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Bolo de coco sem glúten e sem lactose

Bolo de coco sem glúten e sem lactose

INGREDIENTES
Massa
• 1/2 xícara (chá) de farinha de grão-de-bico;
• 1/2 xícara (chá) de fécula de mandioca ou batata;
• 1 xícara (chá) de goma de tapioca hidratada;
• 100g de coco seco ralado ;
• 4 ovos caipiras;
• 1/2 xícara (chá) de óleo de coco;
• 2 xícaras (chá) de açúcar demerara;
• 400 ml de leite vegetal de coco;
• 1 colher (sopa) de fermento para bolo;
Calda
• 1 xícara (chá) de leite de amêndoas;
• 50g de coco ralado;
• Açúcar demerara a gosto.

MODO DE PREPARO
Massa
Peneirar rapidamente as farinhas e misture ao coco ralado, em seguida reserve;
Em uma batedeira, coloque os ovos, o óleo de coco e o açúcar demerara. Deixe batendo e adicione aos poucos as farinhas (grão-de-bico, fécula e tapioca) e o leite de coco. Por fim, acrescente o fermento, conte 5 segundos e desligue a batedeira;
Unte uma forma retangular com óleo de coco e a farinha de grão-de-bico. Despeje a massa na forma untada e leve para assar em forno pré-aquecido a 180º por aproximadamente 35 minutos;
Quando estiver pronto, regue o bolo com a calda e sirva ao esfriar;

Calda
Leve todos os ingredientes em fogo baixo e deixe reduzir pela metade.

(Fonte: Natue)

 

‘Obesidade saudável’ é um mito, afirma estudo

‘Obesidade saudável’ é um mito, afirma estudo

Se você está acima do peso, ter bons resultados nos exames médicos não é o suficiente para dizer que está saudável. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico European Heart Journal, pressão arterial normal e bons níveis de colesterol e açúcar no sangue não são garantia de saúde entre pacientes obesos.

Mesmo em boas condições, esse grupo – que possui um IMC acima de 30 – corre um risco desenvolver doenças cardíacas 28% maior do que indivíduos com os mesmos resultados nesses exames, mas com um peso corporal equilibrado. Já quem tem sobrepeso – IMC de 25 a 30 – tem esse risco aumentado em até 26%.

O estudo
Cientistas da Imperial College London e da Universidade de Camdridge, ambas no Reino Unido, analisaram o estado de saúde de mais de meio milhão de europeus ao longo de 12 anos. Durante o período, 7.637 desenvolveram doenças cardíacas – e o peso em excesso pareceu ser o principal fator de risco, mesmo entre aqueles com pouca ou nenhuma alteração metabólica.

Doenças futuras
O sobrepeso, segundo os especialistas, pode não ser o responsável direto pelas doenças do coração, mas ao longo do tempo pode prejudicar a saúde ao elevar a pressão sanguínea e o nível de glicose. Para os pesquisadores, o estudo pode servir como um lembrete de que o controle de peso é importante para evitar complicações futuras.

“Não existe mais esse conceito de obesidade saudável. Nosso estudo mostra que pessoas com excesso de peso e que podem ser consideradas ‘saudáveis’ podem não ter desenvolvido um perfil metabólico desfavorável, mas isso virá mais tarde.”, disse Ionna Tzoulaki, da Imperial College London, à BBC News.

(Fonte: Veja)

Dica de quarta: Salada

Dica de quarta: Salada

Queimar gordura e fortalecer os ossos com o bloqueio do FSH

Queimar gordura e fortalecer os ossos com o bloqueio do FSH

Estudos com camundongos indicam que um único hormônio, o hormônio folículo estimulante circulante (FSH), cujos níveis aumentam na menopausa, poderia ser o responsável por uma redistribuição característica da gordura na região abdominal na idade adulta, transformando muitas mulheres de "peras" em "maçãs". Ao mesmo tempo, o hormônio pode estimular a perda óssea.

Teoricamente, em estudos com ratos, o bloqueio desse hormônio poderia aumentar a queima de calorias, reduzir a gordura abdominal, diminuir a perda óssea e até mesmo encorajar a prática de atividades físicas.

Saiba mais sobre "Menopausa", "Osteopenia" e "Circunferência abdominal e doenças cardiovasculares".
A noção de que uma intervenção tão simples poderia resolver dois grandes problemas da menopausa recebeu a atenção dos pesquisadores e provocou comentários em revistas de prestígio como The New England Journal of Medicine e Cell Metabolism.

Wendy M. Kohrt e Margaret E. Wierman, do Department of Medicine, University of Colorado Anschutz Medical Campus, Aurora, publicaram comentário no The New England Journal of Medicine sobre um estudo recente com modelos de ratos, que diz que o hormônio folículo estimulante circulante (FSH), que aumenta nas mulheres depois da menopausa, se liga ao seu receptor em adipócitos brancos, resultando em um gasto de energia de repouso relativamente baixo e aumentando a adiposidade visceral.

Carlos Henrique Sponton e Shingo Kajimura, do Diabetes Center and Department of Cell and Tissue Biology, University of California, em São Francisco, também publicaram comentário, no periódico Cell Metabolism, em relação ao aumento do hormônio folículo estimulante (FSH) ser uma característica da menopausa que está associada à osteoporose e à adiposidade visceral.
Na revista Nature, o Dr. Mone Zaidi e colegas (Liu et al., 2017) relataram que o bloqueio da ação do FSH reduziu a gordura corporal através da promoção da termogênese de gordura marrom/bege, potencialmente fornecendo uma nova intervenção para o tratamento de doenças metabólicas relacionadas à menopausa.

Inicialmente, o Dr. Zaidi argumentou que o FSH poderia ser um culpado na perda óssea de mulheres na menopausa. Então, ele e seus colaboradores criaram um anticorpo que bloqueou o FSH em camundongos fêmeas cujos ovários foram removidos. Uma vez que os ratos não fabricavam estrogênio, deveriam perder osso. Na verdade, a medula óssea em tais ratos geralmente se enche de gordura em vez de desenvolver células ósseas. O mesmo acontece nas mulheres, é por isso que seus ossos se tornam menos densos. Mas no laboratório do Dr. Zaidi, os ratos que receberam o anticorpo não desenvolveram medula óssea cheia de gordura e, inesperadamente, perderam grandes quantidades de gordura.

Novas pesquisas serão necessárias para estudar mais o assunto e verificar se será futuramente possível alguma aplicação prática desses achados em seres humanos.

(Fonte: News Med/Adaptada)

A maioria das granolas é lotada de açúcar, aponta estudo da USP

A maioria das granolas é lotada de açúcar, aponta estudo da USP

De 29 marcas de granola analisadas pelo Centro de Pesquisa em Alimentos da Universidade de São Paulo, 23 apresentam doçura extra.

Aquela granola “inocente” do café da manhã pode estar sabotando sua dieta. De 29 marcas analisadas pelo Centro de Pesquisa em Alimentos da Universidade de São Paulo, 23 estão lotadas de açúcar: até oito vezes mais que os 5 gramas recomendados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em cada 100 gramas do produto.

(Fonte: Boa Forma/Adaptada)

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