Vinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo Slider

É possível perder peso dormindo?

É possível perder peso dormindo?

Quando falamos em dificuldade para diminuir o peso, o sono é um fator que deve ser analisado com atenção. Uma noite bem dormida e sadia favorece a normalização de níveis hormonais ligados à sensação de saciedade. Além disso, contribui para a liberação do hormônio GH, que só é ativado quando atingimos um nível de sono profundo. Em crianças, este hormônio está ligado ao crescimento em estatura e, para os adultos, é um excelente poupador de músculo e estimulante da utilização da gordura como fonte de energia.

Para a manutenção do peso ou emagrecimento, o ideal é dormir pelo menos seis horas por noite, mas isso pode variar, já que algumas pessoas necessitam das oito horas. Vale ressaltar que devemos ter um sono de qualidade e não um sono em que acordamos frequentemente e interrompemos o descanso.

(Fonte: Minha Vida)

 

A cirurgia bariátrica é uma solução para você emagrecer?

A obesidade é considerada a maior epidemia do século XXI. Isso porque, embora esteja associada a fatores genéticos, ela também é reflexo de maus hábitos que vêm ganhando cada vez mais espaço: alimentação desequilibrada e sedentarismo. No Brasil, a prevalência do problema em adultos passou de 9,3% para 14,7%, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE em parceria com o Ministério da Saúde realizada entre 1989 e 2009. De lá para cá, os especialistas notam que o problema só aumentou e tem afetado também as crianças.

Como esperado, o aumento do número de pessoas com excesso de peso também fez crescer a procura por tratamentos emagrecedores. Entre eles, a cirurgia bariátrica que, ao contrário de muitas promessas de efeito duvidoso e ameaças à saúde, é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina.

(Fonte: Minha Vida)

Alimentos orgânicos: benefícios de manter uma alimentação saudável

Alimentos orgânicos são produzidos através de técnicas específicas, buscando otimizar recursos naturais e sócio-econômicos, respeitar a cultura das comunidades rurais, objetivar a sustentabilidade econômica e ecológica, e minimizar o uso de energias não-renováveis, sem empregar materiais sintéticos, organismos modificados geneticamente ou radiações ionizantes. O objetivo final dos orgânicos é a saúde da população e manutenção do equilíbrio do planeta.

Algumas vantagens do sistema orgânico em relação ao sistema convencional:

- menor índice de toxicidade;
- maior valor nutricional do alimento;
- manutenção do equilíbrio ambiental;
- no sistema convencional, as pragas deveriam ser controladas pelos produtos químicos, mas acabam tornando-se resistentes a eles.

(Fonte: Globo)

Estudo diz que "gordinhos" podem viver mais e gera polêmica; entenda

Estudo diz que

O estudo, publicado em um importante jornal da área médica, gerou discórdia entre os especialistas, que reafirmam que a obesidade está ligada a diversos riscos à saúde

Foto: Getty Images

Ter alguns quilinhos a mais na balança não é necessariamente de todo mal, pelo contrário: pode acrescentar alguns anos de vida. Em um mundo onde a silhueta magra e livre de gordura é cultuada como sinônimo de saúde, essa informação é de se estranhar – e foi justamente o que aconteceu.

Um estudo recente, publicado no Journal of the Medical American Association (JAMA), sugere que pessoas com discreto aumento de peso (sobrepeso) viveriam mais do que indivíduos com peso normal. Os resultados da meta-análise – levantamento de uma série de trabalhos científicos – mostram que pessoas com sobrepeso tiveram 6% menor risco de mortalidade por todas as causas quando comparados aos demais.

De acordo com o cirurgião Andrey Carlo Sousa da Silva, da clínica Gastro Obeso Center,de São Paulo, “a pesquisa foi um estudo muito infeliz nas suas colocações, pois os riscos aumentam nesses casos”. Segundo ele, “O IMC – correlação entre peso e altura – é um parâmetro, mas não é o único. Além disso, a pesquisa não tem dados concretos, muito menos embasamento cientifico”. Andrey alerta que pessoas com sobrepeso e obesidade grau um tem risco de morte de 20% e esse risco aumenta para 28% quando associado a tabagismo, sedentarismo e doenças cardiovasculares.

Claudia Chang, coordenadora e professora de pós-graduação em endocrinologia do Instituto Superior de Medicina, concorda que o parâmetro baseado no IMC não reflete a qualidade do peso corporal, indicado pelo percentual de gordura e massa magra. “Além disto, outro parâmetro não avaliado foi a circunferência abdominal, que tem correlação direta com gordura visceral. Por exemplo, um indivíduo com sobrepeso pode ter um percentual baixo de gordura com grande quantidade de massa magra (músculo). Na balança ele tem sobrepeso, mas sua composição corporal é excelente”, explicou.

Ela explica que outro problema da pesquisa é considerar mortalidade por todas as causas e não apenas mortalidade por risco cardiovascular, que tem uma relação mais significativa com o excesso de peso. “A mensagem mais importante deste estudo é que, embora a correlação entre peso corporal e mortalidade por todas as causas pareça beneficiar os mais ‘gordinhos’, isto não pode ser traduzido como algo inquestionável. No final das contas, dieta saudável e atividade física ainda são, de longe, a melhor maneira de garantir mais anos de vida”, reforça Claudia.

(Fonte: Terra)

Obesidade pode ser culpa dos genes, diz estudo americano

Obesidade pode ser culpa dos genes, diz estudo americano

De acordo com o estudo, o DNA também tem participação na forma como o indivíduo acumula gordura

Foto: Getty Images

Os genes são os grandes culpados pela saliência na região da cintura, diz um novo estudo. Enquanto as dietas desempenham um papel importante na questão da obesidade, algumas pessoas já nascem programadas para ficarem gordas facilmente, indicam pesquisadores americanos. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

O aumento da obesidade ao longo das décadas sempre foi associado a dietas ricas em gordura e açúcar, associados a um estilo de vida sedentário. Já nos dois anos do estudo, os pesquisadores observaram o efeito de dietas altamente calóricas em mais de 100 linhagens de ratos de laboratório. Os cientistas localizaram 11 regiões do código genético associados com a obesidade e com o ganho de gordura devido à dieta. Muitos destes dados foram sobrepostos a estudos com humanos.

Os pesquisadores acreditam que o estudo abre portas para novas investigações comportamentais e neurológicas e como elas se relacionam com as características de obesidade.

(Fonte: Terra)

Página 207 de 211

Destaque

banner

Video em Destaque

bem-estar

Corpo Clínico

dr-almino-aa

 

Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-manuela

 

Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-galvao

 

Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

saibamaismais


dr-thales

 

Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-nestor-tadashi-bertin-suguitani-m

 

Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba 


dr-eduardo-bastos-m

 

Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

saiba


dr-raphael-torres

 

Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

saiba

 

Calcule seu IMC

Peso:
Kg
Altura:
m


IMC:

 

Newsletter GOC

Name:
Email: