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Amamentação reduz risco de obesidade na vida adulta, indica estudo

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Pesquisa brasileira indica que aleitamento modera o risco genético associado ao excesso de peso

A amamentação é amplamente reconhecida pela série de benefícios que traz à saúde das crianças, que vão da proteção imunológica ao fortalecimento dos laços entre mãe e filho. Outro aspecto que tem sido estudado é a relação entre o aleitamento materno e o menor risco de obesidade na vida adulta. Recentemente, um estudo feito pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) comprovou essa associação.
Publicado neste mês no periódico Scientific Reports, a pesquisa conduzida pelo professor Bernardo Horta, do Centro de Epidemiologia da UFPel, mostrou que pessoas que foram amamentadas na infância têm menor risco de sofrer com sobrepeso e obesidade com o passar dos anos.

Depois de acompanhar 3,7 mil indivíduos desde o nascimento, em 1982, até a vida adulta, a equipe de Horta mostrou que crianças com maior predisposição genética ao ganho de peso — aqueles que carregam um gene chamado FTO — e que foram amamentadas por menos de um mês, tinham aumento de 33% na prevalência de obesidade, 2,5 kg/m2 a mais no índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura 5,6 centímetros maior. Por outro lado, no grupo que também tinha o genótipo FTO, mas recebeu leite materno por um mês ou mais, os indicadores caíram para 11% no risco de obesidade, 1 kg/m2 a mais no IMC e circunferência da cintura dois centímetros maior.

— Uma revisão que nós conduzimos há três anos mostrou que quem é amamentado tem, em média, um risco 13% menor de ser obeso. Quando se analisa os mecanismos disso, um deles indica que a amamentação programaria o controle do apetite. Quem carrega o gene FTO e mamou pelo menos por um mês tem risco menor de obesidade, IMC maior e circunferência abdominal mais alta que aqueles que carregam esse genótipo e não foram amamentados. Logo, a amamentação moderaria o risco genético associado à obesidade — explica Horta.

Ainda que o mecanismo responsável por esse fenômeno seja desconhecido e necessite de estudos mais específicos, o que se sabe é que a proteção do alimento se estende ao longo dos anos. O tempo de amamentação também tem papel importante nessa conta:

— Vimos que, quanto mais tempo se mama, menor a espessura de gordura abdominal nos anos posteriores. Mas é importante ressaltar que a obesidade é influenciada por fatores genéticos e não-genéticos, como dieta e prática de atividades físicas. Portanto, nosso estudo não sugere que portadores da versão obesogênica do gene FTO não amamentados na infância serão, necessariamente, obesos, bem como não sugere que os que foram amamentados por bastante tempo não têm risco de se tornarem obesos — afirma Horta.

(Fonte: Zero Hora) 

 

 

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