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Obesidade saudável é um mito, diz pesquisa

Obesidade saudável é um mito, diz pesquisa

 

Não há obesidade saudável, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Tanenbaum-Lunenfeld no Hospital Mount Sinai, no Canadá. Mesmo em boa forma metabólica, o que inclui pressão arterial normal e capacidade de processar o açúcar facilmente, pessoas com excesso de peso têm mais chances de morrer mais cedo e desenvolver problemas no coração do que as com peso normal. Os dados são do jornal Daily Mail.

Constatou-se que, ao contrário da ideia de que estar bem metabolicamente protegeria as pessoas das consequências da obesidade, o excesso de peso por si só já é um fator de risco grave. Assim como pessoas com peso normal, mas com problemas metabólicos, também se enquadraram no grupo de risco.

 

(Fonte: Terra)

 

A importância do sono

A importância do sono

 

Noites mal dormidas também afetam os níveis dos hormônios da fome, provocando queda no índice de leptina, substância que regula o consumo de alimentos e sinaliza quando já comemos o bastante, e o aumento de grelina, que estimula o apetite e a produção de gordura. A pesquisa indica que essas variações hormonais elevam a sensação de fome em 24%; o apetite, em 23%, e a vontade de consumir comidas calóricas, em 33%. Noites mal dormidas também afetam os níveis dos hormônios da fome, provocando queda no índice de leptina, substância que regula o consumo de alimentos e sinaliza quando já comemos o bastante, e o aumento de grelina, que estimula o apetite e a produção de gordura. A pesquisa indica que essas variações hormonais elevam a sensação de fome em 24%; o apetite, em 23%, e a vontade de consumir comidas calóricas, em 33%.

No sono temos a reparação dos tecidos, o crescimento, a consolidação da memória e da aprendizagem. Nem todos os indivíduos adultos precisam do mesmo número de horas de sono, acredita-se que necessitamos de no mínimo 7 horas por dia. Mas estudos sugerem que a falta de sono e/ou a privação do sono podem desempenhar um papel importante no aumento da prevalência de diabetes e obesidade.

(Fonte: Jornal da Manhã)

 

Medindo o LDL

Medindo o LDL

 

 

Manter o nível do colesterol LDL – o chamado 'mau colesterol' – dentro dos limites pode ficar mais difícil. No Congresso da Associação Americana do Coração, em Dallas, cientistas da Johns Hopkins University apresentaram um trabalho no qual apontam que o atual método de cálculo do LDL deve ser revisto e que o nível deste colesterol pode estar mais alto do que o resultado obtido em testes laboratoriais.

Segundo os pesquisadores, o problema não está nos aparelhos, e sim no fato de que o LDL é calculado a partir dos níveis de colesterol HDL e de triglicerídeos, estes sim medidos de forma direta. Os valores são colocados em uma fórmula e, a partir dela, se obtém o LDL.

Leia mais: http://tinyurl.com/p8znhvq

(Fonte: Globo News)

Risco de diabetes pode aumentar com ganho de gordura abdominal

Risco de diabetes pode aumentar com ganho de gordura abdominal

 

Segundo os especialistas, o diagnóstico de diabetes acontece quando o nível de açúcar no sangue está acima de 126 mg/dl. Se estiver em até 100 mg/dl, está no nível normal; entre 100 mg/dl e 126 mg/dl, significa um quadro de pré-diabetes que ainda pode ser reversível.

A doença pode ser gerada pela obesidade, para a qual não só o excesso de açúcar contribui, como também a predisposição genética.

O risco de desenvolver diabetes é maior quando as mulheres atingem mais de 80 cm de circunferência abdominal e os homens, mais de 94 cm. Por isso, é importante manter o peso, levando uma vida com hábitos saudáveis, para evitar a doença.

(Fonte: Bem Estar - G1)

Obesidade aumenta o risco de artrose

Obesidade aumenta o risco de artrose

 

 

 

Especialistas geralmente concordam que a obesidade aumenta o risco de artrose, que é a principal causa de cirurgias de substituição do joelho.

O excesso de peso estressa as juntas, levando-as a se partirem. Algumas pesquisas sugerem que a inflamação associada à obesidade torna os danos ainda maiores. A perda de peso reduz as dores em pacientes com artrose.

Uma análise recente de dados norte-americanos revelou que os pacientes mais jovens tinham mais chances de ser obesos do que os mais velhos. De 9.000 pacientes, 55% dos que tinham menos de 65 anos eram obesos, comparados aos 43% de pacientes com mais de 65 anos. Cerca de 11% dos pacientes estavam na categoria de obesos mórbidos, cujo Índice de Massa Corporal (IMC) é superior a 40, comparados a 5% no grupo mais velho.

(Fonte: O Tempo)

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