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Torta de morango light

Torta de morango light

-INGREDIENTES
1 pacote de Magic Toast Marilan integral
1 envelope de adoçante
1 colher (sopa) de manteiga
1 clara de ovo
1 caixa de pudim light
1 caixa de morango
1 caixa de gelatina de morango light
3 colheres (sopa) de leite condensado light

- MODO DE PREPARO
Misture em um bowl a bolacha, o adoçante, a manteiga e a clara, até formar uma farofa úmida.
Coloque em formas individuais, e leve pra assar até ficar dourada e crocante.

Recheio

Faça o pudim como manda a embalagem, deixe um pouco mais mole, acrescente o leite condensado.
Coloque uma colher de recheio em cada forminha, e coloque os morangos fatiados por cima.
Em seguida, pincele com a gelatina, que deve ser um caldo grosso e gelado.
Deixe encorpar na geladeira e sirva.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Nozes e castanhas protegem o coração contra doenças, diz estudo

Nozes e castanhas protegem o coração contra doenças, diz estudo

Um estudo de Harvard mostrou que o consumo de nozes, castanhas, avelã e amendoim reduz o risco de doenças cardíacas em até 23%

Segundo um novo estudo publicado no periódico científico Journal of the American College of Cardiology, comer um punhado de nozes, castanhas, avelãs e amendoins duas ou mais vezes por semana pode reduzir o risco de doenças cardíacas. Os resultados da pesquisa, realizada pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, mostraram que o risco de uma pessoa que consome as oleaginosas desenvolver doenças cardiovasculares é 15% menor, enquanto a doença arterial coronariana é reduzida em 23%.

“Nossas descobertas reforçam as recomendações de alimentação saudável que sugerem uma maior ingestão de variedades de nozes e castanhas a fim de reduzir o risco de doenças crônicas“, disse Marta Guasch-Ferre, nutricionista da Universidade Harvard e principal autora do estudo, ao jornal britânico The Telegraph.

Castanhas e nozes
Diferentes tipos de nozes e castanhas, entre eles amêndoas, avelãs, castanha-de-caju, castanha-do-pará, pistache, noz-pecã e amendoim, são considerados superalimentos devido aos altos teores de antioxidantes, proteínas, minerais e fibras.

(Fonte: Veja/Adaptada)

Sete ou mais porções de frutas e legumes diariamente aumentam os benefícios para a saúde, em estudo do Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária

Sete ou mais porções de frutas e legumes diariamente aumentam os benefícios para a saúde, em estudo do Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária

Pesquisadores da University College London usaram um levantamento de dados de saúde realizado entre 2001 e 2008, na Inglaterra, sobre os hábitos alimentares de uma amostra aleatória de 65.226 participantes, com idade de 35 anos ou mais. Estes dados foram relacionados às informações sobre mortalidade do Reino Unido até o primeiro trimestre de 2013. O objetivo foi avaliar se o consumo diário de frutas e legumes beneficia a saúde da população geral da Inglaterra.

Métodos de regressão de Cox foram utilizados em tal análise. Foi realizada uma associação entre o consumo de frutas e vegetais e todas as causas de mortalidade cardiovascular e câncer, com ajustes para idade, sexo, classe social, educação, índice de massa corporal (IMC), consumo de álcool e atividade física.

O consumo de frutas e vegetais foi associado à diminuição da mortalidade por todas as causas. Esta associação foi mais pronunciada quando se excluíram as mortes dentro de um ano do início do estudo. O consumo de frutas e vegetais foi associado à redução do câncer e da mortalidade cardiovascular. Os vegetais podem ter uma associação mais forte com a mortalidade do que o consumo de frutas. O consumo de legumes ou salada foram fatores de proteção, enquanto o consumo de frutas congeladas ou em conserva foi associado ao aumento da mortalidade.

Concluiu-se que existe uma forte associação inversa entre consumo de frutas e vegetais e a mortalidade, com os maiores benefícios observados para aqueles que consomem sete ou mais porções desses alimentos diariamente.

(Fonte: News Med)

Pesquisa revela como a obesidade causa o diabetes tipo 2

Pesquisa revela como a obesidade causa o diabetes tipo 2

Não é novidade que a obesidade é um fator de risco para o diabetes, mas agora uma nova pesquisa revelou o mecanismo dessa associação

Que a obesidade é o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 é fato estabelecido há várias décadas. A epidemia global em curso de diabetes é consequência direta do aumento da prevalência de obesidade, observada na maioria dos países a partir dos anos 60.

A associação entre obesidade e diabetes
Quando uma pessoa engorda o seu tecido adiposo aumenta. Essa expansão do tecido adiposo requer um aumento correspondente da rede vascular para supri-lo de oxigênio e nutrientes. Ocorre que se o aumento do tecido adiposo for proporcionalmente maior do que a rede vascular (o que geralmente ocorre quando o ganho de peso é grande ou rápido ), as células do tecido adiposo passam a ser submetidas a um ambiente de relativa escassez de oxigênio (hipóxia).

Nesta condição, secretam substâncias que atraem um tipo de glóbulos brancos, os macrófagos, que passam a infiltrar o tecido adiposo. Os macrófagos infiltrados no tecido adiposo são ativados e passam a secretar várias substâncias (citocinas). Algumas facilitam o crescimento de novos capilares amenizando a falta de oxigênio e outras, como o TNF alfa, têm a propriedade de diminuir o efeito da insulina, o hormônio que controla o nível de açúcar (glicose).

O papel da insulina
Deste modo, quem desenvolve obesidade, tem agora que produzir muito mais insulina para superar o efeito inibidor das substâncias produzidas pelos macrófagos que passaram a habitar no seu tecido adiposo expandido. Baseados neste conhecimento, pesquisadores desenvolveram estratégias para inibir o efeito do TNF alfa, com o propósito de diminuir a resistência à insulina e o consequente diabetes associado à obesidade.

Uma destas tentativas foi o uso, em 2007, de um anticorpo anti-TNF alfa que produziu apenas uma pequena melhora no controle do metabolismo de pacientes com diabetes e obesos, indicando que deveriam existir outros mecanismos, ainda desconhecidos, responsáveis por provocar diabetes nos obesos.

A nova pesquisa
Após dez anos de pesquisas, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, parecem ter encontrado uma resposta para essa questão. Desde o final da década de 90 sabe-se que as células podem comunicar-se através dos exosomas, partículas constituídas por uma membrana (semelhante à membrana celular) que envelopam diversos tipos de informação genética, representadas por sequências de DNA, RNA mensageiro ou microRNA (miRNA)s.

Estas moléculas não poderiam ser diretamente secretadas na circulação porque seriam imediatamente destruídas por enzimas presentes no sangue (DNAses e RNAses). Assim, através dos exosomas, uma célula pode modificar o funcionamento de outra célula à distância, uma vez que a célula receptora incorporará as novas informações genéticas contidas no exosoma.
Os pesquisadores demonstraram que exosomas provenientes de macrófagos existentes no tecido adiposo de animais obesos, com resistência à insulina, eram capazes de inibir o efeito da insulina quando colocados em cultura de células musculares ou de fígado. Além disso, a injeção destes exosomas em animais normais era capaz de provocar resistência à insulina nestes animais, apesar destes serem magros.

De modo reverso, a injeção nos animais obesos de exosomas provenientes de macrófagos de animais normais atenuava a resistência à insulina.
Após a clara demonstração que os exosomas dos macrófagos eram capazes de modular a resistência à insulina, os pesquisadores conduziram uma série de experimentos para identificar qual substância presente nestas partículas era responsável pelo efeito. Verificaram que o mi RNA-155 estava aumentado em três vezes no exosoma dos animais obesos em relação aos animais magros e que este RNA tanto “in vitro” quanto “in vivo” era capaz de produzir resistência à insulina.
O mi RNA-155 interfere com o gene PPAR gama inibindo a sua expressão.

Possível tratamento
Um dos medicamentos utilizados no tratamento do diabetes, a pioglitazona tem a propriedade de estimular a expressão deste gene. Deste modo, teria efeito contrário ao do miRNA-155 e portanto, seria a medicação específica para atenuar o efeito de aumento da resistência à insulina associado à obesidade.

Certamente o conhecimento dos mecanismos que vinculam a obesidade ao diabetes é relevante em um mundo que em 2020 abrigará 1 bilhão de habitantes com sobrepeso ou obesidade e 643 milhões de portadores de diabetes. Este conhecimento é pré-requisito para o desenvolvimento de tratamentos capazes de evitar que os obesos se tornem diabéticos.

(Fonte: Veja)

Receita de bolo de fubá light e cremoso

Receita de bolo de fubá light e cremoso

- INGREDIENTES
1 xíc. (chá) de açúcar light
1 col. (sopa) de óleo de coco
3 gemas de ovo
1 xíc. (chá) de farinha integral
1 xíc. (chá) de fubá
3 xíc. (chá) de leite desnatado
1 col. (sopa) de fermento em pó
2 col. (sopa) de erva doce

MODO DE PREPARO
Misture o açúcar, o óleo de coco, as gemas, duas xícaras de leite, a farinha e o fubá. Acrescente o restante do leite e, por último, o fermento em pó. A massa fica líquida. Coloque a massa na forma de 24 cm x 31 cm untada e coberta com papel manteiga. Cubra com papel alumínio e asse em forno preaquecido a 180 °C por 15 minutos. Tire o papel alumínio e asse por mais ou menos 2 horas.

(Fonte: Corpo a Corpo)

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