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Incluir 10 gramas por dia de fibras na alimentação ajuda intestino e coração

Incluir 10 gramas por dia de fibras na alimentação ajuda intestino e coração

 

O brasileiro consome em média 15 gramas de fibras por dia, enquanto o recomendado são 25 g. Por isso, incluir 10 g diárias na sua alimentação pode fazer bem para o intestino, para a saciedade e até para o coração, reduzindo o colesterol ruim. Atualmente, a indústria já acrescenta fibras em produtos como refrigerante, molho de tomate, barrinhas de cereais e até doces como sorvetes, bolos e geleias.

Os especialistas também diferenciaram as fibras solúveis das insolúveis. As primeiras são mais comuns em frutas como laranja, goiaba e maçã, mas também estão presentes em leguminosas como lentilha e feijão, em hortaliças e cereais. Já as insolúveis são encontradas em verduras, legumes, grãos integrais como arroz, macarrão e pães, e farelos de cereais como milho e trigo.

Ao substituir duas fatias de pão francês por pão integral de forma, passamos de 1,6 grama de fibra para 3,4 gramas. E acrescentando uma colher de sopa de aveia à nossa alimentação, ganhamos mais 2,5 gramas.

Veja as quantidades de fibras presentes na(o):
Laranja pera (com bagaço e sem casca) - 2,5 g em 100 g
Suco de laranja pera (sem adição de água) - 0,5 g em 220 ml
Maçã gala com casca - 2,4 g em 100 g
Maçã gala sem casca - 1,3 g em 100 g
Abobrinha cozida com casca - 1 g em 100 g
Abobrinha cozida sem casca - 0,4 g em 100 g
Pêssego com casca - 1,5 g em 100 g
Pêssego sem casca - 0,9 g em 100 g

(Fonte: Bem Estar / Adaptado)

 

Os 10 tipos de câncer mais relacionados à obesidade

Os 10 tipos de câncer mais relacionados à obesidade

 

A população mundial está engordando. Pelo menos 2,1 bilhões de pessoas em todo o mundo têm sobrepeso. Para além dos problemas estéticos, uma população mais pesada corre riscos maiores de sofrer problemas de saúde como pressão arterial alta e diabetes. De acordo com as conclusões de um novo estudo, conduzido por pesquisadores da London School of Hygiene &Tropical Medicine e do Farr Institute of Health Informatics, um alto índice de massa corporal está também associado ao desenvolvimento dos 10 tipos de câncer mais comuns, como câncer de útero, de cólon, de mama, de tireoide e leucemia.

O índice de Massa Corporal (IMC) é uma medida internacionalmente usada para avaliar se uma pessoa está no seu peso ideal. Para isso, ela estabelece uma relação entre altura e peso – tome a sua altura (meus 1,79, por exemplo) e eleve ao quadrado. Divida seu peso pelo resultado da multiplicação e terá seu IMC. Meus 65 quilos, por exemplo, resultam em um IMC de 20,3.

Segundo a OMS, o índice de uma pessoa saudável varia entre 18 e 25. Ao longo dos anos, diversos estudos já tentaram estabelecer a conexão entre obesidade e alguns tipos de câncer. O estudo desenvolvido pelos britânicos, no periódico científico Lancet, é o maior do gênero já realizado.

O sobrepeso é responsável por 41% das ocorrências de câncer de útero e por 10% ou mais das ocorrências de câncer de vesícula, cólon, rim e fígado. Cada acréscimo de 5kg/m² aumenta em 62% as chances de alguém desenvolver câncer de útero; de vesícula em 31%; de rim em 25%; de cólo do útero em 10%; de tireoide em 9% e leucemia em 9%.

Ter um índice de massa corporal alto também aumenta os riscos de câncer de fígado em 19%; de cólon em 10%; de ovário em 9% e de câncer de mama em 5% - mas o efeito da obesidade nesses casos variou de acordo com as características de cada pessoa. Maiores índices de massa corporal aumentam os riscos de câncer de mama em mulheres após a menopausa, por exemplo. Em mulheres jovens, o efeito é nulo – mais peso não significa maior risco de ter esse câncer em especial. Estima-se que, se o índice de massa corporal médio da população britânica continua a crescer no ritmo atual, haverá um acréscimo de 3790 mil casos de câncer a cada ano.

A esperança dos pesquisadores é de que seu estudo incentive a promoção de políticas de combate à obesidade. Em um comentário anexado ao estudo, Peter Campbell, da Sociedade Americana de Câncer, afirmou que é urgente a implementação de políticas públicas que estimulem a atividade física e a adoção de dietas mais saudáveis pela população: “Nós temos evidências suficientes de que a obesidade causa sofrimento desnecessário e morte por diversas formas de câncer. Não é preciso mais pesquisas para justificar, ou mesmo demandar mudanças de políticas focadas na redução da obesidade e sobrepeso”.

(Fonte: Época)

Bolo integral de banana

Bolo integral de banana

 

Sexta é o dia que a Dra. Manoela Galvão Ramos separa uma receita especial para o seu fim de semana. Confira!

• Bolo integral de banana

- INGREDIENTES
4 ovos inteiros
6 bananas caturra cortadas em rodelas
1/2 xícara de chá de óleo de canola
1/2 xícara de leite desnatado
1 xícara de chá de farinha de trigo integral
1 xícara de chá de aveia
2 xícaras de chá, não muito cheias, de açúcar mascavo.
canela para salpicar
1 colher de sopa de fermento em pó

- Tempo de preparo: 1h
- Rendimento: 12 porções

- MODO DE PREPARO
Bata todos os ingredientes no liquidificador com apenas 1 banana, coloque em forma untada com óleo e farinha.
Ponha as rodelas de banana sobre essa massa e salpique com canela.
Assar em forno pré-aquecido, a 180° por aproximadamente 50 minutos.

Informações Adicionais:
A banana caturra é conhecida em algumas regiões por banana nanica.

(Fonte: Tudo Gostoso)

Pesquisa adverte que obesidade aumenta risco de câncer

Pesquisa adverte que obesidade aumenta risco de câncer

 

O sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de desenvolver dezenas de tipos de câncer, incluindo o de útero, vesícula biliar, rim, fígado e cólon, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira na revista médica britânica The Lancet.

Realizado por cientistas da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, o estudo foi feito com mais de 5 milhões de britânicos de 16 anos, com índice de massa corporal (IMC) conhecido. Eles acompanharam sua evolução durante sete anos e meio.

O IMC é a relação entre altura e peso. Um índice superior a 30 é considerado indício de obesidade em um adulto. Um índice situado entre 25 e 30 é considerado indicador de sobrepeso.

Ao estudar os 167.000 casos de câncer observados nesta população, os cientistas estabeleceram um vínculo entre o IMC e 17 dos 22 tumores observados com maior frequência no Reino Unido.

Cada aumento de peso de cinco pontos do IMC pode estar associado a um risco ampliado de vários tipos de câncer, sendo o de útero o mais frequente, com um aumento do risco de 62%, à frente do de vesícula biliar (31%), de fígado (25%), de colo do útero (10%), de tiroide (9%) e a leucemia (9%).

Os IMC muito altos também aumentam o risco global do câncer de fígado (19%), cólon (10%) e ovários (9%).

Com base nesses resultados, os cientistas estimam que na Grã-Bretanha 12 mil casos de câncer anuais possam estar vinculados à obesidade e a sobrepeso.

Se a epidemia de obesidade se mantiver no ritmo atual, com alta de um ponto de IMC a cada 12 anos, poderá haver 3.800 casos de câncer adicionais por ano no país.

(Fonte: Info)

Apneia do sono e obesidade

Apneia do sono e obesidade

 

A obesidade pode gerar doenças graves que, se não forem diagnosticadas e tratadas a tempo, podem levar à morte.

A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) é uma doença crônica, progressiva e incapacitante que faz com que os seus portadores apresentem altas taxas de mortalidade cardiovascular, portanto, o diagnóstico e o tratamento adequado são essenciais. Pessoas de todas as idades podem sofrer com esse problema, mas a doença é mais frequente em homens obesos entre os 40 e 60 anos e em mulheres que já entraram na menopausa.

Os principais sintomas noturnos da SAOS incluem roncos, pausas respiratórias, sono agitado com múltiplos despertares, necessidade de acordar para urinar e sudorese. As pausas respiratórias, que ocorrem várias vezes durante o sono, são definidas como uma parada (apneia) ou redução (hipopneia) da passagem de ar pelas vias aéreas superiores, com duração de, pelo menos, 10 segundos.

As noites de sono maldormidas atrapalham muito o rendimento durante o dia a dia, causando sonolência constante, cefaleia matinal (dor de cabeça), déficits neurocognitivos, alterações de personalidade, redução da libido, sintomas de depressão e ansiedade.

O diagnóstico de confirmação é estabelecido pela polissonografia, que fornece critérios sobre a gravidade da doença. A polissonografia é um exame que permite testar durante o sono os potenciais elétricos da atividade cerebral e dos batimentos cardíacos, os movimentos dos olhos durante o sono, a atividade muscular, o esforço respiratório, a saturação de oxigênio no sangue, o movimento das pernas etc.

Estudos mostram que a apneia do sono está associada à maior incidência de infartos do coração, derrames cerebrais, arritmias cardíacas e hipertensão arterial. O objetivo do tratamento é manter as vias aéreas permeáveis ao fluxo de ar durante a noite. Para isso, são levados em consideração tratamentos de obesidade, tratamentos comportamentais, uso de aparelhos específicos e tratamentos farmacológicos. Quando os casos são mais graves, é necessário optar por procedimentos cirúrgicos.

A seguir, você encontrará algumas medidas comportamentais recomendadas para portadores da apneia do sono:

- Perder peso;
- Evitar álcool antes de dormir;
- Evitar medicamentos sedativos, hipnóticos e antialérgicos antes de dormir;
- Evitar dormir de barriga para cima;
- Evitar refeições pesadas antes de dormir;
- Evitar comer no meio da noite;
- Levantar a cabeceira da cama cerca de 20 cm.

(Fonte: Além do Peso | Record)

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