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Dica de quarta: Analgésico natural!

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Comer fritas duas vezes por semana dobra risco de morte precoce, diz estudo

Comer fritas duas vezes por semana dobra risco de morte precoce, diz estudo

Um estudo da Universidade de Pádua, na Itália, aponta que as pessoas que comem batatas fritas duas ou mais vezes por semana podem duplicar o risco de ter uma morte precoce, em comparação com quem as evitam. Segundo a CNN, o estudo foi publicado no American Journal of Clinical Nutrition.

O experimento foi realizado com um grupo de 4.400 pessoas com idades entre 45 e 79 anos durante oito anos. Os pesquisadores dividiram os participantes do estudo em três subgrupos, de acordo com a frequência de consumo de batatas por semana: os que comiam batata frita, os que comiam batata de outra forma e aqueles que não a consumiam.

Após os oito anos de análise, foram registradas 236 mortes, das quais foi observado que o número de pessoas que consumiam batata frita pelo menos duas vezes por semana era o dobro das que não consumiam.

Como o estudo é observacional, os pesquisadores salientam que não se pode dizer que comer batatas fritas provoca diretamente a mortalidade precoce, ou seja, seriam necessárias mais pesquisas para se chegar a uma conclusão tão firme.

"Mesmo que seja um estudo observacional, acreditamos que o óleo de cozinha, rico em gorduras trans, é um fator importante para explicar a mortalidade em quem come mais batatas", disse Veronese.

Ainda de acordo com Veronese, a morte precoce daqueles que comem duas ou mais porções de batatas fritas a cada semana pode estar ligada a "fatores importantes", como a obesidade, um estilo de vida sedentário e o uso de grandes quantidades de sal.

(Fonte: O Povo)

Se você não vive sem açúcar, veja qual versão faz menos mal

Se você não vive sem açúcar, veja qual versão faz menos mal

A polêmica é antiga. Desde o surgimento do livro Sugar Blues, escrito na década de 80 pelo americano William Dufty, que aponta os males que o açúcar pode provocar (diabetes, obesidade), a opinião dos nutricionistas e médicos sobre o ingrediente se divide. Alguns são radicais: defendem a exclusão total! Outros são mais flexíveis: liberam o uso moderado (cerca de 5 gramas por dia).

Um estudo do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, mostrou que 73% das pessoas que consomem açúcar e fazem exercício têm o peso adequado.
Porém, em excesso e combinado ao sedentarismo, é ganho de peso na certa. Então, se você não fica sem ele, não exagere e, se possível, prefira as versões menos processadas – as calorias são quase as mesmas do refinado (95 em 1 colher de sopa), mas preservam os nutrientes.

Branco
Obtido do caldo de cana filtrado e aquecido. Depois, no refinamento, substâncias como o enxofre conferem a cor branca, só que os minerais são perdidos. “É absorvido rapidamente, o que favorece picos de glicose no sangue”, explica a nutricionista Sinara Menezes, consultora da Nature Center, de Belo Horizonte. As únicas vantagem são o sabor agradável e o preço baixo.

Branco orgânico
Não recebe aditivos químicos no processo de refinamento, o que aumenta o valor nutricional. O sabor equivale ao do branco, assim como o índice glicêmico (IG).

Mascavo
Por ser extraído logo após o cozimento da cana, tem cor escura e textura arenosa. “Conserva minerais (cálcio, ferro e potássio) e vitaminas do complexo B”, diz a médica nutróloga Alice Amaral, de Juiz de Fora (MG). O sabor lembra rapadura, adoça menos que o branco e também tem IG alto.

Demerara
Parece açúcar cristal, só que a cor é marrom-clara. Passa por refinamento leve, que mantém vitaminas e minerais. O sabor não se assemelha tanto ao do caldo de cana, por isso substitui bem o açúcar branco nas receitas. O IG é alto.

Açúcar de coco
Extraído da seiva das flores do coqueiro, é um açúcar com bons níveis de potássio, zinco e cálcio, além de uma fibra, a inulina, que retarda a absorção de glicose. Por isso, seu índice glicêmico é menor do que os outros, vindos da cana. Tem um leve sabor residual de coco e adoça menos que o branco. O preço ainda é bem amargo!

(Fonte: Boa Forma)

Arroz doce integral leve e saudável

Arroz doce integral leve e saudável

- INGREDIENTES:

2 xícaras (chá) de arroz integral 1 litro de leite (semi desnatado) 1 unidade de leite de coco light 2 colheres (sopa) de coco ralado 4 colheres (sopa) de adoçante culinário em pó 3 pedaços de canela em pau 5 unidades de cravo-da-índia (ou cravinho) • canela a gosto.


- MODO DE PREPARO:

Deixe o arroz de molho na água quente por 1 hora. Escorra. Adicione água novamente no arroz, até cobrir, e cozinhe em fogo baixo. Acrescente o leite, o leite de coco, o coco ralado, o adoçante, a canela em pau e o cravo. Cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até engrossar. Tire do fogo e polvilhe a canela em pó. Sirva morno ou gelado.

(Fonte: Boa Forma)

Estudo comprova que só é possível emagrecer controlando a alimentação

Estudo comprova que só é possível emagrecer controlando a alimentação

Pesquisadores da Loyola University Chicago Stritch School of Medicine concluíram que só há uma maneira realmente eficiente para perder peso: tendo um controle da alimentação e comendo menos.

De acordo com os cientistas, a prática de esportes ajuda a reduzir os riscos de doenças cardíacas, diabetes e câncer, além de melhorar a saúde mental e a disposição, mas não é eficaz como o controle da alimentação na hora de checar os resultados na balança.

“Há evidência limitada para sugerir que o esporte pode acabar com a obesidade”, escreveram os pesquisadores no International Journal of Epidemiology.

Ainda que sejam incluídas corridas ou sessões de musculação na rotina, contar calorias e nutrientes segue sendo o processo mais eficaz na perda de peso. Os cientistas da Loyola University rebateram o argumento de que a obesidade aumentou junto com o uso de carros e computadores, por exemplo. Eles associam o crescimento nos índices de obesidade a uma mudança no fornecimento de alimentos, sugerindo que vem pesando a qualidade do que se come nos últimos anos.

Os pesquisadores da universidade norte-americana rechaçam a hipótese de que africanos e índios são mais magros porque se exercitam mais. Eles dizem que o homem modula a ingestão de calorias de acordo com o gasto energético. Ou seja, quanto mais atividade física, maior a fome. Sem a sensação de saciedade na alimentação, não há controle da entrada de calorias, o que pode comprometer os benefícios das sessões de exercícios.

(Fonte: ESPN)

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