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Obesidade é fator de risco para câncer de mama

Obesidade é fator de risco para câncer de mama

 

O câncer da mama é o que mais acomete as mulheres em todo o mundo. Em 2013, o Brasil registrou mais de 52 mil casos da doença. Porém, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), cerca de 30% dos diagnósticos podem ser evitados adotando-se medidas mais saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física e manutenção do peso ideal.

No Brasil, a mamografia, feita duas vezes ao ano para mulheres entre 50 a 69 anos, é a estratégia recomendada para a detecção precoce do câncer nas pessoas com risco padrão. E para pacientes com a doença no histórico familiar, recomenda-se o exame clínico da mama a partir de 35 anos.

O Inca e o Ministério da Saúde têm ampliado os alertas à população feminina e aos profissionais de saúde, preconizando que todas as mulheres devem conhecer os principais fatores de risco para o câncer de mama, a idade de maior risco de ocorrência da doença e seus mais frequentes sinais e sintomas. Obesidade — principalmente após a menopausa —, sedentarismo, sobrepeso, consumo de bebida alcoólica e exposição frequente a raios-x são alguns dos fatores que as mulheres devem observar.

Com o excesso de peso, o risco do tumor aumentar é muito maior, pois, com grande quantidade de células de gordura no corpo, maior será o volume de estrogênio, hormônio que serve de alimento para células cancerígenas.

Além dos exames de rotina, evitar a obesidade, por meio de dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos, é uma recomendação para prevenir o câncer de mama, já que o excesso de peso aumenta o risco de desenvolver a doença.

(Fonte: Folha CG/Adaptado)

 

Consumo de refrigerante cai ao sabermos o que temos de fazer para queimar as calorias

Consumo de refrigerante cai ao sabermos o que temos de fazer para queimar as calorias

 

Você tomaria uma garrafa de 500 ml de refrigerante se soubesse que teria de caminhar por 42 minutos para queimar as 210 calorias presentes na bebida? É este questionamento que especialistas norte-americanos esperam que as pessoas façam antes de comprar determinado alimento. Eles acreditam que a informação calórica do rótulo não faz sentido para a maioria dos consumidores e que seria mais impactante se houvesse dados sobre a queima das calorias nas embalagens.

Os pesquisadores da escola Bloomberg Johns Hopkins, nos Estados Unidos, realizaram o teste em seis lojas na cidade de Baltimore: fizeram uma conversão de calorias em exercícios em garrafas de 590 ml de refrigerante. Para queimar as 250 calorias, 50 minutos de corrida ou uma caminhada de cinco quilômetros seriam necessários.

E parece que os cientistas têm razão. Como resultado, depois de se depararem com a conversão, muitas pessoas optaram pela compra de bebidas mais saudáveis. O consumo médio de calorias ingeridas caiu de 203 para 179. A água, por sua vez, aumentou de 1% para 4% das compras.

(Fonte: Zero Hora)

Estudo mostra que mulheres podem comer hambúrguer, homens não!

Estudo mostra que mulheres podem comer hambúrguer, homens não!

 

A lista para as principais diferenças entre homens e mulheres, se feita, seria grande. No entanto, por mais diferenças que existam entre os sexos, um estudo do Instituto de Pesquisa em Diabete e Obesidade Cedar-Sinai, em Los Angeles, publicado na revista “Cell Reportes”, revelou mais uma:os cérebros masculinos e femininos sofrem reações de maneira completamente diferente em relação às refeições ricas em gordura.

A pesquisadora Deborah Clegg disse que, de acordo com os dados da pesquisa, o resultado para ingestão de gordura é melhor para mulheres do que para homens.

Ela conta ainda que a forma como é tratado os pacientes homens, deve ser alterada, procurando desencorajá-los ao consumo de hambúrguer, principalmente para aqueles que sofrem de doenças cardíacas ou diabetes tipo 2.

Dados anteriores já mostravam que as inflamações no cérebro, desequilíbrios ao nível de açúcar e aumento de inflamação em outras partes do corpo, incluindo tecidos gordurosos, estariam ligadas ao excesso de comida.

Esses efeitos podem aparecer particularmente em machos, pela ingestão de alimentos ricos em gordura.

A pesquisa mostrou ainda que, quando os cérebros dos machos entravam em estado inflamatório depois de comer muita gordura, eles sofriam também de redução da função cardíaca, efeitos que não foram encontrados nas fêmeas.

O teste que foi realizado em camudongos apresenta a diferença na resposta de receptores de estrogênio.

“Devemos começar a sugerir que o sexo seja levado em consideração nas dietas e que os homens devem ser mais monitorados para ingestão de gorduras”, diz pesquisadora Clegg.

(Fonte: O povo)

Bicho-de-pé light

Bicho-de-pé light

 

Tem hora que só um brigadeiro salva nossa vontade de comer um doce, não é mesmo? Então, quando bater esse sentimento, não pense duas vezes: vá para a cozinha! Essa receita de brigadeiro rosa, também conhecido como bicho-de-pé, tem só 35 calorias cada porção, metade da tradicional.

• Ingredientes:
½ envelope de gelatina de morango diet
2 xícaras (chá) de leite em pó desnatado
1 xícara (chá) de água
1 colher (sopa) de margarina light
½ xícara (chá) adoçante culinário
coco fresco ralado (coco ralado sem açúcar) a gosto

• Modo de Preparo:
Em uma panela antiaderente, coloque o leite em pó, a água, a margarina e o adoçante. Leve ao fogo brando mexendo continuamente até que comece aparecer o fundo da panela. Dissolva a gelatina em 60 ml de água quente e misture ao doce. Quando a mistura ficar com a consistência de brigadeiro, coloque em um prato untado com margarina. Deixe amornar, e depois leve à geladeira pra ficar firme. Unte as mãos com margarina, faça bolinhas com a massa e passe cada uma no coco ralado.

(Fonte: Revista Shape)
(Receita: Ronny Guedes de Araujo / Tal & Qual)
(Foto: Rodrigo Moreira/Colaborador)

Tomar café da manhã diminui desejo por doces ao longo do dia, aponta estudo

Tomar café da manhã diminui desejo por doces ao longo do dia, aponta estudo

 

É bastante comum entre os jovens pular o café da manhã, o que aumenta a fome durante o dia e facilita o ganho de peso. Agora, pesquisadores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos encontraram mais um motivo para insistir que os adolescentes não saiam de casa sem comer pela manhã: tomar café da manhã, principalmente quando a refeição é rica em proteína, pode reduzir os desejos por comida ao final do dia.

A pesquisa, liderada por Heather Leidy, analisou os efeitos de diferentes cardápios de café da manhã sobre os níveis de dopamina no cérebro, substância associada a sentimentos de impulso e recompensa, incluindo os desejos por comida. Ao medir os níveis de dopamina de mulheres jovens, com idade média de 19 anos, os pesquisadores descobriram que tomar café da manhã aumenta os níveis dessa substância no cérebro.

A pesquisadora explica que o ato de comer libera a dopamina, estimulando o sentimento de recompensa alimentar. Esse processo é importante porque ajuda a regular a ingestão de alimentos.

A pesquisa foi publicada no periódico Nutrition Journal.

(Fonte: Zero Hora)

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