Vinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo Slider

Novo tipo de diabetes vem sendo diagnosticado errado, aponta estudo

Novo tipo de diabetes vem sendo diagnosticado errado, aponta estudo

Quando o assunto é diabetes é comum a gente pensar que só existe o tipo 1 e tipo 2. No entanto, de um tempo para cá, a ciência detectou um outro tipo de diabetes chamada de 3C. Esse tipo de diabetes é causado por danos no pâncreas.

Mas não é só isso, segundo os pesquisadores do Royal College of General Practitioners, esse tipo de diabetes vem sendo diagnosticado de forma errada, como se fosse o diabetes tipo 2. De acordo com a pesquisa, em uma amostra de mais de 2 milhões de pessoas, apenas 3% foram foi identificada corretamente como tendo diabetes tipo 3c.

Estudos descobriram que pessoas com diabetes tipo 3c precisam de insulina e, ao contrário dos outros tipos de diabetes, a 3c também pode se beneficiar com a ingestão de enzimas digestivas de alimentos.

Atualmente médicos e pesquisadores estão preocupados com o fato de que o diabetes tipo 3c poderia ser muito mais comum do que o se pensava. Além disso, várias drogas usadas para o diabetes tipo 2 podem não ser tão eficazes para o tipo 3c. Sendo assim o diagnóstico incorreto pode ser prejudicial para o paciente.

Tipos de diabetes
Diabetes tipo 1:
O diabetes tipo 1 acontece quando a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem de destruição autoimune. O pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo com que nossos anticorpos ataquem as células que produzem a esse hormônio. Nesse cenário, o corpo acaba atacando as células que produzem insulina por não reconhecerem mais elas como sendo da pessoa. O diabetes tipo 1 ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais e há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum ser diagnosticado em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Diabetes tipo 2:
O diabetes tipo 2 é uma doença crônica que afeta a forma como o corpo metaboliza a glicose, principal fonte de energia do corpo. A pessoa com diabetes tipo 2 pode ter uma resistência aos efeitos da insulina - hormônio que regula a entrada de açúcar nas células - ou não produz insulina suficiente para manter um nível de glicose normal. Quando não tratado, o diabetes pode ser fatal.

Diabetes tipo 3c
É um tipo de causado por danos no pâncreas, como inflamação no pâncreas, tumores ou cirurgia pancreática. Esse tipo de dano no pâncreas não só prejudica a capacidade do órtão de produzir insulina, como também de produzir as proteínas necessárias para digerir alimentos (enzimas digestivas) e outros hormônios.

(Fonte: Minha Vida)

 

Dica de quarta: Beba água

Dica de quarta: Beba água

Os 6 alimentos que estudos recentes apontam como essenciais na dieta

Os 6 alimentos que estudos recentes apontam como essenciais na dieta

Há algum tempo, alimentos como quinua, linhaça e chia, pouco conhecidos até então, passaram a frequentar a mesa de todos aqueles que buscavam saúde no prato, referendados por uma série de estudos. Mas o que dizem os últimos e confiáveis estudos a respeito dos alimentos que, de fato, fazem bem à saúde e que, portanto, precisam fazer parte de nossa dieta diária nos dias de hoje?

1. Açafrão. Também conhecido como cúrcuma, trata-se daquele conhecido tempero amarelo que compõe o curry (mix de especiarias). É rico em curcumina, substância eficaz no tratamento de doenças inflamatórias como artrites e tendinites. Ultimamente vem sendo apontado como potente arma na prevenção do câncer.

2. Banana verde. Um dos melhores alimentos para o intestino, graças ao amido que contém (encontrado na biomassa, obtido após o seu cozimento). Favorece a proliferação de bactérias benéficas e a absorção de nutrientes, além de ser uma barreira contra toxinas. Também é apontado como eficiente na prevenção do câncer de intestino e no combate da diarreia e da prisão de ventre.

3. Chocolate. Graças ao cacau, sua matéria-prima principal por excelência, esse alimento contém grandes quantidades de antioxidantes, como polifenóis e flavonoides, que combatem doenças e retardam os efeitos do envelhecimento. Já um estudo divulgado em 2015, no American Journal Clinical, importante publicação médica dos Estados Unidos, também mostrou que o chocolate é bom para o coração e para o metabolismo. Mas não se engane: não é todo chocolate que faz bem.

4. Kefir. É um probiótico produzido a partir da fermentação do leite, de aspecto semelhante ao iogurte. Potencializa o valor biológico da proteína do leite, diminui a intolerância à lactose, ativa o sistema imunológico, aumentando a resistência contra infecções e equilibra a flora intestinal. Também é um santo remédio na prevenção e no combate da prisão de ventre e da diarreia. Pode ser preparado em casa, a partir de qualquer tipo de leite. Basta adicionar os grãos de kefir nesse alimento, conservando-o adequadamente em uma temperatura que varia entre 18° e 30°. Em 24 horas você terá mais kefir, tornando o processo cíclico.

5. Sardinha. O mérito aqui vai para os ácidos graxos, tipo ômega 3, presente também no salmão, no atum, em nozes e na linhaça. Ajuda na redução do colesterol e da pressão sanguínea, além de auxiliar na elasticidade das artérias, diminuindo o risco de doenças cardíacas.

6. Abacate. Considerado vilão à saúde durante anos por ser muito calórico e conter um caminhão de gordura, esse alimento teve a sua redenção. Hoje se sabe que essa gordura é monoinsaturada, ou seja, benéfica para o coração. Estudos mais recentes mostram também que o abacate é rico em antioxidantes como a glutationa e as vitaminas C e E, que atuam na prevenção de câncer e do envelhecimento precoce.

(Fonte: Boa Forma/Adaptado)

Brasil terá 11,3 milhões de crianças obesas em 2025, estima organização

Brasil terá 11,3 milhões de crianças obesas em 2025, estima organização

Segundo estudo publicado nesta terça-feira na revista científica The Lancet, a taxa global de obesidade em crianças disparou em 41 anos. Por outro lado, o índice de baixo peso caiu.
O Brasil segue na mesma direção. Entidades de saúde alertam que, se não houver uma mudança de rumo, o país, assim como a população global, enfrentará um forte crescimento de doenças associadas à obesidade, como diabetes, pressão arterial elevada e doenças de fígado.

De acordo com o estudo divulgado na Lancet, a prevalência de obesidade global em meninas saltou de 0,7% em 1975 para 5,6% em 2016. Em meninos, a alta foi ainda maior: saiu de apenas 0,9% em 1975 para 7,8% em 2016. Como consequência, 124 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos ao redor do mundo estavam obesos em 2016.

Os pesquisadores do estudo, coordenado pela universidade inglesa Imperial College London e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alertam que, se a obesidade continuar crescendo nos níveis das últimas décadas, em cinco anos o mundo terá mais crianças e adolescentes obesos do que com baixo peso.

Sem uma mudança de hábitos, em menos de uma década a obesidade pode atingir 11,3 milhões de crianças no Brasil, de acordo com um alerta divulgado pela Federação Mundial de Obesidade.

Vilões
A principal razão para a alta de peso na população mais jovem é o consumo de alimentos ricos em açúcar e gordura, principalmente os industrializados.

No Brasil a tendência é semelhante. Nas últimas quatro décadas, o índice de obesidade entre meninos saltou de 0,93% para 12,7%. Entre meninas, o crescimento foi menor, mas ainda assim elevado: passou de 1,01% em 1975 para 9,37% no ano passado, de acordo com dados compilados pela rede de cientistas de saúde NCD Risk Factor Collaboration, utilizados na pesquisa.

Assim como nos outros países pesquisados, a elevação dos níveis de obesidade no Brasil está relacionada ao maior consumo de produtos industrializados, ricos em açúcar e gorduras.

No país, porém, o consumo não estaria relacionado apenas a uma disparidade de preços entre alimentos saudáveis (normalmente, mais caros) e industrializados (mais baratos), mas também por uma questão de status associada ao consumo desses itens.

De acordo com a Federação Mundial de Obesidade, o crescente nível de obesidade entre crianças e adultos coloca a saúde desse público "em perigo imediato".

Estimativa da organização aponta que, em 2025, 150 mil crianças e jovens no Brasil desenvolverão diabetes tipo 2, enquanto 1 milhão terão pressão arterial elevada. Outro dado alarmante é o número de crianças e jovens brasileiros que sofrerão com gordura no fígado - cerca de 1,4 milhão, segundo a entidade.

Como reduzir
Aumentar o aleitamento materno na infância e limitar o consumo de alimentos ricos em açúcar e gordura, como refrigerantes, biscoitos e fast food também é essencial para evitar que crianças se tornem obesas e para reduzir os níveis atuais da doença, alerta a Federação Mundial de Obesidade.

Também é importante encorajar os jovens a praticar exercícios físicos - de acordo com a entidade, 80% dos jovens não atingem os níveis recomendados de atividade.
Reduzir a presença da doença na população significa mudar hábitos, conceitos e retomar algumas lições.

(Fonte: BBC/Adaptado)

Omelete de forno

Omelete de forno

INGREDIENTES
1 gema
2 claras
1 tomate sem sementes e picado
1 colher (sopa) de queijo branco ralado
Sal e pimenta do reino a gosto

MODO DE PREPARO
Num bowl pequeno, bata a gema com um garfo.
Junte o tomate picado e o queijo.
Tempere com sal e pimenta do reino.
Em outro bowl, bata as claras em neve.
Delicadamente, junte as claras batidas à mistura inicial.
Despeje a omelete em um refratário redondo.
Leve para assar em forno médio por 15 minutos ou até dourar.
Sirva em seguida.

(Fonte:Lucia Diniz)

Página 7 de 209

Destaque

banner

Video em Destaque

bem-estar

Corpo Clínico

dr-almino-aa

 

Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-manuela

 

Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-galvao

 

Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

saibamaismais


dr-thales

 

Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-nestor-tadashi-bertin-suguitani-m

 

Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba 


dr-eduardo-bastos-m

 

Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-raphael-torres

 

Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba

 

Calcule seu IMC

Peso:
Kg
Altura:
m


IMC:

 

Newsletter GOC

Name:
Email: