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Cuscuz low carb com pinhão

Cuscuz low carb com pinhão

- INGREDIENTES
1 xícara (chá) de couve-flor ralada 1 colher (sopa) de ervilha 1 colher (sopa) de sementes de abóbora 5 unidades de pinhão triturados 1 colher (sopa) de goji berry 1 colher (sopa) de uva-passa 1 fio de azeite de oliva 1 pitada de leite dourado • sal a gosto • ervas frescas a gosto (alecrim, cebolinha, manjericão) • açafrão-da-terra (ou cúrcuma) a gosto • cominho (alcarávia ou kümmel) a gosto • curry (ou caril) a gosto.

- MODO DE PREPARO
Refogue a couve-flor no azeite. Acrescente o sal, a ervilha, a semente de abóbora, os temperos e o restante dos ingredientes. Sirva com um fio de azeite.

(Fonte: M de Mulher)

 

Ser obeso sem doença metabólica associada não aumenta risco de morte, indica estudo

Ser obeso sem doença metabólica associada não aumenta risco de morte, indica estudo

Obesos que não tenham diagnóstico de diabetes ou hipertensão teriam um risco reduzido de morte; especialistas contestam a pesquisa

Ser obeso, mas sem nenhuma outra doença metabólica associada, como hipertensão ou diabetes, não aumentaria o risco de morte, segundo novo estudo divulgado na última semana pelo periódico científico Clinical Obesity. Para chegar a esse resultado, foram analisados os dados de mais de 54 mil pacientes, entre homens e mulheres, de cinco outras pesquisas, comparando o risco de mortalidade entre os obesos e os não obesos.

Embora os dados tenham surpreendido a população, entre os médicos especialistas essa não é uma grande novidade. Estima-se que entre 30% a 35% dos obesos  estejam enquadrados em um tipo de obesidade chamada de metabolicamente sadia — cujo risco de mortalidade não é muito diferente daquele entre indivíduos magros.

A condição de obesidade metabolicamente saudável não é algo estável e pode evoluir para uma síndrome metabólica, dependendo do ganho de peso do indivíduo e do tempo em que ele permanecer acima do peso. 

Outras condições
Mesmo que o risco de mortalidade seja considerado reduzido entre esses indivíduos sem doenças metabólicas associadas, a obesidade está comprovadamente relacionada ao aumento no caso de outras condições. Listam diferentes tipos de câncer, problemas nas articulações, fígado gorduroso, insuficiência cardíaca, casos de apneia do sono, pedras na vesícula, além de condições psicológicas, como ansiedade e depressão.

(Fonte: Gazeta do Povo/Adaptada)) 

Dica de quarta: De volta à rotina

Dica de quarta: De volta à rotina

Utilização de antidepressivos e incidência de ganho de peso durante 10 anos de seguimento: estudo publicado pelo BMJ

Utilização de antidepressivos e incidência de ganho de peso durante 10 anos de seguimento: estudo publicado pelo BMJ

A obesidade está associada à depressão, que é particularmente comum em pacientes com obesidade grave. O tratamento antidepressivo também pode estar associado ao ganho de peso, por meio de mecanismos que são apenas parcialmente compreendidos. A alta prevalência atual de uso de antidepressivos pode ter impactos potencialmente importantes na saúde pública através da associação com o ganho de peso corporal, mas a natureza desta associação é mal descrita.
O presente estudo de coorte de base populacional, realizado no Reino Unido, utilizou dados do UK Clinical Practice Research Datalink, coletados entre 2004 e 2014 e envolveu 136.762 homens e 157.957 mulheres com três ou mais registros do índice de massa corporal (IMC). O objetivo foi avaliar a associação a longo prazo entre prescrição de antidepressivos e peso corporal.

Os principais desfechos foram prescrição de antidepressivos, aumento ≥ 5% no peso corporal e transição para sobrepeso ou obesidade. Razões de taxa ajustadas foram estimadas a partir de um modelo de Poisson ajustando para idade, sexo, registro de depressão, comorbidade, coprescrição de antiepilépticos ou antipsicóticos, privação, tabagismo e aconselhamento sobre dieta.

No ano de entrada do estudo, 17.803 (13,0%) homens e 35.307 (22,4%) mulheres com idade média de 51,5 anos (DP 16,6 anos) receberam prescrição de antidepressivos. Durante 1.836.452 pessoas-ano de acompanhamento, a incidência de novos episódios de ganho de peso ≥5% em participantes que não receberam prescrição de antidepressivos foi de 8,1 por 100 pessoas-ano e em participantes para os quais foram prescritos antidepressivos foi de 11,2 por 100 pessoas-ano (razão de taxa ajustada 1,21, intervalo de confiança de 95%: 1,19 a 1,22, P<0,001).

O risco de ganho de peso permaneceu aumentado durante pelo menos seis anos de acompanhamento. No segundo ano de tratamento, o número de participantes tratados com antidepressivos por um ano para um episódio adicional de ganho de peso ≥5% foi de 27 (IC 95%: 25 a 29).

Em pessoas que estavam inicialmente com peso normal, a razão da taxa ajustada para transição para sobrepeso ou obesidade foi de 1,29 (1,25 a 1,34); em pessoas que estavam inicialmente com sobrepeso, a razão da taxa ajustada para a transição para a obesidade foi de 1,29 (1,25 a 1,33). As associações podem não ser causais e a confusão residual pode contribuir para a superestimação de associações.

O estudo concluiu que a utilização generalizada de antidepressivos pode estar contribuindo para o aumento do risco a longo prazo de ganho de peso em nível populacional. O potencial para ganho de peso deve ser considerado quando o tratamento antidepressivo é indicado.

(Fonte: News Med) 

Inhame: por que o alimento é aliado das mulheres

Inhame: por que o alimento é aliado das mulheres

Estudos mostram que a raiz é capaz de melhorar a libido, aumentar a fertilidade e amenizar as cólicas menstruais. Isso tudo sem o risco de engordar!

No Norte e no Nordeste do nosso país, o inhame faz parte do cardápio diário. Por lá, esse tubérculo está presente até no café da manhã. Mas deveria ser item obrigatório na dieta de todo brasileiro, especialmente das mulheres, e em qualquer idade. Só para listar alguns benefícios: ameniza cólicas menstruais e outros sintomas da TPM, reforça as defesas do organismo e estimula a libido. O inhame ainda tem ação anti-inflamatória e, por isso, deixa o corpo menos suscetível a acumular líquido e toxinas. Isso significa tirar da frente a gordura extra acumulada na cintura.

Menos TPM
Mas o que mais chama atenção dos especialistas é a capacidade de o tubérculo equilibrar os níveis de progesterona. E, com isso, amenizar os sintomas da TPM (cólica, irritação, ansiedade) e da menopausa (ondas de calor, secura vaginal), além de reduzir o risco de perda óssea.

O poder anti-inflamatório do inhame também vem daí: a progesterona impede que hormônios favoráveis ao acúmulo de toxinas – e, consequentemente, à inflamação das células e do organismo em geral – entrem em ação.

A dose certa
Quanto consumir para obter os benefícios? Por ser fonte de carboidrato, deve substituir o pão no café da manhã ou o arroz no almoço ou jantar. Você também pode experimentar o creme de inhame com espinafre. 

Fique tranquila em relação à balança: o inhame tem índice glicêmico baixo e, por isso, oferece um risco 50% menor de elevar o açúcar no sangue. 

Rico em betacaroteno, vitaminas complexo B, cálcio e potássio, o inhame ainda auxilia na saúde dos ossos e na manutenção dos tecidos, além de aumentar as nossas defesas. Pronta para fazer do tubérculo seu aliado?

(Fonte: Boa Forma/Adaptada) 

 

 

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