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Alimentos “fitness” podem prejudicar a perda de peso

Alimentos “fitness” podem prejudicar a perda de peso

 

Comercializados como alternativas saudáveis para lanchinhos rápidos, os alimentos "fitness" (barrinhas de cereais, frutas secas ou proteínas, bolachas e salgados que contenham tal rótulo) podem encorajar o consumo exagerado desses produtos e fazer com que as pessoas se exercitem menos. É o que sugere um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of Marketing Research.

Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, investigaram os efeitos de "alimentos fitness" em pessoas com uma alimentação controlada em função do peso. Ou seja, indivíduos preocupados com seu peso.

Os resultados mostraram que, a menos que determinado alimento tenha sido proibido pela dieta, quando ele tem um rótulo "saudável" ou "fitness", as pessoas tendem a consumi-lo em maior quantidade e a praticar menos exercícios depois de sua ingestão. De acordo com os autores, isso ocorre pelo fato de esses alimentos passarem uma falsa sensação de segurança ao consumidor.

No experimento, os participantes receberam duas opções de lanche: uma rotulada como "fitness" e outra sem a marcação. Além disso, para que a primeira parecesse ainda mais saudável, a embalagem recebeu uma imagem de tênis de corrida.

Os participantes foram então orientados a fingir que estavam em casa e deveriam escolher uma das opções para fazer um lanche durante a tarde. Em seguida, eles teriam oito minutos para experimentar e avaliar o produto. Em uma segunda fase eles precisavam se exercitar em uma bicicleta ergométrica tão vigorosamente quanto gostariam.

Os resultados mostraram que a opção "fitness" teve efeito contrário, principalmente entre os participantes preocupados com a alimentação e com o peso. Para piorar a situação, essas pessoas também reduziram a quantidade de atividade física. Elas aparentemente viram o alimento como um substituto do exercício.

Os autores ressaltam que praticar exercício físico é uma boa forma de manter o peso, mas não de emagrecer, se também não controlarmos o que comemos e a quantidade ingerida.

(Fonte: Veja)

 

Tomar refrigerante diet aumenta a barriga, mostra estudo

Tomar refrigerante diet aumenta a barriga, mostra estudo

 

Você é do tipo que se esbalda no refrigerante diet, achando que ele é inofensivo? Repense.

Um novo estudo publicado no Journal of the American Geriatrics mostrou que pessoas que tomaram refrigerante diet ganharam quase o triplo de gordura abdominal, ao longo de nove anos, do que os que não tomaram a bebida. As informações são do site da revisa Time.

O estudo analisou dados de 749 pessoas com 65 anos ou mais que eram questionadas, a cada dois anos, quantas latas de refrigerante bebiam por dia, e quantas eram diet ou normais.

As respostas foram determinantes no ganho de gordura na região abdominal, mesmo depois que os pesquisadores ajustaram fatores como diabetes, tabagismo e níveis de atividade física.

Pessoas que não tomaram refrigerante diet ganharam cerca de dois centímetros ao redor de suas cinturas, enquanto que os que beberam acumularam cerca de oito centímetros. Os que ficaram no meio termo, ou seja, os que bebem refrigerante diet ocasionalmente, ganharam aproximadamente cinco centímetros.

As mudanças na circunferência abdominal são especialmente preocupantes porque a gordura acumulada nessa área, chamada de visceral, está associada ao aumento da doença cardiovascular, inflamação e diabetes tipo 2.

Estes resultados, que os autores classificam como ‘impressionantes’, engrossam as crescentes evidências de que alimentos com baixa caloria ou com adoçante podem trazer problemas à saúde.

Embora os cientistas ainda estejam estudando os mecanismos que levam o refrigerante diet a contribuir com o ganho de peso, eles já têm algumas ideias. Estas bebidas sem açúcar contêm substâncias que adoçam a bebida de 200 a 600 vezes mais do que o açúcar.

Já os adoçantes artificiais confundem nosso corpo, enfraquecendo a relação que o nosso cérebro faz entre doçura e calorias e, com isso, aumentam o desejo por coisas ainda mais doces.

(Fonte: Terra)

Cogumelo pode prevenir obesidade, diz estudo

Cogumelo pode prevenir obesidade, diz estudo

 

O cogumelo não-comestível Ganoderma lucidum é utilizado na medicina chinesa, por meio de extrato, há séculos para promover saúde e longevidade. Agora, cientistas da Universidade Chang Gung, de Taiwan, constataram que ele pode ajudar a reduzir o peso corporal. Os dados foram publicados na revista Nature Communications.

Para chegar a essa conclusão, realizaram testes em ratos alimentados com dieta rica em gordura. Em dois meses, os animais chegaram a pesar 42 g, enquanto que os que seguiam o mesmo padrão alimentar, mas recebiam um extrato do cogumelo, apresentaram apenas 35 g.

Os cientistas constataram que o cogumelo alterou as bactérias no intestino, responsáveis pelo benefício. “O nosso estudo mostra que G.lucidum mycelium previne a obesidade induzida por dieta e alivia a inflamação por meio da modulação da composição da flora intestinal e mantendo a integridade da barreira intestinal”, concluíram os cientistas. “Pode ser utilizado como prebióticos para reduzir o ganho de peso corporal, inflamação crônica e resistência à insulina (diabetes tipo 2) em indivíduos obesos.”

(Fonte: Terra)

Cheesecake de espinafre

Cheesecake de espinafre

 

Calorias: 322 por porção
Categoria: Torta salgada e quiche
Dificuldade: Fácil
Rendimento: 8 porções
Tempo de Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Tipo: Prato principal

Ingredientes

. 200 g de biscoito cream craker
. 100 g de margarina
. 1 colher (sopa) de azeite
. 1 cebola pequena picada
. 1 dente de alho picado
. 1 maço de espinafre limpo
. 1 pote de cream cheese (150 g)
. 1 pote de requeijão
. 2 ovos
. Sal e pimenta a gosto
. 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

1. Prepare a massa: no liquidificador, triture o biscoito, junte a margarina e trabalhe a massa até formar uma farofa.
2. Forre o fundo e as laterais de uma forma com aro removível, de 22 cm de diâmetro.
3. Prepare o recheio: em uma panela, aqueça o azeite, doure a cebola e o alho.
4. Junte o espinafre e refogue até murchar. Deixe esfriar.
5. Na batedeira, bata o cream cheese, o requeijão e os ovos. Tempere com o sal e a pimenta.
6. Coloque o espinafre refogado sobre a massa e, por cima, o creme batido.
7. Salpique o queijo e leve ao forno, preaquecido, a 200 ºC por 45 minutos ou até dourar.

Dica: se preferir, substitua o espinafre por brócolis ou escarola.

(Fonte: Ana Maria)

Quer viver mais? Coma menos

Quer viver mais? Coma menos

 

Comer menos pode ajudar a viver mais. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico Cell Metabolis. No trabalho, os pesquisadores observaram o impacto do chamado "quase jejum" sobre o envelhecimento. Os resultados mostraram que cortar calorias ocasionalmente melhora a saúde, principalmente em aspectos que tendem a piorar com a idade. A dieta fortalece o sistema imunológico, o sistema nervoso, reduzindo, assim, os fatores de risco para várias doenças, incluindo o câncer.

Os participantes se submeteram a ciclos de cinco dias de restrição calórica por mês, durante três meses. A dieta dos dias de jejum continha entre 34% e 54% das calorias consumidas normalmente. Isso corresponde a cerca de 750 e 1050 calorias diárias. Tal comportamento alimentar reduziu a quantidade do hormônio de crescimento IGF-1 que, embora seja importante para o desenvolvimento, pode estimular o envelhecimento.

"Muitos podem se beneficiar com essa dieta, não só obesos", disse Valter Longo, principal autor do estudo e diretor do Instituto de Longevidade Universidade do Sul da Califórnia, à revista Time. Pessoas com glicemia de jejum elevada e um histórico familiar de câncer, por exemplo.

Os autores ressaltam a importância de consultar um médico ou um nutricionista antes de iniciar uma dieta como essa.

(Fonte: Veja)

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