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Obesidade atrapalha saúde e também colocação no mercado de trabalho

Obesidade atrapalha saúde e também colocação no mercado de trabalho

Considerada uma epidemia, a obesidade é um mal que precisa ser combatido mundialmente. Além dos problemas de saúde que o sobre peso causa, o preconceito também é muito presente no dia a dia de quem sofre dessa doença, dificultando inclusive na hora de se candidatar à uma vaga de emprego. O aumento dos ponteiros na balança é uma barreira encontrada pelos pacientes portadores de obesidade mórbida na hora de conseguir um trabalho.

A obesidade é o terceiro ônus social mais caro no mundo, atrás apenas do fumo e da violência provocada pelas guerras e pelo terrorismo. Estimativas recentes apontam que o custo dessa doença à economia global supera US$ 2 trilhões a cada ano, quase 3% do PIB mundial. Nos Estados Unidos, país com maior taxa da doença no mundo, estudos comprovaram que homens e mulheres acima do peso tem mais dificuldade de arrumar emprego.

No Brasil, onde 13,7 milhões de pessoas estão desempregadas segundo dados do IBGE, ainda não existe um estudo específico sobre a obesidade. Porém, uma pesquisa de um grupo de classificados online de currículos e vagas de emprego, realizada em 2005 com 31 mil presidentes e diretores de grandes organizações, mostrou que 65% deles têm restrição na contratação de pessoas obesas. Uma das explicações para este comportamento do mercado são os problemas de saúde que a obesidade acarreta, o que pode gerar um maior número de faltas, por exemplo.

Este tipo de comportamento das empresas pode gerar sensações de rejeição, agravando ainda mais os sentimentos de baixa auto estima. O obeso pode além disso ainda se sentir culpado e ter sentimentos negativos. Percepções negativas de autoimagem podem gerar possíveis transtornos de ansiedade e depressão. Estas são situações super delicadas e precisam ser lidadas com cuidado. As empresas precisam levar em consideração as pessoas no processo seletivo com uma perspectiva profissional e holística. O filtro "peso" não deveria existir. Além disso, as empresas deveriam promover ações de qualidade de vida para terem opções internas para auxiliarem as pessoas a serem saudáveis e assim não gastariam tanto com planos de saúde.

(Fonte: Globo Esporte/Adaptada) 

 

Brasileiro desconhece graves consequências do diabetes, aponta pesquisa

Brasileiro desconhece graves consequências do diabetes, aponta pesquisa

Um novo levantamento mostrou que tanto os diabéticos quanto a população em geral conhecem pouco sobre a doença e suas consequências
O Brasil é a quarta nação com o maior número de diabéticos no mundo, doença que afeta 14 milhões de pessoas no país, de acordo com a International Diabetes Federation (IDF). Entretanto, segundo pesquisa inédita realizada pela Abril Inteligência com o apoio da AstraZeneca, apenas 1 em cada 4 brasileiros reconhece o diabetes como uma doença grave.

O levantamento, apresentado nesta sexta-feira na endoDEBATE 2018 e publicado na revista Saúde, indica que grande parte das pessoas não compreende as consequências de não tratar o diabetes adequadamente. Isso acontece porque há muito desconhecimento sobre a doença – inclusive entre os próprios diabéticos. Quando está comprovado que a doença está associada à principal causa de morte em todo o mundo e à quinta em maior incidência no país – as doenças cardiovasculares – esse quadro de desconhecimento fica ainda mais grave.

Essa falta de informação preocupa ainda mais quando junta-se ao fato de que cerca de 40 milhões de brasileiros estão pré-diabéticos, e desse número, aproximadamente 25% devem ser desenvolver a doença nos próximos cinco anos, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Segundo a pesquisa, 37% dos entrevistados com diabetes convivem com a doença há mais de 10 anos; no entanto, 31% deles acreditam que uma vez que doença é diagnosticada não é mais possível consumir açúcar, o que não é verdade. Surpreendentemente, o número foi menor entre os não diabéticos, que representaram 26% dos que acreditam nesse mito.

Outro ponto que o brasileiro não sabe sobre o diabetes é que suas consequências incluem doenças cardiovasculares, condição que pode levar à morte: apenas 47% dos diabéticos acreditam que a doença pode causar problemas no coração e 43% acreditam que pode ser causa de acidente vascular cerebral (AVC); entre os não diabéticos o número cai para 30% e 27%, respectivamente. Dados revelam que a população relaciona o diabetes principalmente a problemas de visão e amputação. Além disso, grande parte dos entrevistados afirmaram que doenças como câncer, AIDS e Alzheimer são mais graves que o diabetes.

Outro desconhecimento está relacionado às causas da doença: entre os entrevistados que têm a doença, 50% acreditam que ela é hereditária – o que não é sempre o caso -, enquanto 35% associa o diabetes ao estresse. Para especialistas, essa falta de conhecimento sobre os riscos da doença pode ser prejudicial para o diagnóstico precoce e tratamento, afetando a qualidade de vida do paciente, além de permitir que complicações futuras possam ocorrer.

Controle do diabetes
De acordo com o levantamento, quase metade (46%) dos diabéticos não realizam check-ups regularmente para acompanhar a doença. A pesquisa também mostrou que existem diabéticos que não realizam o exame da curva glicêmica, teste que mede a tolerância à glicose; entre os entrevistados, 56% afirmaram já ter feito. Já o exame de hemoglobina glicada, responsável por analisar a média glicêmica do paciente, foi realizado com mais frequência entre os participantes (91%).

A alimentação também é uma preocupação: embora a pesquisa tenha revelado que o brasileiro compreende que hábitos saudáveis são fundamentais para o controle da doença, apenas 58% dos diabéticos afirmam manter uma alimentação balanceada; 35% deles ainda dizem que a restrição alimentar é o que mais incomoda no tratamento.

Quando o assunto é atividade física, outro fator importante no monitoramento do diabetes, o número cai pela metade: apenas 23% fazem exercícios de três a quatro vezes por semana.

Entre os hábitos saudáveis mais importantes para a doença, os participantes não diabéticos acreditam que a manutenção de peso adequado (67%), atividade física regular (69%) e boa alimentação (79%) podem ajudar a evitar a doença.

Memória metabólica
A memória metabólica é causada pelo diagnóstico tardio do diabetes tipo 2, podendo causar problemas cardíacos. Como o tipo 2 é assintomático, muitas vezes quando o indivíduo é diagnosticado, os níveis de açúcar no sangue já estão muito elevados e esse excesso na fase inicial da doença pode marcar a memória das células.

Esse problema afeta especialmente as células relacionadas às agressões crônicas da hiperglicemia, trazendo problemas para os rins, coração e retina. Isso ocorre porque a memória fica comprometida já que as células retêm essa ‘lembrança’ dos altos níveis de açúcar.

Segundo especialistas, quanto mais rápido o controle glicêmico for feito, menores são as chances de complicações. Além disso, se o paciente consegue atingir a meta glicêmica ideal pouco depois do diagnóstico, é possível evitar a memória metabólica e seus riscos.

Diabetes tipo 1

Segundo a SBD, o diabetes tipo 1 ocorre quando o sistema imunológico ataca as células betas, responsáveis pela produção de insulina – hormônio que controla o níveis de glicose -, reduzindo ou impedindo sua liberação para o corpo. Quando isso acontece, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas há casos em adultos. Cerca de 5% a 10% das pessoas com diabetes têm o tipo 1.

Essa variedade é tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.


Diabetes tipo 2

Já o Tipo 2 acontece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz ou não produz o suficiente para controla a taxa de glicemia. O diabetes tipo 2 se caracteriza principalmente pela resistência à insulina, e está diretamente relacionado com a obesidade, por isso, a manutenção do peso (ou emagrecimento) reduzem o risco de desenvolver a doença.

Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar: cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2. O tratamento varia conforme a gravidade: menos graves podem ser controlados com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina ou outros medicamentos para controlar a glicose.

(Fonte: Veja/ Adaptada) 

 

Cuscuz low carb com pinhão

Cuscuz low carb com pinhão

- INGREDIENTES
1 xícara (chá) de couve-flor ralada 1 colher (sopa) de ervilha 1 colher (sopa) de sementes de abóbora 5 unidades de pinhão triturados 1 colher (sopa) de goji berry 1 colher (sopa) de uva-passa 1 fio de azeite de oliva 1 pitada de leite dourado • sal a gosto • ervas frescas a gosto (alecrim, cebolinha, manjericão) • açafrão-da-terra (ou cúrcuma) a gosto • cominho (alcarávia ou kümmel) a gosto • curry (ou caril) a gosto.

- MODO DE PREPARO
Refogue a couve-flor no azeite. Acrescente o sal, a ervilha, a semente de abóbora, os temperos e o restante dos ingredientes. Sirva com um fio de azeite.

(Fonte: M de Mulher)

Ser obeso sem doença metabólica associada não aumenta risco de morte, indica estudo

Ser obeso sem doença metabólica associada não aumenta risco de morte, indica estudo

Obesos que não tenham diagnóstico de diabetes ou hipertensão teriam um risco reduzido de morte; especialistas contestam a pesquisa

Ser obeso, mas sem nenhuma outra doença metabólica associada, como hipertensão ou diabetes, não aumentaria o risco de morte, segundo novo estudo divulgado na última semana pelo periódico científico Clinical Obesity. Para chegar a esse resultado, foram analisados os dados de mais de 54 mil pacientes, entre homens e mulheres, de cinco outras pesquisas, comparando o risco de mortalidade entre os obesos e os não obesos.

Embora os dados tenham surpreendido a população, entre os médicos especialistas essa não é uma grande novidade. Estima-se que entre 30% a 35% dos obesos  estejam enquadrados em um tipo de obesidade chamada de metabolicamente sadia — cujo risco de mortalidade não é muito diferente daquele entre indivíduos magros.

A condição de obesidade metabolicamente saudável não é algo estável e pode evoluir para uma síndrome metabólica, dependendo do ganho de peso do indivíduo e do tempo em que ele permanecer acima do peso. 

Outras condições
Mesmo que o risco de mortalidade seja considerado reduzido entre esses indivíduos sem doenças metabólicas associadas, a obesidade está comprovadamente relacionada ao aumento no caso de outras condições. Listam diferentes tipos de câncer, problemas nas articulações, fígado gorduroso, insuficiência cardíaca, casos de apneia do sono, pedras na vesícula, além de condições psicológicas, como ansiedade e depressão.

(Fonte: Gazeta do Povo/Adaptada)) 

Dica de quarta: De volta à rotina

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