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Dica de quarta: deficiência de vitamina D

Dica de quarta: deficiência de vitamina D

 

No segundo capítulo da série de reportagens sobre insulina, veja qual é o papel da insulina no corpo?

No segundo capítulo da série de reportagens sobre insulina, veja qual é o papel da insulina no corpo?

O principal papel da insulina no corpo é o controle dos níveis sanguíneos de glicose, mas ela tem também outras interferências no metabolismo. Normalmente, quando o nível de açúcar no sangue aumenta, as células beta do pâncreas liberam insulina, que leva as células a absorver o açúcar da corrente sanguínea. Ela funciona, pois, como uma “chave” que desbloqueia a célula para permitir que o açúcar penetre nela e seja usado para a produção de energia.

Se a pessoa tiver no sangue mais açúcar do que o fisiologicamente necessário, a insulina ajuda a armazená-lo no fígado como glicogênio e o libera quando o corpo precisar dele, como no intervalo das refeições ou durante uma atividade física mais acentuada. Quando o fígado está saturado com glicogênio, o metabolismo assume um caminho alternativo, que envolve a captação de glicose adicional no tecido adiposo, levando à síntese de lipoproteínas. Portanto, a insulina ajuda a equilibrar os níveis de açúcar no sangue e a mantê-los numa faixa normal.

Esse é apenas o papel mais conhecido da insulina, mas ela tem várias outras funções importantes no corpo humano. Ela também está envolvida nas seguintes funções:
1. Modificar a atividade de enzimas e as reações resultantes dessas modificações.
2. Reconstruir músculos após doenças ou lesões através do transporte de aminoácidos para o tecido muscular.
3. Ajudar a regular a absorção de aminoácidos, a replicação do DNA e a síntese de proteínas.
4. Gerenciar a síntese de lipídios, por meio da absorção de glicose em células de gordura.
5. Gerenciar a quebra de proteínas e lipídios por meio de mudanças nas células de gordura.
6. Captação de aminoácidos e potássio nas células, o que não pode ocorrer na ausência de insulina.
7. Gerenciar a excreção de sódio e o volume na urina.
8. Aprimorar as funções de aprendizagem e memória.

(Fonte: Abc Med)

Acompanhe essa semana a série de reportagens sobre o que é insulina?

Acompanhe essa semana a série de reportagens sobre o que é insulina?

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que permite que o corpo use o açúcar (glicose) de carboidratos consumidos nos alimentos ou armazene glicose para uso futuro. A insulina ajuda a manter o nível de açúcar no sangue dentro do normal, evitando que ele fique muito alto (hiperglicemia) ou muito baixo (hipoglicemia). As células do corpo precisam de açúcar para produzir energia, mas o açúcar não pode entrar diretamente na maioria das células.

(Fonte: Abc Med)

#Saúde #Alimentação

Arroz doce feito no forno

Arroz doce feito no forno

- INGREDIENTES 

3 claras
1 ovo inteiro
1 ½ xícara (chá) de leite desnatado
¼ de xícara (chá) de adoçante culinário
2/3 xícara (chá) de arroz cozido sem tempero
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sopa) de damascos secos picados ou uvas passas
¼ colher (chá) de canela em pó
¼ colher (chá) de raspas de laranja

- MODO DE PREPARO
Em um bowl, junte as claras, o ovo, o leite.
Misture também o adoçante e a baunilha.
Bata até misturar bem, mas não faça espuma.
crescent o arroz, os damascos, a canela e as raspas de laranja.
Coloque cinco ramequins em uma assadeira.
Divida o creme entre eles.
Despeje água fervente na assadeira.
Leve-a ao forno a 160ºC por 40 minutos.
Mexa na metade do tempo.
Sirva quente ou gelado, decorado com raspas de laranja.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Diabetes: em breve, tipo 2 pode ter novo tratamento personalizado

Diabetes: em breve, tipo 2 pode ter novo tratamento personalizado

Uma nova forma de agrupar os tipos de diabetes pode melhorar o tratamento do tipo 2. A descoberta foi feita por pesquisadores escandinavos
O diabetes é caracterizado pelos níveis permanentemente elevados de açúcar (glicose) no sangue. Há duas formas principais da doença: o diabetes tipo 1 causado pela destruição das células que produzem a insulina, que é o hormônio que controla a glicose sanguínea (glicemia); e o tipo 2 no qual a insulina é produzida, em alguma medida, mas sem exercer seu efeito plenamente.

Diabetes: tipo 1 e tipo 2
A causa da destruição das células beta que ocorre no diabetes tipo 1 é conhecida há muito tempo e se deve ao ataque do próprio sistema imunológico que passa a produzir anticorpos contra estas células, destruindo-as e provocando uma carência absoluta de insulina. Por este motivo, o tratamento com a insulina é obrigatório no diabetes tipo 1 desde o diagnóstico.
Assim, o diabetes tipo 1 é identificado pela presença de um ou mais anticorpos dirigidos contra componentes das células beta (anti-GAD, anti-insulina, anti-IA2 e outros). Todos os demais portadores de diabetes que não apresentam esses anticorpos e tampouco sofrem de formas secundárias (devido a outras doenças ou medicamentos) são diagnosticados como tendo diabetes do tipo 2, que constituem de 85-90% dos casos e apresentam a enfermidade que mais cresce no mundo.

Para o tratamento do diabetes tipo 2, há uma grande variedade de medicações orais disponíveis que podem ser utilizadas isoladamente ou em combinações inclusive com as insulinas.

Nova divisão do diabetes
Recentemente, cientistas escandinavos acompanhando um grande grupo de pacientes desde o diagnóstico (8980 pacientes na província de Scania) decidiu levar em conta não só a glicemia ou a hemoglobina glicada (que representa a glicemia média de 120 dias) e a presença ou não de anticorpos contra as células beta, mas também a idade ao diagnóstico, o índice de massa corporal (obesidade ou não), a capacidade de produzir insulina (HOMA-beta) e a sensibilidade à insulina (HOMA-R). Estes 2 últimos parâmetros são facilmente calculados por uma fórmula que inclui as dosagens de glicose e insulina.

Utilizando métodos estatísticos sofisticados, desenvolvidos para a análise de uma enorme quantidade de dados (análise de cluster em BIG DATA), concluíram que a população de portadores de diabetes poderia ser dividida em cinco grupos significativamente diferentes: o primeiro grupo, denominado SAID (diabetes auto imune severo), corresponde exatamente ao tradicional diabetes tipo 1, por apresentar os anticorpos anti-GAD.

O segundo grupo, denominado SIDD (diabetes severo com deficiência de insulina), constitui um grupo muito semelhante ao primeiro, mas sem apresentar os auto anticorpos. Estes dois primeiros grupos compartilham a idade mais jovem, um peso menor e a maior dificuldade de controle, requerendo tratamento precoce com a insulina.

O terceiro grupo, denominado SIRD (diabetes com resistência severa à insulina), se caracteriza por ser diagnosticado por volta dos 55 anos de idade, apresentar
obesidade leve, ter uma dificuldade intermediaria no controle do diabetes e principalmente, por apresentar um menor efeito da insulina produzida no organismo.
O quarto grupo inclui os pacientes mais obesos e que apresentam uma glicemia levemente alterada, denotando um diabetes de fácil controle, é denominado MDOR (diabetes moderado relacionado à obesidade) e o último grupo denominado MDAR (diabetes moderado relacionado à idade) tem também características de diabetes de fácil controle, mas os pacientes são os mais idosos e não apresentam obesidade.

Para testar a validade de sua descoberta, os investigadores analisaram outras 3 populações independentes, embora todas escandinavas, encontrando os mesmos 5 grupos.

Complicações do diabetes
Desde já, um achado importante é que os grupos descritos diferem no risco de desenvolvimento de complicações. O acompanhamento por 11 anos das comunidades estudadas revelou que o risco de doença cardiovascular era semelhante entre os grupos, mas o risco de retinopatia era maior para os grupos com deficiência de insulina (grupos 1 e 2). Por outro lado, o risco de desenvolver nefropatia diabética com evolução para a necessidade de diálise foi 5 vezes maior no grupo com maior resistência à insulina (grupo 3), apesar deste grupo não ter um controle pior da glicemia. Este fato revela que o bom controle do diabetes não é suficiente para prevenir esta complicação.

Atualmente, as recomendação de tratamento são semelhantes para todos os pacientes com diabetes tipo 2, mas é provável que a resposta aos diversos tratamentos sejam diferentes para os diversos grupos. No rumo à um tratamento mais personalizado para o diabetes tipo 2, isso será certamente investigado.

(Fonte: Veja) 

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