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Dica de quarta: Corrida diária!

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Estudo sugere ligação entre consumo de adoçantes e ganho de peso

Estudo sugere ligação entre consumo de adoçantes e ganho de peso

Os pesquisadores analisaram 37 estudos sobre edulcorantes artificiais e acompanharam mais de 400 mil pessoas por cerca de 10 anos para confirmar se, de fato, eram de fato uma alternativa bem sucedida para o controle de peso.

De acordo com os resultados analisados, os adoçantes não pareciam ajudar as pessoas a perder peso. Em vez disso, as pesquisas que analisaram o consumo do produto ao longo do tempo sugeriram que as pessoas que o ingeriam regularmente – uma ou mais bebidas ou alimentos adoçados artificialmente por dia – apresentavam maior risco para problemas de saúde como ganho de peso, obesidade, diabetes e doenças cardíacas. Segundo Meghan Azad, autora do estudo citado, a suposição de que zero calorias representam zero danos é equivocada.
No entanto, ainda não há provas de que adoçantes realmente causam prejuízos. Os estudos observacionais que ligam os edulcorantes a problemas de saúde não comprovam que os próprios sejam responsáveis diretos pelos males. Outros fatores que podem confundir a relação é o fato de que as pessoas que usam mais adoçantes também podem consumir mais alimentos processados, ligados à obesidade e outros problemas de saúde.

Alguns pesquisadores especulam que os edulcorantes interferem no microbioma dos indivíduos, coleção de bactérias intestinais cruciais para a absorção de nutrientes. Além disso, há também a possibilidade de as substâncias do adoçante interferirem nos mecanismos do organismo para metabolizar o açúcar e causarem maior desejo de consumo de carboidratos e doces feitos com o pozinho branco de verdade.

Até agora, as pesquisas não produziram respostas definitivas, mas é importante lembrarmos que tudo deve ser consumido com moderação e que devemos sempre preferir alimentos em sua forma natural.

(Fonte: Boa Forma)

Acredite: a melatonina pode fazer emagrecer, revela estudo

Acredite: a melatonina pode fazer emagrecer, revela estudo

Sentir o chamado “sono reparador” só acontece quando a glândula pineal, localizada no cérebro, produz de forma satisfatória a melatonina: o conhecido hormônio do sono. Secretado à noite, quando há inibição de luz, este hormônio é responsável não apenas pela indução do descanso, mas também é conhecido por ser a chave do relógio biológico. E não à toa. Estudado há anos por médicos e pesquisadores do mundo inteiro, hoje já se sabe que a substância também tem influência na regulação do apetite, enxaqueca, melhora da pele, controle da glicemia, entre outras funções.

Mas, acredite, não é só isso. Entre as descobertas mais recentes está um estudo publicado pelo Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Sassari, na Itália, em parceria com outras universidades: a melatonina inibiu as células precursoras de gordura do corpo humano – um tipo de célula tronco presente em diversos tecidos como cordão umbilical, medula óssea e também no tecido adiposo (de gordura).

A obesidade também vem sendo estudada como, entre outros fatores, uma disfunção de células de gordura, já que estas entendem com maior frequência que a acumulação é importante. O tamanho e o número dessas células é um processo que ocorreu por conta da diferenciação das chamadas precursoras – que podem, ou não, virar tecido de gordura. E a melatonina impediu que isso acontecesse. Logo, foi avaliado o impacto da melatonina como uma espécie de modulador no destino destas células, ou seja, como o hormônio do sono ajudaria a orquestrar sua função correta.

Entre os genes estudados, também estava o que produz o PPAR-γ: receptor responsável pela regulação da glicose e dos lipídeos no sangue – quando alterados, podem levar pessoas a serem diagnosticados com diabetes e adquirirem placas de gordura nas artérias.

A atuação do hormônio, no que diz respeito a glicose e lipídios, comprova evidências de, pelo menos, seis anos atrás, quando um estudo clínico realizado nos Estados Unidos e publicado na revista Diabetes, Metabolic Syndrome and Obesity: Targets and Therapy indicou que, em pacientes com diabetes tipo 2 e insônia, a melatonina melhorou o sono após três semanas, e auxiliou o controle glicêmico após cinco meses. Outro teste clínico, descrito no Journal of Pineal Research, também demonstrou que, após dois meses de tratamento com melatonina, pessoas com distúrbios metabólicos apresentaram redução na pressão sanguínea e nos níveis de colesterol.

Como se não bastasse, o hormônio do sono também tem sido reconhecido por sua potente atividade antioxidante: ou seja, é capaz de se ligar aos reagentes oxidativos das células e os estabilizar. Com esse suposto papel ativo na proteção do DNA e outros compostos biológicos de agentes oxidativos, o hormônio do sono vem sendo estudado como potencial protetor contra danos causados ​​pelos radicais livres. Por isso, também tem sido associado a possível terapia complementar no tratamento de doenças em que o estresse oxidativo desempenha papel importante, como transtorno de déficit de atenção, hiperatividade, doença de Alzheimer, entre outras.

Uma das explicações para tantas funções é que, pelo fato de ser secretado no sangue e líquido cefalorraquidiano, protetor de diversas células do cérebro, tem transporte fácil no organismo – o que possibilita com que o hormônio do sono tenha ação em diferentes tecidos do corpo.

Apesar de tantos benefícios, principalmente ao que se refere a gordura, vale ressaltar que são estudos iniciais e, portanto, novas pesquisas são necessárias para mostrar os resultados (evidências) na prática clínica.

Melatonina no Brasil
Com indicação, em geral, de até 5 mg diários de melatonina, diversos estudos avaliaram a segurança do uso da substância, encontrando poucos efeitos colaterais, como fadiga e letargia, apenas em doses elevadas. Facilmente metabolizada no fígado, por ser considerado natural, tem degradação rápida e, por isso, raramente há acúmulo nos tecidos. “Tal característica também o torna um dos hormônios mais seguros”, observa Paulo Rosenbaum, endocrinologista do Hospital Albert Einstein.
A boa notícia é que, em novembro do ano passado, a Active Pharmaceutica (distribuidora de insumos farmacêuticos), ganhou o direito de comercializar a melatonina em farmácias de manipulação em todo o país, mediante receita médica. Na prática, a decisão facilita o acesso ao hormônio natural para fins terapêuticos, uma vez que, até então, o paciente precisava importá-lo – prática também já autorizada no Brasil.

História do hormônio
A melatonina foi descoberta primeiramente por pesquisas sobre alteração da coloração da pele de anfíbios e repteis. Em 1958, um dermatologista americano da Universidade de Yale investigou essa substância na esperança de encontrar um uso para o tratamento de doenças de pele. Apesar das investigações, a melatonina só ficou mais conhecida na década de 90 com a descoberta do seu uso para pacientes com dificuldade para dormir, por um professor de Neurofarmacologia da Universidade de Harvard.
Após revisar a literatura cientifica da época sobre a glândula pineal, com o tempo, observou que a noite, na escuridão, produzíamos este hormônio, e que a administração de melatonina provocava o sono.

(Fonte: Veja/Adaptado)

 

Cuscuz de quinoa

Cuscuz de quinoa

- INGREDIENTES:
150 g de carne moída
1 xícara (chá) de quinoa branca
1 colher (sopa) de azeite
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
200 ml de caldo de carne
½ abobrinha picada
1 cenoura picada
1 colher (sopa) de pimentão picado
3 damascos secos picados (para finalizar)
Cebolinha verde (para decorar)
Sal e pimenta a gosto.


- MODO DE PREPARO:
Em uma panela, refogue a cebola e o alho no azeite.
Acrescente a carne moída e deixe refogar mais um minuto.
Junte o caldo de carne.
Coloque a quinoa.
Tempere com sal e deixe cozinhar por 10 minutos.
Junte os legumes picados.
Deixe secar o caldo.
Finalize com cebolinha e damasco.
Use um aro para enformar direto no prato.
Sirva em seguida.
(Fonte: Lucilia Diniz)

Poeira de casa estimula crescimento de células de gordura, aponta estudo

Poeira de casa estimula crescimento de células de gordura, aponta estudo

Hábitos como má alimentação ou falta de atividade física são alguns dos fatores que desencadeiam a obesidade. No entanto, pesquisadores descobriram que poluentes ambientais comuns também poderia contribuir para o acúmulo de gorduras.

De acordo com os pesquisadores, pequenas quantidades de poeira doméstica poderiam estimular as células de gordura a acumular mais triglicérides ou gordura.

Isso porque estas partículas podem agir como desreguladores endócrinos ou disruptores endócrinos. Em outras palavras, essas substâncias são capazes de exercer efeitos semelhante ao de hormônios no nosso organismo. Da mesma forma, podem agir inibindo a ação de um determinado hormônio nosso organismo.

Para a realização do estudo, os cientistas coletaram amostras de poeira de 11 casas e testaram amostras em um modelo de células pré-adiposas de ratos. Os cientistas observaram que sete das 11 amostras de poeira desencadearam transformações das células pré-adiposas em células de gordura maduras e que acumulam triglicérides.

Além disso, extratos de nove amostras estimularam as células a se dividirem. E apenas uma amostra de poeira não apresentou efeito.

É preciso ter medo dos desreguladores endócrinos?
Não. Certamente não há razão para pânico! Existe um grande esforço por parte das principais sociedades médicas ao redor do mundo para se entender cada vez mais sobre o tema a fim de desenvolver ações que impeçam ou ao menos minimizem os efeitos deletérios destas substâncias sobre a saúde humana.

(Fonte: Minha Vida)

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