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Brincadeiras sedentárias podem causar obesidade infantil

Brincadeiras sedentárias podem causar obesidade infantil

O acompanhamento do desenvolvimento da criança deve ser feito periodicamente com o pediatra, avaliando peso e altura ou comprimento, no caso dos bebês. Mas, diferentemente do adulto, em que apenas essa relação é suficiente, com as crianças é preciso levar em conta a idade e os exames laboratoriais, pois há momentos em que ela fica mais gordinha para estocar energia para a fase seguinte, quando haverá crescimento.

Caso a obesidade seja diagnosticada pelo médico ou nutricionista, deve-se mudar o estilo de vida dos filhos. Além de optar por uma alimentação mais saudável, é preciso incentivar a atividade física, sempre adequada à idade da criança, como a natação ou a recreação, substituindo o computador por atividades que incluam movimentação, ou seja, gastem mais energia.

(Fonte: Terra)

 

Obesidade já mata mais do que desnutrição, aponta pesquisa

Obesidade já mata mais do que desnutrição, aponta pesquisa

Pesquisa realizada pela Global Health Burden, instituição ligada à Organização Mundial da Saúde, problemas físicos gerados pela obesidade mórbida foram responsáveis por três milhões de mortes em 2010, número três vezes maior do que os óbitos relacionados à desnutrição. De acordo com os dados apresentados, a fome era a principal causa de doenças há 20 anos.

Atualmente, no mundo, mais de 500 milhões de adultos e 42 milhões de crianças são obesos

(Foto: Divulgação)

O resultado do levantamento surpreendeu os pesquisadores, entre eles, o professor Alan Lopez, da Universidade de Queensland, na Austrália.

- Foi surpreendente para nós a disseminação da obesidade em países em desenvolvimento. Não é como nos países ricos, mas (o fenômeno) está crescendo - declarou Lopez, acrescentando que, apesar de ser mais presente em países desenvolvidos, o sobrepeso tornou-se um problema também entre as nações em desenvolvimento.

De acordo com a OMS, a obesidade, junto com a pressão alta e a diabetes, responde por dois terços das mortes causadas por doenças não contagiosas no mundo. Nos Estados Unidos, o excesso de peso é considerado uma epidemia que atinge mais de um terço dos adultos e 17% de suas crianças, segundo o Instituto Nacional de Saúde do país.

Atualmente, mais de 500 milhões de adultos e 43 milhões de crianças abaixo de cinco anos são obesos, e as doenças relacionadas a esse problema estão no topo da lista de causas evitáveis de morte. Indivíduos com sobrepeso têm maiores chances de desenvolver hipertensão, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

(Fonte: Globo Esporte)

Dicas para o verão!

Dicas para o verão!

Confira três dicas para o seu verão. As informações são da Sandra da Silva Maria, nutricionista da Clínica Gastro Obeso Center.

1) Os sorvetes a base de frutas são as melhores opções, pois além do valor nutricional da fruta, também são menos calóricos. Além disso, por ser a base de água, ajudam na hidratação! O ideal, para quem estiver de dieta, é um picolé duas vezes na semana.

2) Os iogurtes do tipo frozen são menos calóricos do que as versões tradicionais, pois contêm menos açúcar e gordura. Se for diet melhor ainda, pois além de ajudar no emagrecimento, também é indicado para diabéticos. Em média apresentam 80 calorias por porção.

3) Raspadinhas também são uma opção? O problema é que elas são muito artificiais, pois levam xarope (com açúcar) para dar sabor, como o de groselha; Uma porção pode chegar a 150 calorias. Sem falar que há a opção de acrescentar leite condensado, podendo aumentar 50 calorias por colher de sopa. Dá uma falsa ideia de ser leve.

Acreditar que a refeição é maior do que realmente é reduz o apetite

Acreditar que a refeição é maior do que realmente é reduz o apetite

Quantidade de fome não é um simples produto da quantidade ou tipo de alimento que realmente consumimos

Foto: Getty Images

A dica para reduzir o apetite é simples: acredite que a refeição é maior do que realmente é. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade de Bristol, na Inglaterra. Os dados são do jornal Daily Mail.

Os cientistas mostraram a centenas de homens e mulheres um tigela grande ou pequena de sopa. Sem que os voluntários percebessem, acrescentaram alimento nas porções menores e retiraram um pouco das maiores. Em seguida, pediram que ingerissem.

Imediatamente depois, os que acreditaram comer uma quantidade pequena sentiam mais fome. E os que pensavam ter comido bastante se disseram mais satisfeitos. A pesquisa aumenta as evidências de que a memória do que comemos desempenha um papel importante no apetite.

“Isso mostra que a quantidade de fome entre as refeições não é um simples produto da quantidade ou tipo de alimento que nós realmente consumimos. Existe algum tipo de psicologia envolvido”, disse o cientista Jeff Brunstrom. “Também já mostramos que, se distrair alguém quando come, ele tem pior memória da refeição e também come mais na próxima”, concluiu.

(Fonte: Terra)

Uma só droga contra a obesidade e o diabetes

Injetado em macacos, anticorpo ajuda no emagrecimento e na redução dos níveis de insulina. Outra vantagem é a ação prolongada: nas cobaias, os efeitos duraram 12 semanas.

A obesidade é o maior fator de risco para o diabetes. O aumento das células do tecido adiposo no organismo leva a uma resistência à ação da insulina, hormônio responsável por promover o ingresso de glicose nas células e, como consequência, reduzir as taxas de açúcar no sangue. A relação próxima de dois problemas de saúde tão comuns tem feito da busca pelo tratamento do diabetes também uma procura pela redução da obesidade. Cientistas da multinacional em biotecnologia Amgen British Columbia desenvolveram em laboratório um anticorpo capaz de atuar nas duas frentes e publicaram os resultados da pesquisa na revista científica Science Translational Medicine.

Experiências realizadas em macacos mostraram uma redução no peso corporal e no índice de massa corpórea (IMC) de aproximadamente 10% entre a quinta e a sexta semana após a primeira injeção com a substância. A perda de peso começou uma semana depois da segunda aplicação do anticorpo — houve um intervalo de duas semanas da primeira — e teve seu efeito prolongado por oito semanas. Foi registrada ainda uma diminuição na circunferência abdominal e na dobra cutânea das cobaias. Para comprovar os efeitos dos anticorpos criados pelos pesquisadores, também foi monitorada a ingestão de alimentos.

Em geral, o consumo foi ligeiramente reduzido no início da experiência, mas retornou aos níveis iniciais (iguais aos do grupo de controle) por volta do 20º dia, sugerindo que uma possível redução da ingestão de alimentos não seria a responsável pelo emagrecimento dos animais. A segunda principal consequência do tratamento foi a redução significativa dos níveis de insulina no plasma sanguíneo tanto nos animais em jejum quanto na análise de cobaias logo após elas se alimentarem, o que pode indicar potencial melhora na sensibilidade dos macacos ao hormônio.

Segundo os pesquisadores, os índices de insulina dos animais durante o jejum e após alimentados foi significativamente menor, assim como as taxas de glicose em um teste de tolerância, sem ter como efeito colateral a hipoglicemia. “A redução significativa dos triglicérides plasmáticos, do peso corporal, do IMC e da circunferência abdominal indica uma perda preferencial da massa adiposa. Os efeitos leves no consumo de alimentos sugerem que houve um aumento do gasto energético potencial”, afirma Ian Foltz, autor principal da pesquisa. Os benefícios tiveram uma duração mínima de cinco semanas e, para alguns dos parâmetros metabólicos medidos, os resultados duraram até dois meses após a injeção da substância.

(Fonte: Estado de Minas)

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