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Clínica Gastro Obeso Center oferece exame de bioimpedância aos pacientes

Exame possibilita medir os percentuais de gordura que estão debaixo da pele e entre os órgãos, massa magra e água corporal

A Clínica Gastro Obeso Center passa a oferecer a seus pacientes mais um diferencial. Trata-se de um método moderno e considerado pela comunidade científica como de alta precisão na avaliação da composição corporal.

O exame de bioimpedância é totalmente indolor e necessita de mínimo preparo prévio. Os valores detectados no exame são utilizados para efetuar os cálculos necessários e gerar o laudo do examinado com os devidos percentuais de gordura, massa magra e água. Permitindo, assim, realizar um trabalho de avaliação personalizado com cada paciente, respeitando a individualidade orgânica, o bem-estar e o estilo de vida de cada um.

“O mais interessante deste exame é que podemos monitorar a perda da massa gorda, tentando manter a massa magra no pós-operatório com atividade física e alimentação adequada”, revela Dra. Manoela Galvão, diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center.

 

Cirurgia sem sofrimento – Revista Isto é

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Depressão e ansiedade são mais freqüentes em indivíduos com Síndrome do Intestino Irritável

Manifestações gastrintestinais crônicas ou eventuais, conhecidas como Síndrome do Intestino Irritável (SII), afetam mais mulheres no final da adolescência ou antes dos 30 anos, interferindo, na maioria dos casos, na qualidade de vida da pessoa.

Segundo o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos, não se sabe ao certo a causa da Síndrome e o porquê de as mulheres serem mais atingidas, mas acredita-se que patologias de ordem psicológica como ansiedade e depressão provoquem alterações nos movimentos que propagam o alimento, fato característico da doença.

“Os principais sintomas são: dor, distensão abdominal, aumento da freqüência diária de evacuações e amolecimento das fezes”, explica o médico. Segundo ele, a dor costuma ser do tipo cólica que normalmente alivia com a evacuação e piora quando há situações de estresse. “Sensação de estufamento, alternância entre períodos de diarréia e constipação, gases e sensação de esvaziamento incompleto após a evacuação estão entre os outros sintomas também detectados por quem sofre da Síndrome”, explica Ramos. De acordo com o gastroenterologista, gases ou fezes dentro do intestino são capazes de gerar uma sensação de dor maior em indivíduos com a patologia.

O gastroenterologista afirma também que, através dos sintomas, o médico poderá apontar para a presença da Síndrome, mas apenas com exames de sangue e de fezes é que o diagnóstico estará completo. “A colonoscopia é indicada para pacientes com sintomas que tenham mais de 40 anos e para aqueles com histórico de câncer de cólon na família”, explica.

“Um programa alimentar balanceado, além de terapia, pode ser de grande valia para diminuir as manifestações da Síndrome”, aconselha Ramos.

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Cirurgias, antes complexas, hoje podem ser feitas pelo umbigo

Cirurgias, antes complexas, hoje podem ser feitas pelo umbigo

Uma técnica moderna e bastante eficaz começa a ser realizada no Brasil, sob coordenação dos médicos Almino Ramos e Galvão Neto: trata-se da cirurgia por “porta única” ou, como é conhecida no exterior, “single port”. Eles são os pioneiros na utilização da técnica e contam com mais 100 casos realizados.

Até o momento, uma das técnicas que mais revolucionou a cirurgia recentemente foi a videolaparoscopia, onde, através de três pequenos orifícios, o médico introduz cânulas e microcâmera que são os condutores do procedimento, acompanhado por ele e sua equipe através de monitores de alta resolução. Este método reduz risco de infecção e tempo de internação, além de o paciente poder se restabelecer mais rapidamente.

“Esta nova técnica (pelo umbigo) originou-se da videolaparoscopia e veio para simplificá-la ainda mais. Através de um único orifício, o umbigo, onde não fica cicatriz, os riscos são diminuídos ainda mais, possibilitando a realização de cirurgias ainda mais complexas de forma mais rápida, eficaz e segura”, explica Dr. Almino Ramos. Segundo ele, o desenvolvimento de trocateres flexíveis auxiliou bastante na utilização desta nova modalidade. “Na videolaparoscopia, estes aparelhos, que nos auxiliam a realizar os procedimentos, são rígidos. Para que pudéssemos adaptar para um só, através do umbigo, eles tiveram de se tornar flexíveis para ficar acomodados em um só ponto de entrada e poder atingir inúmeros órgãos”, explica o profissional.

“Todo este avanço permitiu irmos mais longe. Buscamos reduzir ainda mais a agressão cirúrgica e o tamanho das incisões, alcançando uma nova era. Atualmente, já é possível realizar intervenções cirúrgicas sem cortes no abdômen.  A introdução das microcâmeras e dos instrumentos cirúrgicos é feita totalmente pelo umbigo”, revela o gastroenterologista e endoscopista Dr. Manoel Galvão Neto.

Entre algumas cirurgias realizadas, destacam-se: gástricas, bariátricas (cirurgias de obesidade), nefrológicas, ginecológicas, colonoscópicas, de retirada do apêndice e até de rim, por exemplo.

“O mais interessante é que tanto o incômodo para o paciente quanto a permanência no hospital são bem menores. O risco de infecção decresce consideravelmente, o paciente volta para casa e para suas atividades mais rapidamente e sem nenhuma marca na pele, além de representar menor custo para o sistema de saúde”, finaliza Dr. Galvão.

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Evolução permite que cirurgia seja ainda menos invasiva e realizável através do umbigo

O desenvolvimento tecnológico e o adequado treinamento médico nos permitiram vivenciar, em toda a década de 90 e nestes primeiros anos do novo milênio, a era da cirurgia minimamente invasiva. O emprego de microcâmeras e instrumentos miniaturizados passaram a fazer parte da rotina cirúrgica de muitas especialidades que, assim, buscavam reduzir o trauma causado pelas cirurgias, reduzir o tempo de internação, diminuir o risco de infecções e propiciar a recuperação mais rápida dos pacientes.

“Todo este avanço permitiu irmos mais longe. Buscamos reduzir ainda mais a agressão cirúrgica e o tamanho das incisões, alcançando uma nova era. Atualmente, já é possível realizar intervenções cirúrgicas sem cortes no abdômen. A introdução das microcâmeras e dos instrumentos cirúrgicos é feita totalmente pelo umbigo”, revela o gastroenterologista e endoscopista Dr. Manoel Galvão Neto, da equipe do cirurgião Dr. Almino Cardoso Ramos (clínica Gastro Obeso Center*).

A cirurgia “transumbilical”, como é chamada, começa a ser realizada por médicos brasileiros e, como o próprio nome diz, através do umbigo. Para tal, um item fundamental foi a produção de endoscópios e trocateres flexíveis. “Na videolaparoscopia, estes aparelhos, que nos auxiliam a realizar os procedimentos, são rígidos. Para que pudéssemos adaptar para um só, através do umbigo – local que não deixa cicatriz –, eles tiveram de ser flexíveis para ficar acomodados em um só ponto de entrada”, afirma Dr. Almino Cardoso Ramos.

Entre algumas cirurgias realizadas, destacam-se: gástricas, nefrológicas, ginecológicas, colonoscópicas e de retirada do apêndice, por exemplo.

“O mais interessante é que tanto o incômodo para o paciente quanto a permanência no hospital são bem menores. O risco de infecção decresce consideravelmente, a paciente volta para casa e para suas atividades mais rapidamente e sem nenhuma marca na pele”, finaliza Dr. Galvão.

* A clínica Gastro Obeso é pioneira no mundo na técnica de trocater único com relação a procedimentos bariátricos. Na figura do Dr. Almino Cardoso Ramos, a Gastro Obeso tem sido convidada a apresentar essa técnica no Brasil e mundo afora como em aulas no Congresso Americano de Cirurgia Endoscópica (SAGES) em Phoenix (abril-2009), trabalhos apresentados em Sessão Plenária do Congresso Americano de Cirurgia Bariátrica (ASBS) em Dallas (junho – 09), aulas no Congresso Português de Cirurgia Bariátrica (Funchal- Ilha da Madeira maio-09), aulas no Congresso Mundial de Cirurgia Bariátrica (IFSO) em Paris (agosto-09).

Além de congressos, essa experiência foi também apresentada em curso nas cidades de Miami (Cleveland Clinic em fev-09), Barcelona (Hospital Belvigte em maio-09) e em Luxemburgo (Hospital Universitário de Luxemburgo em junho-09).

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Corpo Clínico

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Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

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Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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