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Receita: estrogonofe de berinjela

Receita: estrogonofe de berinjela

 

Confira a receita, que a Dra. Manoela Galvão Ramos separou para você!

• Estrogonofe de berinjela •

- Rendimento: 6 porções

- Tempo de preparo: 40 minutos

- Calorias por porção: 180 calorias

* Ingredientes

- 2 berinjelas médias picadas
- 3 dentes de alho picados
- 4 col. (sopa) de azeite
- 1 cebola média picada
- Páprica e sal a gosto
- 1 pacote de molho de tomate
- 1 pitada de açúcar
- 1 pote de creme de leite
- 1 col. (sobremesa) de molho inglês
- 1 xíc. (chá) de cheiro-verde picado

* Modo de fazer

Deixe os cubos de berinjela de molho por dez minutos em um recipiente com água e vinagre para tirar o gosto amargo. Em uma panela, refogueo alho no azeite até dourar. Em seguida, acrescente a cebola e a berinjela. Tempere com páprica e sal a gosto. Deixe no fogo por cerca de cinco minutos. Cuidado para não deixar a mistura mole demais. Acrescente o molho de tomate e, usando sua embalagem como medida, acrescente meio pacote de água. Coloque o açúcar e deixe ferver. A seguir, adicione o creme de leite, a mostarda e o molho inglês e mexa até engrossar. Finalize com o cheiro-verde e sirva o estrogonofe em seguida.

(Fonte: Corpo a Corpo)

 

Obesidade pode dificultar gravidez

Obesidade pode dificultar gravidez

 

A obesidade é um dos piores problemas de saúde da sociedade moderna. No Brasil, o excesso de peso entre mulheres saltou de 28,7% para 48% entre 2008 e 2009. Embora a maioria das pacientes obesas não seja infértil, pode-se dizer que esse grupo tem menos chances de conceber por ciclo, enfrentando mais distúrbios no eixo hipotálamo-hipófise-ovário, no ciclo menstrual, além de ter até três vezes mais chances de sofrer de anovulação.

As pacientes obesas e com sobrepeso têm um nível elevado de leptina - hormônio associado à dificuldade de engravidar. Também o processo de implantação e resposta ao tratamento pode ser mais demorado. Por isso, é importante a paciente perder peso antes de dar início a um tratamento para engravidar. Em muitos casos, a perda de peso - depois de uma modificação radical no estilo de vida e de se alimentar, ou ainda depois de uma cirurgia bariátrica - pode contribuir muito para restaurar o ciclo menstrual e a ovulação, aumentando as chances de concepção.

Nossos estudos, no Instituto Sapientiae, revelam que pessoas que modificaram seus hábitos alimentares - reduzindo o consumo de fast food e bebidas alcoólicas - durante o tratamento de fertilização assistida, duplicaram suas chances de engravidar. A propósito, a fast food faz muito mal à saúde como um todo e tem levado a um aumento sem precedentes dos casos de obesidade e diabetes, impactando também o potencial de um casal gerar um bebê. Além das carnes que levam hormônios para ficarem mais tenras, os alimentos que levam gordura trans na composição representam um verdadeiro perigo para a saúde, podendo comprometer as futuras gerações.

O diabetes tipo 2, por exemplo, geralmente está associado à obesidade e resistência à insulina. Essas duas condições podem causar deficiência hormonal na mulher, assim como ciclo menstrual irregular e infertilidade. Já o diabetes tipo 1, que normalmente acomete pacientes jovens, ocorre quando as células no pâncreas que produzem insulina são destruídas por anticorpos. Esse processo também pode se estender a outros órgãos endócrinos - incluindo os ovários - e impossibilitar a gravidez.

Por fim, é importante saber que gestantes que não mantêm o diabetes bem controlado nas primeiras semanas de gravidez têm entre duas e quatro vezes mais chances de gerar uma criança com defeitos genéticos, estão mais sujeitas a hemorragias, abortos e partos prematuros. Também a fertilidade masculina é impactada pela obesidade e o diabetes, que resultam em maior quantidade de material defeituoso e, consequentemente, podem levar à infertilidade, problemas de gestação e abortos espontâneos, principalmente quando o paciente não sabe que está diabético. Estudos apontam que a cada seis casais em que um dos cônjuges é portador do diabetes tipo 2, pelo menos um precisa recorrer a técnicas de fertilização assistida.

(Fonte: info.abril)

Notícia boa! Chegamos aos 2.000 amigos!

Notícia boa! Chegamos aos 2.000 amigos!

Diabéticos obesos têm nova indicação de cirurgia bariátrica

Diabéticos obesos têm nova indicação de cirurgia bariátrica

 

Novas recomendações do National Institute for Health and Care Excellence – Nice, do Reino Unido, sugerem que pacientes diabéticos tipo 2 com índice de massa corpórea (IMC) de 30 podem ser elegíveis à cirurgia bariátrica ou metabólica.

O órgão é o primeiro a sugerir a redução dos parâmetros. Até então, apenas pacientes com IMC acima de 35 e duas comorbidades, ou pacientes com IMC superior a 40, poderiam passar pelo procedimento. A recomendação foi realizada levando em conta o crescente número de diabéticos registrado nos últimos dez anos no Reino Unido. Essa sugestão de diretriz, a qual não é final, passará por consulta pública durante o período de um mês. Sua publicação deverá acontecer em novembro.

Diferentes estudos vêm confirmando que a cirurgia bariátrica/ metabólica pode gerar resultados além da perda de peso. Um estudo realizado no Brasil e publicado na revista científica Diabetes Care, com acompanhamento dos pacientes por até seis anos, demonstrou que a cirurgia bariátrica/ metabólica melhora o diabetes tipo 2 em pacientes com IMC de 30 a 35.

Um estudo publicado recentemente no Journal of the American Medical Association (Jama) reforçou as evidências de que o procedimento é eficaz no tratamento do diabetes tipo 2, mesmo em longo prazo. Segundo a pesquisa, a cirurgia aumenta a chance de regressão do diabetes e diminui as complicações da doença quando comparada ao tratamento com medicamentos.

(Fonte: Zero Hora)

Obesos com problemas cardíacos vivem mais, diz estudo

Obesos com problemas cardíacos vivem mais, diz estudo

 

Um estudo da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, concluiu que pessoas obesas com problemas no coração podem, na verdade, viver mais do que os pacientes magros. Os especialistas afirmaram que os riscos de ataque cardíaco e morte causada por complicações cardiovasculares é maior em pacientes sem histórico de sobrepeso. As informações são do site inglês Daily Mail.

Isso acontece devido ao "paradoxo da obesidade", como dizem os médicos. Por um lado, o excesso de peso e hábitos alimentares inadequados causam o aumento dos níveis de açúcar no sangue, pressão alta, colesterol alterado e diabetes. Por outro, o tratamento para todas estas doenças exige que os pacientes consumam doses muito mais altas e frequentes de medicação para controlar a pressão sanguínea e colesterol do que as pessoas magras que não têm nenhum destes diagnósticos. Assim, estes remédios acabam por "proteger" o coração, mesmo que ele tenha sido danificado anteriormente pelo excesso de gordura.

Além disso, estes pacientes tendem a passar por pequenas intervenções cirúrgicas, como marca-passo, e ficarem mais tempo em repouso do que as pessoas mais magras e ativas.

A pesquisa reuniu informações de 36 estudos prévios feitos com milhares de pessoas com doenças cardíacas. A conclusão indicou que pessoas com IMC abaixo de 20 tinham entre 1,8 e 2,7 mais chance de terem um ataque cardíaco e morte por problemas do coração.

Além disso, eles notaram que as complicações e mortes destas doenças em pacientes com IMC superior a 25 eram ainda menores do que donos de IMC 20. Pessoas com IMC superior a 35 tinham as menores taxas de chance de morte: registravam 27% menos chance de risco de morte do que pessoas com índice normal.

(Fonte: Terra)

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