Doença do corpo que pode afetar a alma: a obesidade

Estudo realizado na Inglaterra conclui: Gordura pode causar tantas mortes quanto um terremoto

A obesidade se tornou uma ameaça à saúde tão disseminada que, até a metade deste século poderá reverter o longo e constante aumento da expectativa de vida no Mundo, sabidamente a epidemia de obesidade entre as crianças levará a um aumento das doenças cardíacas, derrame, diabetes e câncer- doenças que podem encurtar drasticamente o tempo de vida e eventualmente começarão a compensar os ganhos de longevidade promovidos pelos avanços na medicina.

Um novo estudo feito na Inglaterra poderá ter implicações no atual debate sobre a Previdência Social, ou seja o futuro fardo sobre a previdência não será tão grande quanto os Dirigentes dessa Nação tem alertado, porque os idosos não viverão tanto quanto o governo tem previsto, mas certamente as complicações relacionadas à obesidade aumentarão os gastos do governo com programas de saúde.

O aumento da expectativa de vida foi um dos maiores triunfos do século 20, à medida que os avanços foram ocorrendo, variando de vacinas a antibióticos até melhores condições sanitárias eram adicionados com isso três décadas ou mais ao tempo de vida médio em muitos países desenvolvidos, enquanto que em contra-partida guerras e pragas historicamente causavam perdas na expectativa de vida nacional, e o estudo retratou a obesidade disseminada como um cataclisma semelhante.

Ela pode ser comparada a um enorme maremoto avançando na direção do País disse com muita propriedade em Pesquisador da Universidade de Cambridge especialista em obesidade e um dos autores do estudo.

“Se você esperar, até pode ver o oceano avançando para a praia, e é nesse momento que será tarde demais para fazer algo para evitar o mal maior.”
A obesidade já está reduzindo a expectativa de vida na Inglaterra em até nove meses, revelou o estudo, e se esse dado pode parecer aparentemente trivial, o número significa que a obesidade já reduz a expectativa de vida mais do que homicídios, suicídios e acidentes fatais combinados, apesar de outras tendências continuarem empurrando o número para cima.

Mas eventualmente no século atual, à medida que milhões de crianças obesas envelhecerem, a obesidade poderá reduzir a expectativa de vida nesses País em dois a cinco anos, podendo sobrepujar as tendências positivas e resultar em uma queda líquida na expectativa de vida, previu o estudo, no entanto alguns especialistas em demografia disseram que o estudo é exageradamente pessimista, argumentando que o surgimento de novos tratamentos médicos, a dramática redução do número de fumantes, aliados a melhoria dos níveis de educação continuarão a empurrar a expectativa de vida para o alto pelo restante do século.

Os autores do estudo, no entanto, disseram que a reversão da longevidade descrita por eles não é inevitável, pois seria necessária uma “mudança fundamental” para reduzir a obesidade, incluindo reformas no cardápio das escolas e políticas de educação físicas, regulamentações mais severas na propaganda de alimentos, ampla educação nutricional e um maior gasto no tratamento da obesidade.

“Infelizmente, nós carecemos de qualquer coisa que lembre uma estratégia nacional para a obesidade infantil” ….

A expectativa de vida é o número médio de anos que um recém-nascido pode esperar viver, e foi baseado nisso é que no mês passado, as autoridades federais de saúde anunciaram que a expectativa de vida que em 2009 foi de 77,6 anos, em 1900, era de apenas 47,3 anos.

A expectativa de vida tem crescido nos últimos anos, à medida que os índices de morte por câncer e problemas cardíacos têm decrescido, porém devemos estar vigilantes, pois esse novo estudo prevê que esta tendência terminará de forma decrescente e constante nas próximas décadas..

Esse grupo de Pesquisadores acredita que a expectativa de vida continuará subindo por aproximadamente cinco a dez anos, mas depois disto, quando as crianças obesas começarem a chegar aos seus 20 e 30anos , a mortalidade induzida pela obesidade começará a ter impacto real sobre o futuro delas, além do que a expectativa de vida estagnará por algum tempo e então começará a declinar próximo da metade do século, apesar de terem afirmado no decorrer desse Estudo, ser difícil estimar precisamente quando isto acontecerá.

O rápido crescimento das taxas de obesidade, particularmente entre as crianças, é a principal força por trás da previsão, por que observou-se que a obesidade praticamente triplicou entre as crianças inglesas nas últimas três décadas, segundo estatísticas realizadas cuidadosamente por Pesquisadores naquele País..

Em 2010, mais de 15% das crianças dessa área com idade entre seis e dezenove anos eram obesas, e significativamente até os mais jovens também eram afetados, além do que cerca de 10% das crianças com idades entre dois a cinco anos eram obesas, o dobro de três décadas atrás, já no universo dos adultos houve um aumento incrivelmente real de de 50% por década entre 1990 e 2010.

Aproximadamente dois terços dos adultos ingleses atualmente estão acima do peso ou obesos.

Pessoas obesas enfrentam riscos elevados de doenças cardíacas, diabetes, câncer e outros males, interessante que um estudo anterior estimou que a obesidade reduz o tempo de vida entre cinco e 20 anos,se utilizando dessas informações esses pesquisadores pegaram este e outros dados sobre os riscos da obesidade e os combinaram com os dados demográficos para calcular que a expectativa de vida da Inglaterra seria quatro a nove meses maior em 2009 caso a obesidade tivesse sido eliminada.

Os pesquisadores previram que a obesidade reduzirá de vida na Inglaterra em dois a cinco anos, “aproximadamente o equivalente ao impacto e todos os cânceres combinados” disse o Coordenador desse Estudo.

O Dr.Albert Montgomery, um especialista em nutrição e epidemiologia da Escola de Saúde Pública de New Castle, e que não esteve envolvido no estudo, disse com muita propriedade, que os novos resultados deveriam servir como um chamado de despertar para os Ingleses da nova geração…
“Como uma sociedade, nós nos tornamos conscientes da epidemia de obesidade porém ainda não é tarde demais para fazermos algo a respeito, e evitarmos um mal maior para a nossa População….”

Uma Boa e Agradável Semana, com menos calorias, mais atividade física em CASA e consequentemente mais Saúde….

Como já foi citado é imprescindível para a avaliação dos nódulos a ultra-sonografia, punção por agulha fina e a cintilografia da tireóide, entre outros.
O tratamento das doenças da tireóide é direcionado de acordo com a doença apresentada: Para o hipotireoidismo, repõe-se, através de medicamentos, o hormônio que a glândula está sendo incapaz de produzir, que em geral e feita de forma definitiva ( “ad indifinitum” )

Para o hipertireoidismo, têm-se à disposição medicamentos, tratamento com iodo radioativo ou cirurgia.

Para os nódulos, pode-se fazer desde um acompanhamento apenas em observação, até cirurgia, tratamento com iodo radioativo ( se for do tipo “tóxico” ) ou injeções de álcool.

O Endocrinologista , ao suspeitar de uma doença tireoidiana, selecionará os exames necessários e o tratamento indicado para cada caso.

As doenças da tireóide são observadas frequentemente na clínica diária, podendo ocorrer em ambos os sexos e em várias faixas etárias.
Por esse motivo, a doença tireoidiana é pesquisada já ao nascimento ,através do teste do pezinho, além disso, recomenda-se a dosagem do TSH rotineiramente, nas mulheres acima de 50 anos (alguns já sugerem acima de 35 anos) e em todas as pessoas acima de 60 anos.

Sempre os problemas tireoidianos devem ser acompanhados pelo Especialista, ou seja o Endocrinologista, que certamente saberá orientar de forma adequada a melhor forma de investigar o seu problema, e quando diagnosticada uma Tireoideopatia, e o correto tratamento mais eficiente para corrigi-la, cirúrgico ou clinico.

(Fonte: Infonet)

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