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Torta light de uva

Torta light de uva


- INGREDIENTES
1 pacote de torradas Marilan integral
1 colher (sopa) de manteiga light
1 colher (chá) de adoçante
½ clara de ovo
1 embalagem de pudim light de baunilha
1 xícara (chá) de leite desnatado
Cerca de 20 uvas

- MODO DE PREPARO
Preaqueça o forno a 180ºC.
Em um bowl, quebre bem as torradas bem.
Junte a manteiga, o adoçante e a clara de ovo e misture bem.
Acomode esta massa nos fundos e laterais de uma forma para torta.
Leve para assar por 15 minutos.
Enquanto isso, prepare o pudim de acordo com as instruções.
Retire a massa do forno e deixe esfriar um pouco.
Despeje nela o pudim.
Decore com as uvas.
Leve à geladeira.
Sirva quando firmar.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Ácido fólico durante gravidez ajuda a prevenir risco de obesidade do bebê

Ácido fólico durante gravidez ajuda a prevenir risco de obesidade do bebê

Pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos descobriram que se a mãe ingerir uma quantidade adequada do nutriente durante a gestação, o bebê tem menor risco de se tornar obeso

Se você ficou grávida ou pretende engravidar, provavelmente já ouviu falar em ácido fólico. Essa vitamina do complexo B, também chamada de folato, é essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso do feto e ajuda a prevenir problemas como a espinha bífida (má formação da espinha dorsal) e a anencefalia (ausência total ou parcial do encéfalo). Porém, os pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, descobriram que não é só isso! Segundo os cientistas, o ácido fólico desempenha papel fundamental também no funcionamento metabólico do feto.

O estudo, publicado no jornal científico Jama Pediatrics, descobriu que quando a mãe ingere níveis adequados de folato durante a gravidez, o filho tem menos chance de ter obesidade infantil. Essa relação se mostrou ainda mais significativa quando a mãe tem sobrepeso ou obesidade.

Os pesquisadores analisaram a saúde de mães com, em média, 28 anos, e seus filhos, de 2 a 9 anos, em uma região de baixa renda da cidade de Boston (EUA) e com alta porcentagem de obesidade. Utilizando dados de antes e depois dos nascimentos, eles concluíram que os menores níveis de ácido fólico nas gestantes estavam ligados a maior porcentagem de crianças obesas.

Quando analisaram mães obesas, os benefícios foram ainda mais claros: os filhos dessas mulheres tiveram 43% menos chance de desenvolver obesidade em gestações com níveis adequados de ácido fólico.

O estudo concluiu que o folato traz esse tipo de vantagem metabólica quando a sua concentração no sangue atinge até 20 nanomol por litro. O curioso é que, atualmente, o valor de referência considerado minimamente seguro pelos médicos para o bom desenvolvimento do bebê é bem menor: 10 nanomol de ácido fólico por litro. Essa grande diferença nos valores fez com que os estudiosos propusessem, no fim da pesquisa, a criação de uma recomendação ideal e não mínima do nutriente.

No Brasil, costuma-se seguir a recomendação dos centros de pesquisas americanos: ingestão 400 mcg de ácido fólico por dia durante um mês antes de tentar engravidar e também no primeiro trimestre de gestação.

(Fonte: Crescer/Adaptada)

Dica de quarta: Duas cores, dois sabores

Dica de quarta: Duas cores, dois sabores

Estudo PURE: dietas ricas em gordura foram melhores do que em carboidrato

Estudo PURE: dietas ricas em gordura foram melhores do que em carboidrato

O estudo PURE é um dos maiores desse tipo, um registro mundial sobre os hábitos dietéticos da população mundial. Há cerca de um mês foi publicado artigo em revista de nutrologia sobre os benefícios cardiovasculares do consumo de queijo, uma meta analise.

O que ambos têm em comum? São estudos formadores de hipótese. E isso precisa ser explicado muito claramente, pois eles não podem mudar a vida de ninguém. Não nesse momento.

O estudo PURE mostrou algumas coisas que nós já imaginávamos, como pessoas com maior consumo de frutas e verduras (400g por dia) vivem mais. Verduras cruas tiveram melhor performance que cozidos (exceto na Asia, por razoes desconhecidas). Quem faz mais exercício vive mais. E uma bomba: dietas ricas em gordura foram melhores que dietas ricas em carboidrato. E quem trocou entre os extremos (gordura ou carboidrato) teve melhor performance indo para gordura que saindo dela.

A dieta no Brasil já é bem rica em gorduras. E esse resultado não quer dizer que devemos trocar carboidratos por gordura, mas levanta essa hipótese. O melhor jeito de provar que isso esta certo seria pegar gêmeos e pedir que um só coma gordura e outro só carboidratos. Na falta de gêmeos, poderíamos buscar pessoa parecidas (mesma altura, mesmo peso, funções parecidas) e escolher qual item da dieta queremos testar.

Sobre o estudo dos queijos, também observacional: Qual queijo é bom? Qual quantidade? Queijo cottage é queijo? Os pesquisadores juntaram vários estudos de vários países com vários queijos diferentes e quem comia queijo viveu mais. Assim como o vinho em alguns trabalhos.

O problema destes estudos (e são ótimos estudos, feitos por pessoas muito competentes) é que não conseguimos ajustar todas as variáveis. Imaginem o cenário do queijo. Vamos dizer que quem comeu queijo morava na orla, padrão de vida alto, com acesso aos melhores hospitais e médicos e quem não comeu queijo morava em uma zona de extrema pobreza, onde a violência mata mais que em muitas guerras? Ainda assim podemos dizer que o queijo salvou vidas?

Na ausência de evidencia de estudos randomizados (estes que conseguimos desde o começo colocar pessoas parecidas, uma de um lado e seu par de outro), podemos aceitar estes como alternativas, mas com bom senso e crítica. Um exemplo é o para quedas. Na revista BMJ (British Medical Journal) foi feito um editorial explicando que nem toda a evidencia deve vir dos estudos. Por exemplo, não existem estudos que provem que usar paraquedas funcione. Isso porque ninguém testou pular sem e com um numero suficiente de vezes para que os estatísticos fiquem satisfeitos. Apesar de absurdo, tecnicamente seria verdade. Mas o bom senso preza que ninguém pule de um avião sem ele.

Estas noticias são ótimas, mas antes de trocarmos todo o nosso estilo de vida, vale uma analise individualizada da pessoa, e tentar na medida do possível usar estudos que forneçam o máximo de segurança e confiabilidade para melhorar a sobrevida (e a qualidade de vida, por que não?).

(Fonte: Minha Vida)

Mais da metade da população brasileira está acima do peso, aponta pesquisa

Mais da metade da população brasileira está acima do peso, aponta pesquisa

Levantamento mostra que número de pessoas obesas aumentou 41,6% entre 2008 e 2016; Manaus é o estado com maior taxa de obesidade; veja.

O número de pessoas com excesso de peso e obesidade aumentou nos últimos anos, de acordo com uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O levantamento contou com dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) coletados durante o ano de 2016.

A análise, que coletou depoimentos de mais de 53 mil entrevistados de todo o Brasil, mostrou que a proporção dos adultos beneficiários de planos de saúde com obesidade aumentou 41,6% entre os anos de 2008 e 2016.

A pesquisa foi realizada por telefone e considerou que uma pessoa está obesa quando ela apresentava Índice de Massa Corpórea (IMC) superior a 30 pontos. O IMC é um dos parâmetros utilizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para identificar se uma pessoa está em um peso correspondente a sua altura. O valor é calculado dividindo o peso da pessoa pela altura dela ao quadrado – quando é multiplicada por ela mesma.

Seguindo esse raciocínio, em 2016, 17,7% dos usuários de planos de saúde foram considerados obesos, conforme foi constatado pelo estudo – em 2008, essa parcela era de 12,5%.

A pesquisa também identificou números regionais sobre os fatores de risco pesquisados e chegou à conclusão de que cinco capitais já registram mais de 20% de usuários de plano de saúde obesos.

Entre elas, Manaus tem o índice mais elevado, com 22,3%, seguida por Macapá, com 20,8%, e Rio de Janeiro, com 20,5%. João Pessoa tem 20,2% e Aracaju, 20%. Palmas e Distrito Federal têm o menor percentual, de 13,4%.

Em relação aos adultos que estão com IMC superior a 25 pontos, consideradas pela OMS com excesso de peso , o levantamento mostrou que a proporção era de 46,5% em 2008 e passou para 53,7% em oito anos.

Tabagismo
Outro dado levantado na pesquisa foi o consumo de cigarro, que apresentou queda em relação a 2008, mas parou de cair se observada a variação de 2015 para 2016.

Em 2008, 12,4% dos entrevistados eram fumantes, patamar que caiu ano após ano até atingir 7,2% em 2015. No passado, 7,3% dos usuários de plano de saúde declararam ser fumantes.

O número de fumantes passivos em domicílio ou em local de trabalho também caiu. A pesquisa verificou que 6,3% das pessoas estão expostas ao tabaco em casa e 5,2%, no trabalho.

Alimentação mais saudável
Uma notícia mais animadora observada na pesquisa é relacionada à melhora de alguns indicadores referentes à alimentação. O número de adultos que consomem refrigerantes ao menos cinco vezes por semana caiu de 26,2% para 14,7%.

O percentual de pessoas que trocam refeições por lanches começou a ser medido em 2013 e também caiu, de 19% para 15,6%. Por sua vez, o hábito de comer hortaliças e frutas com regularidade cresceu de 27% em 2008 para 30,5% em 2016.

A população que pratica ao menos 150 minutos de atividade física moderada ou intensa semanalmente cresceu de 37,4% em 2010 para 42,3% em 2016. A inatividade física, por outro lado, caiu cinco pontos percentuais, de 19,2% para 14,2%.

Foi classificado como inativo o entrevistado que respondeu não ter praticado nenhuma atividade física nos três meses anteriores à pesquisa. Também são consideradas nessa resposta a realização de atividade física no trabalho, limpeza pesada em casa e caminhadas de pelo menos 10 minutos para ir ou voltar de uma atividade díaria, como o trabalho ou a escola.

(Fonte: IG/adaptada)

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