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Ninho de batata doce

Ninho de batata doce

- INGREDIENTES:
1 batata doce ralada
2 colheres (sopa) de queijo parmesão light ralado
1 colher (sopa) de cebolinha picada
1 xícara (chá) de espinafre picado
1 dente de alho picado
2 colheres (sopa) de ricota light
1 colher (café) de ervas
Sal a gosto
Spray de azeite


- MODO DE PREPARO:
Coloque a batata ralada em um bowl.
Junte o queijo ralado e a cebolinha.
Tempere com sal e ervas.
Borrife spray de azeite e misture bem.
Com esta massa, preencha forminhas de cupcake.
Com uma colher, abra uma cavidade e preencha as laterais para fazer os ninhos.
Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 10 minutos.
Enquanto isso, refogue o alho e o espinafre em uma panela.
Junte a ricota e tempere com sal e pimenta.
Mexa e desligue o fogo.
Descubra o papel alumínio que cobre os ninhos e deixe dourar (mais 10 minutos). Retire do forno e preencha cada ninho com o recheio de espinafre.
Sirva em seguida.


(Fonte: Lucilia Diniz))

 

Pesquisa mostra riqueza nutricional do bagaço de frutas cítricas

Pesquisa mostra riqueza nutricional do bagaço de frutas cítricas

 

Cem gramas de resíduos secos — como são chamados cientificamente os bagaços — fornecem, respectivamente, 68%, 35% e 83% da ingestão diária recomendada de cálcio, ferro e magnésio.

É o que revela pesquisa divulgada hoje pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, sobre o bagaço de frutas cítricas, em especial da laranja pera, laranja hamlin, limão taiti e limão siciliano, fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Segundo o estudo, conduzido pela engenheira de alimentos Joyce Grazielle Siqueira Silva, é possível absorver parte significativa das quantidades diárias desses três nutrientes apenas com essa quantidade de bagaço.

Para a avaliação da bio acessibilidade foi feita a simulação em laboratório do que acontece no processo digestivo, reproduzindo as condições do estômago e do intestino em termos de pH, presença de enzimas e temperatura, com vistas a saber que quantidades dos quatro elementos quantificados no bagaço se transferem dele para a fase líquida durante o processo gastrointestinal.

É na forma solúvel que os elementos se credenciam a serem absorvidos pelo organismo, já que os que permanecem na fase sólida provavelmente serão eliminados, Os resultados encontrados mostraram que cálcio, ferro e magnésio têm grande potencialidade de serem absorvidos pelo organismo. Mas restava saber em que proporção isso efetivamente acontece.

(Fonte: Veja)

Dica de quarta: Beba Água

Dica de quarta: Beba Água

O 'vilão' da cozinha apontado pelos médicos como principal causa da epidemia global de obesidade

O 'vilão' da cozinha apontado pelos médicos como principal causa da epidemia global de obesidade

Hoje em dia, no entanto, ele é tão abundante e barato que o usamos sem restrições em tudo: desde o tempero da salada às frituras.

Isso não se limita à culinária: o óleo é também um ingrediente comum da maior parte dos produtos que compramos no supermercado.

Na verdade, o óleo vegetal, especialmente o de soja e o de palma (ou dendê), está entre os oito ingredientes - os outros sendo trigo, arroz, milho, açúcar, cevada e batata - que fornecem 85% das calorias consumidas mundialmente.
A cada dia que passa, não importa o país em que vivemos, todos temos uma dieta parecida - rica em calorias e pobre em nutrientes.

Calorias muito baratas
A produção de óleos vegetais e as culturas oleaginosas cresceram consideravelmente nas últimas três décadas.
Esse crescimento foi incentivado por uma combinação de acordos comerciais, que tornaram mais barato e fácil exportar e importar óleo, e políticas governamentais. Por exemplo, os subsídios em países como Malásia e Indonésia, destinados a aumentar a produção para exportação, ajudaram a baixar o preço do óleo vegetal.

'Globalização social'
No entanto, isso é desmentido por um recente estudo da London School of Economics (LSE), que analisou 26 países entre 1989 e 2005, período de grande expansão da globalização.

A pesquisa concluiu que a chamada "globalização social" - as mudanças na maneira como trabalhamos e vivemos - é o que está nos tornando gordos, e não a maior oferta de alimentos baratos e mais calóricos.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

O perigoso efeito colateral da dieta sem glúten: diabetes

O perigoso efeito colateral da dieta sem glúten: diabetes

O glúten, proteína presente em cereais como trigo, centeio e cevada, assumiu o posto de vilão da saúde e da dieta. Após diversas celebridades, como a atriz Gwenethy Paltrow e a estilista e ex-Spice Girl Voctoria Beckham, e adeptos da onda “fitness” atribuírem seus corpos magros à dieta sem glúten, especialistas iniciaram um movimento para provar que a substância é prejudicial à saúde e à boa forma. No entanto, agora começam a aparecer os primeiros estudos sobre os “efeitos colaterais” dessa moda.

No mais recente deles, pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que pessoas que eliminaram o glúten da dieta estão mais propensas a desenvolver diabetes tipo 2. A proteína de fato pode ser prejudicial ao organismo – mas, comprovadamente, apenas entre aqueles que sofrem de doença celíaca, que afeta uma em cada 200 pessoas no mundo. No entanto, muitas pessoas sem o problema começaram a seguir uma dieta ‘gluten free’ (sem glúten) acreditando que ser melhor para a saúde e forma física.

Com o objetivo de avaliar se o consumo de glúten afetava a saúde das pessoas que não tinham a doença celíaca, mas insistiam em eliminá-lo da alimentação, Geng Zong, pesquisador do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, analisou o consumo de glúten e a saúde de 200.000 pessoas, acompanhadas durante 30 anos. Nesse período, foram descobertos mais de 15.000 casos de diabetes tipo 2 entre os participantes.

Associação entre o glúten e o diabetes
Os resultados mostraram que quem consumiu mais de 12 gramas de glúten por dia, tinha menos risco de desenvolver diabetes tipo 2. Por exemplo, as pessoas que ingeriram a maior quantidade de glúten tinham uma probabilidade 13% menor de desenvolver diabetes tipo 2 do que aquelas que consumiam a menor (até 4 gramas por dia).
O estudo concluiu também que quem tirou a proteína da dieta, acabou consumindo menos fibras, e consequentemente predisposto a aumentar as chances do diabetes. “Alimentos sem glúten geralmente têm menos fibra e outros micronutrientes, o que os torna menos nutritivos, além de custarem mais. Pessoas sem doença celíaca deve reconsiderar a decisão de limitar seu consumo de glúten principalmente no que diz respeito à prevenção de doenças crônicas como o diabetes.”, disse Zong.

(Fonte: Veja/Adaptado)

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