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Obesidade 'saudável' é um estado passageiro, diz estudo

Obesidade 'saudável' é um estado passageiro, diz estudo

Segundo pesquisa inglesa, obesos que são considerados saudáveis tendem a desenvolver doenças com o passar dos anos

A obesidade "saudável” é uma condição passageira. De acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico Journal of the American College of Cardiology, a maior parte dos obesos se torna cada vez menos saudável ao longo do tempo.

Participaram da pesquisa 181 homens e mulheres obesos de 39 a 62 anos. Os pesquisadores mediram fatores metabólicos de risco de cada indivíduo: índice de massa corpórea (IMC), colesterol, pressão sanguínea, resistência à insulina e glicose. Para 66 voluntários, os índices avaliados deram resultados normais, e por isso eles foram considerados saudáveis pelos pesquisadores.

Estudo — Ao longo de vinte anos, mais de 51% dos obesos saudáveis tornaram-se obesos doentes. Apenas 11% conseguiram perder peso e apresentar índices metabólicos normais.

A principal premissa da obesidade saudável tem sido a de que ela é estável ao longo do tempo. Agora podemos ver que os adultos obesos saudáveis tendem a se tornar doentes com o passar dos anos. A obesidade saudável é também um fator que aumenta o risco de desenvolvimento de doenças”, diz Joshua Bell, coautor do estudo e pesquisador da Universidade College London, na Inglaterra.

De acordo com os autores, esse é o primeiro estudo a analisar se os adultos obesos saudáveis mantêm um bom perfil metabólico a longo prazo ou se eles se tornam obesos não saudáveis.

(Fonte: VEJA)

 

Estudo aponta que diabetes pode atingir 20% dos brasileiros acima de 35 anos

Estudo aponta que diabetes pode atingir 20% dos brasileiros acima de 35 anos

Hábitos alimentares inadequados, falta de atividade física e tabagismo estão fazendo o número de diabéticos aumentar em proporções epidêmicas no Brasil.

Conforme uma nova pesquisa realizada por seis centros acadêmicos, incluindo a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), cerca de 20% da população brasileira entre 35 e 74 anos pode estar com a doença.


Chamado Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil), o levantamento foi financiado pelo Ministério da Saúde. O número de diabéticos está crescendo nos últimos oito anos, e todas nossas pesquisas mostram isso. Atribuímos este crescimento ao aumento da expectativa de vida, já que a frequência da doença aumenta com o avanço da idade, mas também aos maus hábitos alimentares e ao sedentarismo da população — esclarece.


A coleta de dados para o estudo ocorreu entre os anos de 2008 e 2010 e envolveu mais de 15 mil participantes em seis centros de investigação: Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Vitória. O resultado da pesquisa, que foi recentemente publicado no Diabetology and the Metabolic Syndrome (D&MS-2014), periódico oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes, também apontou a necessidade de "manejo dos fatores de risco", uma vez que a maioria dos entrevistados estava com peso acima do normal e era sedentário.

Grave problema de saúde pública

Para o pesquisador Bruce Duncan, coautor do estudo, o diabetes deve ser tratado como um grave problema de saúde pública já que tira, em média, cinco anos de vida de uma pessoa e favorece o surgimento de outras enfermidades crônicas como doenças cardiovasculares, insuficiência renal e cânceres. O especialista acredita que é preciso investir em políticas públicas para informar a população sobre a doença e as formas de preveni-la.

— Há um plano global e um plano nacional para fazer esse enfrentamento. As pessoas precisam estar cientes que uma das questões fundamentais é a alimentação equilibrada, a prática de exercícios e a eliminação de maus hábitos, como o fumo — alerta.

Conforme Deborah Malta, desde 2011 o governo tem investido em ações de conscientização, que fazem parte do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). Entre as iniciativas, a diretora cita acordos feitos com a indústria para a redução de sal e gordura trans em determinados alimentos, e o incentivo do consumo de alimentos frescos nas escolas.

— A reversão desse quadro preocupante sobre obesidade e diabetes num futuro próximo é uma das maiores prioridades para o enfrentamento da epidemia das doenças crônica que estamos vivendo — resume Duncan.

(Fonte: Zero Hora/Adaptado) 

Consumo de sal em excesso pode afetar o cérebro

Consumo de sal em excesso pode afetar o cérebro

Ingestão excessiva do tempero pode interferir em mecanismo que impede a pressão arterial de subir.

O consumo excessivo de sal pode "reprogramar" o cérebro, interferindo em um mecanismo de segurança natural que evita que a pressão arterial aumente. A conclusão é de uma equipe internacional de pesquisa liderada por cientistas da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá.

Embora a relação entre o sal e a hipertensão seja bem conhecida, os pesquisadores até agora não tinham entendido como a ingestão elevada de sal aumenta a pressão arterial. Ao estudar cérebros de ratos, a equipe descobriu que o consumo de grandes quantidades do tempero na dieta provoca alterações nos circuitos de chave do cérebro.

Descobrimos que um período de ingestão alta de sal na dieta em ratos provoca uma mudança bioquímica nos neurônios que liberam vasopressina (VP) para a circulação sistêmica. Esta mudança evita a inibição destes neurônios que controlam a pressão arterial — explica Charles Bourque, líder do estudo.

Os resultados foram publicados na revista Neuron e concluíram que o consumo elevado de sal impede a inibição de neurônios VP pelo circuito de detecção de pressão arterial do corpo. A desativação deste mecanismo de segurança permite que a pressão arterial suba naturalmente quando uma grande quantidade de sal é ingerida durante um longo período de tempo.

Embora a descoberta seja um avanço para compreender a relação entre a ingestão de sal e a pressão arterial, os cientistas reconhecen que é necessário trabalhar para explorar uma intervenção terapêutica.

(Fonte: Zero Hora)

Manjar light de ricota e frutas vermelhas

Manjar light de ricota e frutas vermelhas

A receita que a Dr. Manoela Galvão Ramos separou para o fim de semana combina com o eterno projeto verão. Um manjar simples, muito saboroso, leve, bonito e de fácil preparo.

Ingredientes

- 200 g de ricota light
- 100 ml de leite desnatado
- 1 colher (sopa) de gelatina sem sabor incolor
- 3 colheres (sopa) de água quente
- 2 sachês de adoçante
- 4 morangos
- 4 amoras

Modo de preparo

Bata a ricotta com o leite no liquidificador ate formar um creme macio.
Dissolva a gelatina em água quente, junte o adoçante e misture com o creme e bata mais um pouco para misturar bem.
Em forminhas individuais, coloque um pouco do creme, e no meio coloque morango e amora picados.
Encha com o restante do creme e decore por cima com frutas.
Leve à geladeira por 20 minutos e sirva gelado.

Esta receita fica pronta em até 30 minutos e rende quatro porções, com 84 calorias cada.

(Fonte: Lucilia Diniz) 

Estudo mostra de que forma dormir pouco engorda

Estudo mostra de que forma dormir pouco engorda

 

Passar cinco dias dormindo pouco – menos do que cinco horas por noite — pode ser o suficiente para fazer com que uma pessoa engorde cerca de um quilo, concluiu um novo estudo da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, quem passa mais horas acordado, embora gaste mais energia, come mais do que precisa e, assim, ingere uma quantidade de calorias maior do que gasta, especialmente à noite, o que acaba promovendo o ganho de peso.

A pesquisa começou quando a equipe selecionou 16 pessoas saudáveis com uma idade média de 24 anos. Os participantes apresentavam um peso normal, com um índice de massa corporal (IMC) de, em média, 22,9 (o IMC ideal é de 18,5 a 25. Acima disso, o indivíduo é considerado com sobrepeso ou obesidade). Além disso, nenhum deles apresentava problemas em relação à duração do sono: eles dormiam, normalmente, cerca de oito horas por noite.


Ambiente controlado — Durante duas semanas, essas 16 pessoas viveram no Hospital da Universidade do Colorado e dormiram em um dos "quartos do sono" da unidade, onde os pesquisadores são capazes de controlar e monitorar o sono dos pacientes. Nos primeiros três dias, a duração do sono e a quantidade de calorias ingeridas pelos voluntários foram controlados – os participantes dormiam cerca de nove horas por noite e consumiam a energia necessária para manter seu peso.

Depois disso, os participantes foram divididos em dois grupos: um deles passou os cinco dias seguintes dormindo apenas cinco horas por noite, e o restante dos voluntários continuou dormindo nove horas por noite. Após esse período, os participantes trocaram de grupo. Nessa etapa da pesquisa, a equipe ofereceu a ambos os grupos refeições fartas e livre acesso a lanches durante o dia, que incluíam alimentos como frutas, iogurte, sorvete e salgadinhos.

Segundo os resultados, o grupo que passou os cinco dias dormindo menos tempo gastou, em média, 5% a mais de energia do que os voluntários que descansaram por nove horas. No entanto, eles consumiram cerca de 6% a mais de calorias. Além disso, quem teve menos horas de sono apresentou uma maior tendência a comer menos no café-da-manhã, mas a exagerar nos lanches feitos durante a noite e após o jantar, que correspondiam, no geral, à refeição mais calórica do dia.

“Nossos achados mostram que, quando as pessoas têm o sono restrito, elas se alimentam durante seus horários biológicos noturnos, quando o organismo não está preparado para receber comida”, disse Kenneth Wright, diretor do Laboratório do Sono e Cronobiologia da Universidade do Colorado e coordenador do estudo.

Questão de gênero — Os autores do estudo também descobriram que, embora tanto homens quanto mulheres tenham ganhado peso com a restrição do sono, os participantes do sexo masculino também engordaram quando tiveram acesso irrestrito aos alimentos, mesmo dormindo nove horas por noite. As voluntárias, por outro lado, mantiveram seu peso com o sono suficiente, independentemente da quantidade de comida à disposição delas.

- Os prejuízos de dormir pouco
- Diminui a capacidade de o corpo queimar calorias
- Eleva o risco de câncer de mama agressivo
- Aumenta as chances de um derrame cerebral
- Aumenta o apetite por comidas gordurosas
- Pode desencadear sintomas do TDAH
- Eleva o risco de impotência sexual
- Pode levar à obesidade

(Fonte: Veja/Adaptado)

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