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Separamos para essa semana uma série de reportagens sobre os problemas relacionados a comer compulsivamente. No primeiro capitulo, o que é comer compulsivo e quais são as "causas" do comer compulsivo?

Separamos para essa semana uma série de reportagens sobre os problemas relacionados a comer compulsivamente. No primeiro capitulo, o que é comer compulsivo e quais são as

O que é o comer compulsivo?
O comer compulsivo se verifica quando a tendência alimentar fica fora de controle e a pessoa come em excesso. O comer compulsivo não é o nome de um distúrbio alimentar, mas um termo que os pacientes usam para descrever padrões alimentares que fogem ao seu controle e que podem parecer um vício em comida.

Além disso, ele tem como característica um padrão recorrente; a pessoa come exageradamente, não consegue parar mesmo se sentindo saciada e isso vai se repetindo ao longo do tempo trazendo consequências danosas ao organismo.

Quais são as "causas" do comer compulsivo?
Desde o momento em que nascemos estamos acostumados a associar a comida às emoções. Pessoas que comem compulsivamente podem usar a comida como a única maneira de lidar com emoções negativas. Elas associam a fome a um desejo incontrolável e começam a ingerir o que estiver pela frente, não importando o que seja.

O comer compulsivo geralmente começa na infância ou na adolescência por influência da família, de fatores hereditários, ambientais e socioculturais. Quase 80% das pessoas com o transtorno do comer compulsivo têm algum outro diagnóstico psiquiátrico associado, como depressão, transtorno bipolar ou transtornos de ansiedade.

Pacientes com transtornos do pânico são mais vulneráveis a desenvolver compulsão alimentar como forma de aliviar sua ansiedade. De forma semelhante, pacientes com transtornos de humor podem desenvolver compulsão alimentar como meio de lidar com suas emoções. Como os comedores compulsivos sentem que não podem controlar a ingestão de alimentos, é provável que se digam carentes de “força de vontade” e que estão comendo por prazer e não por uma necessidade física genuína.

Leia mais:https://goo.gl/ErtLxz

(Fonte: Abc Med)

 

É preciso aceitar que a obesidade é uma questão de saúde pública

É preciso aceitar que a obesidade é uma questão de saúde pública

Há dois dias estou em Viena, na Áustria, aguardando o Congresso Europeu de Obesidade (ECO: European Congress on Obesity), que se inicia hoje. Me debrucei por algumas horas nos estudos apresentados no último encontro realizado na cidade do Porto, em 2017.

Em meu entendimento a comunidade europeia debuta na aceitação da obesidade como grave problema de saúde pública, mantendo alguma dificuldade em aceitar o inconteste fato que a doença apresenta causas multifatoriais, é de difícil tratamento e mudanças comportamentais podem potencialmente evitar seu início ou estacionar sua evolução, mas, de regra, não oferecem magreza sustentável.
Contudo, nesses eventos existe uma maravilhosa amostra viciada de cientistas e médicos pesquisadores de todas as nacionalidades que veem o mundo como ele é, enxergando todas as fronteiras com linhas divisórias tênues, incapazes não só de evitar a imigração ilegal, assim como, inapto para impedir o viés da força bruta do interesse econômico bem acima do bom senso.

Gosto do observatório científico europeu acerca dessa doença, às vezes concluindo o óbvio, que nem sempre é fácil; em outras buscando possíveis causas, também definindo suscetibilidades e em algumas oportunidades sugerindo condutas.

“Obeso, mas em forma”, ou ainda, “Gordo, mas saudável”?
Pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, apresentaram no ECO 2017 um estudo que demonstra exatamente o contrário da afirmação do subtítulo acima. Estas afirmações rondam, há muito tempo, consultórios médicos, de nutricionistas, academias e afins. Tais deduções partem do pressuposto de que a obesidade não aumenta o risco de morte prematura quando desacompanhada de hipertensão, alterações no metabolismo da glicose ou elevações nos níveis de gordura no sangue.

A pesquisa deduz que obesos (IMC>30), ainda que sem comorbidades, apresentam um risco muito maior de desenvolver doenças cardíacas (doença coronariana e insuficiência cardíaca), cérebro-vasculares (acidente vascular isquêmico ou hemorrágico) e insuficiência vascular periférica, quando comparados com pacientes de IMC <30.
O grupo britânico analisou os registros médicos de 3,5 milhões de obesos “saudáveis” entre 1995 e 2015, concluindo que estes apresentaram 50% maior probabilidade de desenvolver doença coronariana, e entre 7% e 11% para desenvolver doença cérebro vascular e doença vascular periférica. Quase óbvio, mas, sujeito a questionamentos, penso que ratifique o conceito que esta patologia tenha que ser obrigatoriamente tratada.

Anticoncepcionais e ganho ponderal
Os anticoncepcionais orais, transdérmicos e versões injetáveis são continuamente vistos como mal feitores em favor do ganho de peso, com um estudo recente demonstrando que tal suspeita é a principal causa de abandono do método pelas pacientes.

A rejeição parte da decisão voluntária de mulheres resolutas no entendimento do uso do contraceptivo como fator engordativo. Enxergo justificativas: a estimulação estrogênica pode promover retenção hídrica, assim como, um aumento na gordura subcutânea, particularmente no peito, quadris e coxas; por outra via os progestágenos podem induzir aumento do apetite devido a suas propriedades anabolizantes. Porém, revisões recentes não conseguem estabelecer essa relação nada interessante entre uso de anticoncepcionais e sobrepeso/obesidade. Enquanto lidamos com a dúvida sustentamos debates.

Outro estudo apresentado no ECO 2017, executado no Departamento de Medicina da Universidade de Friburgo, na Suíça, demonstrou interessante resultado envolvendo o tema. A pesquisa comparou mulheres em uso de anticoncepcionais, com outras que não os utilizavam, observando o efeito térmico (ET) – energia despendida na digestão e absorção de determinado alimento -, causado por uma dieta com alto percentual de proteínas (24% do valor calórico total) para cada um dos grupos.

O estudo concluiu que mulheres em uso de contraceptivos dessa natureza tiveram a abolição do ET da dieta hiperproteica, situação não encontrada nas pares do outro grupo. Uma possível causa em um universo suscetível.

Do meu belvedere brasileiro
Me encontro cético e otimista, que o leitor me permita o paradoxo da assertiva, mas, em tempos de volumosa carga de informações on line, muito do que verei já nutro questionamentos. Igualmente, com imensa expectativa de ser convencido por argumentos que só ambientes de absoluto consenso acadêmico são capazes de entregar.

(Fonte: Veja) 

Dica de quarta: Você sabia?

Dica de quarta: Você sabia?

Estudo mostra que shoyu brasileiro é feito à base de milho

Estudo mostra que shoyu brasileiro é feito à base de milho

O shoyu brasileiro é feito à base de milho. É isso que indica um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), no Centro de Energia Nuclear na Agricultura e na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.

Foram feitas análises com 70 amostras do condimento vendidas no Brasil. A presença média de soja nos produtos avaliados era de menos de 20%. Apesar de normalmente ser à base de soja no Oriente, ele é feito com milho no mercado nacional. O trigo e a cevada podem ser misturados ao shoyu, mas não fazem parte da composição principal do produto.

Para os pesquisadores, o condimento vendido no Brasil nem deveria levar o nome de shoyu, como informa a Revista Pesquisa, da Fapesp.
A legislação não impede o uso de milho na produção de shoyu.

A provável razão para a substituição apontada pelos pesquisadores é o fato de que o milho custa menos do que a soja no país.

Correr deixa as pessoas mais felizes, diz pesquisa

Correr deixa as pessoas mais felizes, diz pesquisa

A ciência acaba de comprovar o que muitos adeptos da corrida já sabiam: correr deixa as pessoas mais felizes e confiantes. Pesquisadores da Glasgow Caledonian University, no Reino Unido, analisaram dados de mais de 8 mil corredores para obter os resultados.

Os participantes responderam um questionário sobre todos os aspectos de saúde e bem-estar e, do total, 89% disseram que a corrida os deixava mais felizes e trazia impacto positivo para a saúde mental e a imagem do corpo. Eles ainda atingiram uma pontuação de 4.4 na Oxford Happiness Scale, método bem estabelecido e usado na ciência para medir o bem-estar, enquanto a população, em média, atinge score 4.
Pesquisadores acreditam que a corrida promove o sentimento de alcançar um objetivo, o que impulsiona a autoconfiança.

(Fonte: Zero Hora) 

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