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Arroz doce integral leve e saudável

Arroz doce integral leve e saudável

- INGREDIENTES:

2 xícaras (chá) de arroz integral 1 litro de leite (semi desnatado) 1 unidade de leite de coco light 2 colheres (sopa) de coco ralado 4 colheres (sopa) de adoçante culinário em pó 3 pedaços de canela em pau 5 unidades de cravo-da-índia (ou cravinho) • canela a gosto.


- MODO DE PREPARO:

Deixe o arroz de molho na água quente por 1 hora. Escorra. Adicione água novamente no arroz, até cobrir, e cozinhe em fogo baixo. Acrescente o leite, o leite de coco, o coco ralado, o adoçante, a canela em pau e o cravo. Cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até engrossar. Tire do fogo e polvilhe a canela em pó. Sirva morno ou gelado.

(Fonte: Boa Forma)

 

Estudo comprova que só é possível emagrecer controlando a alimentação

Estudo comprova que só é possível emagrecer controlando a alimentação

Pesquisadores da Loyola University Chicago Stritch School of Medicine concluíram que só há uma maneira realmente eficiente para perder peso: tendo um controle da alimentação e comendo menos.

De acordo com os cientistas, a prática de esportes ajuda a reduzir os riscos de doenças cardíacas, diabetes e câncer, além de melhorar a saúde mental e a disposição, mas não é eficaz como o controle da alimentação na hora de checar os resultados na balança.

“Há evidência limitada para sugerir que o esporte pode acabar com a obesidade”, escreveram os pesquisadores no International Journal of Epidemiology.

Ainda que sejam incluídas corridas ou sessões de musculação na rotina, contar calorias e nutrientes segue sendo o processo mais eficaz na perda de peso. Os cientistas da Loyola University rebateram o argumento de que a obesidade aumentou junto com o uso de carros e computadores, por exemplo. Eles associam o crescimento nos índices de obesidade a uma mudança no fornecimento de alimentos, sugerindo que vem pesando a qualidade do que se come nos últimos anos.

Os pesquisadores da universidade norte-americana rechaçam a hipótese de que africanos e índios são mais magros porque se exercitam mais. Eles dizem que o homem modula a ingestão de calorias de acordo com o gasto energético. Ou seja, quanto mais atividade física, maior a fome. Sem a sensação de saciedade na alimentação, não há controle da entrada de calorias, o que pode comprometer os benefícios das sessões de exercícios.

(Fonte: ESPN)

Início do Inverno

Início do Inverno

Sobrepeso mata quase tanto quanto obesidade, identifica estudo

Sobrepeso mata quase tanto quanto obesidade, identifica estudo

Dois bilhões de crianças e adultos ao redor do globo sofrem com problemas decorrentes da obesidade e do sobrepeso – o equivalente às populações da China, dos Estados Unidos, do Brasil e das Filipinas. Mais: em 2015, 4 milhões de pessoas morreram por encrencas ligadas ao excesso de peso.

O alerta vem de um estudo publicado na última segunda-feira (12) no periódico The New England Journal of Medicine. E a pesquisa merece respeito: ela reúne dados de 195 países, coletados entre os anos de 1980 e 2015. As informações são baseadas no Global Burden of Disease, um levantamento que visa quantificar a magnitude das perdas em saúde por doenças, ferimentos e fatores de risco relacionados a idade e sexo, por exemplo.

E não pense que os números assustadores do trabalho se referem apenas aos indivíduos obesos – aqueles com índice de massa corporal (IMC) igual ou acima de 30. O estudo viu que, das mortes de 2015, 60% estão, de fato, ligadas à obesidade; os outros 40% aconteceram em pessoas com sobrepeso (IMC entre 25 e 29), que não são obesas, mas também não estão no shape adequado.

Problema crescente
A prevalência de obesidade dobrou em mais de 70 países, desde 1980, tanto em crianças quanto em adultos. Dentre as 20 nações mais populosas, os Estados Unidos apresentam os maiores índices de crianças e adolescentes obesos – cerca de 13%.

Quando se trata de adultos com IMC acima de 30, a terra do Tio Sam se destaca em números absolutos: são 79,4 milhões. Mas, em porcentagem, é o Egito que chama atenção – 35% dos homens e mulheres por lá estão nessa condição.

(Fonte: Boa Forma/Adaptado)

Doenças relacionadas ao excesso de peso não ameaçam apenas obesos, diz estudo

Doenças relacionadas ao excesso de peso não ameaçam apenas obesos, diz estudo

Pessoas que não são obesas podem correr riscos de morte por doenças relacionadas ao excesso de peso, aponta um novo estudo.

Das 4 milhões de pessoas que morreram em 2015 por causas associadas ao sobrepeso, 40% não eram consideradas clinicamente obesas.

O estudo mostra também que mais de 2 bilhões de crianças e adultos sofrem problemas de saúde ligados ao sobrepeso, incluindo diabetes tipo 2, doenças coronárias e câncer.

Mas uma parte significativa dessas pessoas tinha um Índice de Massa Corporal (IMC) inferior a 30, limiar a partir do qual a pessoa é considerada obesa.

Segundo o estudo, publicado na revista científica New England Journal of Medicine, as descobertas revelam uma "crescente e perturbadora crise de saúde pública global".

"As pessoas que ignoram o ganho de peso fazem isso por sua conta e risco - risco de doenças cardiovasculares, diabetes, câncer, entre outras", diz Christopher Murray, autor do estudo e diretor do Instituto de Métrica e Avaliação para a Saúde (IHME, na sigla em inglês) da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

"Aquelas resoluções mais ou menos sérias de Ano Novo para perder peso devem se tornar compromissos para todo o ano", aconselha.

O estudo, que analisou dados de 195 países e territórios por um período de 35 anos, de 1980 a 2015, diz que 30% da população mundial - ou 2,2 bilhões de crianças e adultos - estão com excesso de peso.

Isso inclui aproximadamente 108 milhões de crianças e mais de 600 milhões de adultos que têm um IMC maior do que 30 e são, portanto, considerados clinicamente obesos.
'Amor pelo açúcar'
A obesidade se tornou uma epidemia mundial - a população de obesos dobrou em 70 países desde a década de 1980.

Os Estados Unidos têm o maior nível de obesidade entre adultos e crianças (13% da população).

O Egito lidera o ranking de adultos obesos - 35% da população está nessa situação.

Em entrevista no ano passado ao jornal britânico The Guardian, Randa Abou el Naga, pesquisador na Organização Mundial de Saúde, atribuiu o problema no Egito à falta de "exercícios físicos vigorosos", enquanto a nutricionista Sherine el Shimi citou o "amor" do egípcio pelo açúcar.

O relatório também mostrou que a taxa de obesidade está aumentando mais rapidamente entre crianças do que entre adultos.

A China e a Índia têm os maiores números de crianças obesas, com 15,3 milhões e 14,4 milhões, respectivamente.

"O problema não está relacionado exclusivamente à renda ou riqueza", diz o estudo. "A maior disponibilidade e acessibilidade a produtos densos em energia, além do forte marketing, podem explicar o excesso de peso em diferentes populações", acrescenta.

As menores taxas de obesidade estão em Bangladesh e no Vietnã. Apenas 1% da população desses países é obesa.

"O excesso de peso corporal é um dos problemas mais desafiadores de nossos tempos, afetando uma a cada três pessoas", diz Ashkan Afshin, coautor do estudo e professor de Saúde Global no IHME.

Os autores destacam a necessidade de uma intervenção para reduzir a prevalência de um alto IMC e suas consequências.

(Fonte: G1)

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