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Criança: alimentação e obesidade!

Criança: alimentação e obesidade!

A criança que desde cedo se acostuma a comer guloseimas a toda hora, ou a ser premiada com um docinho após ter feito uma tarefa que não era de sua vontade, pode torna-se um adulto indolente no aspecto alimentação, tendo assim, sua qualidade de vida prejudicada, pois uma dieta inadequada desde cedo pode levá-la à obesidade e também à falta de nutrientes necessários para a sustentação de sua saúde.
Uma criança que só fica a frente da televisão (ou jogando vídeo-game) é forte candidata a um quadro de obesidade infantil e a ser um sedentário no futuro, tornando-se um adulto triste com auto-estima baixa.
A criança deve ter a atividade física incentivada, incluindo até caminhadas de ida e volta à escola. Sempre que possível, a prática esportiva deverá ser incluída em seu planejamento anual. Isso, junto com brincadeiras e momentos de lazer com os amigos, além de contribuir com a saúde do corpo, vai torná-la muito mais sociável.
Olhe para suas crianças e projete-as para o futuro. Criança gosta de pé sujo e roupa larga. Futebol, queimada, andar de bicicleta, pega-pega e esconde-esconde. Tente levá-las regularmente a um clube, piscina ou à praia. Participe com elas. Acredite que você estará prestando um grande favor a saúde delas e de tabela, para a sua também. Viva bem e com uma boa qualidade de vida.
(Fonte: Terra/Adaptado)
A criança que desde cedo se acostuma a comer guloseimas a toda hora, ou a ser premiada com um docinho após ter feito uma tarefa que não era de sua vontade, pode torna-se um adulto indolente no aspecto alimentação, tendo assim, sua qualidade de vida prejudicada, pois uma dieta inadequada desde cedo pode levá-la à obesidade e também à falta de nutrientes necessários para a sustentação de sua saúde.

Uma criança que só fica a frente da televisão (ou jogando vídeo-game) é forte candidata a um quadro de obesidade infantil e a ser um sedentário no futuro, tornando-se um adulto triste com auto-estima baixa.

A criança deve ter a atividade física incentivada, incluindo até caminhadas de ida e volta à escola. Sempre que possível, a prática esportiva deverá ser incluída em seu planejamento anual. Isso, junto com brincadeiras e momentos de lazer com os amigos, além de contribuir com a saúde do corpo, vai torná-la muito mais sociável.

Olhe para suas crianças e projete-as para o futuro. Criança gosta de pé sujo e roupa larga. Futebol, queimada, andar de bicicleta, pega-pega e esconde-esconde. Tente levá-las regularmente a um clube, piscina ou à praia. Participe com elas. Acredite que você estará prestando um grande favor a saúde delas e de tabela, para a sua também. Viva bem e com uma boa qualidade de vida.

(Fonte: Terra/Adaptado)
 

Crianças com obesidade têm mais problemas nos dentes!

Crianças com obesidade têm mais problemas nos dentes!

Pesquisadores americanos avaliaram crianças entre dois e cinco anos com problemas de cáries e descobriram que 28% delas estavam acima do peso ou eram obesas.
A má alimentação, bebidas açucaradas e os sucos de frutas são os vilões que contribuem para a obesidade e para a perda de dentes dos bebês.
(Fonte: R7)
Pesquisadores americanos avaliaram crianças entre dois e cinco anos com problemas de cáries e descobriram que 28% delas estavam acima do peso ou eram obesas.

A má alimentação, bebidas açucaradas e os sucos de frutas são os vilões que contribuem para a obesidade e para a perda de dentes dos bebês.

(Fonte: R7)

Médicos querem refrigerantes mais caros para combater obesidade

Médicos querem refrigerantes mais caros para combater obesidade

A Real Academia de Médicos da Grã-Bretanha propôs um aumento de 20% no preço dos refrigerantes para combater a obesidade no país.
Em um relatório, a associação médica diz que a obesidade é responsável por uma "grande crise" de saúde no país. A Grã-Bretanha é um dos países com maior proporção de obesos no mundo. Cerca de um quarto dos britânicos estão acima do peso e a expectativa é de que esse número dobre até 2050.
Além da taxação, a associação defende ainda o fim da publicidade de produtos com alta concentração de gordura saturada, sal e açúcar até às 21h e a redução de pontos de venda de fast food próximo às escolas.
Um aviso específico para crianças com a quantidade de calorias deve estar no rótulo dos alimentos, segundo a associação.
A associação também querem que o governo destine mais dinheiro ao serviço público de saúde para cirurgias de redução de estômago.
Porta-vozes da indústria alimentícia reagiram o relatório dizendo ele pouco acrescenta ao debate sobre a obesidade.
Discussão
O diretor da academia, Terence Stephenson, disse que não há uma "bala de prata" para atacar a obesidade e que é preciso mudar a cultura de alimentação. Ele defende uma estratégia similar à do combate ao cigarro.
"Foi preciso o fim da publicidade (do cigarro) e a redução do mercado, além de atividades esportivas para ajudar as pessoas a largar o fumo", diz.
Stephenson também atacou a indústria alimentícia ao dizer que refrigerantes, por exemplo, são apenas "água e açúcar". Ele criticou ainda os hábitos alimentares em muitos países, onde é habitual "beber um litro de refrigerante no cinema".
Para Stephenson, a taxação "encorajaria as pessoas a tomar bebidas mais saudáveis".
Para Terry Jones, da Federação de Comida e Bebida, o relatório é pouco relevante.
"Uma coleção de ideias desequilibradas aparentemente sob forte influência de grupos de pressão", disse, ao classificar o documento.
A Associação Britânica de Refrigerantes também se pronunciou contra, dizendo que esse tipo de bebida contribui com "apenas 2%" do total de calorias de uma dieta média.
Tentação
O cardiologista Aseem Malhotra disse que recebe mais e mais pacientes com doenças relacionadas à obesidade.
"A raiz do problema é o ambiente da alimentação. É como dizer às crianças para ir à uma loja de doces e não comprar doces", disse, em referência à alta oferta de produtos com grande teor calórico.
"Há uma oferta excessiva de comidas baratas com açúcar e uma regulação é claramente necessária", disse.
(Fonte: BBC Brasil)
A Real Academia de Médicos da Grã-Bretanha propôs um aumento de 20% no preço dos refrigerantes para combater a obesidade no país.

Em um relatório, a associação médica diz que a obesidade é responsável por uma "grande crise" de saúde no país. A Grã-Bretanha é um dos países com maior proporção de obesos no mundo. Cerca de um quarto dos britânicos estão acima do peso e a expectativa é de que esse número dobre até 2050.

Além da taxação, a associação defende ainda o fim da publicidade de produtos com alta concentração de gordura saturada, sal e açúcar até às 21h e a redução de pontos de venda de fast food próximo às escolas.

Um aviso específico para crianças com a quantidade de calorias deve estar no rótulo dos alimentos, segundo a associação.

A associação também querem que o governo destine mais dinheiro ao serviço público de saúde para cirurgias de redução de estômago.

Porta-vozes da indústria alimentícia reagiram o relatório dizendo ele pouco acrescenta ao debate sobre a obesidade.

(Fonte: BBC Brasil)

Praticar atividade física melhora a digestão e pode diminuir os gases

Praticar atividade física melhora a digestão e pode diminuir os gases

A prática regular de atividade física é importante para perder peso e evitar problemas de saúde, mas ajuda também no funcionamento do intestino e no controle dos gases. Como explicou o cirurgião Fábio Atui no Bem Estar desta sexta-feira (15), os exercícios físicos melhoram a digestão e a movimentação do aparelho digestivo, o que traz diversos benefícios à saúde.
Mesmo quem não costuma se exercitar normalmente consegue perceber o poder da atividade física no combate ao problema já que basta uma caminhada para melhorar os gases causados pelo sedentarismo. Porém, existem diversos outros fatores que podem desencadear esse incômodo, principalmente nas mulheres, nos bebês e nos idosos.
No caso das mulheres, há uma relação entre os gases e a menstruação. Isso porque no período menstrual o corpo incha, causando a sensação de distensão abdominal, o que aumenta a propensão para a formação dos gases.
Nos bebês, essa distensão também acontece porque o aparelho digestivo dos pequenos ainda não está totalmente formado e a contração do intestino ainda não é eficiente.
Para os idosos, a dificuldade é maior na absorção dos nutrientes dos alimentos. Eles costumam comer menos, o que faz com que o estômago inche mais rápido, a comida fermente mais e os gases sejam mais produzidos. Isso pode aumentar também o desconforto abdominal, bastante comum na idade mais avançada.
A alimentação também pode influenciar no surgimento do problema, seja pela ingestão direta dos gases ou pela produção deles pelo organismo.
Por exemplo, tomar refrigerante, água com gás ou bebida alcoólica, mascar chiclete, fumar e roncar são hábitos que fazem a pessoa “engolir” gases, seja diretamente pela boca ou pela ingestão dos alimentos. Nesse caso, os gases ficam no alto da barriga, no estômago.
Por outro lado, existem os alimentos que favorecem a produção dos gases dentro do corpo, resultado do processo de fermentação. Por exemplo, leguminosas, como feijão, ervilha e milho, folhas de talo largo, como salpicão, repolho e aipo e derivados de leite fermentam no organismo, aumentando o risco de gases.
Nesse outro caso, como são produzidos no intestino, costumam se concentrar na parte de baixo da barriga. Segundo a nutricionista Ana Cláudia Lorenção, se a pessoa quiser muito consumir esses alimentos, a dica é fervê-los antes para diminuir o risco de gases.
A sensação em ambos os casos é a mesma: como se o corpo estivesse tomado por bolhas de gás. Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, isso realmente acontece e essas bolhas provocam distensão do abdômen e podem causar uma dor insuportável. O remédio que ajuda a aliviar os sintomas é a dimeticona, que “quebra” as bolhas em tamanhos menores.
Em situações de crise, segurar os gases pode até ser necessário e, segundo o cirurgião Fábio Atui, isso não traz nenhum mal.
Por outro lado, não é bom segurar a vontade de ir ao banheiro para não interferir no processo de digestão. É importante também observar as fezes para ver se não há nenhum sinal de sangue – caso haja, a pessoa deve procurar imediatamente um médico que pode orientá-la a fazer exames e, em casos mais graves, até detectar precocemente o câncer de intestino.
(Fonte: Bem Estar)
A prática regular de atividade física é importante para perder peso e evitar problemas de saúde, mas ajuda também no funcionamento do intestino e no controle dos gases.

Mesmo quem não costuma se exercitar normalmente consegue perceber o poder da atividade física no combate ao problema já que basta uma caminhada para melhorar os gases causados pelo sedentarismo. Porém, existem diversos outros fatores que podem desencadear esse incômodo, principalmente nas mulheres, nos bebês e nos idosos.

No caso das mulheres, há uma relação entre os gases e a menstruação. Isso porque no período menstrual o corpo incha, causando a sensação de distensão abdominal, o que aumenta a propensão para a formação dos gases.

Nos bebês, essa distensão também acontece porque o aparelho digestivo dos pequenos ainda não está totalmente formado e a contração do intestino ainda não é eficiente.

Para os idosos, a dificuldade é maior na absorção dos nutrientes dos alimentos. Eles costumam comer menos, o que faz com que o estômago inche mais rápido, a comida fermente mais e os gases sejam mais produzidos. Isso pode aumentar também o desconforto abdominal, bastante comum na idade mais avançada.

A alimentação também pode influenciar no surgimento do problema, seja pela ingestão direta dos gases ou pela produção deles pelo organismo.

Por exemplo, tomar refrigerante, água com gás ou bebida alcoólica, mascar chiclete, fumar e roncar são hábitos que fazem a pessoa “engolir” gases, seja diretamente pela boca ou pela ingestão dos alimentos. Nesse caso, os gases ficam no alto da barriga, no estômago.

Por outro lado, existem os alimentos que favorecem a produção dos gases dentro do corpo, resultado do processo de fermentação. Por exemplo, leguminosas, como feijão, ervilha e milho, folhas de talo largo, como salpicão, repolho e aipo e derivados de leite fermentam no organismo, aumentando o risco de gases.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

Cirurgia bariátrica em teste controla diabete em paciente com sobrepeso

Cirurgia bariátrica em teste controla diabete em paciente com sobrepeso
Uma técnica experimental de cirurgia bariátrica, que consiste na inserção de um tubo flexível e impermeável no interior do intestino do paciente, foi capaz de promover o controle da diabete tipo 2 em voluntários com obesidade leve ou sobrepeso. A conclusão é de um estudo do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, publicado neste mês na revista científica The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.
(Fonte: Estadão)
Uma técnica experimental de cirurgia bariátrica, que consiste na inserção de um tubo flexível e impermeável no interior do intestino do paciente, foi capaz de promover o controle da diabete tipo 2 em voluntários com obesidade leve ou sobrepeso. A conclusão é de um estudo do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, publicado neste mês na revista científica The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

(Fonte: Estadão)
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