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Carne de porco pode apresentar calorias e colesterol em baixas quantidades

Carne de porco pode apresentar calorias e colesterol em baixas quantidades

 

A carne de porco já foi tão vilanizada, que até na Bíblia seu consumo era proibido, pelo menos no Antigo Testamento. Apesar de no texto sagrado as alegações serem místicas, o real motivo era a quantidade de doenças que esse alimento poderia passar. Por sorte, isso hoje é passado. Isso devido à nova alimentação dos suínos, que mudou para melhor. É preciso verificar sempre a procedência do alimento, inclusive o carimbo da vigilância sanitária.

A carne suína hoje é uma boa opção de carne vermelha. Apesar da cor clara, ela entra nessa categoria por causa da concentração de hemoglobina, que mesmo sendo menor do que no tipo bovino, ainda é considerada alta. Pena que o estigma de inimiga da saúde ainda continue...

Muitos ainda acreditam que a carne suína é rica em gorduras e colesterol, características que agora fazem parte do passado desse alimento - desde que você saiba escolher os cortes mais saudáveis e capriche no modo de preparo. O lombo de porco, por exemplo, apresenta menos quantidade de colesterol que o filé de frango.

(Fonte: Minha Vida/Adaptado)

 

Estudo encontra vínculo entre substância do café e aumento de peso

Estudo encontra vínculo entre substância do café e aumento de peso

 

Um estudo feito na Austrália surpreendeu cientistas ao indicar que o consumo de uma substância encontrada no café pode estar ligado ao aumento de peso.

Segundo a pesquisa do Instituto de Pesquisa Médica do Oeste da Austrália e da Universidade do Oeste da Austrália, o consumo diário de ácido clorogênico em quantidades equivalentes às encontradas em mais de seis xícaras de café por dia pode levar a um aumento no acúmulo de gordura nas células.

O ácido clorogênico vinha sendo associado à redução do risco de diabetes, de hipertensão arterial e acúmulo de gordura corporal, daí a surpresa dos cientistas.

A pesquisa, divulgada na publicação científica Journal of Agricultural and Food Chemistry, procurou analisar como o aumento do consumo de certos compostos encontrados no café poderia melhorar a função cardiovascular.

Nela, os estudiosos submeteram camundongos obesos a uma dieta rica em gordura durante 12 semanas.

Eles tinham sua dieta diária enriquecida com ácido clorogênico em uma quantidade equivalente à encontrada em seis xícaras de café. A expectativa era de que eles teriam menos resistência à insulina e perderiam peso.

No entanto, os resultados sugerem o oposto - que o consumo do ácido não só cria condições para um ganho de peso, como também uma maior intolerância à glicose e um aumento da resistência à insulina.

Fígado

"(Os camundongos usados na pesquisa) ganharam pelo menos o mesmo peso que camundongos alimentados com comida normal", disse o bioquímico Kevin Croft, da Universidade do Oeste da Austrália, ao jornal The Sydney Morning Herald.

"Isso (o ácido clorogênico) também não teve efeito benéfico sobre seus níveis de açúcar e também, um pouco mais preocupante, os camundongos que receberam essa substância do café apresentaram uma tendência a acumular gordura em seus fígados."

Os estudiosos estão agora conduzindo testes em 25 pessoas para verificar neles o efeito do ácido clorogênico sobre a saúde vascular e a pressão arterial.

Além de no café, o ácido clorogênico também é encontrado em chás e algumas frutas, como ameixas e frutas vermelhas.

Em declarações no jornal britânico The Daily Telegraph, Vance Matthews, professor do Instituto de Pesquisa Médica do Oeste da Austrália, destacou que o consumo de café com moderação ainda é considerado seguro.

"Aparentemente, os efeitos na saúde dependem da dose", explicou. "O consumo moderado de café, até três ou quatro xícaras por dia, aparentemente diminui a chance de se desenvolver males como doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2."

(Fonte: UOL)

OMS quer limitar a obesidade no mundo

OMS quer limitar a obesidade no mundo

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) procura limitar a obesidade no mundo, ao estimular as autoridades nacionais a estudar possíveis impostos sobre os alimentos e bebidas prejudiciais à saúde.

As grandes empresas multinacionais de alimentos e bebidas apoiaram várias medidas do plano da OMS, mas consideraram que impor novos impostos pode ter consequências contrárias às desejadas.

"O custo da inação supera amplamente o custo de atuar", afirma a OMS em seu novo plano de luta contra a obesidade e outras causas de doenças não contagiosas.

Os países membros da organização de saúde da ONU, reunidos em Genebra desde 20 de maio, decidiram na noite de segunda-feira adotar o plano de ação contra doenças como como as afecções cardiovasculares, câncer ou diabetes crônica.

O plano procura modificar modos de vida considerados prejudiciais, que incluem fumar, consumir bebidas alcoólicas ou comer alimentos que podem prejudicar a saúde e propiciar enfermidades não contagiosas, com o objetivo, entre outras coisas, de conter o aumento da obesidade no mundo até 2020.

"A luta contra a obesidade é uma prioridade. É um dos principais fatores da luta contra as doenças não contagiosas", declarou Francesco Branca, diretor do departamento da OMS responsável pela nutrição para a saúde e o desenvolvimento.

Segundo um estudo publicado há dois anos que examinou a evolução do sobrepeso entre 1980 e 2008 nas pessoas com mais de 20 anos, em 2008 mais de 10% dos adultos no mundo eram obesos.

Nos países ricos, os Estados Unidos eram o mais afetado pela obesidade, seguido por Nova Zelândia, enquanto a população do Japão registrava o menor índice de sobrepeso.

Na América Latina, os mais afetados eram México, Argentina, Cuba e Brasil.

O plano da OMS, que inclui várias medidas, destaca a necessidade das empresas de alimentos e bebidas de reduzir os níveis de sal e açúcar adicionados aos produtos, assim como de substituir as gorduras saturadas por gorduras insaturadas, além da redução das porções.

Também pede às autoridades nacionais um controle maior da publicidade de comidas e bebidas prejudiciais à saúde dirigida às crianças, com o objetivo de reduzir a obesidade dos menores.

A Aliança Internacional de Alimentos e Bebidas (IFBA), integrada por grandes empresas do setor, como Coca-Cola, Kellog´s, McDonalds, Nestlé, Pepsico ou Unilever, afirma apoiar o plano da OMS, mas não concorda com a ideia de novos impostos.

O grupo adverte que isto poderia estimular as pessoas mais pobres a comprar produtos mais calóricos e menos nutritivos.

"As medidas fiscais que procuram especificamente mudar o comportamento são difíceis de elaborar e de aplicar", declarou Jane Reid, da IFBA, à AFP em um e-mail.

Impostos deste tipo "teriam efeitos mais duros para as famílias de baixa renda", que poderiam compensá-los "comprando alimentos mais energéticos e menos nutritivos", afirmou a IFBA.

(Fonte: Info Exame)

Sensação de inchaço? Veja 9 dicas para aliviar este quadro

Sensação de inchaço? Veja 9 dicas para aliviar este quadro

A sensação de pressão no abdômen é algo que a maioria das pessoas já vivenciou – e, muitas vezes, ela vem acompanhada do inchaço na barriga. Em parte este inchaço é causado por motivos aparentes; como bebida em excesso ou o ato de comer muito rápido. Mas existem hábitos do dia a dia, assim como determinados tipos de alimentos, que também exercem impacto neste quadro. As informações são do site do jornal Huffington Post.

Frequentemente, o inchaço é resultado do aumento do consumo de sal, vindo de alimentos carregados de sódio que levam o corpo a reter líquido, explica Kristi King, da Academy of Nutrition and Dietics.

Outro motivo que gera esta sensação são os gases, causados por alimentos que não foram digeridos apropriadamente. As bactérias que vivem no intestino reforçam os açúcares presentes nesses alimentos, quebrando-os e produzindo o gás. “O intestino é o segundo cérebro do corpo; ele irá reagir a qualquer tipo de estresse e ansiedade que o corpo experimentar”, disse a especialista.

Para vencer o inchaço, Kristi sugere algumas dicas bem simples, que envolve a mudança de algumas práticas no dia a dia e também a diminuição de certos tipos de alimentos. Confira.

Cigarro
Para começar, pare de fumar. O inchaço pode ocorrer quando você suga ar em excesso, quando o fumo é inalado.

Mastigue com calma
Coma mais devagar: quando uma pessoa come muito rápido, acaba pegando mais ar a cada mordida, fazendo com que ele fique preso no estômago e depois tente sair de alguma forma.​

Canudinho
O mesmo se aplica ao hábito de beber no canudinho, prática que acaba contribuindo para que o ar fique preso no estômago.

Probióticos
Abuse dos probióticos para manter o equilíbrio das boas bactérias intestinais, que também podem ajudar a aliviar o desconforto abdominal.

Faça atividades físicas
“Os exercícios físicos ajudam a aumentar o fluxo sanguíneo para várias partes do corpo, incluindo o intestino, então exercitar-se de 30 a 60 minutos por dia pode ajudar a reduzir o inchaço também”, afirma Kristi.

Evite os vegetais crucíferos
Itens como brócolis, couve de Bruxelas e repolho contêm enxofre e um carboidrato chamado rafinose, que são difíceis do corpo processar. No entanto, cozinhá-los ajuda a quebrar estes componentes e, com isso, a sensação de inchaço será menor.

Derivados do leite
Os derivados do leite não causam inchaço para todo mundo, mas muitas pessoas têm algum tipo de intolerância à lactose, quando o corpo não tem a enzima necessária para quebrar o açúcar da lactose. “Porque eles não têm a enzima, eles podem causar o aumento de gazes”, explica a especialista. O mesmo efeito acontece com as pessos que têm intolerância ao gluten.

Comidas gordurosas
A gordura é a última coisa a deixa o estômago, por isso, uma dieta gordurosa pode contribuir para o inchaço. “Qualquer tipo de gordura demora mais para ser digerida do que os carboidratos e proteínas”, afirma Kristi.

Fast food
Fast food geralmente é rica em gordura e açúcar, um golpe duplo que contribui para o inchaço. A especialista explica que o açúcar sai do estômago muito rapidamente e é uma das primeiras coisas que vai para o intestino, o que pode trazer cólicas e a sensação de inchaço.

(Fonte: Terra)

 

Frutas: consuma mais!

Frutas: consuma mais!

 

MORANGO
Apesar de muita gente se lembrar apenas da laranja quando pensa em vitamina C, o morango também é rico nesse nutriente, que fortalece o sistema imunológico. Uma taça média da fruta (150 gramas) contém 84 miligramas dessa vitamina, o equivalente a duas laranjas. É mais do que a recomendação diária mínima, que é de 60 miligramas. Ele ainda engorda pouco: são 45 calorias em 150 gramas. Mas cuidado com as coberturas: 1 colher (sopa) de açúcar acrescenta 48 calorias; de chantilly, 46 calorias; de leite condensado, 61 calorias. Como requer muito agrotóxico em seu cultivo, deve ser lavado em água corrente por 2 minutos.

MAÇÃ
Existe um moderador de apetite que pode fazer você secar até 3 kg em apenas uma semana. Mas ele não está à venda na prateleira das farmácias. Para comprá-lo, você deve ir à feira, à quitanda ou ao supermercado. E o melhor: ele custa apenas R$ 1 por dia e é uma delícia! Trata-se de uma das frutas mais fáceis de se encontrar por aí: a maçã. Uma pesquisa recente, realizada na Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, revelou que ela é uma excelente aliada do emagrecimento.

(Fonte: Portais Terra e MdeMulher)

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