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Por uma infância menos açucarada

Por uma infância menos açucarada

Ao buscar informações sobre o diabete, distúrbio que atinge mais de 350 milhões de pessoas ao redor do planeta, geralmente deparamos com a seguinte afirmação: enquanto o tipo 1 aparece na juventude, o 2 fica restrito aos indivíduos com mais de 40 anos — não à toa, ele até ganhou a denominação de diabete de adultos. Nos últimos anos, porém, a epidemia de obesidade deu uma sacudida nesse cenário. Afinal, o acúmulo de gordura, um dos grandes patrocinadores do diabete tipo 2, deixou de ser assunto exclusivo de gente grande. Como consequência, essa versão começou a dar as caras nos mais novinhos, fato que não passou despercebido pela Academia Americana de Pediatria. Recentemente, a entidade lançou a primeira diretriz para o tratamento da doença em crianças e adolescentes.

No Brasil, o panorama não chega a ser tão alarmante como na terra do Tio Sam. Contudo, temos seguido o comportamento alimentar da meninada americana, então não é precipitado concluir que os riscos de chegarmos lá são altíssimos. Inclusive, damos os primeiros passos nessa direção.

Tomar conhecimento dessa ascensão é fundamental tanto para os profissionais de saúde como para os pais. Isso porque o diabete tipo 2 é uma desordem sorrateira, capaz de ficar oculta — e causando estragos — por anos a fio. Bem diferente do diabete tipo 1. Nesse caso, a doença é autoimune, caracterizada por um ataque do próprio corpo a determinadas células do pâncreas, o que impede o órgão de fabricar insulina. Com a glicose dando sopa na corrente sanguínea, o paciente mirim sente muita sede e faz várias visitas ao banheiro para urinar.

O tipo 1 é mesmo bem diferente do diabete tipo 2, um distúrbio metabólico cuja marca registrada é uma resistência à ação da insulina. Isso quer dizer que o hormônio é produzido, mas se mostra inábil na tarefa de abrir a porta da célula para a glicose entrar. Antes de o transtorno se instalar de vez, o pâncreas até chega a trabalhar dobrado para ampliar o exército de insulina e, assim, quebrar a barreira. Só que ele não consegue fazer isso por muito tempo. Daí vem o diabete.

(Fonte: Revista Saúde/Adaptado)

 

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos

 

A cirurgia bariátrica pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardiovasculares por um período de, pelo menos, dez anos. Os dados foram apresentados durante o 1º Simpósio Internacional de Videocirurgia, promovido pela SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

Confira matéria do R7 com o Doutor Almino Ramos.

 http://migre.me/fdULT

Inverno é melhor estação para queimar calorias

Inverno é melhor estação para queimar calorias

 

A maioria das pessoas pode pensar que o verão é a melhor estação para queimar calorias. Mas, de acordo com o educador físico Gilmar Ravazoli, o melhor momento para eliminar os excessos é justamente o inverno. Isso porque, para aquecer o corpo no frio, o organismo gasta mais energia, o que acelera o metabolismo.

Ainda segundo o educador físico, não existe uma forma de calcular o percentual de perda exato em cada estação. "A queima calórica está relacionada ao peso, à idade e ao índice de gordura de cada pessoa", justifica. Mas, para que a malhação no inverno não acabe em lesão, o profissional recomenda atenção especial ao aquecimento dos músculos.

(Fonte: Terra)

Delícias de inverno!

Delícias de inverno!

 

Vinhos

Os polifenóis e flavonoides presentes no vinho aumentam o HDL, o bom colesterol; e auxiliam na aceleração do metabolismo levando a perda de peso, porém, em excesso, sobrecarrega o fígado e pode levar a embriaguez. Não se deve ingerir a bebida com açúcar ou mel, pois, a adição destes ingredientes pode elevar muito o teor calórico do vinho pesando na dieta. O ideal é consumir no máximo um copo de vinho por dia para homens e três vezes por semana para mulheres.

Fondue

Passar o inverno sem experimentar uma fondue é tarefa árdua. A receita cremosa e quentinha dá muito mais sabor aos dias frios. Mas é preciso ter cuidado com as calorias: chocolate, carne e queijo possuem alto teor de gordura e são bastante calóricos, por isso, prefira as versões mais leves do prato, à base de legumes e produtos light.

Sopas

Ela é benéfica para quem busca emagrecer porque a maior quantidade de água traz uma sensação de saciedade, além de contribuir para a digestão. Entretanto, se não houver uma seleção de produtos leves, o efeito pode ser contrário prejudicando a sua dieta, por isso, não se engane e invista nas versões mais leves com legumes e verduras. Elas podem até substituir as saladas. Evite as sopas cremosas e com queijos gordos.

(Fonte: Minha Vida)

Associação Médica Americana passa a considerar obesidade uma doença

Associação Médica Americana passa a considerar obesidade uma doença

 

 

A Associação Médica Americana (AMA) anunciou nesta semana que passou a considerar oficialmente a obesidade como uma doença. O anúncio foi feito junto com a aprovação de uma Política para a Obesidade no país.

 

Em comunicado, a entidade afirmou que essa decisão ajudará a mudar a forma como a comunidade médica lida com esse problema que afeta um em cada três americanos, além de melhorar o tratamento e reduzir a incidência de problemas relacionados, como doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.

 

No Brasil, o Ministério da Saúde considera a obesidade um fator de risco, e não uma doença. Mas, para a Associação Brasileira para Estuda da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), esse conceito está ultrapassado.

 

(Fonte: Bem Estar)

 

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Dr. Almino Cardoso Ramos

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