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Uma só droga contra a obesidade e o diabetes

Injetado em macacos, anticorpo ajuda no emagrecimento e na redução dos níveis de insulina. Outra vantagem é a ação prolongada: nas cobaias, os efeitos duraram 12 semanas.

A obesidade é o maior fator de risco para o diabetes. O aumento das células do tecido adiposo no organismo leva a uma resistência à ação da insulina, hormônio responsável por promover o ingresso de glicose nas células e, como consequência, reduzir as taxas de açúcar no sangue. A relação próxima de dois problemas de saúde tão comuns tem feito da busca pelo tratamento do diabetes também uma procura pela redução da obesidade. Cientistas da multinacional em biotecnologia Amgen British Columbia desenvolveram em laboratório um anticorpo capaz de atuar nas duas frentes e publicaram os resultados da pesquisa na revista científica Science Translational Medicine.

Experiências realizadas em macacos mostraram uma redução no peso corporal e no índice de massa corpórea (IMC) de aproximadamente 10% entre a quinta e a sexta semana após a primeira injeção com a substância. A perda de peso começou uma semana depois da segunda aplicação do anticorpo — houve um intervalo de duas semanas da primeira — e teve seu efeito prolongado por oito semanas. Foi registrada ainda uma diminuição na circunferência abdominal e na dobra cutânea das cobaias. Para comprovar os efeitos dos anticorpos criados pelos pesquisadores, também foi monitorada a ingestão de alimentos.

Em geral, o consumo foi ligeiramente reduzido no início da experiência, mas retornou aos níveis iniciais (iguais aos do grupo de controle) por volta do 20º dia, sugerindo que uma possível redução da ingestão de alimentos não seria a responsável pelo emagrecimento dos animais. A segunda principal consequência do tratamento foi a redução significativa dos níveis de insulina no plasma sanguíneo tanto nos animais em jejum quanto na análise de cobaias logo após elas se alimentarem, o que pode indicar potencial melhora na sensibilidade dos macacos ao hormônio.

Segundo os pesquisadores, os índices de insulina dos animais durante o jejum e após alimentados foi significativamente menor, assim como as taxas de glicose em um teste de tolerância, sem ter como efeito colateral a hipoglicemia. “A redução significativa dos triglicérides plasmáticos, do peso corporal, do IMC e da circunferência abdominal indica uma perda preferencial da massa adiposa. Os efeitos leves no consumo de alimentos sugerem que houve um aumento do gasto energético potencial”, afirma Ian Foltz, autor principal da pesquisa. Os benefícios tiveram uma duração mínima de cinco semanas e, para alguns dos parâmetros metabólicos medidos, os resultados duraram até dois meses após a injeção da substância.

(Fonte: Estado de Minas)

 

Preserve os nutrientes do alimento na hora do preparo

Preserve os nutrientes do alimento na hora do preparo

Cozinhar no vapor e evitar fatiar demais conserva vitaminas de legumes e verduras

Para os amantes da cenoura, abobrinha ou mesmo aqueles mix de legumes cozidos para completar a refeição, aqui vai um aviso: cozinhar os alimentos diretamente na água pode fazer com que as vitaminas C e do complexo B, chamadas de hidrossolúveis, fiquem dissolvidas na água, não sendo absorvidas pelo nosso organismo. Essas vitaminas também estão do grupo das termossensíveis, ou seja, se perdem quando expostas a temperaturas muito elevadas, como a água usada no cozimento.

Um estudo realizado na Universidade de Sergipe avaliou diferentes métodos de cozimento dos brócolis e concluiu que a melhor forma de preparo para conservar seus nutrientes é no vapor. A pesquisa foi feita em janeiro de 2011 e publicada online na Revista Scientia Plena. Os especialistas afirmam que outras maneiras de preparar o alimento (assado, por exemplo) preservam mais os nutrientes do que na forma cozida. Se, mesmo assim, você adora comer legumes e vegetais cozidos e quer aproveitar tudo de bom que eles têm a oferecer, dê uma olhada nessas dicas e tire proveito máximo das suas refeições.

(Fonte: Minha Vida)

Cinco perguntas podem prever obesidade infantil, diz estudo

Cinco perguntas podem prever obesidade infantil, diz estudo

Os cientistas do Imperial College de Londres analisaram 4.032 crianças finlandesas nascidas em 1986 e as informações de outros dois estudos, com 1.053 crianças italianas e 1.032 crianças americanas.

Eles descobriram que apenas a análise de algumas medidas simples já é o bastante para prever a obesidade.

A lista tem cinco perguntas: o peso da criança ao nascer, o índice de massa corporal dos pais, se a mãe fumou ou não durante a gravidez, o número de pessoas que moram na casa da criança recém-nascida e o status profissional da mãe.

Os dois últimos itens estão relacionados ao ambiente social no qual a criança nasce e que pode elevar o risco de obesidade."Quanto menor o número de pessoas morando na residência, maior o risco de obesidade da criança, pois este número está ligado à mães solteiras", afirmou à BBC Brasil a professora do Imperial College Marjo-Riitta Jarvelin, que participou do estudo.

"E quanto ao status profissional da mãe, sabemos que uma mãe com maior (nível de) educação é mais bem preparada, sabe mais a respeito da saúde da criança", acrescentou.

"A equação é baseada em dados de um recém-nascido que todos podem obter e descobrimos que pode prever cerca de 80% (dos casos de) crianças obesas", afirmou Philippe Froguel, do Imperial College de Londres, que liderou o estudo.

Anteriormente, os especialistas acreditavam que fatores genéticos eram os maiores determinantes de problemas de peso em crianças, mas apenas cerca de um em cada dez casos de obesidade é resultado de uma mutação genética rara que afeta o apetite.

A pesquisa foi publicada na revista especializada PLos One.

 

Fórmula da Obesidade

Indicadores usados nos cálculos incluem:

  • • O peso da criança ao nascer
  • • O índice de massa corporal dos pais
  • • Número de pessoas que moram na residência da criança recém-nascida
  • • A posição profissional da mãe
  • • Se a mãe fumou ou não durante a gravidez

Risco conhecido

Os fatores de risco para obesidade já eram muito conhecidos, mas esta é a primeira vez que estes fatores foram colocados juntos em uma fórmula.

Para Philippe Froguel, a prevenção da obesidade é a melhor estratégia para a infância.

"Infelizmente, as campanhas de prevenção tem sido muito ineficazes para evitar a obesidade entre crianças em idade escolar. Ensinar aos pais sobre o risco do excesso de alimentação e maus hábitos nutricionais seria muito mais eficaz", afirmou.

"A mensagem é simples. Todas as crianças em risco devem ser identificadas, monitoradas e bem aconselhadas, mas isto custa caro", acrescentou.

"A prevenção deve começar o mais cedo possível, pois perder peso é muito mais difícil", afirmou Marjo-Riitta Jarvelin.

Paul Gately, especialista em obesidade infantil na Leeds Metropolitan University, afirmou que uma ferramenta como esta pode ajudar o sistema público de saúde britânico a alcançar especificamente pessoas que tem risco de obesidade, ao invés da abordagem sem foco e única para todos os casos, "que nós sabemos que não funciona".

"Em vez de gastar com um número enorme de pessoas, podemos ser mais específicos e gastar de forma apropriada. Podemos não economizar no curto prazo, mas gastaremos com mais sabedoria e poderemos reduzir os gastos (relativos a obesidade) do NHS (sistema público de saúde britânico) no futuro", disse.

"Fizemos um ótimo trabalho destacando que a obesidade é uma questão séria mas deixamos o público em geral paranoico (pensando que) todos correm o risco (de ficar obesos)."

(Fonte: BBC News)

Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica tem novo presidente

Na sexta-feira, 2 de novembro, o cirurgião Almino Cardoso Ramos assumiu a presidência da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

Ramos é médico cirurgião do aparelho digestivo e diretor geral da clínica Gastro Obeso Center, de São Paulo. É mestre em cirurgia digestiva, possui mais de doze mil procedimentos bariátricos realizados e treinou mais de 600 cirurgiões em todo o mundo.

Fundada em 1999, a SBCBM é a segunda maior sociedade profissional do mundo dedicada à especialidade em cirurgia bariátrica e metabólica. Muitos dos cirurgiões a ela ligados são internacionalmente reconhecidos pela excelência no tratamento da obesidade.

“Ao longo dos últimos 30 anos a cirurgia bariátrica atingiu crescimento sólido e sustentado através de importantes vitórias. Mesmo com tantos feitos realizados, muito ainda precisa ser feito, seja na consolidação de conquistas importantes, seja na busca de novas realizações”, declara o novo presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Dr. Almino Cardoso Ramos.

Clínica Gastro Obeso Center oferece exame de bioimpedância aos pacientes

Exame possibilita medir os percentuais de gordura que estão debaixo da pele e entre os órgãos, massa magra e água corporal

A Clínica Gastro Obeso Center passa a oferecer a seus pacientes mais um diferencial. Trata-se de um método moderno e considerado pela comunidade científica como de alta precisão na avaliação da composição corporal.

O exame de bioimpedância é totalmente indolor e necessita de mínimo preparo prévio. Os valores detectados no exame são utilizados para efetuar os cálculos necessários e gerar o laudo do examinado com os devidos percentuais de gordura, massa magra e água. Permitindo, assim, realizar um trabalho de avaliação personalizado com cada paciente, respeitando a individualidade orgânica, o bem-estar e o estilo de vida de cada um.

“O mais interessante deste exame é que podemos monitorar a perda da massa gorda, tentando manter a massa magra no pós-operatório com atividade física e alimentação adequada”, revela Dra. Manoela Galvão, diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center.

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Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

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Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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