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Ômega-6 afastaria o diabetes

Ômega-6 afastaria o diabetes

Essa gordura não tão festejada parece ter agora motivos para se gabar contra a glicemia alta. Será que ela ajuda no tratamento?
Uma revisão australiana de 20 estudos englobando dados de 39 740 pessoas concluiu que, quanto maior o consumo de ácido linoleico (uma versão do ômega-6), menor o risco de encarar o diabetes tipo 2. Já o ácido araquidônico, substância originada a partir dessa gordura – e muito associada a processos inflamatórios -, não traria riscos nem benefícios nesse contexto.

Os diferentes ômegas
Ômega-3: é reconhecido pela ação anti-inflamatória. Chia, linhaça, nozes, óleo de canola e peixes de água fria são as principais fontes.

Ômega-6: o ideal seria ingerir três partes dele para uma de ômega-3. Mas estima-se que chegamos a 50 partes para uma, o que contribuiria para estados inflamatórios.

Ômega-9: outra gordura com habilidade para barrar inflamações. Está no azeite de oliva, no óleo de canola, no abacate e no amendoim.

(Fonte: Saúde/Adaptado)

 

 

Panqueca de batata doce

Panqueca de batata doce

-INGREDIENTES 
1 batata doce grande cozida
1 ovo inteiro
1 clara

- MODO DE PREPARO 
Coloque uma batata doce já cozida coloque no liquidificador.
Junte o ovo e uma clara.
Bata bem até obter uma massa homogênea.
Em uma frigideira aquecida em fogo baixo, coloque um pouco da massa.
Deixe por um minuto e vire com uma espátula.
Deixe por mais um minuto e retire.
Sirva com calda natural de frutas de sua preferência.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Para onde vai a gordura que queimamos quando fazemos exercício?

Para onde vai a gordura que queimamos quando fazemos exercício?

Vejamos se você consegue acertar uma pergunta que quase 150 médicos, nutricionistas e preparadores físicos responderam erroneamente.
Quando alguém faz exercício e perde peso, para onde vai a gordura perdida?

As opções são:

A gordura se converte em energia ou calor;
A gordura se transforma em músculo;
A gordura se torna dióxido de carbono e água.
Se você respondeu as opções 1 ou 2, não se preocupe: você está no mesmo grupo de 147 especialistas que também erraram um questionário feito pelo cientista Ruben Meerman, pesquisador da Escola de Ciências Biomoleculares da Universidade de New South Wales, na Austrália.

A resposta mais comum foi a de que a gordura se converte em energia. O problema é que isto vai de encontro à lei da conservação da matéria, à qual obedecem todas as reações químicas.

Sobre a opção 2, Meerman diz que é impossível que a gordura se transforme em músculo.
A resposta correta é a 3, refletindo a função dos pulmões como o "principal órgão excretor de gordura", segundo explica Meerman em um estudo publicado no periódico "British Medical Journal" em 2014.
"A água formada pode ser expulsa através da urina, das fezes, do suor, da respiração ou de outros fluidos corporais".
"Se você perde 10 quilos de gordura, 8,4 sairão por meio dos pulmões e os 1,6 quilos restantes se tornarão água", escreveu Meerman em meados de março no portal "The Conversation".
"Em outras palavras, praticamente exalamos todo o peso que perdemos".
Por que os médicos erraram?
Dos 150 especialistas consultados, apenas 3 responderam corretamente.

Meerman conduziu a consulta entre especialistas australianos, mas, segundo falou à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC), a mesma concepção equivocada é compartilhada nos Estados Unidos, Reino Unido e em vários países europeus.

"A forma como as universidades atualmente ensinam sobre o metabolismo se centra exclusivamente na energia na molécula metabolizada", explicou Meerman à BBC Mundo.

Meerman se refere a isto como o "mantra da energia que entra - energia que sai". Em seu estudo, ele menciona que os cursos de bioquímica nas escolas focam muito na produção de energia.

Exalar gordura
O pesquisador defende também que, além das comidas e bebidas que ingerimos, também devemos levar em conta o oxigênio que inalamos.

Por exemplo, se no seu corpo ingressam 3,5 quilos de comida e água, mais 500 gramas de oxigênio, no total são 4 quilos que devem sair.

"Do contrário, se ganharia peso", escreve Meerman.

Segundo ele, "perder peso requer desbloquear o carbono armazenado nas células de gordura".

Ao respirar, produzimos gás carbônico, então, se respiramos mais, perdemos mais desta gordura convertida em carbono?

"Infelizmente, não", diz Meerman. "Respirar mais do que o necessário só causará hiperventilação, levando apenas a náuseas ou um desmaio".

"A única maneira pela qual você conscientemente pode aumentar a quantidade de dióxido de carbono produzida pelo seu corpo é movendo os músculos".
Além dos exercícios, Meerman menciona outras formas por meio das quais produzimos dióxido de carbono.

Por exemplo, uma pessoa com 75 quilos produz cerca de 590 gramas de dióxido de carbono em repouso.
Dormindo, uma pessoa exala cerca de 200 gramas de dióxido de carbono. Por outro lado, somente o fato de uma pessoa se vestir faz dobrar o ritmo do metabolismo. Caminhar, cozinhar ou varrer triplica.

Assim, a chave para perder peso está em "comer menos e se mover mais".

(Fonte: Bem Estar/Adaptado) 

 

Dica de quarta: Você sabia?

Dica de quarta: Você sabia?

Cortar 15% das calorias pode retardar o envelhecimento

Cortar 15% das calorias pode retardar o envelhecimento

Cortar as calorias que você consome pode retardar o processo de envelhecimento e proteger contra doenças relacionadas à idade. É o que diz uma pesquisa publicada no jornal especializado Cell Metabolism. Em um dos primeiros estudos desse tipo em humanos, cientistas do Instituto de Pesquisas Biomédicas de Pennington, nos Estados Unidos, descobriram que o corte de calorias em 15% leva à perda de peso, reduz o estresse oxidativo (processo que tem sido vinculado ao diabetes, câncer, doença de Alzheimer e outras condições relacionadas à idade) e ativa o metabolismo. “Reduzir a ingestão de calorias traz benefícios para a saúde de todas as pessoas, independentemente de seu estado atual de saúde”, disse a médica Leanne M. Redman, principal autora do estudo, a CNN.

Depois de apenas um ano com uma dieta reduzida em calorias, os participantes do estudo viram suas taxas metabólicas caírem significativamente. A taxa continuou baixa no segundo ano e levou a uma diminuição geral no estresse oxidativo.

Resultados da Pesquisa
Durante a primeira fase do estudo, os pesquisadores da Universidade de Pennington, nos Estados Unidos, e do Instituto Nacional do Envelhecimento, responsável pelo financiamento do projeto, realizaram experimentos iniciais para descobrir que tipo de restrição calórica os voluntários poderiam fazer para alcançar os resultados esperados.
Outra pergunta a ser respondida era que tipo de restrições calóricas impactariam nos biomarcadores de envelhecimento, que são medições biológicas simples que diferenciam pessoas que vivem mais tempo (90 a 100 anos) de pessoas que vivem a expectativa de vida média. “Sabemos que os indivíduos de vida mais longa são capazes de manter níveis mais baixos de insulina e de açúcar no sangue, além de terem níveis menores de temperatura corporal em comparação com pessoas que não vivem tanto quanto eles”, disse Leanne.

A equipe da Universidade de Pennington manteve a pesquisa focada na redução de calorias em 25% apenas com dieta. Os cientistas recrutaram 53 pessoas entre 21 e 50 anos, que não eram obesas, e reduziram sua ingestão de calorias durante um período de dois anos. “Ao longo de todo o estudo, os voluntários comeram o que gostaram, mas também tomaram vitaminas e suplementos para garantir que suas dietas fossem ‘nutricionalmente adequadas'”, disse Leanne.

Ao final dos experimentos, os cientistas notaram que os participantes perderam 9kg até o final do primeiro ano, mantendo essa perda durante o segundo. “As pessoas atingiram 15% de restrição calórica, real, ao longo dos dois anos. Apesar de não ser a redução esperada, os resultados da menor quantidade corte calórico foram ‘bastante notáveis'”, afirmou a pesquisadora. Ela revelou ainda que a dieta também causou uma redução na taxa metabólica em cerca de 10%.
Diminuição do Metabolismo
Um metabolismo retardado significa que o corpo se tornou mais eficiente no uso de combustível – seja de alimento ou oxigênio – para obter energia. Segundo Leanne, toda vez que geramos energia no corpo, geramos subprodutos. Estes subprodutos do metabolismo normal, também chamados de radicais de oxigênio, se acumulam no corpo e, ao longo do tempo, causam danos às células e órgãos, e esse dano é o que está ligado a uma expectativa de vida menor.

“Restringir calorias pode retardar seu metabolismo basal, e se os subprodutos do metabolismo aceleram o processo de envelhecimento, a restrição calórica sustentada por vários anos pode ajudar a diminuir o risco de doenças crônicas e prolongar a vida”, explicou Leanne. Ainda não está claro quantos anos a mais é possível ganhar com a redução de calorias, mas a pesquisadora acredita que o corte de calorias em 25% pode prolongar a expectativa de vida em até sete anos.

De acordo com a ela, o truque para alcançar esse resultado é seguir a dieta mesmo depois de perder peso. Embora pareça uma tarefa difícil, é necessário manter a rotina para que a medida traga os benefícios esperados para as causas secundárias do envelhecimento. “Estas são doenças relacionadas ao estilo de vida, como doenças cardíacas, diabetes, derrame, etc. Vimos que biomarcadores como níveis de açúcar no sangue, insulina e lipídios também melhoraram com a restrição de calorias neste grupo de pessoas já saudáveis”, disse.

(Fonte: Veja) 

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