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Seis maneiras de prevenir e tratar a pressão alta

Seis maneiras de prevenir e tratar a pressão alta

 

Cerca de 30% dos adultos brasileiros têm hipertensão, uma doença silenciosa e caracterizada pelo aumento da pressão arterial dentro dos vasos sanguíneos. Se não tratada, a pressão alta favorece o aparecimento da aterosclerose, isto é, o acúmulo de gordura na parede das artérias. Entre os problemas relacionados à pressão alta estão acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio, aneurisma e lesões renais.

São considerados hipertensos adultos com pressão arterial igual ou superior a 14 por 9. Em idosos com mais de 60 anos — e que não tenham outras doenças associadas — a pressão deve ser igual ou maior que 15 por 9. Esse resultado precisa se repetir em três medições diferentes, em consultório, para, então, o médico diagnosticar a hipertensão.

Em 90% dos casos, a moléstia não tem causa definida — trata-se da chamada hipertensão essencial, que é incurável, mas pode ser controlada com medidas de prevenção e tratamento. Nos outros 10%, o paciente tem a denominada hipertensão secundária, desencadeada por problemas como insuficiência renal, câncer e doenças congênitas da aorta. Nesse caso, uma vez sanada a doença, a pressão arterial volta ao normal.

Para prevenir:
• Ingerir pouco sal;
• Praticar atividade física;
• Maneirar no consumo de bebida alcoólica;
• Não fumar;
• Controlar o stress;
• Ter um peso saudável.

(Fonte: Veja)

 

Muffin de banana com castanha

Muffin de banana com castanha

Amigos! A receita especial desta sexta é "Muffin de banana com castanha". Confira abaixo como fazer esse doce, que a Dra. Manoela Galvão Ramos separou.

Esse muffin é perfeito para este tempo mais frio. Fácil de fazer, ele também é saudável. Na massa tem aveia, que é rica em fibras e nutrientes. Na cobertura, castanha-do-Brasil, rica em antioxidantes. Além disso tudo, é gostoso! Mão na massa, então.

Ingredientes:

3 bananas maduras descascadas e amassadas
125 ml de óleo vegetal (canola, milho, girassol, coco)
2 ovos
200 g de farinha
50 g de aveia
100 g de açúcar
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de sopa de canela


Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 200 graus e prepare 12 forminhas de muffins na assadeira própria ou em fôrmas de empada. Bata os ovos com o óleo numa tigela, reserve. Junte numa tigela grande: farinha, aveia, açúcar, bicarbonato, fermento em pó e canela, misture. Vá acrescentando a mistura de ovos à farinha aos poucos (vai ficar uma massa bem pastosa) e depois junte as bananas. Distribua nas forminhas e asse por cerca de 20 minutos.

(Fonte: Boa Mesa)

Cirurgia bariátrica pode ajudar a prevenir o Alzheimer, diz estudo brasileiro

Cirurgia bariátrica pode ajudar a prevenir o Alzheimer, diz estudo brasileiro

 

A cirurgia bariátrica pode alterar a atividade do cérebro e prevenir doenças como o Alzheimer, de acordo com um estudo brasileiro publicado nesta terça-feira no periódico Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism (JCEM). Essa descoberta pode diminuir a incidência do Alzheimer em obesos, estatisticamente 35% mais propensos à enfermidade do que pessoas com peso normal.

No estudo, 17 mulheres obesas foram submetidas a uma tomografia por emissão de pósitrons (PET, na sigla em inglês) e a testes neuropsicológicos para examinar a atividade do cérebro antes da cirurgia para redução de estômago e seis meses depois da operação. Para comparação, os mesmos passos foram repetidos em dezesseis mulheres de peso normal e não operadas.

De acordo com os pesquisadores, a obesidade altera a atividade em uma área do cérebro chamada giro cingulado posterior, ligada ao desenvolvimento do Alzheimer. A tomografia mostrou que a cirurgia bariátrica reverteu essa alteração nas voluntárias. Por esse motivo, os autores concluíram que a operação pode ajudar a reduzir o risco do Alzheimer e de outras formas de demência.

(Fonte: Veja)

Dia do Psicólogo

Dia do Psicólogo

Amigos e pacientes! Hoje, 27 de agosto, comemoramos o Dia do Psicólogo!

Devemos lembrar sempre da importância deste profissional nos períodos “pré” e “pós” cirurgia bariátrica. A avaliação psicológica faz parte do processo, mas ainda assim sua necessidade traz questionamentos.

A cirurgia bariátrica provoca mudanças na vida das pessoas, seja em relação a alimentação ou em relação ao corpo. No primeiro caso, o paciente precisa mudar e manter novos hábitos após a cirurgia, para prolongar o efeito. No segundo caso, a pessoa terá uma nova imagem em um curto espaço de tempo. O psicólogo é peça fundamental para que o operado reconheça sua nova fisionomia e tenha força para lutar contra a compulsão alimentar.

Com a ajuda da psicologia, o paciente conseguirá analisar sua relação com os alimentos como, por exemplo, a maneira de escolher e quais sentimentos estão ligados à alimentação. Porque a pessoa se tornou obesa? Quais são as raízes do problema? Como tratar? São perguntas que somente um psicólogo pode ajudar a responder.

Outro ponto importante é a ajuda psicológica para que o paciente encontre novas formas de encontrar satisfação pessoal, e não mais no prazer em comer.

 

Cientistas indicam que diabetes tipos 1 e 2 têm causa em comum e poderiam ser curadas

Cientistas indicam que diabetes tipos 1 e 2 têm causa em comum e poderiam ser curadas

 

Um trabalho de cientistas das Universidades de Manchester (Reino Unido) e Auckland (Nova Zelândia) sugerem que as duas formas principais de diabetes são o resultado do mesmo mecanismo.

As descobertas, publicadas na revista científica “FASEB Journal”, da Federação de Biologia Experimental dos Estados Unidos, fornecem evidências convincentes de que a diabetes tipo 1, também conhecida como infanto-juvenil, e a diabetes tipo 2 são causadas pela formação de aglomerados tóxicos de um hormônio chamado amilina.

No entanto, um pouco da amilina que é produzida pode ser depositada em torno de células do pâncreas como aglomerados tóxicos que, em seguida, por sua vez, destroem as células que produzem insulina e amilina. A consequência desta morte celular é diabetes.

Uma pesquisa publicada anteriormente pelo professor Garth Cooper, que liderou o estudo, sugeriu que este é o mecanismo causador de diabetes tipo 2. Esta nova pesquisa fornece fortes evidências de que o tipo 1 resulta do mesmo mecanismo. A diferença é que a doença começa cada vez mais cedo e progride mais rapidamente no tipo 1 em comparação com o 2, porque há deposição mais rápida de aglomerados de amilina tóxicos no pâncreas.

A equipe do professor Cooper espera ter potenciais medicamentos para usar em ensaios clínicos nos próximos dois anos, a serem testados nos pacientes diabéticos tipo 1 e tipo 2. Estes ensaios clínicos estão sendo planejados com grupos de pesquisa na Inglaterra e Escócia.

(Fonte: HypeScience)

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