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Sucesso de vendas, pulseira fitness não faz perder peso

Sucesso de vendas, pulseira fitness não faz perder peso

Popular entre as pessoas que querem emagrecer e os aficionados de exercícios, as pulseiras fitness, aquelas que rastreiam a atividade física dos usuário, não contribuem para a perda de peso. De acordo com um estudo publicado no periódico científico JAMA, quando o objetivo é emagrecer, seguir um simples plano alimentar e de exercícios é mais eficiente do que o uso do dispositivo.

No estudo, pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, acompanharam 470 pessoas com sobrepeso e idade entre 18 e 35 anos, durante 24 meses. Nesse período, todos os participantes receberam uma dieta de baixa caloria, um programa de exercícios e foram convidados para participar de sessões de grupo semanais.

Seis meses após o início do estudo, metade dos participantes recebeu uma pulseira fitness que rastreia a atividade física dos usuários e envia os dados para um programa de computador. Esses dados também podem ser associados ao plano alimentar do usuário. Na mesma época, os dois grupos passaram a receber sessões de aconselhamento por telefone, mensagens de texto motivacionais e acesso ao suporte on-line. As sessões de grupo semanais foram reduzidas a reuniões mensais.

Os resultados mostraram que os participantes do grupo que recebeu o dispositivo não perderam mais peso que os demais voluntários que precisavam monitorar sua alimentação e exercícios por conta própria. Por outro lado, essas pessoas emagreceram bem menos do que o restante. A média de perda de peso entre as pessoas que receberam a pulseira fitness foi de 3,5 kg, contra 5,8 kg entre os participantes que se automonitoraram.

Vendida com a promessa de ajudar na perda de peso, a pulseira fornece informações sobre a quantidade de passos dados etapas, atividade física realizada e informações precisas sobre o seu consumo de energia – quantas calorias você está queimando no dia. Além disso, ela tem uma interface on-line que permite ver esses dados de uma forma muito mais detalhada. É possível também acompanhar a dieta.

(Fonte: Veja/Adaptado)
(Foto: iStock/Getty Images)

 

Alto valor nutritivo do espinafre

Alto valor nutritivo do espinafre

Não foi à toa que o espinafre conquistou os desenhos animados como o responsável pela força do marinheiro Popeye. Essa hortaliça reúne nutrientes da mais alta qualidade. A começar pelo ácido fólico, essencial para o sistema nervoso. Estudos sugerem efeito protetor contra a doença de Alzheimer, que leva à perda da memória. Possui alto teor de potássio e baixo de sódio, o que auxilia no controle da pressão arterial; vitamina K, cálcio e fósforo, que concorrem para a saúde dos ossos; e luteína, um pigmento da família dos carotenoides benéfico à visão (protege contra catarata). A lista ainda inclui ferro, vitamina C, vitamina A e antioxidantes, que defendem a pele contra o envelhecimento e as células contra o câncer.

O espinafre contribui a para prevenção e o controle de diabetes por causa das fibras, que auxiliam o metabolismo do açúcar. E pela presença do cromo, que potencializa os efeitos da insulina, melhorando a captação de glicose pelas células. Esse mineral também é útil para quem planeja emagrecer ou precisa abaixar o colesterol.

Modo de usar: consuma pelo menos 1 porção (meio prato de sobremesa) três vezes por semana. Para aumentar a absorção de minerais, é interessante ingeri-lo ao lado de outros alimentos ricos em vitamina C, como as frutas cítricas.

Combustível para os músculos

Uma equipe do Instituto Karolinska, na Suécia, mostrou que o espinafre aumenta a eficiência dos músculos. O consumo diário de um prato da hortaliça (300 g) diminuiu em 5% a quantidade de oxigênio necessária à atividade muscular durante o exercício físico. O vegetal é pródigo em nitrato, que chega rápido às mitocôndrias, encarregadas de produzir energia nas células, fornecendo a matéria-prima para este trabalho. Os participantes receberam suplementos de nitrato em quantidade equivalente à de um prato de espinafre e pedalaram numa bicicleta ergométrica, informou a revista científica Cell Metabolism.

(Fonte: Revista VivaSaúde)

Novo gosto é identificado, o que distingue o sabor do carboidrato

Novo gosto é identificado, o que distingue o sabor do carboidrato

Você sabe quantos gostos conseguimos identificar quando comemos? A maioria das pessoas conhece apenas quatro: salgado, doce, azedo e amargo. Mas, comprovadamente, já existem cinco. O quinto é o umami, nome de origem japonesa relacionado ao sabor do glutamato monossódico, presente em alimentos como leite materno, peixes, crustáceos, legumes, cogumelos e outros. Pois agora, estudo publicado na revista científica Chemical Senses, sugere a existência do sexto gosto capaz de distinguir o sabor de carboidratos. O sexto gosto foi chamado de starchy, palavra de origem inglesa, que significa algo como “gosto de amido”.

O estudo, conduzido por Juyun Lim, pesquisadora da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos, sugere que nosso paladar consegue detectar o gosto de carboidratos encontrados em alimentos como massa, batata e pão. “Acredito que seja por isso que as pessoas gostam mais de carboidratos complexos. Toda cultura é repleta de fontes destes carboidratos”, disse Juyun ao site especializado New Science.

Diante disso, a autora decidiu conduzir um experimento para verificar se as pessoas conseguem ou não sentir o sabor dos carboidratos. Até então, os cientistas afirmavam que identificávamos o gosto desses alimentos apenas como “doce”, já que nossa saliva quebra o amido em pequenas cadeias de moléculas de açúcar.

Os resultados mostraram que os participantes identificaram nas amostras o gosto de amido e não o doce. Os asiáticos, por exemplo, disseram que a solução era parecida com arroz, enquanto caucasianos afirmaram ser similar a pão ou macarrão.

Apesar dos resultados, para um novo gosto ser oficializado tem de passar por rigorosos critérios da comunidade científica. Além de ser reconhecível, é necessário identificar receptores gustativos específicos relacionados à esse sabor – o que os cientistas ainda estão tentando provar no caso do “starchy” – e ativar algum tipo de resposta psicológica.

(Fonte: Veja/Adaptado)

Gelatina colorida light

Gelatina colorida light

Rende 10 porções, com apenas 58,3 Kcal cada.

- Ingredientes:

3 claras
1 envelopes de gelatina incolor sem sabor
½ xícara (chá) de água
200 g de cream cheese light
Suco de um limão
3 sachês de adoçante
1 pitada de sal
1 gelatina diet sabor morango
1 gelatina diet sabor limão
1 gelatina diet sabor uva
1 gelatina diet sabor abacaxi

- Modo de preparo:

* Gelatinas coloridas
Faça formas rasas separadas de cada sabor de gelatina.
Quando estiverem firmes, corte em cubos e reserve.

* Creme branco
Aqueça a gelatina incolor já dissolvida na água e reserve.
Bata as claras até ficarem firmes.
Sem desligar a batedeira, junte o adoçante.
Em seguida, despeje aos poucos a gelatina incolor dissolvida.
Quando terminar de colocar a gelatina, desligue a batedeira.
Junte o queijo e misturando delicadamente.
Tempere como sal e o limão.

* Montagem
Em um bolw grande, junte os cubos de gelatinas coloridas com o creme.
Coloque em aros individuais, ou em forma de sua preferência.
Leve à geladeira para encorpar por uns 15 minutos.
Desenforme, corte e sirva.

(Fonte: Lucilia Diniz)
(Fonte: youtube Tô Bem na Cozinha)

Chá de hortelã alivia a dor

Chá de hortelã alivia a dor

Beber um chá de hortelã para aliviar alguma dor não é apenas uma receita popular que dá certo, trata-se de uma alternativa cientificamente comprovada. Um estudo da Universidade de Newcastle, na Austrália, comprovou que uma xícara deste tipo de chá tem propriedades analgésicas equivalentes às de fármacos vendidos comercialmente.

A erva Hyptis crenata é eficaz para tratar desde dores de cabeça e estômago até febre e gripe. O método mais comum de uso é ferver a folha seca em água durante 30 minutos e deixar que o líquido esfrie antes de bebê-lo. Quando a erva é ingerida (uma xícara), pode ter a mesma eficiência de um analgésico.

(Fonte: Revista VivaSaúde/Adaptado)

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