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Dica de quarta: Benefícios do Gojy berry

Dica de quarta: Benefícios do Gojy berry

 

Estudos apontam que se alimentar mais tarde dificulta o emagrecimento

Estudos apontam que se alimentar mais tarde dificulta o emagrecimento

O horário das suas refeições pode influenciar no sucesso do tratamento de perda de peso. É o que tantam comprovar pesquisadores da Universidade de Múrcia (Espanha) e da Universidade Tufts (Estados Unidos) em um estudo publicado na Revista Internacional de Obesidade. De acordo com a pesquisa — que reuniu 420 pessoas para seguir um tratamento de perda de peso de 20 semanas —, quem se alimentava mais tarde eliminou menos peso e do que quem comeu mais cedo.

— Quando nos alimentamos mais tarde a tendência é a de comer mais. Além disto, quando se faz a última refeição mais cedo, há mais tempo de digestão e o estômago trabalha em um ritmo normal.

Os pesquisadores, então, sugerem que as “novas estratégias terapêuticas devem incorporar não apenas a ingestão calórica e a distribuição de macronutrientes, mas também o tempo de alimentação”.

Outro estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, aponta que pessoas com diabetes tipo 2 que tomam café da manhã mais tarde têm o índice de massa corporal maior. Mas, especialistas brasileiros reforçam que o tipo de alimento ingerido durante as refeições é determinante para a perda de peso e a manutenção da saúde.

Não só o café da manhã, mas todas as suas refeições diárias devem conter comida de verdade. Nada de alimentos industrializados ou processados, incluindo todo tipo de açúcar e carboidratos refinados. 

Busca por relação com ‘relógio biológico’

Os pesquisadores querem relacionar os resultados obtidos nos estudos com o funcionamento do “relógio biológico” humano. Este mecanismo ajuda a regular a pressão sanguínea, temperatura corporal e níveis de hormônios.

Realizar as refeições em horários regulares é essencial para evitar o desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes e obesidade. É necessário manter uma alimentação diária dentro das recomendações nutricionais específicas para cada indivíduo.

Assim como tomar café da manhã mais cedo, é importante não deixar para fazer a última refeição próximo à hora de dormir: alimente-se pelo menos três horas antes de ir deitar.

Comece o dia bem alimentado

Cereais integrais

São ricos em fibras e ajudam a diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom. Os cereais podem ser misturados ao leito ou iogurte. Chia, aveia e linhaça são boas opções

Frutas

São ótimas fontes de vitaminas e fibras. Dê preferência a banana (contêm triptofano, que ativa hormônios do bem-estar) e frutas da época

Derivados do leite

São fontes de cálcio e outros nutrientes que ajudam na manutenção da saúde. Queijos brancos, leite e iogurte são ótimas opções

Ovo

O alimento é fonte de vitaminas do complexo B, além de conter selênio, potássio, zinco, manganês, entre outros. Caso consuma ovo mexido, evite usar óleo ou margarina no preparo, dê preferência a uma panela antiaderente.

(Fonte: Jornal Extra/ Adaptada)

 

Estudo sugere ligação entre adoçante sucralose e síndrome metabólica

Estudo sugere ligação entre adoçante sucralose e síndrome metabólica

O adoçante é usado em muitos produtos de baixa caloria – de refrigerante e bala de goma a molhos de salada

Apesar de existirem adoçantes considerados mais naturais, como a estévia e o xilitol, a sucralose continua sendo o principal substituto do açúcar nos produtos de baixa caloria – de refrigerante e bala de goma a molhos de salada. Mas os estudos atuais não trazem boas notícias sobre o adoçante extraído da cana de açúcar.

O último deles, realizado na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, mostrou que a sucralose pode aumentar o risco da síndrome metabólica (alteração capaz de desencadear resistência à insulina, o que eleva o perigo de diabetes e gordura abdominal) especialmente em quem já está acima do peso – os maiores consumidores de produtos diet e light.

De qualquer maneira, o ideal é que os adoçantes sejam consumidos sem exagero e façam parte de uma dieta equilibrada, rica em vegetais e proteínas magras. 

(Fonte: Boa Forma/ Adaptada) 

 

 

Sopa de couve-flor assada

Sopa de couve-flor assada

- INGREDIENTES
1 couve-flor
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (chá) de sal
1 cebola grande cortada em cubos
4 xícaras (chá) de caldo de frango caseiro

- MODO DE PREPARO
Coloque a couve-flor inteira em uma assadeira.
Esfregue nela duas colheres (sopa) de azeite.
Polvilhe sal.
Adicione 1/2 xícara (chá) de água e leve ao forno, sem cobrir.
Deixe assar por 1h30 a 180ºC ou até que esteja macia por dentro.
Retire e deixe esfriar.
Corte-a grosseiramente e reserve.
Aqueça o azeite restante em uma panela grande em fogo médio.
Acrescente a cebola e deixe cozinhar até ficar macia, cerca de 15 minutos.
Junte a couve-flor e o caldo de frango.
Deixe cozinhar até amaciar a couve-flor, por cerca de 10 minutos.
Retire do fogo.
Reserve alguns floretes para decoração do prato.
Bata o restante em um processador, aos poucos, até formar um creme liso.
Retorne para a panela, deixe ferver e sirva em seguida.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Consumo de refrigerante no Brasil caiu 53% em 10 anos, aponta estudo

Consumo de refrigerante no Brasil caiu 53% em 10 anos, aponta estudo

Pesquisa Vigitel, promovida pelo Ministério da Saúde, mostra que brasileiros estão ficando mais saudáveis – mas obesidade ainda preocupa

Todo ano, a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) traz um panorama de como estão os hábitos de saúde dos brasileiros. Nesta segunda-feira (18), o Ministério da Saúde divulgou a última edição do levantamento, feita entre fevereiro e dezembro de 2017. Foram entrevistadas, por telefone, mais de 53 mil pessoas de 26 capitais e do Distrito Federal, todas maiores de 18 anos.
Os dados seguem a mesma tendência identificada na pesquisa do ano passado: a obesidade é um problema sério no país. De acordo com o Vigitel, um em cada cinco brasileiros (18,9%) são obesos e mais da metade da população nas capitais (54%) está com excesso de peso. Esses números foram baseados no Índice de Massa Corporal (IMC) dos entrevistados.

Mas nossos hábitos estão melhorando aos poucos. A prática de atividade física no tempo livre aumentou 24,1% de 2009 a 2017 e, à mesa, as pessoas estão comendo mais frutas e hortaliças (crescimento de 4,8% entre 2008 e 2017) e tomando menos refrigerante e sucos artificiais (queda de 52,8% em dez anos).

Jovens preocupam
O levantamento mostra que a maior parte dessas mudanças positivas está acontecendo entre os adultos. Nos jovens, a situação é cada vez mais séria: em dez anos, o número de pessoas obesas com idades entre 18 e 24 anos aumentou 110%. Para ter ideia, na faixa dos 25 aos 34 anos, esse crescimento foi de 69% (que, sim, ainda é muito alto).

“A obesidade e o sobrepeso são portas de entrada para doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, que prejudicam a saúde da população e que poderiam ser evitadas”, disse Fátima Marinho, diretora do Departamento de Vigilância de Doenças Crônicas e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde (DANTPS), do Ministério da Saúde.

Metas para o futuro
Para continuar a melhora dos hábitos dos brasileiros, o Ministério da Saúde assumiu, em março deste ano, o compromisso de barrar o crescimento da obesidade na população adulta até 2019. A pasta vai investir em políticas de saúde e segurança dos alimentos, contribuir para a redução do consumo de bebidas açucaradas e ampliar em no mínimo 17,8% o percentual de adultos que consomem vegetais com frequência.

Além disso, o governo pretende focar no incentivo à prática de exercícios e manter as ações de diminuição dos teores de sódio e açúcar em produtos industrializados.

(Fonte: Boa Forma) 

 

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