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Alergia ou intolerância alimentar? Saiba a diferença!

Alergia ou intolerância alimentar? Saiba a diferença!

Alergia alimentar
É uma reação de proteção exagerada que o corpo emite contra um agente - no caso, o alimento -, detectado como maléfico para sua sobrevivência. Apesar de não oferecer qualquer risco, por motivos desconhecidos, o corpo entende desta forma e se protege com reações imunológicas que acontecem de forma sistêmica, podendo ser tratada e acompanhada por um médico especialista. Para ser diagnosticada são feitos exames de reação dérmica e/ou de sangue.
Intolerância alimentar
Já a intolerância é causada por uma deficiência do organismo em metabolizar determinada substância, causando acúmulo e saturação, resultando em sintomas diversos. O tratamento é dado por meio de dietas especiais que eliminam o alimento que causa as reações. Ela é diagnosticada por meio da cuidadosa análise dos sintomas, pois, no Brasil, ainda não existem testes específicos para detectá-la. Assim, sintomas como ganho de peso, irritabilidade, dermatites, constipação, diarreia, artrite, fadiga, dores de cabeça, síndrome do intestino irritável, entre outros, são relatados constantemente pelos portadores.
(Fonte: Revista Pense)
Alergia alimentar
É uma reação de proteção exagerada que o corpo emite contra um agente - no caso, o alimento -, detectado como maléfico para sua sobrevivência. Apesar de não oferecer qualquer risco, por motivos desconhecidos, o corpo entende desta forma e se protege com reações imunológicas que acontecem de forma sistêmica, podendo ser tratada e acompanhada por um médico especialista. Para ser diagnosticada são feitos exames de reação dérmica e/ou de sangue.

Intolerância alimentar
Já a intolerância é causada por uma deficiência do organismo em metabolizar determinada substância, causando acúmulo e saturação, resultando em sintomas diversos. O tratamento é dado por meio de dietas especiais que eliminam o alimento que causa as reações. Ela é diagnosticada por meio da cuidadosa análise dos sintomas, pois, no Brasil, ainda não existem testes específicos para detectá-la. Assim, sintomas como ganho de peso, irritabilidade, dermatites, constipação, diarreia, artrite, fadiga, dores de cabeça, síndrome do intestino irritável, entre outros, são relatados constantemente pelos portadores.

(Fonte: Revista Pense Leve)
 

A obesidade

A obesidade

Pacientes obesos apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminados com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações, podendo ser algumas vezes graves. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de doença varicosa superficial e profunda (varizes) com úlceras de repetição e erisipela.
A reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduziremos a ingesta calórica total e o ganho calórico decorrente. Esse procedimento pode necessitar de suporte emocional ou social, através de tratamentos específicos (psicoterapia individual, em grupo ou familiar). Nessa situação, são amplamente conhecidos grupos de reforço emocional que auxiliam as pessoas na perda de peso. Independente desse suporte, porém, a orientação dietética é fundamental.
O exercício apresenta uma série de benefícios para o paciente obeso, melhorando o rendimento do tratamento com dieta. Entre os diversos efeitos se incluem:
- a diminuição do apetite;
- o aumento da ação da insulina;
- a melhora do perfil de gorduras;
- a melhora da sensação de bem-estar e auto-estima.
O paciente deve ser orientado a realizar exercícios regulares, pelo menos de 30 a 40 minutos, ao menos 4 vezes por semana, inicialmente leves e a seguir moderados. Esta atividade, em algumas situações, pode requerer profissional e ambiente especializado, sendo que, na maioria das vezes, a simples recomendação de caminhadas rotineiras já provoca grandes benefícios, estando incluída no que se denomina "mudança do estilo de vida" do paciente.
(Fonte: ABC da Saúde)
Pacientes obesos apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminados com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações, podendo ser algumas vezes graves. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de doença varicosa superficial e profunda (varizes) com úlceras de repetição e erisipela.

A reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduziremos a ingesta calórica total e o ganho calórico decorrente. Esse procedimento pode necessitar de suporte emocional ou social, através de tratamentos específicos (psicoterapia individual, em grupo ou familiar). Nessa situação, são amplamente conhecidos grupos de reforço emocional que auxiliam as pessoas na perda de peso. Independente desse suporte, porém, a orientação dietética é fundamental.

O exercício apresenta uma série de benefícios para o paciente obeso, melhorando o rendimento do tratamento com dieta. Entre os diversos efeitos se incluem:

- a diminuição do apetite;
- o aumento da ação da insulina;
- a melhora do perfil de gorduras;
- a melhora da sensação de bem-estar e auto-estima.

O paciente deve ser orientado a realizar exercícios regulares, pelo menos de 30 a 40 minutos, ao menos 4 vezes por semana, inicialmente leves e a seguir moderados. Esta atividade, em algumas situações, pode requerer profissional e ambiente especializado, sendo que, na maioria das vezes, a simples recomendação de caminhadas rotineiras já provoca grandes benefícios, estando incluída no que se denomina "mudança do estilo de vida" do paciente.

(Fonte: ABC da Saúde)

Inclua mais frutas na dieta

Inclua mais frutas na dieta


Ricas em nutrientes e também deliciosas, as saladas que combinam frutas e verduras podem ser uma boa saída para aumentar o consumo diário desse alimento. Em alguns casos, a união pode até se complementar, como acontece com a couve verde e a laranja.
Inclua frutas logo no café da manhã. Nesse caso, não é preciso qualquer preparação especial para consumo, já que esse momento, em geral, precede algum compromisso. Se houver tempo, entretanto, pratos quentes mais rebuscados para o almoço ou jantar, como lombo agridoce com abacaxi, são uma ótima opção.
É inevitável que, em algumas situações, você não tenha tempo de ir ao supermercado ou ainda não tenha se interessado a nenhuma oferta de fruta. Nem por isso você está fadado a passar o dia sem consumi-la. Uma alternativa são as frutas desidratadas. Embora industrializadas, elas também são ricas em nutrientes. Há diversas opções no mercado, como damasco, ameixa, abacaxi e banana.
Outra opção é comprar polpa congelada. Como o processo ocorre bem perto da hora da colheita, a fruta mantém as suas propriedades nutritivas. O importante é não ter medo de experimentar as variedades.
(Fonte: Minha Vida)
Ricas em nutrientes e também deliciosas, as saladas que combinam frutas e verduras podem ser uma boa saída para aumentar o consumo diário desse alimento. Em alguns casos, a união pode até se complementar, como acontece com a couve verde e a laranja.

Inclua frutas logo no café da manhã. Nesse caso, não é preciso qualquer preparação especial para consumo, já que esse momento, em geral, precede algum compromisso. Se houver tempo, entretanto, pratos quentes mais rebuscados para o almoço ou jantar, como lombo agridoce com abacaxi, são uma ótima opção.

É inevitável que, em algumas situações, você não tenha tempo de ir ao supermercado ou ainda não tenha se interessado a nenhuma oferta de fruta. Nem por isso você está fadado a passar o dia sem consumi-la. Uma alternativa são as frutas desidratadas. Embora industrializadas, elas também são ricas em nutrientes. Há diversas opções no mercado, como damasco, ameixa, abacaxi e banana.

Outra opção é comprar polpa congelada. Como o processo ocorre bem perto da hora da colheita, a fruta mantém as suas propriedades nutritivas. O importante é não ter medo de experimentar as variedades.

(Fonte: Minha Vida)

Saiba mais: exame de bioimpedância

Saiba mais: exame de bioimpedância

O exame de bioimpedância é totalmente indolor e necessita de mínimo preparo prévio, sendo realizado através de dois pares de eletrodos adesivos que são colocados na mão e no pé do paciente, permitindo que uma corrente elétrica imperceptível passe pelo corpo. A avaliação possibilita medir os percentuais de gordura que estão debaixo da pele e entre os órgãos, massa magra e água corporal.
Trata-se de um método moderno e considerado pela comunidade científica como de alta precisão na avaliação da composição corporal. “Entre outros recursos, o exame monitora o ganho ou perda de massa gordurosa e de massa magra, avalia os níveis de hidratação, o impacto da atividade física na composição corporal, a eficácia de tratamento diabético ou medicamentoso na perda da gordura corporal, a evolução nutricional de pacientes submetidos à cirurgia para redução do estômago e avalia o risco do desenvolvimento de doenças como diabetes e hipertensão devido ao excesso de peso”, revela a médica gastroenterologista Dra. Manoela Passos Galvão.
(Fonte: Gastro Obeso Center e ADCom Comunicação)
O exame de bioimpedância é totalmente indolor e necessita de mínimo preparo prévio, sendo realizado através de dois pares de eletrodos adesivos que são colocados na mão e no pé do paciente, permitindo que uma corrente elétrica imperceptível passe pelo corpo. A avaliação possibilita medir os percentuais de gordura que estão debaixo da pele e entre os órgãos, massa magra e água corporal.

Trata-se de um método moderno e considerado pela comunidade científica como de alta precisão na avaliação da composição corporal. “Entre outros recursos, o exame monitora o ganho ou perda de massa gordurosa e de massa magra, avalia os níveis de hidratação, o impacto da atividade física na composição corporal, a eficácia de tratamento diabético ou medicamentoso na perda da gordura corporal, a evolução nutricional de pacientes submetidos à cirurgia para redução do estômago e avalia o risco do desenvolvimento de doenças como diabetes e hipertensão devido ao excesso de peso”, revela a médica gastroenterologista Dra. Manoela Passos Galvão.

(Fonte: Gastro Obeso Center e ADCom Comunicação)

Cirurgia bariátrica deve ser o último recurso para quem precisa emagrecer

Cirurgia bariátrica deve ser o último recurso para quem precisa emagrecer

Número de operações aumentou quase 90% nos últimos 5 anos no Brasil.
Porém, paciente deve tentar perder peso primeiro com mudança de hábitos.
Nos últimos cinco anos, o número de cirurgias de redução de estômago aumentou quase 90% no Brasil – e agora, não há mais limite de idade para operar pelo SUS e pacientes com 16 anos também podem fazer. Porém, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e o cirurgião bariátrico Almino Ramos no Bem Estar desta quarta-feira (10), a operação deve ser o último recurso contra a obesidade.
Segundo os médicos, o paciente deve tentar primeiro perder peso através da mudança de hábitos alimentares e exercícios físicos por, pelo menos, 2 anos. Caso não consiga, ele deve ir ao médico para avaliar se tem os requisitos para fazer a cirurgia, como o Índice de Massa Corporal acima de 40 ou acima de 35, com problemas associados - diabetes, hipertensão e colesterol, por exemplo. (Clique aqui e calcule seu IMC)
Confira a matéria: http://migre.me/e3REc
(Fonte: Bem Estar, TV Globo)
Número de operações aumentou quase 90% nos últimos 5 anos no Brasil.
Porém, paciente deve tentar perder peso primeiro com mudança de hábitos.

Nos últimos cinco anos, o número de cirurgias de redução de estômago aumentou quase 90% no Brasil – e agora, não há mais limite de idade para operar pelo SUS e pacientes com 16 anos também podem fazer. Porém, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e o cirurgião bariátrico Almino Ramos no Bem Estar desta quarta-feira (10), a operação deve ser o último recurso contra a obesidade.

Segundo os médicos, o paciente deve tentar primeiro perder peso através da mudança de hábitos alimentares e exercícios físicos por, pelo menos, 2 anos. Caso não consiga, ele deve ir ao médico para avaliar se tem os requisitos para fazer a cirurgia, como o Índice de Massa Corporal acima de 40 ou acima de 35, com problemas associados - diabetes, hipertensão e colesterol, por exemplo.


(Fonte: Bem Estar, TV Globo)
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Dr. Almino Cardoso Ramos

Diretor Geral da Clínica Gastro Obeso Center

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Dra. Manoela Galvão Ramos

Diretora administrativa da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Manoel Galvão Neto

Coordenador/ Chefe da Endoscopia Bariátrica Avançada da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Thales Delmondes Galvão

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Nestor Tadashi Bertin

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Eduardo Bastos

Coordenador Científico da Clínica Gastro Obeso Center

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Dr. Raphael Tôrres Figueirêdo de Lucena

Cirurgião da Clínica Gastro Obeso Center

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