física é mais do que um desafio para a saúde, ela gera custos financeiros enormes. Globalmente, estima-se que a inatividade física custe US$ 54 bilhões em assistência médica direta, dos quais 57% são incorridos pelo setor público e outros US$ 14 bilhões são atribuíveis à perda de produtividade.
Os líderes mundiais se reunirão ainda este ano para tomar medidas sobre o sedentarismo, outras causas de DNTs e transtornos mentais, quando participarem da Terceira Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre DNTs, que acontecerá no dia 27 de setembro em Nova York.

(Fonte: News Med) 

 

 

Iogurte pode servir de anti-inflamatório natural para o corpo, diz estudo

Iogurte pode servir de anti-inflamatório natural para o corpo, diz estudo


Um estudo publicado no Journal of Nutrition encontrou indícios de que o consumo do iogurte pode ajudar a amenizar inflamações crônicas, melhorando a integridade do revestimento intestinal, evitando que moléculas pró-inflamatórias produzidas pelos micróbios do intestino passem para a corrente sanguínea.

O estudo foi realizado com 120 mulheres na pré-menopausa, sendo que 60 delas eram obesas e as outras 60 não. Metade das participantes foram orientadas a comer, em média, 350 gramas de iogurte desnatado todos os dias, por nove semanas. Enquanto o outro grupo, comeu apenas pudim sem leite.

Durante o período de pesquisa, os especialistas coletaram amostras de sangue em jejum das participantes e avaliaram alguns biomarcadores que foram utilizados durante anos para poder medir a exposição à endotoxina e a inflamação no corpo.

Resultados da pesquisa
Os resultados mostraram que embora alguns dos biomarcadores se mantivessem estáveis ao longo dos anos, as participantes que consumiram o iogurte apresentaram melhoras significativas em certos marcadores-chave, como o TNF-, uma importante proteína ativadora da inflamação no organismo.

"Os resultados indicam que o consumo regular do iogurte pode proporcionar um efeito anti-inflamatório em todo o corpo", afirma Brad Bolling, principal autor do estudo. Porém, os pesquisadores ainda não conseguiram encontrar quais são os compostos presentes no iogurte que são responsáveis por essa ação no organismo.

Bolling afirma que agora o objetivo é identificar esses componentes para que os pesquisadores possam obter as provas que confirmam a teoria proposta até o momento.

"Em última análise, gostaríamos de ver esses componentes otimizados em alimentos, especialmente para situações médicas em que é importante inibir a inflamação através da dieta. Achamos que essa é uma abordagem promissora", complementa o autor do estudo.

(Fonte: Minha Vida) 

Comer pouco a noite ajuda a emagrecer? Saiba a verdade sobre esse assunto

Comer pouco a noite ajuda a emagrecer? Saiba a verdade sobre esse assunto

Comer pouco à noite: o grande pesadelo das dietas. Essa prática é muito antiga e ainda é utilizada por muitos adeptos de dietas restritivas na busca do peso ideal. Na década de 1950, observamos que uma grande parcela da população começou a ganhar peso. Nessa época também ocorreu um grande aumento no consumo de açúcares simples e gordura hidrogenada, devido a mecanização do trabalho, ao transporte por combustão, grande acesso a modernização e industrialização.

Imaginava-se naquela época que, como o corpo fica em repouso no período noturno, não há porque ingerir grandes quantidades calóricas. Essa restrição faria o corpo consumir a gordura armazenada para gerar energia e levaria ao emagrecimento. De fato isso ocorre, o corpo em repouso gasta sim mais gordura armazenada, porém nunca foi comprovado que esse mecanismo seja compensatório em relação a ingestão calórica realizada durante o dia. Então vamos aos mitos relacionados ao comer menos no período noturno em busca de emagrecimento:

Comer carboidrato à noite engorda mais?
Mito. Esse fato só ocorre se o indivíduo ingerir mais calorias ao longo do dia do que necessita. O ganho de peso ocorre por um acúmulo de macronutrientes na dieta, portanto, o horário ou a quantidade de refeições por dia não irá mudar em nada no acúmulo de gordura corporal se a caloria ingerida nesses refeições não for superior ao gasto energético do dia.

O horário que eu como à noite pode influenciar no peso?
Mito. Esse fato não acontece em indivíduos sadios. O corpo, mesmo desacelerado (em repouso), queima menos calorias, porém ele ainda está gastando para manter temperatura, digestão dos alimentos e reciclar os tecidos. E isso acontece independente do horário que se come à noite.

O jantar deve mesmo ser uma refeição mais leve?
Mito. Claro que estamos falando para indivíduos sadios. Se você possui doença do refluxo ou está muito acima do peso, comer em grandes quantidades pode atrapalhar a digestão, já que quando deitamos não possuímos a ajuda da gravidade para "empurrar" o alimento do estômago para o intestino, causando mais episódios de refluxo. O refluxo pode atrapalhar muito a qualidade do sono e, com isso, aumentar consideravelmente o apetite. Já em indivíduos que não apresentam refluxo, o horário e o volume das refeições não altera em nada na fisiologia corporal.

Não posso comer um lanche no lugar do jantar?
Mito. O modo de apresentação da refeição não interfere no consumo calórico. Porém, é importante ressaltar que essa prática em comer lanches no jantar (trocando a comida), muitas vezes não causa a saciedade ideal e, por essa questão, muitas pessoas acabam "beliscando" mais do que quem consome comida. Se o lanche for bem desenhado nutricionalmente não haverá mudanças na saciedade e nem na perda de peso. Por isso, quando você for comer um lanche no lugar da comida, esse lanche necessita conter proteínas, carboidratos complexos e fibras, causando assim a saciedade completa.

É melhor consumir uma refeição líquida à noite?
Mito, mas não em todos os casos. É possível, sim, uma pessoa utilizar uma alimentação mais líquida nesse horário, pois a consistência da dieta não interfere no ganho ou perda de peso. Algumas pessoas preferem, por hábito, consumir alimentos mais "leves" nesse período. Alguns até mesmo consomem shakes. No meu ponto de vista não há problema algum, o que devemos sempre orientar o indivíduo é que ele atinja a necessidade nutricional das 24h causando bem-estar, saciedade e felicidade em ingerir aquele alimento. Já na busca de perda de peso, o ideal é ingerir menos calorias nas 24h sem que haja rebote do apetite no dia seguinte (fato muito comum nos dias de hoje, onde não temos tempo para nos alimentar de forma mais eficiente, causando ganho do peso por descontrole do apetite nos dias subsequentes).

(Fonte: Minha Vida) 

Berinjela a rolê

Berinjela a rolê

- INGREDIENTES
1 berinjela em fatias finas no sentido do comprimento
1 cenoura em fatias finas no sentido do comprimento
1 cebola média picada
2 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de salsa picada
150 g de carne moída
1 colher de parmesão light ralado
1 fio de azeite
Sal e pimenta a gosto

- MODO DE PREPARO
Em frigideira antiaderente, grelhe as fatias de berinjela e cenoura e reserve.
Numa panela, refogue o alho e a cebola no fio de azeite.
Junte a carne e refogue por cinco minutos.
Acrescente a salsinha, tempere com sal e pimenta e reserve.
Em uma tábua, coloque uma fatia de berinjela.
Cubra com uma fatia de cenoura.
Com uma no colher, distribua uma porção de carne moída.
Enrole e acomode em uma assadeira, repetindo até finalizar.
Cubra com o molho de sua preferência.
Salpique queijo ralado por cima e leve ao forno por 10 minutos.
Retire do forno e sirva em seguida.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Atividade física na idade adulta diminui risco de depressão em 16%, diz estudo

Atividade física na idade adulta diminui risco de depressão em 16%, diz estudo

Pesquisa analisou dados de quase 18.000 praticantes de atividade física com idade média de 50 anos e verificou diminuição no risco de depressão mais tarde na vida.

A sensação de bem-estar após a prática de atividade física pode perdurar por mais tempo, sugere estudo publicado no "JAMA Psychiatry" nesta quarta-feira (26). Pesquisadores analisaram dados de 17.989 indivíduos com idade média de 50 anos. Aqueles com prática intensa e regular de atividade física tiveram 16% menos chance de desenvolver depressão após os 65 anos.

Outro achado do estudo é que o exercício também diminui o risco de morte por doença cardiovascular após diagnóstico de depressão. Isso é particularmente importante porque estudos anteriores demonstraram que a condição está associada a um aumento de mortes por doença cardiovascular.

Como manter a atividade física
Pratique exercício todos os dias no mesmo horário.
Reserve um horário, mas não desanime se não conseguir manter. Retome o mais rápido possível.
Acompanhe e comemore o seu progresso.
Varie os exercícios para evitar a monotonia. Mantenha o treino interessante e divertido.
Exercite-se com um amigo.
Eleja alguém para te cobrar sobre a regularidade do seu treino.
Depressão e doença cardiovascular estão entre as principais causas de incapacidade nas nações desenvolvidas, apontam dados da Organização Mundial de Saúde.

A relação entre as duas condições pode ser explicada, segundo o estudo, porque a depressão favorece o acúmulo de placas nas artérias e também aumenta arritimias (batimentos irregulares do coração).

Madhukar Trivedi, coautor do estudo e direitor do Centro para Pesquisa em Depressão da Universidade de Texas de Southwestern (EUA), ressalta a importância da atividade física em adultos a partir dos achados do estudo.

O pesquisador Madhukar Trivedi explica que o exercício físico pode diminuir o risco de depressão porque diminui a inflamação -- mecanismo já associado a sintomas depressivos.

Pelos achados, Trivedi também sugere que, muitas vezes, a primeira opção de tratamento para a depressão em indivíduos sem quadro sério pode ser a associação entre psicoterapia e atividade física.

Detalhes do resultado
No acompanhamento dos participantes, o estudo identificou 2701 diagnósticos de depressão, 610 mortes por doença cardiovascular sem depressão prévia e 231 mortes por doença cardiovascular após depressão.

Altos níveis de atividade física foram associados a 16% menos risco de desenvolver depressão. Um alto nível de condicionamento também foi associado a um risco 61% menor de morte por doença cardiovascular sem depressão.

Depois de um diagnóstico de depressão, um alto condicionamento foi associado a um risco 56% menor de morte.

De modo geral, autores concluíram que a prática de atividade física deve ser considerada como uma aliada no tratamento da depressão por especialistas. Médicos também devem considerar a indicação da prática para estimular a promoção do envelhecimento saudável.

(Fonte: Bem Estar/Adaptada) 

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