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Você faz tudo certo para acelerar o metabolismo?

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Funcionamento correto ajuda no emagrecimento e absorção de nutrientes
O metabolismo é um conjunto de reações químicas responsáveis pela síntese dos nutrientes e por gerar energia para as células do nosso corpo. Os processos desenvolvidos não são diferentes de um indivíduo para outro - mas o ritmo em que o organismo dará sequência a todas essas atividades é algo muito particular. Isso significa que seus hábitos diários, como sono e a prática de esportes, podem influenciar diretamente no funcionamento do seu metabolismo, auxiliando em processos como absorção de nutrientes e até mesmo dando uma força na dieta, estimulando o gasto energético.
Um metabolismo lento é o maior culpado do ganho de peso?
Não, ele apenas favorece o ganho de peso, mas não pode ser culpado pelo sobrepeso ou obesidade.
Nota: "Pessoas com metabolismo lento sempre terão mais facilidade para ganhar peso, mas isso não é um fator determinante", diz a cirurgiã bariátrica Manoela Galvão Ramos, da Clínica Gastro Obeso Center, em São Paulo. Para se manter no peso ideal, pessoas com o metabolismo mais lento precisam no geral estar mais atentas em praticar atividades físicas e manter a reeducação alimentar. Isso por que, diferente de uma pessoa com o metabolismo mais acelerado, qualquer escorregada pode levá-los a ganhar peso. Mas isso não quer dizer que toda a pessoa com metabolismo lento necessariamente estará acima do peso - basta adotar hábitos que estimulem seu funcionamento.
Nossa alimentação pode deixar o metabolismo mais lento?
Sim, principalmente se for rica em gorduras e alimentos processados.
Nota: Existe uma série de alimentos que podem deixar o metabolismo mais lento. A cirurgiã bariátrica Manoela afirma que os maiores inimigos do metabolismo são os líquidos calóricos, como refrigerantes, sucos açucarados e milk shakes. "Por serem líquidos, eles não exigem mastigação e o organismo não precisa demandar muita energia para digerir, além de ter muitas calorias."
(Fonte: Portal Minha Vida/Adaptado)
Funcionamento correto ajuda no emagrecimento e absorção de nutrientes


O metabolismo é um conjunto de reações químicas responsáveis pela síntese dos nutrientes e por gerar energia para as células do nosso corpo. Os processos desenvolvidos não são diferentes de um indivíduo para outro - mas o ritmo em que o organismo dará sequência a todas essas atividades é algo muito particular. Isso significa que seus hábitos diários, como sono e a prática de esportes, podem influenciar diretamente no funcionamento do seu metabolismo, auxiliando em processos como absorção de nutrientes e até mesmo dando uma força na dieta, estimulando o gasto energético.

Um metabolismo lento é o maior culpado do ganho de peso?

Não, ele apenas favorece o ganho de peso, mas não pode ser culpado pelo sobrepeso ou obesidade.

Nota: "Pessoas com metabolismo lento sempre terão mais facilidade para ganhar peso, mas isso não é um fator determinante", diz a cirurgiã bariátrica Manoela Galvão Ramos, da Clínica Gastro Obeso Center, em São Paulo. Para se manter no peso ideal, pessoas com o metabolismo mais lento precisam no geral estar mais atentas em praticar atividades físicas e manter a reeducação alimentar. Isso por que, diferente de uma pessoa com o metabolismo mais acelerado, qualquer escorregada pode levá-los a ganhar peso. Mas isso não quer dizer que toda a pessoa com metabolismo lento necessariamente estará acima do peso - basta adotar hábitos que estimulem seu funcionamento.

Nossa alimentação pode deixar o metabolismo mais lento?

Sim, principalmente se for rica em gorduras e alimentos processados.

Nota: Existe uma série de alimentos que podem deixar o metabolismo mais lento. A cirurgiã bariátrica Manoela afirma que os maiores inimigos do metabolismo são os líquidos calóricos, como refrigerantes, sucos açucarados e milk shakes. "Por serem líquidos, eles não exigem mastigação e o organismo não precisa demandar muita energia para digerir, além de ter muitas calorias."

(Fonte: Portal Minha Vida/Adaptado)
 

Relembrando a Páscoa!

Relembrando a Páscoa!

Você faz dieta e malha em dobro só para poder saborear um bombom após o almoço? Cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram que, além de conter benefícios para a saúde, o chocolate pode auxiliar na perda de peso. No estudo, os voluntários que comeram pequenas porções de chocolate, regularmente, apresentaram Índice de Massa Corporal (IMC) menor.
Os pesquisadores acreditam que os ingredientes do chocolate acelerem o metabolismo, ajudando a queimar gordura corporal, o que compensaria as calorias extras ingeridas com o doce. Para os cientistas, a resposta para o impacto sobre o peso final está na composição das calorias do alimento e não apenas na quantidade que é ingerida.
A pesquisa não apontou qual a quantidade ou o tipo de chocolate considerado ideal para perder peso, mas outros estudos revelaram que a versão amarga ainda é capaz de equilibrar os níveis de colesterol e a pressão sanguínea. Os cientistas recomendam a ingestão diária de pequenos pedaços de chocolate amargo, mas ressaltam a importância de não exagerar, já que 100g representam 520 calorias a mais no cardápio.
Dicas para incluir o chocolate numa dieta saudáve!
. Prefira o chocolate amargo e escuro, com 70% de cacau. Se você achar o gosto muito forte, pode tentar a concentração de 60%, mas não é o ideal.
. Cerca de 30 gramas de chocolate por dia (uma barra pequena) são o suficiente para aproveitar os benefícios do alimento. Lembre-se de que essa quantidade contém cerca de 150 calorias. Uma fatia de bolo de chocolate, por exemplo, pode fornecer mais de 400 calorias extras, o que poderá ter impacto negativo na sua dieta.
. O cacau em pó sem açúcar é rico em fibras e contém poucas gorduras. O chocolate quente é uma boa dica para aproveitar os benefícios do alimento e ainda controlar as calorias ingeridas. Prepare a bebida com leite desnatado, adoçante e cacau em pó sem açúcar.
. O chocolate quente também poderá trazer benefícios para o seu bolso, já que o chocolate 70% cacau costuma ter custo elevado.
(Fonte: GNT/Adaptado)
Você faz dieta e malha em dobro só para poder saborear um bombom após o almoço? Cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram que, além de conter benefícios para a saúde, o chocolate pode auxiliar na perda de peso. No estudo, os voluntários que comeram pequenas porções de chocolate, regularmente, apresentaram Índice de Massa Corporal (IMC) menor.

Os pesquisadores acreditam que os ingredientes do chocolate acelerem o metabolismo, ajudando a queimar gordura corporal, o que compensaria as calorias extras ingeridas com o doce. Para os cientistas, a resposta para o impacto sobre o peso final está na composição das calorias do alimento e não apenas na quantidade que é ingerida.

A pesquisa não apontou qual a quantidade ou o tipo de chocolate considerado ideal para perder peso, mas outros estudos revelaram que a versão amarga ainda é capaz de equilibrar os níveis de colesterol e a pressão sanguínea. Os cientistas recomendam a ingestão diária de pequenos pedaços de chocolate amargo, mas ressaltam a importância de não exagerar, já que 100g representam 520 calorias a mais no cardápio.

Dicas para incluir o chocolate numa dieta saudáve!

. Prefira o chocolate amargo e escuro, com 70% de cacau. Se você achar o gosto muito forte, pode tentar a concentração de 60%, mas não é o ideal.

. Cerca de 30 gramas de chocolate por dia (uma barra pequena) são o suficiente para aproveitar os benefícios do alimento. Lembre-se de que essa quantidade contém cerca de 150 calorias. Uma fatia de bolo de chocolate, por exemplo, pode fornecer mais de 400 calorias extras, o que poderá ter impacto negativo na sua dieta.

. O cacau em pó sem açúcar é rico em fibras e contém poucas gorduras. O chocolate quente é uma boa dica para aproveitar os benefícios do alimento e ainda controlar as calorias ingeridas. Prepare a bebida com leite desnatado, adoçante e cacau em pó sem açúcar.

. O chocolate quente também poderá trazer benefícios para o seu bolso, já que o chocolate 70% cacau costuma ter custo elevado.

(Fonte: GNT/Adaptado)

Ingestão do suco contaminado pode gerar graves lesões como perfuração do esôfago

Ingestão do suco contaminado pode gerar graves lesões como perfuração do esôfago

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) proibiu nesta semana a comercialização da bebida industrializada no Brasil
Diversos casos de pessoas intoxicadas devido ao consumo do produto foram divulgados nos últimos dias. Exames preliminares apontaram para contaminação por soda cáustica, substância altamente agressiva ao organismo.
As lesões causadas por soda cáustica devem ser consideradas de alta gravidade. “Isso porque elas promovem uma necrose que resulta em degeneração e morte celular devido à trombose de vasos e saponificação de gorduras e proteínas”, revela a cirurgiã bariátrica Dr. Manoela Galvão Ramos.
No caso da ingestão de soda cáustica líquida, muitas são as consequências negativas que podem ser observadas. “Pode ocorrer comprometimento da cavidade oral, laringe, faringe, estômago e duodeno, causando queimaduras graves e podendo chegar até a ocorrer perfuração do esôfago”, afirma Dra. Manoela, que também realiza pós graduação em nutrologia.
Segundo a médica, o tratamento dessas lesões é longo e traumático. Desde a última segunda-feira, 18 de março, a ANVISA suspendeu a fabricação, distribuição e comercialização da bebida em todo o país.
Leia notícias sobre o tema, com a participação da Dra. Manoela:
ABJ Notícias
Mulher +
(Fonte: Gastro Obeso Center/ADCom Comunicação)
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) proibiu nesta semana a comercialização da bebida industrializada no Brasil

Diversos casos de pessoas intoxicadas devido ao consumo do produto foram divulgados nos últimos dias. Exames preliminares apontaram para contaminação por soda cáustica, substância altamente agressiva ao organismo.

As lesões causadas por soda cáustica devem ser consideradas de alta gravidade. “Isso porque elas promovem uma necrose que resulta em degeneração e morte celular devido à trombose de vasos e saponificação de gorduras e proteínas”, revela a cirurgiã bariátrica Dr. Manoela Galvão Ramos.

No caso da ingestão de soda cáustica líquida, muitas são as consequências negativas que podem ser observadas. “Pode ocorrer comprometimento da cavidade oral, laringe, faringe, estômago e duodeno, causando queimaduras graves e podendo chegar até a ocorrer perfuração do esôfago”, afirma Dra. Manoela, que também realiza pós graduação em nutrologia.

Segundo a médica, o tratamento dessas lesões é longo e traumático. Desde a última segunda-feira, 18 de março, a ANVISA suspendeu a fabricação, distribuição e comercialização da bebida em todo o país.

Leia notícias sobre o tema, com a participação da Dra. Manoela:


(Fonte: Gastro Obeso Center/ADCom Comunicação)

Espera por cirurgia de redução de estômago no SUS chega a 12 anos

Espera por cirurgia de redução de estômago no SUS chega a 12 anos

Na semana passada, o Ministério da Saúde ampliou o acesso dos cidadãos à cirurgia de redução de estômago. Acabou o limite de idade, e ela poderá ser feita já a partir dos 16 anos. Mas, na prática, o tempo de espera pela chamada cirurgia bariátrica no Sistema Único de Saúde pode passar de uma década.
Na vida dos muito obesos, não há números pequenos. Eles já são mais de quatro milhões no país. A espera pela cirurgia de redução de estômago pelo SUS demora de três a 12 anos.
Para a doméstica Helena Pereira Rocha, de 110 quilos, a demora chega a cinco anos. “Tentei com regime, fazer exercício físico. Não consigo emagrecer. Então para a minha saúde, acho que vai ser muito bom”, conta ela.
Em seis estados, o serviço público não faz cirurgias de redução de estômago. Esse não é o único problema. Hoje, nem mesmo o Ministério da Saúde sabe exatamente quantas pessoas estão à espera da cirurgia de redução de estômago pelo SUS. Isso porque não existe um cadastro único, como acontece com a fila para transplante de órgãos, por exemplo.
Por causa dessa incerteza, as irmãs Eva e Helena fizeram o que muita gente faz. Inscreveram-se em dois hospitais. Há seis anos, a ajudante Eva Gonçalves Pereira, de 140 quilos, espera ser chamada.
“Fico esperançosa. Penso, ‘um dia vai chegar a minha vez. Quando que vai chegar a minha vez’, e nada até agora”, diz Eva.
Como as duas se inscreveram em duas filas, para a estatística é como se fossem quatro pessoas à espera da cirurgia.
“Se nós cadastrarmos pelo CPF, vai significar bastante. Nós vamos entender melhor o problema e propor soluções. Isso nós estamos em discussão. É uma das sugestões que nós fizemos”, ressalta Almino Ramos, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica.
A cirurgia de redução do estômago é recomendada apenas para casos extremos, e entre 15% e 20% dos pacientes operados voltam a engordar. Por isso, é preciso acompanhamento depois da operação e muita força de vontade.
“Não desista, lute. Siga as recomendações que eles dão. Vale a pena. Para mim fez muito bem, e faz bem para todo mundo”, recomenda o técnico em ferramentas pneumáticas Milton Ortiz.
Milton passou pela cirurgia há pouco mais de um ano. As lembranças dos 180 quilos e da hipertensão ficaram nas fotos. Depois da cirurgia, ele mudou a alimentação, trocou o carro pela bicicleta e passou a fazer exercício todos os dias.
“Eu não chamo mais atenção pelo tamanho. Talvez pela beleza”, brinca Milton.
O Ministério da Saúde informou que, entre 2010 e 2012, houve um crescimento de 34% no número de cirurgias bariátricas, e que, para acelerar o andamento da fila, aumentou os valores pagos aos hospitais que realizam o procedimento pelo SUS. O ministério orienta que a operação seja o último recurso para a perda de peso.
(Fonte: Jornal Nacional)
Na semana passada, o Ministério da Saúde ampliou o acesso dos cidadãos à cirurgia de redução de estômago. Acabou o limite de idade, e ela poderá ser feita já a partir dos 16 anos. Mas, na prática, o tempo de espera pela chamada cirurgia bariátrica no Sistema Único de Saúde pode passar de uma década.

Na vida dos muito obesos, não há números pequenos. Eles já são mais de quatro milhões no país. A espera pela cirurgia de redução de estômago pelo SUS demora de três a 12 anos.

Para a doméstica Helena Pereira Rocha, de 110 quilos, a demora chega a cinco anos. “Tentei com regime, fazer exercício físico. Não consigo emagrecer. Então para a minha saúde, acho que vai ser muito bom”, conta ela.

Em seis estados, o serviço público não faz cirurgias de redução de estômago. Esse não é o único problema. Hoje, nem mesmo o Ministério da Saúde sabe exatamente quantas pessoas estão à espera da cirurgia de redução de estômago pelo SUS. Isso porque não existe um cadastro único, como acontece com a fila para transplante de órgãos, por exemplo.

Por causa dessa incerteza, as irmãs Eva e Helena fizeram o que muita gente faz. Inscreveram-se em dois hospitais. Há seis anos, a ajudante Eva Gonçalves Pereira, de 140 quilos, espera ser chamada.

“Fico esperançosa. Penso, ‘um dia vai chegar a minha vez. Quando que vai chegar a minha vez’, e nada até agora”, diz Eva.

Como as duas se inscreveram em duas filas, para a estatística é como se fossem quatro pessoas à espera da cirurgia.

“Se nós cadastrarmos pelo CPF, vai significar bastante. Nós vamos entender melhor o problema e propor soluções. Isso nós estamos em discussão. É uma das sugestões que nós fizemos”, ressalta Almino Ramos, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica.

A cirurgia de redução do estômago é recomendada apenas para casos extremos, e entre 15% e 20% dos pacientes operados voltam a engordar. Por isso, é preciso acompanhamento depois da operação e muita força de vontade.

“Não desista, lute. Siga as recomendações que eles dão. Vale a pena. Para mim fez muito bem, e faz bem para todo mundo”, recomenda o técnico em ferramentas pneumáticas Milton Ortiz.

Milton passou pela cirurgia há pouco mais de um ano. As lembranças dos 180 quilos e da hipertensão ficaram nas fotos. Depois da cirurgia, ele mudou a alimentação, trocou o carro pela bicicleta e passou a fazer exercício todos os dias.

“Eu não chamo mais atenção pelo tamanho. Talvez pela beleza”, brinca Milton.

O Ministério da Saúde informou que, entre 2010 e 2012, houve um crescimento de 34% no número de cirurgias bariátricas, e que, para acelerar o andamento da fila, aumentou os valores pagos aos hospitais que realizam o procedimento pelo SUS. O ministério orienta que a operação seja o último recurso para a perda de peso.

(Fonte: Jornal Nacional)

Cirurgia da obesidade recupera auto-estima

Cirurgia da obesidade recupera auto-estima

Problemas de saúde, auto-estima baixa e sucessivas tentativas de emagrecer fracassadas. Essas podem ser as principais causas que levam uma pessoa a se submeter à cirurgia da obesidade, também conhecida por cirurgia bariátrica. O procedimento, que busca a perda de peso em pessoas com obesidade mórbida, ajuda a melhorar além da qualidade de vida, a confiança da pessoa.
Doenças como pressão alta, diabetes tipo 2, colesterol, gordura no fígado, hepatite, cirrose, câncer de intestino grosso, câncer de mama e apnéia do sono, típicas de pacientes com obesidade mórbida, podem ser curadas ou mesmo prevenidas com a cirurgia bariátrica.
(Fonte: Terra)
Problemas de saúde, auto-estima baixa e sucessivas tentativas de emagrecer fracassadas. Essas podem ser as principais causas que levam uma pessoa a se submeter à cirurgia da obesidade, também conhecida por cirurgia bariátrica. O procedimento, que busca a perda de peso em pessoas com obesidade mórbida, ajuda a melhorar além da qualidade de vida, a confiança da pessoa.

Doenças como pressão alta, diabetes tipo 2, colesterol, gordura no fígado, hepatite, cirrose, câncer de intestino grosso, câncer de mama e apnéia do sono, típicas de pacientes com obesidade mórbida, podem ser curadas ou mesmo prevenidas com a cirurgia bariátrica.

(Fonte: Terra)
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Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

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Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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