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Dica de quarta: Cirurgia Bariátrica

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Quatro em cada cinco adolescentes são sedentários

Quatro em cada cinco adolescentes são sedentários

Dados foram divulgados nesta segunda-feira pela Organização Mundial da Saúde
Quatro em cada cinco adolescentes, entre 11 e 17 anos de idade, são sedentários. Nos adultos, um em cada quatro não é praticante de atividade física. Os dados foram divulgados hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A entidade também apresentou uma meta global: os países-membros da OMS têm de se comprometer em reduzir o sedentarismo em até 10% até 2025 e em 15% até 2030.

De acordo com o parâmetros da Organização Mundial da Saúde, um adolescente é ativo é aquele que pratica pelo menos 60 minutos de atividade aeróbica de moderada à ativa por semana. Para os adultos, são 150 minutos de atividade moderada por semana.

(Fonte: Veja) 

 

No terceiro e último capítulo da série de reportagens sobre compulsão alimentar, confira como á doença é diagnosticada e o tratamento

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Como o médico diagnostica o comer compulsivo?
O diagnóstico de compulsão alimentar é eminentemente clínico e dependente dos relatos dos pacientes. De um modo geral é caracterizado por uma sensação de falta de controle sobre a alimentação. Uma diferenciação deve ser feita com a bulimia nervosa, em que a compulsão alimentar está associada regularmente ao uso de comportamentos compensatórios, como, por exemplo, a purgação (provocar vômitos).

Como tratar o comer compulsivo?
Em muitos casos, existe um fator psicológico desencadeando a compulsão. Um terapeuta que acompanhe o paciente e trabalhe junto com ele focando na frustração sentida pelo paciente e no desenvolvimento de seu autoconhecimento pode ajudar a prevenir o comportamento compulsivo.

Nos casos mais resistentes à terapia, o tratamento mais frequente é feito com antidepressivos, que também servem para tratar os mais prováveis transtornos associados (depressão, ansiedade e transtorno obsessivo compulsivo ou TOC). Esse tratamento tem maior efeito quando associado à terapia cognitivo-comportamental. Ele mostrou-se eficaz quanto à diminuição da frequência da compulsão alimentar e o desaparecimento dos demais sintomas. Os resultados podem ser ainda melhores se houver acompanhamento nutricional e adesão a exercícios físicos regulares.

Na tentativa de solucionar o problema, 27 a 47% dos pacientes fazem cirurgia bariátrica, com resultados variáveis. É recomendável submeter-se concomitantemente a uma psicoterapia.

É importante conversar com o paciente para que ele se autoconscientize antes de começar a comer. É necessário que ele pense honestamente, antes de se alimentar, se ele está realmente com fome. Se sim, ele deve comer devagar, usando pratos menores, pensando no momento da alimentação e escolhendo alimentos que causam mais saciedade como proteínas e fibras. Se não, ele deve imediatamente se dedicar a alguma atividade que prenda a sua atenção por pelo menos 30 a 40 minutos. Muitas vezes, isso é o suficiente para passar aquele momento de compulsão que se instalaria.

(Fonte: ABC Med)

Dica de quarta: Semente de abóbora

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Confira o segundo capítulo da série de reportagens sobre compulsividade. Hoje vamos falar quais são as principais características clínicas do comer compulsivo?

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As pessoas com o transtorno do comer compulsivo pensam em comida e de fato comem o tempo todo e se sentem culpadas, envergonhadas ou deprimidas depois de comer. A pessoa se sente compelida a comer mesmo quando não está com fome e não consegue parar quando já está saciada. Geralmente isso a faz ganhar peso. Como resultado, os comedores compulsivos lutam para controlar seu peso na maioria dos casos.

Mas o comedor compulsivo é muito diferente do que alguém sente depois de comer uma farta refeição, por exemplo. Depois de comer em excesso, em um dia específico, a pessoa pode até se sentir arrependida, mas não é tomada pela vergonha. Comedores compulsivos têm desejos de comer grandes quantidades de comida a cada vez ou pequenas ou grandes quantidades a todo momento, ou estão quase sempre a mordiscar algo.

As seguintes características alimentares são encontradas nas pessoas que comem compulsivamente: comer mais rápido que o normal, comer além do ponto de satisfação, comer quando não está fisicamente com fome, comer às escondidas, sozinho ou em segredo, sentir-se culpado e com vergonha depois ter comido demais e não adotar medidas tentando compensar excessos de comida, como acontece na bulimia.

Os pacientes que comem compulsivamente possuem autoestima mais baixa que os demais, buscam um controle alimentar mais no exterior que no interior e preocupam-se mais com o peso e a forma física do que outros indivíduos que também possuem sobrepeso, mas não possuem o transtorno.

(Fonte: Abc Med)

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