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Dica de quarta: Pipoca, ah!

Dica de quarta: Pipoca, ah!

Nozes ajudam na perda de peso

Nozes ajudam na perda de peso

Nozes são ricas em ômega-3 e outras substâncias que, quando consumidas regularmente, podem reduzir os riscos de desenvolver obesidade e diabetes. Ainda, de acordo com um novo estudo publicado no periódico científico Diabetes, Obesity and Metabolism, elas podem reduzir o apetite e servir como ferramenta eficiente na perda de peso.

O estudo
Cientistas do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, estudaram a forma como nove pacientes obesos reagiam à uma dieta com o fruto. Durante cinco dias consecutivos, os pacientes, que estavam internados no hospital, foram divididos em dois grupos: uns tomaram uma vitamina com 48 gramas de nozes (o equivalente a aproximadamente sete nozes inteiras ou 315 calorias), enquanto outros tomaram placebo, com o mesmo sabor e conteúdo calórico.

Após um mês tendo voltado à dieta habitual, os pacientes passaram por um segundo teste de cinco dias ingerindo as bebidas. Depois disso, foram realizados exames cerebrais enquanto os pacientes observavam imagens de alimentos com alto teor de gorduras, como um bolo, e de alimentos com baixo teor, como vegetais, ou imagens neutras de rochas e árvores.

Controle da dieta
Os resultados mostraram que quando os participantes observavam fotos de alimentos gordurosos, a atividade da ínsula – região do cérebro responsável pelo apetite e controle de impulsos – era maior naqueles que consumiram a bebida com nozes. Isso sugere que o consumo regular da noz pode reduzir o apetite e ajudar na alimentação correta.

“Elas podem alterar a forma como vemos a comida e impactar nosso apetite”, disse Olivia Farr, principal autora da pesquisa ao The New York Times. “Nossos resultados confirmam a opinião dos especialistas, que recomendam o consumo de nozes como parte de uma dieta saudável.”

A pesquisa foi financiada em parte pela associação dos produtores e manipuladores de nozes, California Walnut Comission, nos Estados Unidos.

(Fonte: Veja)

Dieta sem carne pode dobrar a perda de peso, diz estudo

Dieta sem carne pode dobrar a perda de peso, diz estudo

Pessoas que mantêm uma dieta vegetariana conseguem emagrecer duas vezes mais rápido do que aqueles que consomem carnes, de acordo com uma pesquisa conduzida pela empresa inglesa Forza.

O estudo, que contou com a colaboração de 1.000 voluntários, foi realizado para entender qual era a influência do consumo de carne na perda de peso. Para isso, os participantes foram divididos em dois grupos: os que comem carne e os que mantinham uma dieta vegetariana.

Após um mês de acompanhamento, foi observado que aqueles que consumiram carne haviam perdido cerca de 1kg. Já os que seguiram a dieta vegetariana, eliminaram 2kg. Segundo os pesquisadores, o resultado se deve à mudança de hábitos gerada pelo novo estilo de vida.

O estudo também constatou que os vegetarianos, além de evitarem alimentos ricos em açúcares e sódio, como fast foods, passaram a se exercitar mais - 28% deles frequentavam a academia, contra 14% dos carnívoros que mantêm esse hábito. Os vegetarianos também eram duas vezes mais propensos a optarem por opções saudáveis no mercado: 57% deles faziam isso, contra 29% dos participantes que comem carnes.

"A pesquisa mostrou que se tornar vegetariano é uma ótima maneira de perder peso. As pessoas se sentem melhor depois de evitarem o consumo de carne e ficam mais propensas a adotar um estilo de vida mais saudável", explicou Lee Smith, diretor da empresa que conduziu a pesquisa.
Smith ainda adverte que nem toda carne magra é realmente calórica, mas acredita que aqueles que consomem carne acabam ingerindo mais calorias porque a carne é preparada de modo não saudável.

(Fonte: Minha Vida)

Bolo de coco sem glúten e sem lactose

Bolo de coco sem glúten e sem lactose

INGREDIENTES
Massa
• 1/2 xícara (chá) de farinha de grão-de-bico;
• 1/2 xícara (chá) de fécula de mandioca ou batata;
• 1 xícara (chá) de goma de tapioca hidratada;
• 100g de coco seco ralado ;
• 4 ovos caipiras;
• 1/2 xícara (chá) de óleo de coco;
• 2 xícaras (chá) de açúcar demerara;
• 400 ml de leite vegetal de coco;
• 1 colher (sopa) de fermento para bolo;
Calda
• 1 xícara (chá) de leite de amêndoas;
• 50g de coco ralado;
• Açúcar demerara a gosto.

MODO DE PREPARO
Massa
Peneirar rapidamente as farinhas e misture ao coco ralado, em seguida reserve;
Em uma batedeira, coloque os ovos, o óleo de coco e o açúcar demerara. Deixe batendo e adicione aos poucos as farinhas (grão-de-bico, fécula e tapioca) e o leite de coco. Por fim, acrescente o fermento, conte 5 segundos e desligue a batedeira;
Unte uma forma retangular com óleo de coco e a farinha de grão-de-bico. Despeje a massa na forma untada e leve para assar em forno pré-aquecido a 180º por aproximadamente 35 minutos;
Quando estiver pronto, regue o bolo com a calda e sirva ao esfriar;

Calda
Leve todos os ingredientes em fogo baixo e deixe reduzir pela metade.

(Fonte: Natue)

‘Obesidade saudável’ é um mito, afirma estudo

‘Obesidade saudável’ é um mito, afirma estudo

Se você está acima do peso, ter bons resultados nos exames médicos não é o suficiente para dizer que está saudável. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico European Heart Journal, pressão arterial normal e bons níveis de colesterol e açúcar no sangue não são garantia de saúde entre pacientes obesos.

Mesmo em boas condições, esse grupo – que possui um IMC acima de 30 – corre um risco desenvolver doenças cardíacas 28% maior do que indivíduos com os mesmos resultados nesses exames, mas com um peso corporal equilibrado. Já quem tem sobrepeso – IMC de 25 a 30 – tem esse risco aumentado em até 26%.

O estudo
Cientistas da Imperial College London e da Universidade de Camdridge, ambas no Reino Unido, analisaram o estado de saúde de mais de meio milhão de europeus ao longo de 12 anos. Durante o período, 7.637 desenvolveram doenças cardíacas – e o peso em excesso pareceu ser o principal fator de risco, mesmo entre aqueles com pouca ou nenhuma alteração metabólica.

Doenças futuras
O sobrepeso, segundo os especialistas, pode não ser o responsável direto pelas doenças do coração, mas ao longo do tempo pode prejudicar a saúde ao elevar a pressão sanguínea e o nível de glicose. Para os pesquisadores, o estudo pode servir como um lembrete de que o controle de peso é importante para evitar complicações futuras.

“Não existe mais esse conceito de obesidade saudável. Nosso estudo mostra que pessoas com excesso de peso e que podem ser consideradas ‘saudáveis’ podem não ter desenvolvido um perfil metabólico desfavorável, mas isso virá mais tarde.”, disse Ionna Tzoulaki, da Imperial College London, à BBC News.

(Fonte: Veja)

 

Dica de quarta: Salada

Dica de quarta: Salada

Queimar gordura e fortalecer os ossos com o bloqueio do FSH

Queimar gordura e fortalecer os ossos com o bloqueio do FSH

Estudos com camundongos indicam que um único hormônio, o hormônio folículo estimulante circulante (FSH), cujos níveis aumentam na menopausa, poderia ser o responsável por uma redistribuição característica da gordura na região abdominal na idade adulta, transformando muitas mulheres de "peras" em "maçãs". Ao mesmo tempo, o hormônio pode estimular a perda óssea.

Teoricamente, em estudos com ratos, o bloqueio desse hormônio poderia aumentar a queima de calorias, reduzir a gordura abdominal, diminuir a perda óssea e até mesmo encorajar a prática de atividades físicas.

Saiba mais sobre "Menopausa", "Osteopenia" e "Circunferência abdominal e doenças cardiovasculares".
A noção de que uma intervenção tão simples poderia resolver dois grandes problemas da menopausa recebeu a atenção dos pesquisadores e provocou comentários em revistas de prestígio como The New England Journal of Medicine e Cell Metabolism.

Wendy M. Kohrt e Margaret E. Wierman, do Department of Medicine, University of Colorado Anschutz Medical Campus, Aurora, publicaram comentário no The New England Journal of Medicine sobre um estudo recente com modelos de ratos, que diz que o hormônio folículo estimulante circulante (FSH), que aumenta nas mulheres depois da menopausa, se liga ao seu receptor em adipócitos brancos, resultando em um gasto de energia de repouso relativamente baixo e aumentando a adiposidade visceral.

Carlos Henrique Sponton e Shingo Kajimura, do Diabetes Center and Department of Cell and Tissue Biology, University of California, em São Francisco, também publicaram comentário, no periódico Cell Metabolism, em relação ao aumento do hormônio folículo estimulante (FSH) ser uma característica da menopausa que está associada à osteoporose e à adiposidade visceral.
Na revista Nature, o Dr. Mone Zaidi e colegas (Liu et al., 2017) relataram que o bloqueio da ação do FSH reduziu a gordura corporal através da promoção da termogênese de gordura marrom/bege, potencialmente fornecendo uma nova intervenção para o tratamento de doenças metabólicas relacionadas à menopausa.

Inicialmente, o Dr. Zaidi argumentou que o FSH poderia ser um culpado na perda óssea de mulheres na menopausa. Então, ele e seus colaboradores criaram um anticorpo que bloqueou o FSH em camundongos fêmeas cujos ovários foram removidos. Uma vez que os ratos não fabricavam estrogênio, deveriam perder osso. Na verdade, a medula óssea em tais ratos geralmente se enche de gordura em vez de desenvolver células ósseas. O mesmo acontece nas mulheres, é por isso que seus ossos se tornam menos densos. Mas no laboratório do Dr. Zaidi, os ratos que receberam o anticorpo não desenvolveram medula óssea cheia de gordura e, inesperadamente, perderam grandes quantidades de gordura.

Novas pesquisas serão necessárias para estudar mais o assunto e verificar se será futuramente possível alguma aplicação prática desses achados em seres humanos.

(Fonte: News Med/Adaptada)

A maioria das granolas é lotada de açúcar, aponta estudo da USP

A maioria das granolas é lotada de açúcar, aponta estudo da USP

De 29 marcas de granola analisadas pelo Centro de Pesquisa em Alimentos da Universidade de São Paulo, 23 apresentam doçura extra.

Aquela granola “inocente” do café da manhã pode estar sabotando sua dieta. De 29 marcas analisadas pelo Centro de Pesquisa em Alimentos da Universidade de São Paulo, 23 estão lotadas de açúcar: até oito vezes mais que os 5 gramas recomendados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em cada 100 gramas do produto.

(Fonte: Boa Forma/Adaptada)

Couve-flor gratinada low carb e sem glúten

Couve-flor gratinada low carb e sem glúten

- INGREDIENTES:
1/2 unidade de cebola 1 fio de azeite de oliva para refogar 400 mililitros de leite vegetal 1 colher (sopa) de requeijão light 1 colher (chá) de amido de milho 1 colher (chá) de açafrão-da-terra (ou cúrcuma) 1/2 xícara (chá) de queijo parmesão 1 punhado de cebolinha-verde picada 1 cabeça de couve-flor cortada em buquês • sal a gosto.

- MODO DE PREPARO:
Refogue a cebola em um fio de azeite. Acrescente 2/3 do leite na panela e, em seguida, o requeijão. Deixe ferver por uns 3 minutos. Dissolva no leite que sobrou o amido e a cúrcuma. Junte à panela. Acerte o sal e deixe engrossar. Por fim, adicione metade do queijo parmesão e a cebolinha picada. Em um refratário, disponha a couve-flor e cubra com o molho branco. Polvilhe o restante do queijo e asse em forno preaquecido a 200 graus por 20 minutos.

(Fonte: Boa Forma)

Tomar café da manhã ajuda a emagrecer, diz estudo

Tomar café da manhã ajuda a emagrecer, diz estudo

Cientistas parecem ter descoberto uma prática em comum entre as pessoas que obtém sucesso na dieta: tomar café da manhã. O estudo foi publicado no Journal of Nutrition.
A análise contou com a participação de mais de 50 mil pessoas durante sete anos. Durante esse período os pesquisadores analisaram os dados sobre o horário da refeição e a frequência, comparando-as com o índice de massa corporal IMC.

Os pesquisadores identificaram que as pessoas que tiveram redução significativa do IMC tinham quatro comportamentos em comum:
Tomavam café da manhã ao invés de ignorá-los
Faziam do café da manhã a principal refeição do dia
Não comiam lanches
Comiam menos durante a noite

Em contrapartida, os participantes com maior aumento de IMC consumiram mais de três refeições diárias, o que significa que eles fizeram lanches entre as refeições e comeram após as 18 horas.


Segundo a diretora de pesquisa clínica do Comitê de Médicos sem Fins Lucrativos, Hana Kahleova, as evidências encontradas mostram que o metabolismo humano funciona com mais eficiência ao longo do dia.


Além disso, ela diz que quem deseja alcançar e manter um peso saudável e aumentar a função de insulina, pode fazer um intervalo de cinco e seis horas. A prática de exercícios e o consumo de vegetais também é uma forma comprovada pelos cientistas capaz de ajudar a emagrecer.

(Fonte: Minha Vida)

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