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Cirurgia metabólica diminui drasticamente e até acaba com o diabetes

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Uma pessoa tem obesidade mórbida quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) ultrapassa 40 Kg/m2 ou em situações em que este índice está acima de 35 kg/m2 e o paciente apresenta doenças que podem ser agravadas pela obesidade (chamadas comorbidades) levando a sérios comprometimentos da saúde, como: hipertensão, diabetes, apneia do sono, dislipidemia e enfermidades cardiológicas, pneumológicas ou ortopédicas. Nestas situações, está indicada a cirurgia para diminuição do peso e melhora destas doenças com restabelecimento da saúde, a chamada cirurgia bariátrica.

As primeiras cirurgias bariátricas começaram a ser realizadas em 1954 e, desde então, as melhorias da técnica cirúrgica, da anestesia, dos equipamentos, do preparo e do acompanhamento dos pacientes levaram a um grau de segurança dos procedimentos cirúrgicos, fazendo com que o índice de complicações sérias fosse reduzido a menos de 0,5%. O índice de melhora de diabetes é de 90%, da hipertensao é de 75%, de dislipidemia é de 85% e da apneia do sono é de 80%. “Sempre se relacionou a melhora do diabetes à perda de peso; porém, nos pacientes observa-se que esta melhora já começa a se manifestar nas primeiras 72 horas após a cirurgia, demonstrando que existem outros mecanismos implicados além da dieta e do emagrecimento”, afirma o médico cirurgião Dr. Almino Cardoso Ramos. De acordo com ele, sabe-se agora, após estudos mais recentes, que esta melhora precoce do diabetes está associada ao desvio de intestino que é feito na cirurgia. “Com isto, os alimentos são desviados da porção inicial do intestino chamada duodeno e mais rapidamente chegam à parte mais distal do órgão chamado íleo”, revela.

Pesquisas mostram que a chegada mais rápida de alimentos parcialmente digeridos ao íleo geram a produção do hormônio mais potente na regulação da produção de insulina pelo pâncreas, denominado GLP-1. Esta ação é conhecida por efeito incretínico e é a base do moderno tratamento do diabetes a base de remédios que mimetizam o efeito deste hormônio. “A cirurgia, todavia, é muito mais potente porque gera a produção de maiores quantidades do hormônio com efeito mais potente. Assim, pacientes com IMC de 35 com diabetes, hipertensão e dislipidemia, muitas vezes tomando mais de 10 comprimidos ao dia para controle destas doenças, após a cirurgia bariátrica apresentam uma melhora de suas condições de saúde rápida e consistente, de modo que muitas vezes podem gradualmente parar de tomar as medicações, pois o efeito da cirurgia é suficiente para controle das doenças. Este procedimento leva o nome de Cirurgia Metabólica”, finaliza Dr. Almino Cardoso Ramos.

Informações à Imprensa: ADCom Comunicação Empresarial

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