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Feijão e nozes são essenciais para diabéticos

Feijão e nozes são essenciais para diabéticos

Indivíduos com diabetes tipo 2 que seguem uma dieta rica em fibras podem manter o nível de açúcar do sangue sob controle se consumirem feijão e nozes. Esses dois alimentos estão entre os que promovem melhora nos níveis de glicose no sangue, afirmam os cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá. O novo estudo, que durou seis meses, é um dos maiores e mais longos a analisar os impactos dos alimentos de baixo índice glicêmico na saúde dos diabéticos.

Os participantes que aderiram à dieta de baixa glicemia também apresentaram melhorias nos níveis de colesterol. Após o estudo, eles tiveram aumento do Hdl (o bom colesterol) e redução no risco de desenvolvimento de doenças coronárias. Participaram da pesquisa 210 pacientes portadores de diabetes tipo 2, que alternavam entre uma dieta de baixa glicemia, rica em cereais, e outra de alto consumo de fibras, enquanto os pesquisadores analisavam seus efeitos na saúde dos voluntários.

(Fonte: Revista VivaSaúde)

 

Beber água antes das refeições ajuda a emagrecer

Beber água antes das refeições ajuda a emagrecer

Beber aproximadamente 500 ml de água antes de cada refeição ajuda a emagrecer. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico Obesity.

No estudo, 84 homens obesos foram monitorados durante 12 semanas. Os voluntários foram divididos em dois grupos: o primeiro foi orientado a beber o equivalente a cerca de copos de água antes das refeições, enquanto o segundo deveria apenas imaginar o estômago cheio antes de se sentar para comer.

Os resultados mostraram que os participantes do grupo que bebeu água perderam, em média, 1,3 kg a mais do que aqueles que não ingeriram o líquido.

Para Amanda Daley, líder do estudo e pesquisadora na Universidade de Birmingham, na Inglaterra, a água é eficaz porque ajuda a encher o estômago, com isso, a aumentar a saciedade.

"Beber alguns copos de água, 30 minutos antes de uma refeição dá tempo para você se sentir mais satisfeita. A pessoa não só come menos, como passa a escolher alimentos mais leves", disse Amanda à revista americana Time.

Os pesquisadores ressaltam que, para perder peso de forma saudável é preciso aliar a ingestão de água a uma alimentação balanceada e à pratica de atividade física.

(Fonte: Veja Saúde)

Sopa asiática de camarão

Sopa asiática de camarão

 

A receita a seguir rende quatro porções, com 111 calorias cada.

Ingredientes:

30 g de espaguete quebrado em pedaços
3 xícaras (chá) + 1 colher (sopa) de água
3 colheres (chá) de caldo de galinha caseiro
½ colher (chá) de sal
½ xícara (chá) de cogumelos fatiados
½ xícara (chá) de milho cozido ou em conserva
1 colher (chá) de amido de milho
1 ½ colher (sopa) de molho pronto tipo teriyaki
1 xícara (chá) de alface romana cortada em fatias finas
170 g de camarões pequenos
2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada

Modo de preparo:

Cozinhe o espaguete e reserve.
Em outra panela, misture a água com o caldo de galinha.
Tempere com o sal e coloque para ferver.
Acrescente os cogumelos e o milho.
Reduza o fogo até que estes ingredientes fiquem macios.
Em um bowl, misture o amido de milho, o teriyaki e o restante da água.
Junte à panela e deixe cozinhando por dois minutos ou até engrossar, mexendo sempre.
Adicione o camarão, as tiras de alface e a cebolinha verde.
Sirva bem quente.

(Fonte: Lucilia Diniz)

Quanto a genética importa para evitar o desenvolvimento da obesidade?

Quanto a genética importa para evitar o desenvolvimento da obesidade?

 

É comum associar o sedentarismo e os maus hábitos alimentares como os principais vilões em relação ao desenvolvimento da obesidade e sobrepeso. Sabe-se que realmente são duas peças chaves para combate-la, mas estudos recentes indicam que de 70 a 80% da diferença de gordura corporal entre indivíduos é devido a combinação única de genes em cada um (Cientificamente isso chama-se herdabilidade).

Agora, a genética parece sinalizar um novo caminho para desvendar os mistérios envolvidos nesse mecanismo e quem sabe até iniciar uma nova era de novos tratamentos mais eficazes e menos invasivos.

O primeiro estudo genético em larga escala realizado com a obesidade foi em 2007, publicado pela revista Science, alguns anos após o sequenciamento do genoma humano. Nesse estudo foi destacado entre mais de 20.000 um gene fortemente associado ao aumento do IMC (índice de massa corporal), o gene FTO (do inglês, Fat Obesity Gene). A partir daí, centenas de outros trabalhos foram realizados validando essa associação, mas nenhum desvendou a real causa biológica.

Um novo estudo divulgado essa semana no New England Journal of Medicine, após sete anos de profunda investigação, evidencia que parece não ser diretamente o FTO que regula o processo de aumento de gordura corporal, mas ele influencia genes próximos, reprimindo esses genes e alterando o desenvolvimento de células adiposas.

Atualmente se sabe que existem diferentes tipos de células de gordura em seres humanos, entre esses tipos, as mais comuns são as brancas, depois vem as beges e por último as marrons.

Para cada tipo, há um mecanismo de queima e de armazenamento diferenciado. Indivíduos obesos tendem a apresentar um nível maior de células de gordura branca, que possuem um armazenamento maior, principalmente em forma de triglicerídeos e uma menor queima para geração de energia a partir da gordura.

O estudo descreve uma variante do gene FTO que faz com que os indivíduos produzam menos gordura marrom e bege, o que faz com que sejam mais propensos ao acúmulo de gordura corporal.

Os pesquisadores conseguiram bloquear essa via em camundongos, através da técnica de edição genômica CRISP e verificaram que a capacidade de queima de gordura nos animais aumentou de 5 a 7 vezes e os animais ficaram em torno de 50% mais magros.

As implicações desse estudo são inúmeras. Agora há um melhor entendimento de como o corpo transforma células brancas de gordura, que favorecem o cúmulo de gordura, em células de gordura bege, que favorece a utilização da gordura para geração de energia. Esse é um ponto de partida para irmos decifrando os mecanismos que levam cada organismo ao desenvolvimento de obesidade e sobrepeso e quem sabe em um futuro próximo, a criação de tratamentos mais efetivos.

(Fonte: Globo)

Bebidas açucaradas: mais um motivo para maneirar no consumo

Bebidas açucaradas: mais um motivo para maneirar no consumo

 

Se você já está abandonando as bebidas açucaradas em prol da silhueta, ótimo. Se não, fique atento: o consumo pode estar ligado a mais de 184 mil mortes por ano no mundo inteiro, de acordo com estudo.

Isso porque elas estão entre os principais fatores de risco para doenças como diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e até mesmo câncer.

Os cientistas também descobriram que jovens adultos estão mais suscetíveis a sofrer com esses males por conta das bebidas açucaradas – entre elas, refrigerantes, chás gelados, caipirinhas e até mesmo isotônicos –, então, olho aberto!

A dura conclusão foi resultado de três décadas colhendo informações sobre o consumo de bebidas açucaradas de mais de 600 mil pessoas espalhadas por 51 países.

Para os pesquisadores, a tendência é que mais pessoas morram caso o consumo de bebidas com alto teor de açúcar não diminua – o que pode, inclusive, afetar a economia, já que jovens adultos são grande parcela da força de trabalho. O estudo foi publicado na revista científica Circulation, da Associação Americana do Coração.

Lembrando que o açúcar pode, sim, ser consumido com moderação. Contudo, alimentos industrializados costumam ter maior teor de glicose e frutose. Aqui entra o cuidado em fiscalizar os rótulos de tudo que tudo que você consome, incluindo salgados. A quantidade aceitável é de até 15 g por porção.

(Fonte: Corpo a Corpo)

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