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Boas Festas!

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Panetone Fit

Panetone Fit

A Dra. Manoela Galvão Ramos separou uma receita especial para o seu Natal e Ano Novo. Faça o “Panetone Fit” para comemorar as festas de fim de ano sem sair do regime. 

• Ingredientes:

- 02 xícaras de farinha de arroz integral
- 20 g de fermento instantâneo seco
- 01 copo de água quente
- 01 xícara de polvilho doce (fécula de mandioca, que é um tipo de farinha, só que mais fina.)
- 1/2 xícara de fécula de batata (um outro tipo de farinha, mas também mais fina.)
- 01 xícara de açúcar demerara (açúcar granulado de coloração amarela)
- 02 ovos orgânicos
- 200 ml de leite de coco
- 02 colheres de sopa de chia ou linhaça
- 1/2 xicara de cranberries desidratadas (um tipo de fruta vermelha, como framboesa)
- 1/2 xícara de uvas passas (ou frutas cristalizadas, se preferir)
- 1/2 xícara de chocolate 70% cacau
- 01 xícara de amêndoas picadas (também pode ser castanha do Pará)

• Modo de preparo:

Misture bem a farinha de arroz com o fermento seco, acrescentando aos poucos a água quente. Mexa delicadamente com as mãos até ficar com uma consistência de mingau, um pouco mais firme. Deixe descansar esta massa por 10 minutos.

Em outra tigela coloque o polvilho doce, a fécula de batata, o açúcar demerara e misture bem. Acrescente os ovos e o leite de coco. Misture com a mão um pouco mais até encorpar a massa.
Junte com a outra massa que estava descansando em uma mesma tigela usando as mãos. O trato com as massas deve ser delicado. Por último acrescente a linhaça, as amêndoas, as cranberries, as uvas passas e o chocolate, reservando uma colher de cada para decorar.

Coloque a massa na forma ou no papel de panetone e deixe descansar por uma hora antes de levar ao forno, coloque a linhaça, as amêndoas, o cranberry, as uvas passas e o chocolate que reservou e leve ao forno pré aquecido por 40 minutos a 180°.

(Fonte: G1/nutricionista funcional e esportiva Moema Ferro)
(Foto: Jonathan Lins/G1)

 

Com 7 milhões de obesos mórbidos, Brasil ainda opera pouco

Com 7 milhões de obesos mórbidos, Brasil ainda opera pouco

 

O número parece alto, mas ainda está aquém do que se idealiza quando o assunto é cirurgia bariátrica no Brasil. Até o final de 2014, 88 mil pessoas terão passado pelo procedimento de redução do estômago ou técnicas similares para perda de peso em obesos mórbidos. Atualmente, no País, a doença, que é grave e pode causar diversos males, atinge 3,6% da população – ou mais de 7 milhões de pessoas.

“Infelizmente, esse número (de 88 mil cirurgias) ainda é pequeno sim. O Brasil está entre os países com mais obesidade mórbida, além de Estados Unidos, México e alguns países da Ásia”, alerta o médico Almino Ramos, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

Apesar de cercada de mitos e muito medo, os médicos da área defendem que a intervenção cirúrgica para redução de peso é benéfica. Principalmente se comparado aos danos à saúde e qualidade de vida provocados pela obesidade, como hipertensão, diabetes, alterações no acido úrico e triglicérides e outros males.

Apesar de cercada de mitos e muito medo, os médicos da área defendem que a intervenção cirúrgica para redução de peso é benéfica. Principalmente se comparado aos danos à saúde e qualidade de vida provocados pela obesidade, como hipertensão, diabetes, alterações no acido úrico e triglicérides e outros males.

(Fonte: Terra/Adaptado)

Conheça alguns mitos e verdades

Conheça alguns mitos e verdades

A cirurgia bariátrica é irreversível. MITO: a reversibilidade ou a conversão para outra técnica com o objetivo de melhorar algum efeito adverso da cirurgia pode ser realizada mesmo com a extração de uma parte do estômago, informa o cirurgião Almino Ramos, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

A cirurgia de redução do estômago só pode ser feita em pessoas com IMC superior a 35. MITO: segundo o cirurgião Almino Ramos discute-se cada vez mais a realização da cirurgia em pacientes portadores de diabetes tipo 2 que não conseguem controlar a doença clinicamente. Uma avaliação individual do caso determinará a necessidade da operação.

Depois da cirurgia, o paciente precisará de suplementação vitamínica para o resto da vida. MITO: a suplementação é necessária nos primeiros meses após a cirurgia, mas pode ser descontinuada posteriormente se o paciente fizer uma boa reeducação alimentar, diz o cirurgião Almino Ramos.

Tanto a cinta ajustável usada para reduzir o estômago como o balão intragástrico podem ser extraídos e recolocados facilmente. MITO: segundo o cirurgião Almino Ramos, a declaração não procede, pois os dois procedimentos apresentam riscos e efeitos indesejáveis.

(Fonte: UOL)

 

 

Ganho de peso no fim do ano pode se acumular e ficar para sempre

Ganho de peso no fim do ano pode se acumular e ficar para sempre

Natal é época de ficar com a família, de confraternizar, de trocar votos e presentes e... de comer muito. A mesa da ceia é cheia de tentações, e isso é um desafio e tanto para quem está de dieta.

Um estudo publicado nos Estados Unidos indica que as pessoas costumam ganhar 2 kg durante as festas de fim de ano, e que raramente elas perdem todo esse peso de volta. Ou seja, as festas são uma fonte importante das calorias que realmente nos engordam.

Sair um pouco da dieta num evento especial não tem problema. O problema é quando a gente resolve sair muito da dieta. Mesmo nos eventos que escolhermos para comer a mais, é preciso ter consciência de que é mais fácil recuperar o estrago quando a dieta é extrapolada em 200 calorias que em 2 mil.

O programa mostrou exemplos de alimentos que têm 100 calorias, para dar uma ideia de como podemos compensar depois das festas. Esse é o valor energético aproximado de um pão francês, de uma colher de sopa de manteiga, de três pães de queijo pequenos, de um copo de cerveja ou de uma lata de refrigerante.

(Fonte: Bem Estar)

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Dr. Almino Cardoso Ramos

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