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Conselho Federal de Medicina divulga critérios para realização de cirurgia metabólica no Brasil

Conselho Federal de Medicina divulga critérios para realização de cirurgia metabólica no Brasil

Procedimento pode ser empregado no tratamento de casos de diabetes tipo 2 desde que não tenha sido controlada por meio de intervenções clínicas

O Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu a cirurgia metabólica como opção terapêutica para pacientes portadores de diabetes tipo 2 que tenham índice de massa corpórea (IMC) entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, desde que a enfermidade não tenha sido controlada com tratamento clínico.

Pelos critérios estabelecidos, além de ter IMC entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, pacientes poderão ser elegíveis para se submeter a esse procedimento se apresentarem: idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido de diabetes tipo 2 a menos de 10 anos; apresentar refração comprovada ao tratamento clínico; e não possuir contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.

O objetivo é contribuir para que seja expandida a possibilidade de redução das taxas de morbimortalidade no Brasil por meio do controle da doença. A incidência de diabetes tipo 2 é uma das principais causas de acidente cardiovascular (AVC), síndrome coronariana, insuficiência renal e cegueira, tendo atingido neste século status de epidemia. No Brasil, o número de pessoas diabéticas em 2015, com idade entre 20 e 79 anos, atingiu a marca de 14,3 milhões, havendo a expectativa de que, em 2040, chegue a 23,3 milhões de pessoas.

Pela regra aprovada, a indicação cirúrgica se dará por dois médicos especialistas em endocrinologia, mediante parecer fundamentado que ateste a refração ao tratamento clínico otimizado com uso de antidiabéticos orais e/ou injetáveis, além de mudanças no estilo de vida do paciente.

O CFM definiu também que a cirurgia metabólica para pacientes com diabetes tipo 2 se dará, prioritariamente, por derivação gastrojejunal em Y-de-Roux (DGJYR). Somente em casos de contraindicação ou desvantagem desta técnica é que a gastrectomia vertical será a opção disponível. Nenhuma outra técnica cirúrgica é reconhecida para o tratamento desses pacientes.

De acordo com os estudos analisados, a cirurgia metabólica é segura e apresenta resultados positivos de curto, médio e longo prazos, diminuindo a mortalidade de origem cardiovascular, conforme demonstram estudos prospectivos pareados com mais de 20 anos de seguimento, séries de casos controlados, além de estudos randomizados e controlados.

Os candidatos à cirurgia metabólica, além de ter o IMC entre 30 kg/m² e 34,9 kg/m², também deverão cumprir todos os seguintes pré-requisitos: idade mínima de 30 anos e máxima de 70 anos; diagnóstico definido a menos de 10 anos; refração ao tratamento clínico; e inexistência de contraindicações para o procedimento cirúrgico proposto.

(Fonte: Conselho Federal de Medicina)

Estudo mostra a forte influência dos genes no processo de perda de peso

Estudo mostra a forte influência dos genes no processo de perda de peso

Atire a primeira guloseima quem não tentou pelo menos uma dieta neste ano. No fim, muitos dos que aderiram a algum programa de emagrecimento terminaram frustrados, sem conseguir o sucesso esperado, mesmo seguindo à risca todas as recomendações. Há tempos, profissionais da área de saúde vêm alertando que não existe fórmula única para todos. Agora, uma pesquisa da Universidade Texas A&M, nos Estados Unidos, mostra, pela primeira vez, que os genes têm grande influência sobre o resultado de um regime alimentar. Embora feito em modelo animal, o trabalho dá pistas do que pode acontecer no organismo humano.nselhos sobre dietas geralmente são baseados na teoria de que vai existir uma que ajudará todo mundo. Mas, face à epidemia de obesidade, parece que essas diretrizes não têm sido efetivas”, comenta o principal autor do estudo, David Threadgill. Para tentar entender por que isso acontece, ele desenvolveu uma pesquisa usando quatro grupos de ratos com perfis genéticos diferentes e que, ao longo de seis meses, foram alimentados com cinco tipos de dietas, bem próximos às consumidas por humanos.

Um grupo ficou com o cardápio estilo norte-americano (rico em gordura e carboidratos refinados, especialmente milho). Três receberam regimes que, popularmente, são considerados mais saudáveis: mediterrâneo (com trigo e extrato de vinho tinto), japonês (com arroz e extrato de chá-verde) e cetogênico, ou estilo Atkins (muita gordura e proteína, pouquíssimo carboidrato). A quinta dieta — o alimento padrão dos roedores — foi oferecida a animais do grupo de controle.

Embora todos os regimes tidos como saudáveis tenham funcionado bem para a maior parte dos animais, um dos quatro tipos genéticos se adaptou muito mal ao estilo alimentar japonês, por exemplo. “O grupo da linguagem quatro se saiu muito bem com as outras dietas, mas ficou péssimo com essa, tendo um aumento na gordura do fígado e exibindo marcadores de danos hepáticos”, conta William Barrington, que liderou os trabalhos no laboratório de Threadgill.

Algo semelhante ocorreu com a dieta Atkins, ou “da proteína”, como é mais conhecida no Brasil. “Um dos grupos se tornou bastante obeso, com gordura no fígado e colesterol alto”, diz o pesquisador. Outro, segundo Barrington, teve redução no nível de atividade e acumulou gordura corporal, embora tenha se mantido esguio. “Isso equivale ao ‘magro gordo’ em humanos, quando a pessoa parece estar em um peso saudável, mas, na verdade, tem um alto percentual de gordura no corpo”, compara.

Como se poderia esperar, a dieta que mais trouxe problemas para todos os grupos foi a estilo norte-americana. “Alguns dos grupos se tornaram extremamente obesos e demonstraram sinais de síndrome metabólica. Outros tiveram menos efeitos negativos, e um sofreu poucas mudanças, exceto por apresentar mais um leve aumento de gordura no fígado”, conta o pesquisador. Com a dieta mediterrânea, os efeitos foram meio a meio: alguns dos grupos ficaram saudáveis, enquanto outros ganharam peso (embora menos que o verificado com o cardápio norte-americano). William Barrington diz que, em humanos, o que se vê é uma resposta tão variada quanto as verificadas entre os roedores.

Próximos passos
No estudo da Universidade Texas A&M, os pesquisadores avaliaram a parte física, principalmente sinais de síndrome metabólica, uma coleção de sintomas associados à obesidade, como pressão e colesterol altos, gordura no fígado e níveis elevados de açúcar no sangue. Eles também estudaram diferenças comportamentais, como o quanto os animais passaram a se movimentar e o quanto estavam comendo.

De acordo com Barrington, os resultados da pesquisa demonstraram que uma dieta que faz um indivíduo esguio e saudável pode ter o efeito oposto em outro. “Meu objetivo foi encontrar a dieta ideal. Mas o que realmente descobrimos foi que isso depende muito da genética e que não há uma dieta melhor para todo mundo”, reconhece. Falta, agora, determinar quais genes estão envolvidos com as diferentes respostas aos regimes alimentares. “Adoraríamos desenvolver um teste genético para dizer às pessoas sobre a melhor dieta para elas, considerando seu repertório de genes”, revela.

Palavra de especialista
“Embora o DNA dos ratos seja muito semelhante ao dos humanos, não podemos extrapolar todos os resultados do estudo para nossa realidade. Mas, de fato, o que nós já observamos é que os pacientes têm respostas muito diferentes uns dos outros, e a pesquisa reforça a ideia de que as dietas devem ser personalizadas. Isso também acontece com os remédios emagrecedores: 20% dos pacientes não respondem à sibutramina, por exemplo. É possível que, futuramente, sejam feitos testes genéticos para orientar as dietas individualizadas, mas é importante lembrar que nem tudo é DNA: há interação dos genes com outros fatores externos.”

(Fonte: Diário de Pernambuco/Adaptado)

Bolo de abobrinha

Bolo de abobrinha

- INGREDIENTES
3/4 xícara (chá) de farinha de amêndoas
1/3 xícara (chá) de farinha de coco
1/4 xícara (chá) de adoçante culinário
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/4 colher (chá) de bicabornato de sódio
1/2 colher (chá) de cúrcuma em pó
1/4 colher (chá) de sal
3 limões
1 abobrinha média
4 ovos
2 colheres (sopa) de óleo de coco
2 colheres (chá) de essência de baunilha

- MODO DE PREPARO
Preaqueça o forno a 160ºC.
Forre uma assadeira de bolo inglês com papel manteiga.
Raspe o limão e reserve as raspas.
Em seguida, esprema-os até obter 1/3 xícara (chá) de suco.
Reserve.
Rale a abobrinha e reserve também.
Em um bowl grande, misture as farinhas.
Junte o fermento, o adoçante, o bicabornato e a cúrcuma, sem formar aglomerados.
Adicione uma colher (sopa) de raspas de casca de limão.
Em outro bowl, bata os ovos e misture bem com a essência de baunilha e o óleo de coco.
Misture com o conteúdo do primeiro bowl.
Adicione a abobrinha e o suco de limão.
Misture até formar uma massa homogênea e macia.
Coloque na assadeira e deixe assar por 50 minutos ou até dourar.
Retire e deixe esfriar antes de servir.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Bolo de abobrinha

Bolo de abobrinha

- INGREDIENTES
3/4 xícara (chá) de farinha de amêndoas
1/3 xícara (chá) de farinha de coco
1/4 xícara (chá) de adoçante culinário
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/4 colher (chá) de bicabornato de sódio
1/2 colher (chá) de cúrcuma em pó
1/4 colher (chá) de sal
3 limões
1 abobrinha média
4 ovos
2 colheres (sopa) de óleo de coco
2 colheres (chá) de essência de baunilha

- MODO DE PREPARO
Preaqueça o forno a 160ºC.
Forre uma assadeira de bolo inglês com papel manteiga.
Raspe o limão e reserve as raspas.
Em seguida, esprema-os até obter 1/3 xícara (chá) de suco.
Reserve.
Rale a abobrinha e reserve também.
Em um bowl grande, misture as farinhas.
Junte o fermento, o adoçante, o bicabornato e a cúrcuma, sem formar aglomerados.
Adicione uma colher (sopa) de raspas de casca de limão.
Em outro bowl, bata os ovos e misture bem com a essência de baunilha e o óleo de coco.
Misture com o conteúdo do primeiro bowl.
Adicione a abobrinha e o suco de limão.
Misture até formar uma massa homogênea e macia.
Coloque na assadeira e deixe assar por 50 minutos ou até dourar.
Retire e deixe esfriar antes de servir.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Dieta de 800 calorias pode reverter o diabetes, mostra estudo

Dieta de 800 calorias pode reverter o diabetes, mostra estudo

Uma dieta radical mostrou ser eficaz no tratamento do diabetes tipo 2, mesmo entre pacientes com mais de seis anos de diagnóstico, conforme mostrou um novo estudo publicado no prestigiado periódico científico The Lancet.

Pesquisadores da Universidade de Glasgow e Universidade de Newcastle, ambas no Reino Unido, mostraram que o diabetes tipo 2 pode ser revertido com a perda de peso, fazendo com que o paciente não precise mais tomar medicamentos, além de ficar livre dos sintomas e complicações. No estudo, apresentado na última edição do Congresso da Federação Internacional de Diabetes, nove em cada 10 pessoas perderam 15 kg e tiveram remissão completa da doença.

“Essa descoberta pode revolucionar a forma como o diabetes é tratado. Nossa abordagem tem como base a causa subjacente da condição (sobrepeso), para que possamos direcionar o tratamento de forma efetiva”, disse Roy Taylor, líder da pesquisa, ao jornal on-line britânico The Guardian.

“Perder peso substancialmente resulta em menos gordura no fígado e no pâncreas, permitindo que esses órgãos retornem às suas funções. A perda de peso, então, não está apenas relacionada à redução dos sintomas, mas também às chances de cura.”

A dieta
No estudo, 298 adultos, entre 20 e 65 anos, que tinham sido diagnosticados com o diabetes tipo 2 nos seis anos anteriores, foram divididos em dois grupos: um que seguiu a dieta, durante cinco meses, e outro que recebeu o tratamento convencional. Apenas 4% dos voluntários do grupo controle (tramamento convencional) atingiram a remissão completa.
A dieta consistia em quatro refeições diárias, compostas por preparados de vitaminas e sopas limitadas a 853 calorias por dia. Durante um período de três a cinco meses, os participantes seguiram essa dieta, que foi, aos poucos (durante cerca de duas a oito semanas), inserindo alimentos sólidos.
Segundo os pesquisadores, os voluntários receberam apoio e foram encorajados a praticar exercícios e fazer terapia cognitivo-comportamental durante o processo.

Outros tratamentos
Conforme as diretrizes internacionais, o diabetes deve ser controlado com a redução dos níveis de açúcar no sangue através da dieta e de medicamentos. A dieta e o estilo de vida saudável são abordagens que entram como uma associação ao tratamento.

“Em contraste com outras abordagens, nos concentramos na necessidade de manutenção a longo prazo da perda de peso, através da dieta e do exercício, e incentivamos a flexibilidade para otimizar os resultados individuais”, disse ao The Guardian Michael Lean, coautor da pesquisa.
“Uma grande diferença em relação a outros estudos é que aconselhamos um período de perda de peso na dieta sem o aumento na atividade física, mas em um acompanhamento a longo prazo o exercício diário é importante. A cirurgia bariátrica também pode levar à remissão de diabetes, mas é mais dispendiosa e arriscada, e só está disponível para um pequeno número de pacientes”, concluiu Taylor.

Diabetes
Diabetes tipo 2 geralmente é tratada com medicação e a adoção de um estilo de vida mais saudável. No mundo, o número de casos de diabetes tem aumentado nos últimos anos – o número de novos diagnósticos quadruplicou em 35 anos, passando de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014 –, o que pode estar relacionado ao aumento da obesidade.
O excesso de gordura abdominal é um dos principais fatores associados à redução da funcionalidade do fígado e do pâncreas. Se não tratada, a doença pode levar a complicações graves, como cegueira, amputação dos pés, doenças cardíacas e renais.

(Fonte:Veja)

 

Dica de quarta: Sono é saúde

Dica de quarta: Sono é saúde

Pesquisa identifica mudança cerebral ligada à obesidade

Pesquisa identifica mudança cerebral ligada à obesidade

Um grupo de cientistas brasileiros descobriu que os adolescentes obesos apresentam falhas de conectividade entre diferentes regiões do cérebro que estão envolvidas na regulação do apetite.

O trabalho foi possível graças a uma técnica avançada de ressonância magnética.
O novo estudo, realizado por cientistas da Santa Casa de São Paulo e da Universidade de São Paulo (USP), foi apresentado anteontem no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, nos Estados Unidos.

Segundo os autores da pesquisa, se for possível identificar com mais precisão as alterações cerebrais associadas à obesidade, a técnica poderia ser utilizada um dia para ajudar a evitar o problema.

A obesidade infantil, de acordo com os pesquisadores, aumentou de 10% a 40% nos últimos 10 anos, na maioria dos países.
Ele lembra que, segundos estudos anteriores, a obesidade é fator de risco para Alzheimer e que há ligação entre obesidade na infância e baixo QI.
Problemas de atenção e memória também são frequentes entre adultos obesos.

Método
O estudo envolveu 59 adolescentes obesos com idades entre 11 e 18 anos e 61 adolescentes não obesos.
Os cientistas compararam os dois grupos controlando variáveis como gênero, idade, condição socioeconômica e nível educacional.
Os participantes foram submetidos a exame de ressonância magnética conhecido como imageamento por tensor de difusão (DTI, na sigla em inglês), com a intenção de avaliar a integridade da massa branca dos cérebros.

O DTI mede o que os cientistas chamam de “anisotropia funcional” (AF), isto é, os movimentos microscópicos das moléculas de água que cercam as fibras de matéria branca do cérebro.
Quanto mais baixo o valor AF, mais falhas na massa branca cerebral. Os resultados mostraram perda da integridade da matéria branca em várias regiões do cérebro dos jovens obesos.

(Fonte: Exame/Adaptado)

Por que engordamos quando ficamos mais velhos (e não tem a ver só com o metabolismo)

Por que engordamos quando ficamos mais velhos (e não tem a ver só com o metabolismo)

A guerra contra a balança é algo que atormenta muitos depois de certa idade... e certos quilos.
Quem já passou dos 30 anos sabe bem o que é isso: as calças que entravam com folga na década anterior estão apertadas ou já não cabem mais.
Envelhecer e engordar parecem andar de mãos dadas, embora alguns especialistas digam que o ganho de peso pode ser evitado com o avançar da idade.
A solução, dizem eles, é encontrar uma atividade física que faça você gastar muitas calorias.
Isso porque os quilos extras estão associados ao metabolismo, ou seja, a forma como o nosso corpo consome energia.
Um metabolismo lento é aquele que queima menos calorias em repouso do que o normal. Também é conhecido como metabolismo basal.
Quando envelhecemos, nosso metabolismo diminui por uma questão de sobrevivência.
Ou seja, as células queimam os nutrientes mais devagar e tendem a se agarrar à gordura, preparadas para ter uma reserva em caso de necessidade.
Mas há outras causas menos conhecidas que nos fazem ganhar peso ao envelhecermos.
A seguir, os principais motivos do ganho de peso com a idade elencados pelo NHS, o sistema de saúde público do Reino Unido, e que não têm a ver com o metabolismo.
1) Medicamentos
Ao envelhecermos, sentimos mais dores. Às vezes, surgem doenças crônicas que exigem remédios por toda a vida. O ganho de peso pode ser um efeito colateral comum de muitos desses medicamentos.
Segundo o NHS, contribuem para o ganho de peso esteroides, antipsicóticos e insulina, entre outros.
Solução: Nunca ignore as recomendações do seu médico, mas fale com ele para saber se é possível substituir alguns remédios por outros.
2) Insônia
Dormir pouco não é bom para o nosso cérebro, para o nosso peso e para a nossa saúde em geral.
Segundo Neil Stanley, especialista em Medicina do Sono do Hospital Universitário de Norfolk e Norwich (Inglaterra), "há uma ligação muito forte entre a falta de sono e o ganho de peso".
À medida que envelhecemos, costumamos dormir menos, então as chances de ganharmos peso crescem, diz o NHS.
Solução: Durma mais. Segundo Stanley, "o sono é vital para a nossa saúde física e mental".
3) Televisão
Seja por prazer ou porque a nossa saúde não nos permite ter uma vida fisicamente ativa, assistir à TV por muitas horas contribui para uma vida sedentária.
Segundo estudos analisados pelo NHS, quando estamos na frente da tela, muitas vezes, consumimos calorias de que não precisamos.
A nutricionista britânica Anna Suckling explica: "As pessoas muitas vezes descobrem que, enquanto estão sentados na frente da televisão, consomem alimentos com alto teor de calorias, como batatas fritas e chocolate".
Solução: Modere o número de horas em frente à TV e preste atenção ao que você come. Prefira lanches saudáveis aos petiscos industrializados.
4) Estresse
À medida que envelhecemos, nossas responsabilidades aumentam. Nos preocupamos mais e sofremos estresse. Uma maneira comum de lidar com essa situação é comer mais do que precisamos.
Nesse sentido, o açúcar acaba sendo um alimento recorrente.
Consumir lanches açucarados dá uma sensação temporária de bem-estar, mas pode ser fatal para a nossa saúde.
Solução: Além de tentar reduzir (ou eliminar) a causa do estresse, prepare lanches saudáveis e tente fazer algum exercício, aconselha Suckling.
Outras causas mais comuns e relacionadas ao metabolismo são a perda muscular, disfunção hormonal e aumento dos níveis de açúcar no sangue.

(Fonte: G1)

Peras grelhadas com chantili de ricota

Peras grelhadas com chantili de ricota

- INGREDIENTES
4 unidades de pera fatiadas 1/4 xícara (chá) de melaço de cana-de-açúcar ou maple syrup 1 xícara (chá) de ricota de búfala ou ricota 1 1/2 colher (sopa) de adoçante xylitol 2 colheres (sopa) de leite de coco 1 colher (chá) de manteiga ghi (ou ghee) ou manteiga 1 colher (chá) de raspas de raspas de limão siciliano ou taiti.

- MODO DE PREPARO
Corte as peras em finas camadas (2 cm) no sentido do comprimento. Pincele com o melaço os dois lados e reserve. Na batedeira, coloque a ricota e o adoçante e bata em velocidade alta até obter uma mistura bem cremosa (3 minutos). Acrescente o leite de coco e as raspas de limão e bata por mais alguns segundos. Leve à geladeira. Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo alto. Coloque a manteiga e as peras e doure-as. Sirva com o chantili de ricota por cima. Finalize com a calda caramelizada que ficou na frigideira.

(Fonte: M de Mulher)

Cientistas brasileiros descobrem que adolescentes obesos têm alterações em áreas do cérebro

Cientistas brasileiros descobrem que adolescentes obesos têm alterações em áreas do cérebro

Graças a uma técnica avançada de ressonância magnética, um grupo de cientistas brasileiros descobriu que os adolescentes obesos apresentam falhas de conectividade entre diferentes regiões do cérebro que estão envolvidas na regulação do apetite.

O novo estudo, realizado por cientistas da Santa Casa de São Paulo e da Universidade de São Paulo (USP), foi apresentado nessa quarta-feira, 29, no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês), nos Estados Unidos.

De acordo com os autores da pesquisa, se for possível identificar com mais precisão as alterações cerebrais associadas à obesidade, a técnica poderia ser utilizada um dia para ajudar a evitar o problema. Segundo eles, a obesidade infantil aumentou de 10% a 40% nos últimos 10 anos, na maioria dos países.

Metodologia
A pesquisa envolveu 59 adolescentes obesos com idades entre 11 e 18 anos e 61 adolescentes não obesos - nenhum dos participantes tinha doenças crônicas. Os cientistas compararam os dois grupos controlando variáveis como gênero, idade, classificação socioeconômica e nível educacional. Para definir obesidade, foram usados os critérios da Organização Mundial de Sáude.

Os participantes foram submetidos a um exame de ressonância magnética conhecido como imageamento por tensor de difusão (DTI, na sigla em inglês), a fim de avaliar a integridade da massa branca de seus cérebros.

O DTI mede o que os cientistas chamam de "anisotropia funcional" (AF), isto é, os movimentos microscópicos das moléculas de água que cercam as fibras de matéria branca do cérebro. Quanto mais baixo o valor AF, mais falhas existem na massa branca cerebral.

Os resultados mostraram uma perda da integridade da matéria branca em diversas regiões do cérebro dos jovens obesos.
Em comparação com o grupo de controle, os adolescentes obesos apresentaram baixos valores AF em áreas do cérebro como a amígdala, o hipocampo, o tálamo, o giro cingulado, o rofnix, a ínsula, o putamen, o giro orbital e o hipotálamo bilateral.

De acordo com o Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, a obesidade aumentou mais de quatro vezes entre os adolescentes nos úlitmos 30 anos. Estima-se que mais de um terço das crianças e adolescentes nos Estados Unidos estejam acima do peso, ou obesas. A obesidade na adolesência é associada com vários riscos à saúde, incluindo doença cardiovascular e diabete.

(Fonte: Estadão/Adaptado)

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