Vinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo Slider

Quiche sem Massa

Quiche sem Massa

É, gente, o carnaval está chegando! E para aproveitar cada minutinho da festa mais popular do Brasil tem que ter muita disposição, né? Mas se engana quem pensa que se empanturrar com comidas pesadas para "armazenar energia" é o melhor caminho. Para não perder o fôlego durante a folia, uma alimentação equilibrada e saudável é fundamental!

• Quiche sem Massa

- Ingredientes:

½ xícara (chá) de quinoa (80 g)
1 colher (sopa) de manteiga (15 g)
1 xícara (chá) de alho poró (1 unidade)
1 xícara (chá) de peito de peru defumado picado (150 g)
5 ovos levemente batidos
½ xícara (chá) de tomate cereja cortado ao meio (90 g)
½ xícara (chá) de leite (120 ml)
1 xícara (chá) de muçarela ralada (100 g)
½ xícara (chá) de parmesão ralado (50 g)
sal, orégano e pimenta-do-reino a gosto

- Modo de preparo:

1 - Cozinhe numa panela com água fervente ½ xícara (chá) de quinoa. Retire do fogo escorra e reserve.

2 - Numa frigideira em fogo médio com 1 colher (sopa) de manteiga, refogue 1 xícara (chá) de alho poró com 1 xícara (chá) de peito de peru defumado picado (+/- 3 minutos). Retire do fogo.

3 - Misture bem numa tigela 5 ovos levemente batidos, a quinoa (reservada acima), ½ xícara (chá) de tomate cereja cortado ao meio, ½ xícara (chá) de leite, 1 xícara (chá) de muçarela ralada, ½ xícara (chá) de parmesão ralado, o refogado de alho poró com peito de peru, sal, orégano e pimenta-do-reino a gosto.

4 - Transfira a massa para uma forma redonda untada (23 cm) e leve para assar em forno médio pré-aquecido a 180°C por +/- 40 minutos ou até que esteja firme. Retire do forno e sirva em seguida quente ou frio acompanhado de salada verde.

(Fonte: Mais Você)

 

Obesidade e diabetes dobram o risco de ter um filho autista

Obesidade e diabetes dobram o risco de ter um filho autista

Filhos de mães obesas e diabéticas têm uma probabilidade quatro vezes maior de serem diagnosticados com transtorno do espectro autista, em comparação com aqueles cujas mães não têm nenhuma das condições. É o que diz um estudo publicado recentemente na revista científica Pediatrics.

Embora a obesidade e o diabetes já sejam condições que separadamente aumentam o risco de desenvolvimento da síndrome, o novo estudo mostrou que, quando combinadas, essa probabilidade dobra.

Os pesquisadores da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos, analisaram os registros de 2.734 crianças nascidas no Centro Médico de Boston (EUA). Nos prontuários havia informações sobre a saúde das mães antes e durante a gestação. Os autores também acompanharam as crianças até o início da infância, quando o autismo geralmente é diagnosticado.

Os resultados mostraram que as crianças cujas mães eram obesas antes da gravidez corriam o dobro de risco de serem diagnosticadas com autismo, quando comparadas com aquelas de mães com peso considerado normal. Mulheres com diabetes antes da gestação ou que desenvolveram diabetes gestacional também tinham duas vezes mais chance de ter um filho com autismo, em comparação com aquelas sem a condição.

No entanto, esse risco foi ainda maior quando as duas condições estavam juntas. O risco de ter um filho com autismo nestes casos era quatro vezes maior, do que o daquelas sem nenhum dos problemas de saúde. Os pesquisadores também descobriram que diabetes e obesidade aumentava o risco de deficiência intelectual na criança.

(Fonte: Veja Saúde)
(Foto: Thinkstock/VEJA)

Bons relacionamentos contribuem para a saúde e para uma vida boa

Bons relacionamentos contribuem para a saúde e para uma vida boa

Um estudo de Harvard concluiu que poucos e bons relacionamentos, mais do que conexões, fama e dinheiro, são os fatores que mais contribuem para a saúde e para uma vida boa. A pesquisa durou 75 anos e começou com 724 homens de dois grupos: de estudantes da universidade e outros moradores de bairros mais humildes da cidade de Boston.

Desde 1938, de dois em dois anos, os pesquisadores fizeram exames médicos, analisaram o cérebro dos entrevistados, ouviram os pais e, mais tarde, as mulheres e filhos. Gravaram até conversa deles com as famílias.

Muitos lutaram na Segunda Guerra Mundial. Os jovens que participavam da pesquisa se tornaram operários, advogados, médicos e um deles virou até presidente dos Estados Unidos – mas o nome não foi revelado. Desses homens, 60% ainda estão vivos.

E sabe como ficar satisfeito? Tendo bons relacionamentos. A pesquisa fala que não precisa ter muitos amigos, parentes. Poucos e bons já são suficientes. Vale mais do que ter dinheiro e fama. A conclusão foi resumida em três lições: relações sociais são boas e a solidão mata; o que conta é a qualidade do relacionamento e não a quantidade de amigos; e as boas relações protegem não só o corpo como também o cérebro.

(Fonte: Bem Estar/Adaptado)

Alimentos que aceleram o metabolismo

Alimentos que aceleram o metabolismo

1 - PIMENTA

Seu principal componente ativo, a capsaicina é um potente estimulante do metabolismo. Pesquisadores da Aarhus University da Dinamarca descobriram que o consumo regular de capsaicina está associado a um aumento da termogênese, e esta por sua vez aumenta a temperatura corporal e o metabolismo.

Uma pesquisa realizada na Coréia do Sul demonstrou ainda que a capsaicina tem o potencial de reduzir a atividade de enzimas responsáveis pela síntese de gordura, prevenindo assim a maturação dos adipócitos e o aumento do percentual de gordura corporal.

2 - PEITO DE PERU

Fornece proteínas completas com um baixo teor de gordura saturada. E você já sabe que os aminoácidos são os “blocos” construtores das proteínas musculares, que por sua vez precisam de energia para se manterem ativas.

Contém triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, o neurotransmissor que ajuda a reduzir a vontade de comer carboidratos refinados.

As proteínas magras requerem tanta energia do corpo durante a digestão que acabam acelerando o metabolismo, o que favorece a queima de gordura.

3 - GENGIBRE

Uma pesquisa publicada em 2012 no periódico científico Metabolism relatou que participantes que haviam consumido gengibre diariamente apresentaram níveis maiores de termogênese, ao mesmo tempo em que tiveram uma redução do apetite.

A raiz também ajuda o metabolismo de maneira indireta ao promover a produção de bile e estimular a secreção de sucos gástricos (a digestão mais eficiente garante mais energia para ser queimada pelo corpo).

4 - GRAPEFRUIT

Isso porque a grapefruit contém naringenina, um antioxidante que pesquisadores norte-americanos descobriram que melhora o metabolismo da glicose.

Em um estudo realizado pela Vanderbilt University nos Estados Unidos, pesquisadores observaram que participantes que haviam seguido uma dieta contendo suco de toranja perderam cerca de 7,1% do peso corporal total após 12 semanas. Os voluntários também apresentaram uma diminuição no percentual de gordura corporal e na circunferência abdominal.

Embora o resultado acima tenha sido observado com a ingestão do suco da fruta, a melhor maneira de encaixar o grapefruit na dieta é através do consumo da fruta inteira, que contém fibras que estimulam a saciedade.

(Fonte: R7/Adaptado)

As novas regras da cirurgia bariátrica

As novas regras da cirurgia bariátrica

O Conselho Federal de Medicina (CFM) ampliou de seis para 21 as doenças que, associadas a um grau de médio de obesidade (IMC superior a 35), podem se tornar indicações para a cirurgia de redução do estômago. A partir de agora, entram no rol de enfermidades depressão, asma grave, infertilidade, disfunção erétil, refluxo e síndrome dos ovários policísticos, entre outros. Atualmente, a obesidade atinge um em cada cinco brasileiros.

A decisão do CFM se baseou em estudos internacionais sobre os benefícios do procedimento para pacientes que ainda não apresentam obesidade mórbida (IMC acima de 40). Mas manteve a norma de que, para ser possível a intervenção, a pessoa deve ser obesa há cinco anos e ter tentado o tratamento clínico – dieta, exercícios e medicamentos – por pelo menos dois anos.

(Fonte: IstoÉ Independente)

Página 1 de 121

Destaque

banner

Video em Destaque

bem-estar

Corpo Clínico

dr-almino-aa

 

Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-manuela

 

Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-galvao

 

Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

saibamaismais


dr-thales

 

Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-nestor-tadashi-bertin-suguitani-m

 

Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba 


dr-eduardo-bastos-m

 

Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


 

Calcule seu IMC

Peso:
Kg
Altura:
m


IMC:

 

Newsletter GOC

Name:
Email: