A Clínica

A Gastro Obeso Center – Centro Avançado de Gastroenterologia e Cirurgia da Obesidade, é uma instituição dedicada ao tratamento da obesidade e das doenças do aparelho digestivo. Fundada em 2002 pelo Drs. Almino Cardoso Ramos, Diretor Geral e pela Dra. Manoela Galvão Ramos, Diretora Administrativo-Financeira, dedica-se ao tratamento avançado da obesidade mórbida através de operações video-laparoscópicas. Já em outubro de 2005 o Centro atingiu a marca de 5 mil pacientes operados, desde 1999, quando Dr. Almino iniciou sua experiência em cirurgia bariátrica.

Hoje em dia, a Gastro Obeso Center é considerada como centro de referencia e excelência no Brasil e América Latina em termos de tratamento cirúrgico da obesidade, sendo procurado por pacientes não só de São Paulo como de outros estados, da América Latina, dos Estados Unidos, África e Europa.

A filosofia de atendimento privilegia a humanização, entendendo ser a obesidade uma doença de origem multifatorial, onde a cirurgia é parte e não o todo com relação ao seu tratamento. Desse modo, foi estabelecido um programa que, antes de ser assistencial, é educativo para os pacientes com relação às suas patologias e quais são as possibilidades de tratamento. Nesse sentido, criamos e mantemos integrada uma equipe multidisciplinar especificamente treinada e que atende diariamente no centro com conceitos de T.P.C. – “Total Patient Care” (Cuidados Totais aos Pacientes);  composta por cirurgiões, endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, endoscopistas, cirurgiões plásticos e  terapeutas corporais. Esses profissionais dedicam-se com empenho no tratamento e pesquisa da obesidade com destacada atuação na área assistencial e  científica.

O centro funciona em consultórios próprios preparados no design “Bariátrico” de modo a atender confortável e funcionalmente os pacientes com necessidades específicas como os portadores de obesidade mórbida, os quais requerem soluções específicas nos detalhes de atendimento, acomodação e equipamentos. Nos 350m2 de um moderno centro médico situado em localização privilegiada na cidade de São Paulo, no Edifício São Paulo Center, Rua Barata Ribeiro, 237 (lateral ao Hospital Sírio-Libanês) com acesso facilitado por carro (estacionamento no local com manobrista), ônibus (1-2 quadras dos pontos da Av. 9 de Julho) e metrô (10min de caminhada da estação Trianon-MASP). Foi planejado para ser um centro de referência no tratamento cirúrgico e multidisciplinar da obesidade.

News

Cuidado com alimentação infantil deve começar antes do nascimento

A má alimentação é um dos fatores que podem influenciar o aparecimento de doenças ao longo da vida, inclusive diferentes tipos de câncer.

Por isso, estimular que as crianças comam de maneira balanceada é dever, não apenas dos pais, mas de toda a sociedade. O tema foi discutido no painel Cardápio Infantil: Alimentação Saudável Também é Coisa de Criança, do 8º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, realizado entre os dias 20 e 24 de setembro.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), entre 30% e 50% dos cânceres podem ser prevenidos com hábitos saudáveis —por exemplo, ter uma alimentação balanceada, praticar atividades físicas e evitar o uso de álcool e cigarro.

Uma dieta baseada em alimentos com alto índice de açúcar e gordura, como refrigerantes e biscoitos, é muito prejudicial ao corpo porque pode alterar a capacidade de absorção dos nutrientes, explica Virgínia Resende Silva Weffort, presidente do departamento científico de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, que foi uma das debatedoras do painel.

Na opinião da médica, é importante olhar para a saúde da criança desde antes do nascimento, investindo em uma alimentação balanceada durante o período de gestação e de aleitamento. “Quanto mais tempo a mãe puder amamentar, melhor”, afirma.

Aleitamento materno exclusivo

“A saúde infantil, muitas vezes, não é vista como prioridade”, diz a nutricionista Elisa Mendonça, analista de saúde no Instituto Desiderata, organização que promove ações de melhoria na saúde infantojuvenil. Ela afirma que promover a saúde da criança passa pela adoção de políticas públicas para a criação de ambientes que estimulem hábitos saudáveis em escolas e empresas.

A campanha Quem Quer Prevenir a Obesidade Infantil Levanta a Mão, apoiada pelo instituto, defende o projeto de lei 1662/2019, em pauta na Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro. A iniciativa propõe a criação de salas para a coleta de leite materno nas empresas e impede que estabelecimentos comerciais deixem alimentos que contenham alto índice de açúcar, como doces e balas, ao alcance das crianças pequenas —eles devem ficar em prateleiras com mais de 1,5 m.

Em 2019, a pesquisa Crianças Brasileiras, feita pelo Instituto Locomotiva, apontou que 9 em cada 10 pais são influenciados pelos filhos quando estão no supermercado. Além disso, 70% dos entrevistados afirmam que gastam mais quando estão com as crianças, e 30% dizem que sempre vão às compras na companhia dos filhos.

Para Maria Góes de Mello, responsável pela iniciativa Criança e Consumo, do Instituto Alana, proteger as crianças do excesso de estímulos consumistas, como a publicidade infantil, também é zelar por uma alimentação saudável.
Ela afirma que as crianças estão em desenvolvimento progressivo e que “não são miniadultos”. Segundo a especialista, o tipo de estímulo gerado pela publicidade de guloseimas e alimentos ultraprocessados pode ocasionar hábitos prejudiciais —muitas vezes difíceis de serem revertidos no futuro.

8º Congresso TJCC (Todos Juntos Contra o Câncer)
Quando de 20 e 24 de setembro
Onde assistir no site congresso.tjcc.com.br
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Para a saúde, condicionamento físico é melhor que dieta, diz pesquisa

Para manter a saúde do corpo e reduzir os riscos de mortalidade por doenças associadas à obesidade, um bom condicionamento físico é melhor do que a perda de peso. A afirmação vem de um estudo publicado pela revista científica iScience, nesta segunda-feira (20/9). Segundo a publicação, pensar menos em relação ao peso no tratamento de problemas de saúde relacionados à obesidade é melhor do que fazer as dietas chamadas “ioiô”, conhecidas pela rapidez no emagrecimento, porém com rápida recuperação dos quilos perdidos.

O coautor do artigo e membro do College of Health Solutions da Arizona State University, nos Estados Unidos, Glenn Gaesser, afirmou ao site EurekAlert que as pessoas têm a falsa impressão de que, mesmo acima do peso, não estão saudáveis. Estar magro, segundo ele, muitas vezes responde aos padrões impostos pela cultura do emagrecimento a qualquer custo.

“Gostaríamos que as pessoas soubessem que, mesmo acima do peso, podem estar em forma, e corpos saudáveis vêm em todas as formas e tamanhos. Percebemos que, em uma cultura obcecada por peso, pode ser um desafio fortalecer programas que não estão focados na perda de peso. Não somos necessariamente contra o emagrecimento, apenas pensamos que este não deve ser o critério principal para julgar o sucesso de um programa de intervenção no estilo de vida”, explicou Gaesser.

O co-autor do estudo e integrante da Escola de Educação e Desenvolvimento Humano da Universidade da Virgínia (EUA), Siddhartha Angadi, ressaltou ao EurekAlert que cada organismo tem um código genético único e cada pessoa responde de uma forma ao ganho ou à perda de peso.

“Isso é especialmente importante quando você considera as realidades fisiológicas da obesidade. O peso corporal é uma característica altamente hereditária e o emagrecimento está associado a alterações metabólicas substanciais que, em última análise, impedem a manutenção da perda de peso”, explica. No artigo, os autores citam pesquisas recentes relacionadas à redução do risco de mortalidade associada à perda de peso em comparação com as associadas ao aumento da atividade física ou aptidão cardiorrespiratória.

Obesidade

A obesidade é uma doença que pode ter complicações sérias e até levar à mortes em todo o mundo. Ela está associada a uma série de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes, câncer e problemas nos ossos e nas articulações.

No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020, a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade mais que dobrou no país entre 2003 e 2019, passando de 12,2% para 26,8%. Neste mesmo período, a obesidade entre as mulheres cresceu de 14,5% para 30,2%; nos homens, o aumento foi de 9,6% para 22,8%. A pesquisa foi realizada em mais de 100 mil residências em todo país.

Segundo os organismos internacionais de saúde, para prevenir a obesidade, além de equilibrar a alimentação, a prática de atividade física é fundamental. A recomendação dos cientistas é de que adultos se exercitem de 150 a 300 minutos por semana de forma moderada, como uma caminhada a passos largos ou uma corrida leve.

(Fonte: Metrópoles)
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