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Dica de quarta: Sono é saúde

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Pesquisa identifica mudança cerebral ligada à obesidade

Pesquisa identifica mudança cerebral ligada à obesidade

Um grupo de cientistas brasileiros descobriu que os adolescentes obesos apresentam falhas de conectividade entre diferentes regiões do cérebro que estão envolvidas na regulação do apetite.

O trabalho foi possível graças a uma técnica avançada de ressonância magnética.
O novo estudo, realizado por cientistas da Santa Casa de São Paulo e da Universidade de São Paulo (USP), foi apresentado anteontem no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, nos Estados Unidos.

Segundo os autores da pesquisa, se for possível identificar com mais precisão as alterações cerebrais associadas à obesidade, a técnica poderia ser utilizada um dia para ajudar a evitar o problema.

A obesidade infantil, de acordo com os pesquisadores, aumentou de 10% a 40% nos últimos 10 anos, na maioria dos países.
Ele lembra que, segundos estudos anteriores, a obesidade é fator de risco para Alzheimer e que há ligação entre obesidade na infância e baixo QI.
Problemas de atenção e memória também são frequentes entre adultos obesos.

Método
O estudo envolveu 59 adolescentes obesos com idades entre 11 e 18 anos e 61 adolescentes não obesos.
Os cientistas compararam os dois grupos controlando variáveis como gênero, idade, condição socioeconômica e nível educacional.
Os participantes foram submetidos a exame de ressonância magnética conhecido como imageamento por tensor de difusão (DTI, na sigla em inglês), com a intenção de avaliar a integridade da massa branca dos cérebros.

O DTI mede o que os cientistas chamam de “anisotropia funcional” (AF), isto é, os movimentos microscópicos das moléculas de água que cercam as fibras de matéria branca do cérebro.
Quanto mais baixo o valor AF, mais falhas na massa branca cerebral. Os resultados mostraram perda da integridade da matéria branca em várias regiões do cérebro dos jovens obesos.

(Fonte: Exame/Adaptado)

Por que engordamos quando ficamos mais velhos (e não tem a ver só com o metabolismo)

Por que engordamos quando ficamos mais velhos (e não tem a ver só com o metabolismo)

A guerra contra a balança é algo que atormenta muitos depois de certa idade... e certos quilos.
Quem já passou dos 30 anos sabe bem o que é isso: as calças que entravam com folga na década anterior estão apertadas ou já não cabem mais.
Envelhecer e engordar parecem andar de mãos dadas, embora alguns especialistas digam que o ganho de peso pode ser evitado com o avançar da idade.
A solução, dizem eles, é encontrar uma atividade física que faça você gastar muitas calorias.
Isso porque os quilos extras estão associados ao metabolismo, ou seja, a forma como o nosso corpo consome energia.
Um metabolismo lento é aquele que queima menos calorias em repouso do que o normal. Também é conhecido como metabolismo basal.
Quando envelhecemos, nosso metabolismo diminui por uma questão de sobrevivência.
Ou seja, as células queimam os nutrientes mais devagar e tendem a se agarrar à gordura, preparadas para ter uma reserva em caso de necessidade.
Mas há outras causas menos conhecidas que nos fazem ganhar peso ao envelhecermos.
A seguir, os principais motivos do ganho de peso com a idade elencados pelo NHS, o sistema de saúde público do Reino Unido, e que não têm a ver com o metabolismo.
1) Medicamentos
Ao envelhecermos, sentimos mais dores. Às vezes, surgem doenças crônicas que exigem remédios por toda a vida. O ganho de peso pode ser um efeito colateral comum de muitos desses medicamentos.
Segundo o NHS, contribuem para o ganho de peso esteroides, antipsicóticos e insulina, entre outros.
Solução: Nunca ignore as recomendações do seu médico, mas fale com ele para saber se é possível substituir alguns remédios por outros.
2) Insônia
Dormir pouco não é bom para o nosso cérebro, para o nosso peso e para a nossa saúde em geral.
Segundo Neil Stanley, especialista em Medicina do Sono do Hospital Universitário de Norfolk e Norwich (Inglaterra), "há uma ligação muito forte entre a falta de sono e o ganho de peso".
À medida que envelhecemos, costumamos dormir menos, então as chances de ganharmos peso crescem, diz o NHS.
Solução: Durma mais. Segundo Stanley, "o sono é vital para a nossa saúde física e mental".
3) Televisão
Seja por prazer ou porque a nossa saúde não nos permite ter uma vida fisicamente ativa, assistir à TV por muitas horas contribui para uma vida sedentária.
Segundo estudos analisados pelo NHS, quando estamos na frente da tela, muitas vezes, consumimos calorias de que não precisamos.
A nutricionista britânica Anna Suckling explica: "As pessoas muitas vezes descobrem que, enquanto estão sentados na frente da televisão, consomem alimentos com alto teor de calorias, como batatas fritas e chocolate".
Solução: Modere o número de horas em frente à TV e preste atenção ao que você come. Prefira lanches saudáveis aos petiscos industrializados.
4) Estresse
À medida que envelhecemos, nossas responsabilidades aumentam. Nos preocupamos mais e sofremos estresse. Uma maneira comum de lidar com essa situação é comer mais do que precisamos.
Nesse sentido, o açúcar acaba sendo um alimento recorrente.
Consumir lanches açucarados dá uma sensação temporária de bem-estar, mas pode ser fatal para a nossa saúde.
Solução: Além de tentar reduzir (ou eliminar) a causa do estresse, prepare lanches saudáveis e tente fazer algum exercício, aconselha Suckling.
Outras causas mais comuns e relacionadas ao metabolismo são a perda muscular, disfunção hormonal e aumento dos níveis de açúcar no sangue.

(Fonte: G1)

Peras grelhadas com chantili de ricota

Peras grelhadas com chantili de ricota

- INGREDIENTES
4 unidades de pera fatiadas 1/4 xícara (chá) de melaço de cana-de-açúcar ou maple syrup 1 xícara (chá) de ricota de búfala ou ricota 1 1/2 colher (sopa) de adoçante xylitol 2 colheres (sopa) de leite de coco 1 colher (chá) de manteiga ghi (ou ghee) ou manteiga 1 colher (chá) de raspas de raspas de limão siciliano ou taiti.

- MODO DE PREPARO
Corte as peras em finas camadas (2 cm) no sentido do comprimento. Pincele com o melaço os dois lados e reserve. Na batedeira, coloque a ricota e o adoçante e bata em velocidade alta até obter uma mistura bem cremosa (3 minutos). Acrescente o leite de coco e as raspas de limão e bata por mais alguns segundos. Leve à geladeira. Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo alto. Coloque a manteiga e as peras e doure-as. Sirva com o chantili de ricota por cima. Finalize com a calda caramelizada que ficou na frigideira.

(Fonte: M de Mulher)

Cientistas brasileiros descobrem que adolescentes obesos têm alterações em áreas do cérebro

Cientistas brasileiros descobrem que adolescentes obesos têm alterações em áreas do cérebro

Graças a uma técnica avançada de ressonância magnética, um grupo de cientistas brasileiros descobriu que os adolescentes obesos apresentam falhas de conectividade entre diferentes regiões do cérebro que estão envolvidas na regulação do apetite.

O novo estudo, realizado por cientistas da Santa Casa de São Paulo e da Universidade de São Paulo (USP), foi apresentado nessa quarta-feira, 29, no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês), nos Estados Unidos.

De acordo com os autores da pesquisa, se for possível identificar com mais precisão as alterações cerebrais associadas à obesidade, a técnica poderia ser utilizada um dia para ajudar a evitar o problema. Segundo eles, a obesidade infantil aumentou de 10% a 40% nos últimos 10 anos, na maioria dos países.

Metodologia
A pesquisa envolveu 59 adolescentes obesos com idades entre 11 e 18 anos e 61 adolescentes não obesos - nenhum dos participantes tinha doenças crônicas. Os cientistas compararam os dois grupos controlando variáveis como gênero, idade, classificação socioeconômica e nível educacional. Para definir obesidade, foram usados os critérios da Organização Mundial de Sáude.

Os participantes foram submetidos a um exame de ressonância magnética conhecido como imageamento por tensor de difusão (DTI, na sigla em inglês), a fim de avaliar a integridade da massa branca de seus cérebros.

O DTI mede o que os cientistas chamam de "anisotropia funcional" (AF), isto é, os movimentos microscópicos das moléculas de água que cercam as fibras de matéria branca do cérebro. Quanto mais baixo o valor AF, mais falhas existem na massa branca cerebral.

Os resultados mostraram uma perda da integridade da matéria branca em diversas regiões do cérebro dos jovens obesos.
Em comparação com o grupo de controle, os adolescentes obesos apresentaram baixos valores AF em áreas do cérebro como a amígdala, o hipocampo, o tálamo, o giro cingulado, o rofnix, a ínsula, o putamen, o giro orbital e o hipotálamo bilateral.

De acordo com o Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, a obesidade aumentou mais de quatro vezes entre os adolescentes nos úlitmos 30 anos. Estima-se que mais de um terço das crianças e adolescentes nos Estados Unidos estejam acima do peso, ou obesas. A obesidade na adolesência é associada com vários riscos à saúde, incluindo doença cardiovascular e diabete.

(Fonte: Estadão/Adaptado)

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