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Receita de salada de macarrão light

Receita de salada de macarrão light

• Ingredientes:

250 g de macarrão tipo penne integral
5 colheres de sopa de maionese light
6 azeitonas verdes picadas
6 azeitonas pretas picadas
5 tomates cerejas cortados ao meio
1 xícara de queijo branco em cubos
½ xícara de nozes picadas
2 colheres de chá de salsinha picada
Folhas de manjericão para decorar
Azeite a gosto

• Modo de preparo:

Cozinhe o macarrão conforme as instruções da embalagem. Escorra e reserve até esfriar. Em uma tigela, junte o macarrão frio, a maionese, as azeitonas, o tomate cereja, as nozes, a salsinha e o queijo branco e misture bem. Coloque em uma travessa e decore com as folhas de manjericão e regue com azeite. Mantenha na geladeira até o momento do servir.

* Receita cedida pela Hellmann’s

(Fonte: Bolsa de Mulher)

 

Comer frutas e vegetais aumenta a felicidade

Comer frutas e vegetais aumenta a felicidade

 

Aumentar o consumo de frutas e vegetais pode te deixar mais feliz. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico American Journal of Public Health, comer oito porções de frutas e vegetais por dia pode levar as pessoas a uma mudança de bem-estar equivalente à observada em pessoas desempregadas quando conseguem um emprego.

Pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra, e da Universidade de Queensland, na Austrália, analisaram a dieta e o bem-estar de 12.385 adultos para compreender os efeitos psicológicos de comer mais frutas e legumes. Ao longo de dois anos de acompanhamento, os participantes relataram a quantidade consumida desses alimentos e informaram seu nível de satisfação com a própria vida, em uma escala de 0 a 10.

Os resultados mostraram que as pessoas que aumentaram seu consumo de frutas e verduras ao longo do estudo também apresentaram um aumento no nível de satisfação com a vida, de felicidade e bem-estar. Naqueles que saíram de um consumo zero de frutas e vegetais para oito porções diárias, o aumento na satisfação de vida foi equivalente ao de pessoas que saíram do desemprego.

Segundo os autores, houve um aumento no nível de felicidade para cada porção extra de frutas e legumes consumida por dia, até um limite de oito porções. Essa associação se manteve mesmo após serem considerados outros fatores, como mudança de renda e circunstâncias de vida. Os cientistas afirmam também que o contrário – pessoas que estão mais felizes com suas vidas passam a comer mais frutas e legumes – é improvável.

Embora não saibam explicar exatamente o porque dessa relação, os autores acreditam que o efeito seja causado pelos antioxidantes presentes nesses alimentos. Pesquisas anteriores sugerem que maiores níveis de pigmentos carotenoides, encontrados em legumes como a cenoura, por exemplo, estão associados a um aumento de otimismo. Outros estudos também sugerem que o aumento da ingestão de vitamina B12, também presente em frutas e vegetais, pode impulsionar a serotonina, um neurotransmissor que desempenha um papel importante na regulação do humor.

(Fonte: Veja/Adaptado)

 

Obesidade pode elevar riscos de problemas na gengiva, sugere estudo

Obesidade pode elevar riscos de problemas na gengiva, sugere estudo

Sobrepeso e obesidade podem elevar o risco de periodontite, segundo sugere um estudo apresentado em uma conferência da Associação Internacional de Pesquisa Dental (IADR). A periodontite é uma doença que começa com uma inflamação na gengiva e é caracterizada por danos no osso e nas fibras de sustentação dos dentes.

O estudo, coordenado pelo esquisador Marco Peres, da Universidade de Adelaide, na Austrália, avaliou 539 brasileiros de 31 anos de idade que passaram por exames periodontais em 2013.

A conclusão foi que ter sobrepeso elevou em 11% o risco de ter uma periodontite; ser obeso elevou esse risco em 22%. Já o risco de ter uma periodontite de moderada a severa foi 12% maior entre os participantes com sobrepeso e 27% maior entre os obesos.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

A urgência de ações de combate à obesidade infantil

A urgência de ações de combate à obesidade infantil

Doenças fatais, como problemas cardíacos, câncer, derrame e diabetes tipo 2, mais frequentemente afligem adultos, mas, muitas vezes, são consequências da obesidade infantil.

Dois novos estudos, feitos com mais de meio milhão de crianças na Dinamarca que foram acompanhadas por muitos anos, relacionaram um índice de massa corporal elevado nos pequenos a um risco aumentado de desenvolver câncer de cólon e sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) precoce na idade adulta. Os estudos, apresentados neste ano no Seminário Europeu de Obesidade em Gotemburgo, na Suécia, reforçam a importância de prevenir e reverter o ganho de peso excessivo em crianças e adolescentes.

Um estudo, com mais de 257.623 pessoas, feito pela Dra. Britt Wang Jensen e seus colegas do Instituto de Medicina Preventiva, em Bispebjerg, na Dinamarca, e do Hospital Frederiksberg em Copenhague, agrupou crianças de acordo com desvios-padrão de uma média de Índice de Massa Corporal (IMC), ajustado para idade e sexo.

Eles descobriram que cada unidade de aumento do excesso de peso aos 13 anos, geralmente correspondente a um incremento de dois a três pontos no IMC, ampliava o risco de desenvolver câncer de cólon em 9%, com risco de câncer do cólon sigmoide (a parte mais próxima do reto) aumentado em 11%.

O segundo estudo, envolvendo 307.677 dinamarqueses nascidos entre 1930 e 1987 e liderado pela Dra. Line Klingen Haugaard, usou um agrupamento semelhante de IMC. O risco de desenvolver um derrame no início da vida adulta aumentava 26% para mulheres e 21% para os homens para cada unidade em todas as fases da infância, mas, especialmente, aos 13 anos.

Embora nenhum dos estudos prove que o excesso de peso na infância - e não o fato de se estar acima do peso na idade adulta - seja responsável por maiores taxas de câncer e acidente vascular cerebral, crianças com sobrepeso estão muito mais propensas a se tornar adultos com excesso de peso, a menos que adotem e mantenham padrões mais saudáveis de alimentação e exercícios.

Segundo a Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente, a obesidade se desenvolve com maior frequência a partir de 5 ou 6 anos de idade, ou durante a adolescência, e os estudos têm demonstrado que uma criança obesa entre as idades de 10 e 13 tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso.

(Fonte: Estadão)

Baixo consumo de água aumenta risco de obesidade

Baixo consumo de água aumenta risco de obesidade

Faz tempo que a ciência conhece os benefícios do consumo de água para uma boa saúde. Agora, um novo estudo sugere que até a obesidade pode estar relacionada à ingestão inadequada do líquido. De acordo com a pesquisa, publicada recentemente no periódico científico Annals of Family Medicine, pessoas que tomam pouca água diariamente correm um risco 50% maior de ficar acima do peso, em comparação com aquelas que ingerem a quantidade ideal.

Pesquisadores da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, analisaram 9.528 adultos, com idade entre 18 e 64 anos, participantes de uma pesquisa nacional realizada pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês). Os dados incluíam informações sobre a dieta, ingestão de água e nível de hidratação dos participantes, medido por meio da concentração da urina.

Os resultados mostraram que cerca de 33% dos participantes não estavam adequadamente hidratados. Além disso, as pessoas que estavam desidratadas tendiam a ter um índice de massa corporal (IMC) maior do que as hidratadas. De acordo com os autores, embora a associação entre hidratação e peso não esteja clara, ela vai ao encontro das recomendações atuais, que afirmam que manter-se hidratado pode ajudar a perder peso, já que, muitas vezes, o corpo interpreta a sensação de sede como fome.

Outra possível explicação para o fenômeno, segundo os autores, é que pessoas obesas precisam de mais água para manter-se hidratadas do que aquelas com um corpo menor. Isso faz com que tenham mais dificuldade de alcançar um nível adequado de hidratação. Mas estudos anteriores já mostraram que pessoas com sobrepeso que tomam água antes das refeições ingerem menos calorias do que aquelas que não têm esse hábito. Isso sugere que a água desempenha um papel importante no controle do peso.

“Há muito foco na alimentação e no exercício físico, mas outros fatores influenciam na perda de peso. Nossas descobertas sugerem que a hidratação pode merecer mais atenção quando se pensa em tratar a obesidade. Além disso, manter-se hidratado é bom para a saúde de qualquer forma.”, afirmou Tammy Chang, principal autora do estudo.

O corpo precisa de água para funcionar corretamente. Atividades corporais, como a respiração, a transpiração, a urina e os movimentos peristálticos gastam bastante água. Por isso, o líquido precisa ser constantemente reposto para que o corpo se mantenha hidratado. Embora a quantidade de água necessária para isso varie de acordo com a idade, peso e nível de atividade física de cada indivíduo, recomenda-se que um adulto ingira entre 2,7 e 3,7 litros de líquidos por dia, provenientes de bebidas (de preferência água) e alimentos.

A falta de água pode levar à desidratação, o que pode alterar sua saúde física, emocional e mental. Diversos estudos relacionaram a desidratação a danos na memória, no humor, nos rins, cansaço, dor de cabeça, constipação, e, em casos severos, pode levar à morte.

Mas como saber se você está hidratado? “A sensação de sede é a maneira mais simples de saber se o seu corpo necessita de mais água. Sua boca fica seca e você pode sentir-se cansado ou menos alerta. No entanto, as pessoas frequentemente confundem esses sintomas com outros impulsos como fome ou fadiga em geral”, disse Tammy.

Diante disso, a autora afirma que a forma mais confiável de saber se você está corretamente hidratado é pela cor da urina. Se ela estiver clara, quase da cor da água, você está adequadamente hidratado. Mas se sua urina estiver escura, é preciso tomar mais água.

(Fonte: Veja Saúde/Adaptado)

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