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Suflê leve de espinafre

Suflê leve de espinafre

Suflê leve de espinafre

-INGREDIENTES
1 maço de espinafre picado
1 xícara (chá) de leite desnatado
3 claras em neve
½ xícara (chá) de queijo branco picado
Sal a gosto

- MODO DE PREPARO
Em um bowl, junte os ingredientes e misture bem.
Divida em cinco tigelas individuais (tipo ramequim).
Leve ao forno para assar por 30 minutos ou até dourar.
Sirva em seguida.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Caminhadas de dois minutos ajudam a ter vida saudável, diz estudo

Caminhadas de dois minutos ajudam a ter vida saudável, diz estudo

Caminhe dois minutos. Repita 15 vezes. Ou caminhe dez minutos, três vezes. Os benefícios para a longevidade parecem ser praticamente os mesmos, segundo um novo estudo inspirador de padrões de atividade física e expectativa de vida.

Muitas das pessoas interessadas em saúde sabem que as diretrizes (de forma geral) para exercícios recomendam sessões de pelo menos 30 minutos por dia, ao menos cinco vezes por semana, para reduzir os riscos de desenvolver uma série de doenças ou morrer prematuramente.

O estudo
Desde 2002, alguns dos participantes dessa pesquisa ganharam acelerômetros para acompanhar com precisão o quanto e quando se movimentavam ao longo do dia.

Para o novo estudo, publicado nesse mês no Journal of the American Heart Association, os cientistas usaram dados de 4.840 homens e mulheres com mais de 40 anos que usaram os rastreadores de atividade.


Utilizando o resultado do acelerômetro, os cientistas determinaram quantos minutos por dia, no total, cada pessoa realizou atividades física moderadas ou vigorosas. Eles definiram atividade moderada como, em essência, caminhada rápida e, atividade vigorosa, que foi rara, como exercícios semelhantes a corrida.
Resultado do estudo
Os cientistas concluíram que o movimento influenciava fortemente a longevidade. Os homens e mulheres com menor atividade física, que se exercitavam moderadamente por menos de 20 minutos por dia, corriam o maior risco de morte prematura.

Quem se movimenta com maior frequência, principalmente se acumulassem cerca de uma hora no total de atividade física ao longo do dia, cortava o risco de mortalidade pela metade.Caminhe dois minutos. Repita 15 vezes. Ou caminhe dez minutos, três vezes. Os benefícios para a longevidade parecem ser praticamente os mesmos, segundo um novo estudo inspirador de padrões de atividade física e expectativa de vida.

Muitas das pessoas interessadas em saúde sabem que as diretrizes (de forma geral) para exercícios recomendam sessões de pelo menos 30 minutos por dia, ao menos cinco vezes por semana, para reduzir os riscos de desenvolver uma série de doenças ou morrer prematuramente.

O estudo
Desde 2002, alguns dos participantes dessa pesquisa ganharam acelerômetros para acompanhar com precisão o quanto e quando se movimentavam ao longo do dia.

Para o novo estudo, publicado nesse mês no Journal of the American Heart Association, os cientistas usaram dados de 4.840 homens e mulheres com mais de 40 anos que usaram os rastreadores de atividade.


Utilizando o resultado do acelerômetro, os cientistas determinaram quantos minutos por dia, no total, cada pessoa realizou atividades física moderadas ou vigorosas. Eles definiram atividade moderada como, em essência, caminhada rápida e, atividade vigorosa, que foi rara, como exercícios semelhantes a corrida.
Resultado do estudo
Os cientistas concluíram que o movimento influenciava fortemente a longevidade. Os homens e mulheres com menor atividade física, que se exercitavam moderadamente por menos de 20 minutos por dia, corriam o maior risco de morte prematura.

Quem se movimenta com maior frequência, principalmente se acumulassem cerca de uma hora no total de atividade física ao longo do dia, cortava o risco de mortalidade pela metade.

(Fonte: Minha Vida) 

4 mitos sobre pães desvendados pela ciência

4 mitos sobre pães desvendados pela ciência

Não tem como negar, um bom pão pode melhorar nosso humor e aquecer o coração. É o abraço em forma de alimento. Pensando nisso, o cientista de alimentos Nathan Myhrvold, criou o livro "Modernist Bread: A Arte e Ciência do Pão", uma mini-enciclopédia sobre os mistérios e a ciência de fazer pão, onde o autor consegue desvendar mitos e expor muitas curiosidades sobre esse tema. Abaixo, veja algumas descobertas que Nathan fez sobre os pães:

1. Integral não é necessariamente melhor que pão branco
Você deve estar pensando como isso pode ser possível! Em sua pesquisa, Nathan observou que nosso organismo não consegue absorver todos os nutrientes apresentados em grãos integrais. "A principal diferença entre grãos integrais e refinados é o farelo de trigo, que consiste principalmente de fibra e que passa indigestamente pelos intestinos", diz ele.

"Em particular, um conjunto de compostos em farelo chamados fitatos tem uma forte capacidade de bloquear nutrientes como o ferro de ser absorvido", destaca. O fitato aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. No entanto, isso não significa que grãos integrais devem deixar de ser ingeridos. "Em casos de pessoas que já tenham doenças nos ossos, uma boa alternativa é ter uma alimentação com bastante frutas, vegetais e legumes, o que garantirá o pH ácido ao estômago - condição necessária para a boa absorção do cálcio", diz a nutricionista Sandra da Silva Maria.

2. Pão nunca deve ficar na geladeira
A geladeira é um ótimo lugar para manter seus alimentos frescos, mas e o pão? Ao contrário do que muita gente pensa, não, esse item não deve ser refrigerado. Na verdade, as baixas temperaturas podem fazer o pão envelhecer mais rápido. Então, onde você deveria guardar seu pão para evitar o endurecimento? De todas as opções de armazenamento de pães hermeticamente fechados, os testes revelaram que o plástico transparente funciona da melhor maneira possível para evitar que o seu pão endureça ou pegue umidade. Para garantir que fique sempre fresquinho, o congelador é o único lugar para guardar o pão por um longo período. Nathan sugere guardar o pão em porções que você irá consumir por dia, depois embrulhá-los duas vezes em plástico - assim você pode descongelar somente o que precisa.

3. Existe uma forma de deixar o pão sem glúten mais saboroso
Abrir mão do glúten não deveria significar desistir de um pão delicioso. Infelizmente, os pães sem glúten são notoriamente mais firmes do que os feitos com farinha. Isso porque as proteínas do trigo fornecem a estrutura para a massa do pão, que permite que ela se expanda e cresça, dando a leveza que a gente tanto ama. Sem glúten, os pães são inevitavelmente mais densos, mais esfarelados e menos fofinhos do que os pães tradicionais. Felizmente, depois de muita experimentação, Nathan descobriu um truque simples para tornar as fatias sem glúten mais palatáveis: torrá-las. A pesquisa descobriu que torrar o pão antes de servir quase sempre melhora a textura.

4. Sem glúten não significa low carb
Evitar o glúten pode parecer uma maneira fácil de reduzir os carboidratos em uma dieta low carb, mas isso nem sempre é o caso. Muitas alternativas ao glúten têm carboidratos ricos em amido, como farinha de arroz, amido de batata e farinha de tapioca. E o pão sem glúten pode até causar um aumento nos níveis de açúcar no sangue maior do que o pão normal. De acordo com a pesquisa de Nathan e sua equipe, a rede de proteínas do glúten protege os grânulos de amido de serem quebrados por enzimas no intestino delgado. Assim, quando a rede está ausente, as enzimas podem digerir o amido em açúcares, que entram na corrente sanguínea. Portanto, antes de comprar pão sem glúten do mercado, verifique os ingredientes e o rótulo nutricional para se certificar de que é um produto adequado para o seu objetivo.

(Fonte: Minha Vida)

Ômega-6 afastaria o diabetes

Ômega-6 afastaria o diabetes

Essa gordura não tão festejada parece ter agora motivos para se gabar contra a glicemia alta. Será que ela ajuda no tratamento?
Uma revisão australiana de 20 estudos englobando dados de 39 740 pessoas concluiu que, quanto maior o consumo de ácido linoleico (uma versão do ômega-6), menor o risco de encarar o diabetes tipo 2. Já o ácido araquidônico, substância originada a partir dessa gordura – e muito associada a processos inflamatórios -, não traria riscos nem benefícios nesse contexto.

Os diferentes ômegas
Ômega-3: é reconhecido pela ação anti-inflamatória. Chia, linhaça, nozes, óleo de canola e peixes de água fria são as principais fontes.

Ômega-6: o ideal seria ingerir três partes dele para uma de ômega-3. Mas estima-se que chegamos a 50 partes para uma, o que contribuiria para estados inflamatórios.

Ômega-9: outra gordura com habilidade para barrar inflamações. Está no azeite de oliva, no óleo de canola, no abacate e no amendoim.

(Fonte: Saúde/Adaptado)

 

Panqueca de batata doce

Panqueca de batata doce

-INGREDIENTES 
1 batata doce grande cozida
1 ovo inteiro
1 clara

- MODO DE PREPARO 
Coloque uma batata doce já cozida coloque no liquidificador.
Junte o ovo e uma clara.
Bata bem até obter uma massa homogênea.
Em uma frigideira aquecida em fogo baixo, coloque um pouco da massa.
Deixe por um minuto e vire com uma espátula.
Deixe por mais um minuto e retire.
Sirva com calda natural de frutas de sua preferência.

(Fonte: Lucilia Diniz)

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