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Classificar obesidade como doença contribui para que as pessoas comam mais

Classificar obesidade como doença contribui para que as pessoas comam mais

 

Dizer que a obesidade é uma doença faz com que as pessoas comam mais, sugere uma nova pesquisa. O rótulo de patologia também incentivaria o comportamento insalubre entre as pessoas que estão com sobrepeso, revelou ainda o estudo.

Os pesquisadores acreditam que isso ocorra porque rotular a obesidade como uma doença faz com que as pessoas pensem que sua condição é imutável e que as tentativas de perda de peso tendam a ser infrutíferas.

Cientistas da Universidade de Richmond e da Universidade de Minnesota dizem que indivíduos obesos, quando cientes de que sua condição é patológica, tendem a dar menos importância à alimentação e se preocupam menos com o peso. Como resultado, eles também são mais propensos a ser menos saudáveis.

A Associação Médica Americana definiu a obesidade como uma doença em junho de 2013, e as psicólogas Cristal Hoyt e Jeni Burnette quiseram estabelecer o efeito desta mudança.

(Fonte: Zero Hora)

 

Caminho para a obesidade

Caminho para a obesidade

 

Dietas ricas em gorduras saturadas, como as das carnes bovina e suína, danificam o hipotálamo ─ região do cérebro responsável pelo controle da fome e do dispêndio de energia.

Segundo pesquisa desenvolvida pela Unicamp, algumas pessoas, quando expostas a dietas hipercalóricas, perdem gradativamente esse controle neural e passam a consumir mais calorias que gastam, tornando-se obesas com o passar do tempo. A descrição de lesão neurológica induzida por fatores nutricionais, como causa da obesidade, é inédita na literatura médica.

Há até alguns anos, acreditava-se que a obesidade se devia ao valor energético do alimento, apesar de evidências de não ser a única causa. Entre pessoas habituadas a dietas ricas em gordura sabe-se que umas engordam e outras não. Por isso, segundo os pesquisadores “buscamos em modelos animais outras explicações para a gênese da doença”, como detalha o professor Licio Augusto Velloso, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Ao investigar a influência de ácidos graxos no funcionamento do hipotálamo, Velloso e seus colaboradores descobriram que as gorduras saturadas têm propriedades moleculares que ativam uma resposta inflamatória especificamente nessa pequena região do cérebro e, que essa inflamação é desencadeada por um receptor do sistema imune denominado Toll-Like Receptor 4 (TLR4).

Quando inflamado, o hipotálamo perde parte de suas funções e se estabelece um desequilíbrio entre ingestão de alimentos e dispêndio energético, na forma de termogênese, explica Velloso. Ele acrescenta que a exposição aos ácidos graxos saturados, quando prolongada, pode levar à morte de neurônios – processo chamado de apoptose. “A perda de neurônios com função central no controle do peso pode explicar porque pessoas obesas que se submetem a dietas rigorosas, ainda que consigam emagrecer nas primeiras semanas, voltam a engordar.

(Fonte: Scientific American Brasil)

Programa Vida Melhor, da Rede Vida.

Programa Vida Melhor, da Rede Vida.

 

Nosso diretor geral, Dr. Almino Ramos participou, ao vivo, do programa Vida Melhor.
O bate-papo foi ao ar pela Rede Vida, no dia 16 de abril.

Confira fotos:

FOTO 1

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FOTO 5 

 

É possível fazer uma viagem sem estragar sua dieta?

É possível fazer uma viagem sem estragar sua dieta?

 

Claro que sim, mas você vai precisar estar bem atento.

O primeiro grande obstáculo são as lanchonetes de fast food. É muito fácil, barato e deixa você estufado rapidamente. Está em qualquer canto e acaba se tornando a maior fonte de alimentos de quem viaja. Note bem, um pouco de fast food aqui e ali não é totalmente ruim, mas quando torna-se o que você consome em todas as refeições, isso vira um grande problema.

O valor nutricional de fast food é muito baixo, e o número de calorias é elevadíssimo. O ideal é evitar, mas se não for possível, você pode ao menos controlar o dano. Opte por sanduíches com carnes ou frango grelhados e vários vegetais, por exemplo, evitando frituras.

Se você for a algum restaurante, procure o menu “light” ou saudável, se acessível. Você pode solicitar ao garçom que sua refeição seja preparada com menos óleo, por exemplo.

Caminhe bastante

Andar para lá e para cá no seu destino é uma ótima forma de queimar calorias extras e manter sua condição física. Se possível, dê preferência a caminhadas ao invés de utilizar transporte público ou alugar um automóvel. No final das contas, é um esforço moderado mas que pode ser mantido por horas e horas, e inclusive pode queimar mais calorias do que fazer um treino de uma hora e depois passar o resto do dia relaxando.

(Fonte: Comece a Emagrecer)

Cirurgia bariátrica totalmente robótica!

Cirurgia bariátrica totalmente robótica!

 

Segundo o Dr. Almino Cardoso Ramos, “as equipes cirúrgicas receberam treinamento específico para aprendizagem da técnica robótica e todos os procedimentos foram feitos com supervisão”.

De acordo com Ramos, o grande diferencial do procedimento é a visualização do campo cirúrgico em três dimensões, além de outros recursos que auxiliam o cirurgião durante a intervenção e minimizam os riscos da cirurgia. “O uso da robótica representa grande evolução no campo da cirurgia bariátrica minimamente invasiva. São opções terapêuticas muito menos invasivas do que as cirurgias ‘abertas’ e ainda mais sensíveis e eficientes do que as videolaparoscopias”, afirma.

FOTO: Cirurgia robótica com Dr. Almino Ramos.

(Fonte: Gastro Obeso Center)

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Dr. Almino Cardoso Ramos

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Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Manoel Galvão Neto

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Dr. Thales Delmondes Galvão

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Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

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