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Dieta low carb pode ajudar metabolismo, diz estudo

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Um estudo realizado por Katarina Borer, professora da Escola de Cinesiologia da Universidade de Michigan, EUA, apontou mudanças positivas no metabolismo de mulheres praticantes da dieta low carb. As participantes foram 32 mulheres saudáveis, com idades entre 50 e 65 anos. Nenhuma delas apresentava quadros de diabetes ou pré-diabetes.

As mulheres que fizeram 3 refeições diárias, compostas por apenas 30% de carboidratos, apresentaram a redução de 30% na resistência à insulina. Já aquelas que fizeram 3 refeições diárias com 60% de carboidratos, não apresentaram redução na resistência e também não reduziram seus níveis de insulina.

As participantes foram divididas em quatro grupos: dieta rica em carboidratos mas que praticavam exercícios, dieta rica em carboidratos que não praticavam exercícios, dieta com baixo carboidrato que não praticavam exercícios e dieta com baixo carboidrato que praticavam exercícios.

As refeições foram feitas no laboratório, sendo uma na noite anterior ao estudo e as outras duas realizadas de manhã e de tarde. De acordo com Borer, cada uma tinha 800 calorias. A refeição com baixo teor de carboidratos era composta por: 30% carboidratos, 45% gorduras boas e 25% de proteínas. Já as ricas em carboidratos eram compostas por: 60% de carboidratos, 15% de proteínas e 25% de gorduras boas.
Os grupos que praticavam exercícios ficaram moderadamente ativos pelo período de 2 horas, sendo que a sessão das atividades terminou uma hora antes uma das refeições. Geralmente, a prática do exercício físico é indicado para auxiliar a reduzir a resistência à insulina e diminuir os níveis de açúcar no sangue. Porém, nesse estudo, observou-se que o exercício antes de comer elevou os níveis de açúcar no sangue das mulheres.
De acordo com Borer, durante o exercício físico nosso corpo precisa de energia e isso desencadeia hormônios que promovem a liberação de açúcar no fígado. A grande parte dos tecidos do corpo se torna resistente à insulina, para que os músculos utilizem esse excesso de açúcar. Se os tecidos não utilizam esse açúcar para promover energia no treino, os níveis de açúcar permanecerão elevados.

Então, se o exercício físico vem após a alimentação, a refeição fornecerá o combustível necessário para o corpo ao invés do fígado. Portanto, provavelmente o excesso de açúcar no sangue diminuirá. A professora indica que os exercícios sejam feitos após 40 minutos do término da refeição.
Borer afirma que os resultados obtidos na pesquisa são de curto prazo e que também não se pode comentar sobre como esse resultado se aplicaria em uma pessoa com diabetes tipo 2 ou pré-diabetes, pois no momento o método só foi aplicado à mulheres que não apresentam nenhum dos dois quadros.

(Fonte: Minha Vida) 

 

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