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Dr. Alminos Ramos na Rede Record!

Dr. Alminos Ramos na Rede Record!

 

O doutor Almino Ramos, diretor da clínica Gastro ObesoCenter, participou do 'Programa da Tarde', que é exibido pela rede Record. O médico falou sobre a cirurgia da obesidade no quadro 'Além do peso'. A entrevista foi ao vivo, e exibida em 18 de março de 2014.

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Tire suas dúvidas!

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Quanto tempo dura o processo de emagrecimento? Há risco de emagrecer demais?

Perde-se peso mais rapidamente no primeiro e no segundo ano após a cirurgia, mas a velocidade do emagrecimento vai diminuindo até estacionar, geralmente por volta do segundo ano. Todo ser humano tem um peso ideal em torno do qual o corpo tende a se estabilizar, ainda que pequenas variações para mais ou para menos sejam comuns ao longo dos anos.

O efeito da pílula anticoncepcional após a cirurgia pode ser reduzido?

Nas cirurgias restritivas não há problemas, mas nas cirurgias que privilegiam a mal-absorção, pode ser que a pílula anticoncepcional tenha eficácia reduzida. Em muitos casos, recomenda-se a utilização de dois métodos anticoncepcionais concomitantamente, mas essa é uma avaliação que deve ser feita caso a caso pelo ginecologista.

O paciente que vai se submeter à cirurgia deve parar de fumar e de beber? Por quanto tempo? Quanto tempo depois da cirurgia ele pode voltar a fumar e ingerir bebidas alcoólicas?

Quem faz uso destas substâncias têm um risco maior para complicações em qualquer procedimento. Portanto, o ideal é que pare de fumar e de beber. Além de todos os riscos, a nicotina prejudica a cicatrização da pele, o que pode levar à infecção. As bebidas alcoólicas são agressores das mucosas do estômago e do intestino e reduzem a absorção de alguns nutrientes, por isso devem ser evitadas, sobretudo nos primeiros 6 meses, quando ocorre uma readaptação do trato gastrointestinal. O álcool é absorvido muito rapidamente após a cirurgia e cai na circulação sanguínea podendo levar à embriaguez mesmo com pequenas quantidades.

(Fonte: IG)

Concentre-se, respire fundo e baixe a pressão

Concentre-se, respire fundo e baixe a pressão

Meditação e biofeedback! Uma revisão de mais de mil estudos feita pela Associação Americana do Coração demonstrou que esses dois métodos são capazes de aplacar casos brandos de pressão alta quando acompanhados do tratamento convencional — que inclui remédios, dieta balanceada e atividade física. Ambas as técnicas, de efeito relaxante, baixaram a pressão arterial em até 10%, em sessões de 15 minutos de três a quatro vezes por semana.

Meditação
A ideia é ignorar tudo que acontece ao redor e deixar a mente vazia por algum tempo, o que exige muita disciplina e concentração. Quando a pressão está um pouco acima do normal — lembrando que a meta saudável é 12 por 8 —, não é necessário entrar com remédios.

Biofeedback
Baseia-se, sobretudo, no controle da inspiração e expiração do ar. Vale-se de aparelhos que medem reações como frequência cardíaca, atividade cerebral, tensão muscular.

(Fonte: Revista Saúde/Adaptado)

Novo gene da obesidade é identificado

Novo gene da obesidade é identificado

 

São Paulo, 12 - Mais de sete anos de estudos e cerca de mil trabalhos publicados no mundo em torno de um gene conhecido por ser fortemente relacionado à obesidade podem não ter trazido ainda frutos para o combate ao problema por um motivo simples: eles estavam olhando para o gene errado. O desafio foi proposto por um novo trabalho liderado por um brasileiro radicado nos EUA. O estudo mostra que mutações no badalado “gene gorducho” (FTO), conhecido como o mais forte elo genético com a obesidade, têm impacto na produção de proteínas de outro gene, localizado a longa distância dele no genoma, o IRX3.

As mutações no FTO funcionam como um interruptor da atividade do IRX3, apontam os autores na pesquisa, publicada ontem na revista científica Nature. Apesar de estarem longe um do outro, essa interferência é possível porque as fitas de DNA não são lineares, mas se enovelam dentro das células. “Distâncias enormes podem ser desprezíveis. Com as dobras, um gene acabou ficando do lado do outro, e a interferência ocorre pelo contato”, afirma o geneticista Marcelo Nóbrega, da Universidade de Chicago, principal autor do estudo.

Ao nocautearem a expressão desse gene em camundongos, os pesquisadores observaram que, mesmo com uma dieta gordurosa e sem atividade física, eles ficaram 25% a 30% mais magros do que os que tiveram a mesma alimentação, mas sem alteração no IRX3. “Os camundongos com o nocaute tiveram metabolismo muito mais rápido. A explicação que encontramos é que o cérebro ativou o metabolismo”, diz Nóbrega.

Segundo o pesquisador, mutações no IRX3, no FTO e em mais de 70 genes relacionados à obesidade em geral se expressam mais no cérebro de pessoas que têm obesidade. “No final das contas, é o cérebro que regula a base genética da obesidade, não o tecido adiposo”, diz. Ele lembra que em condições normais, pessoas com mutações no FTO têm efeitos modestos. “Duas em cada três têm uma cópia das mutações. Uma em cada seis tem as duas cópias. Mesmo assim, quem as tem é somente cerca de 3 quilos mais gordo do que quem não tem.”.

Tratamento. A pesquisa, no entanto, sugere que o potencial de tratamento é maior. “Ao nocautearmos o gene que tem a expressão alterada por essas mutações, os camundongos perderam um terço do peso. O potencial do gene em regular o peso é muito maior”, afirma Nóbrega. O pesquisador admite que a descoberta ainda não tem aplicação direta no combate à obesidade. Para ele, o principal ganho é mostrar um novo caminho de estudos. “Centenas de laboratórios interessados em como FTO regula o metabolismo estavam provavelmente estudando o gene errado”, diz.

(Fonte: Estado de Minas)

Alimente-se bem após a bariátrica!

Alimente-se bem após a bariátrica!

 

Como essa cirurgia reduz a capacidade do estômago, é essencial uma nova conduta alimentar.

Evite – pelo período de um ano após a cirurgia – biscoitos recheados, doces, refrigerantes e outras guloseimas para não comprometer a perda de peso. Açucarados propiciam a “síndrome de dumping” (náuseas, fraqueza, suor frio intenso, desmaios e diarreia).

Priorize alimentos ricos em proteínas como carnes, leite de vaca ou soja, verduras e frutas. Adote também uma dieta pobre em gorduras (principalmente as saturadas).

(Fonte: Revista Dieta Já)

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Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

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Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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