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Estudo relaciona quantidade de horas sentado a risco de obesidade

Estudo relaciona quantidade de horas sentado a risco de obesidade

Levante já essa bunda da cadeira. Embora não seja nenhuma novidade, mais um estudo provou que passar tempo demais sentado não é nada bom para a saúde. Quem sabe esse pode ser o estímulo que você precisa para se mexer mais em 2017.

Dessa vez, pesquisadores do Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos concluíram que, quanto mais tempo se passa sentado, maior a tendência à obesidade, independente de qualquer outro fator, como algum nível de atividade física.

Os resultados, publicados na última semana de 2016 no site da instituição, foram mais evidentes para homens do que para mulheres.

O estudo analisou a quantidade de horas sobre uma cadeira no trabalho, sofá ou escola de 4.486 homens e 1.845 mulheres, com entre 20 e 79 anos. Eles também mediram a circunferência abdominal de cada um e seus percentuais de gordura.

Os maiores índices foram necessariamente encontrados nos corpos dos voluntários que passavam mais tempo sentados. Para surpresa dos pesquisadores, outros índices como o colesterol e a glicose não pareceram estar relacionado ao hábito.

Talvez o achado esteja relacionado a rotinas mais ativas por parte das mulheres. Segundo os pesquisadores, quase a metade dos homens disse passar 3/4 do dia sentado, enquanto apenas 13% das mulheres relatou o mesmo. No entanto, mesmo mulheres que passavam longas horas sentadas ainda apresentavam níveis menores de obesidade do que os homens.


(Fonte: Metrópoles)

 

Excesso de peso: saiba quando a culpa é da genética

Excesso de peso: saiba quando a culpa é da genética

“Ela não engorda de ruim que é!” Quem vive em guerra com a balança costuma reagir com irritação diante de uma pessoa magra comendo tudo que tem vontade. E é verdade que por trás dessa proteção contra o ganho de peso existe um defeito, um metabolismo ineficiente que desperdiça muita energia e acaba se transformando em uma grande vantagem nestes tempos de abundância de alimentos e estilo de vida sedentário.

Qual o papel da genética nisso tudo? Estudos com gêmeos idênticos e não idênticos indicam que metade da variação de peso na espécie humana está ligada aos genes, restando a outra metade para os fatores ambientais.
Até a distribuição do tecido adiposo pelo corpo é determinada geneticamente.

Algumas alterações genéticas podem levar a quadros graves de obesidade, mas felizmente são muito raras. Exemplos disso são os defeitos nos genes da leptina e do receptor MC4. Outras são mais frequentes, mas levam a um ganho de peso bem menor. A alteração do gene FTO, que faz o portador ganhar em média 3 quilos e aumentar seu risco de ficar obeso em 60. A simples prática de exercícios físicos pode reverter esse risco genético. O problema é que muita gente pode carregar diversas dessas mutações envolvendo vários genes relacionados com o ganho de peso, tornando necessário um tratamento com remédios ou mesmo a cirurgia bariátrica.

Para complicar um pouco mais esse cenário, surgiu a epigenética. que estuda a transmissão de alterações ocorridas com os pais para os filhos, sem envolver mudanças no DNA. A genética seria o hardware da informática e a epigenética, o software. Algumas pesquisas têm apresentado resultados bastante surpreendentes. Experiências com ratinhos já mostraram, por exemplo, que, quando o pai é submetido a uma dieta rica em gorduras, isso leva a alterações epigenéticas que são transmitidas a seus filhos, expondo-os a um maior risco de desenvolver obesidade. Para evitar inteiramente a possibilidade de interferência por fatores ambientais, foi eliminado qualquer contato entre pai e filho, por meio da técnica de inseminação artificial. A gordura em excesso na alimentação provocou alterações epigenéticas, no software do espermatozoide, que induziram excesso de peso nos descendentes.

Já se sabia que fatores genéticos influenciam a resposta do organismo a fatores ambientais. Com a epigenética, descobriu-se que os fatores ambientais também podem determinar alterações no organismo que são transmitidas a gerações futuras.

A medicina de hoje ainda não consegue modificar genes, mas uma novidade promete ajudar os médicos e profissionais de saúde a entender melhor o perfil genético dos pacientes que procuram um tratamento para emagrecer. Através de uma amostra de saliva, já se consegue identificar um grande número dessas alterações nos genes, o que pode ajudar na escolha de um programa de tratamento individualizado, aumentando com isso a probabilidade de sucesso na perda de peso e na sua manutenção.

(Fonte: Veja)

Alimentação com menos sal poderia salvar milhões de vidas, diz estudo

Alimentação com menos sal poderia salvar milhões de vidas, diz estudo

Uma redução de 10% no consumo de sal permitiria salvar milhões de vidas, revela um estudo publicado nesta quarta-feira (11) pelo "The British Medical Journal" (BMJ).

Os investigadores calculam que campanhas governamentais podem deter a importante mortalidade ligada ao consumo excessivo de sal pela quantia módica de 10 centavos de dólar por pessoa.

O sal aumenta o risco de hipertensão e de doenças cardiovasculares.

A maioria dos adultos consome mais sal do que o recomendado, além do limite de 2 gramas por dia, o que permite que 1,65 milhão de pessoas morram de doenças cardíacas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Até agora, poucos países avaliaram o custo da estratégia pública para tentar reduzir o consumo de sal. Um grupo de investigadores, dirigidos por Dariush Mozaffarian, calculou este custo em 183 países, atuando de forma coordenada com a indústria.

Os cientistas também avaliaram o número de anos de saúde perdidos. Com a redução do consumo de sal em um período de 10 anos, seria possível evitar perder anualmente 5,8 milhões de anos de boa saúde, ou 1,13 dólar por pessoa.

O custo dos anos ganhos equivale ao que atualmente se gasta em medicamentos para prevenir doenças cardiovasculares, destacam os pesquisadores.

(Fonte: G1)

•Berinjela recheada

•Berinjela recheada

-INGREDIENTES
1 berinjela cortada em fatias finas
1 tomate fatiado
3 colheres (sopa) de ricota fresca light
1 colher (café) de pimenta síria
1 colher (sopa) de cebolinha verde picada
3 azeitonas pretas
Sal a gosto

-MODO DE PREPARO
Berinjela
Ponha as fatias de berinjela em uma grelha.
Salpique sal e pimenta e deixe grelhar por três minutos de cada lado.
Reserve.
-RECHEIO
Em um bowl, misture a ricota e a cebolinha.
Tempere com a pimenta síria e sal.
Reserve.

-MONTAGEM
Em uma fatia de berinjela grelhada, coloque uma rodela de tomate e uma colher de ricota temperada.
Feche dobrando a fatia de berinjela.
Coloque uma azeitona por cima.
Sirva imediatamente

Rendimento: 3 porções.

(Fonte: Lucilia Diniz)

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