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Arroz doce feito no forno

Arroz doce feito no forno

- INGREDIENTES 

3 claras
1 ovo inteiro
1 ½ xícara (chá) de leite desnatado
¼ de xícara (chá) de adoçante culinário
2/3 xícara (chá) de arroz cozido sem tempero
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sopa) de damascos secos picados ou uvas passas
¼ colher (chá) de canela em pó
¼ colher (chá) de raspas de laranja

- MODO DE PREPARO
Em um bowl, junte as claras, o ovo, o leite.
Misture também o adoçante e a baunilha.
Bata até misturar bem, mas não faça espuma.
crescent o arroz, os damascos, a canela e as raspas de laranja.
Coloque cinco ramequins em uma assadeira.
Divida o creme entre eles.
Despeje água fervente na assadeira.
Leve-a ao forno a 160ºC por 40 minutos.
Mexa na metade do tempo.
Sirva quente ou gelado, decorado com raspas de laranja.

(Fonte: Lucilia Diniz)

 

Diabetes: em breve, tipo 2 pode ter novo tratamento personalizado

Diabetes: em breve, tipo 2 pode ter novo tratamento personalizado

Uma nova forma de agrupar os tipos de diabetes pode melhorar o tratamento do tipo 2. A descoberta foi feita por pesquisadores escandinavos
O diabetes é caracterizado pelos níveis permanentemente elevados de açúcar (glicose) no sangue. Há duas formas principais da doença: o diabetes tipo 1 causado pela destruição das células que produzem a insulina, que é o hormônio que controla a glicose sanguínea (glicemia); e o tipo 2 no qual a insulina é produzida, em alguma medida, mas sem exercer seu efeito plenamente.

Diabetes: tipo 1 e tipo 2
A causa da destruição das células beta que ocorre no diabetes tipo 1 é conhecida há muito tempo e se deve ao ataque do próprio sistema imunológico que passa a produzir anticorpos contra estas células, destruindo-as e provocando uma carência absoluta de insulina. Por este motivo, o tratamento com a insulina é obrigatório no diabetes tipo 1 desde o diagnóstico.
Assim, o diabetes tipo 1 é identificado pela presença de um ou mais anticorpos dirigidos contra componentes das células beta (anti-GAD, anti-insulina, anti-IA2 e outros). Todos os demais portadores de diabetes que não apresentam esses anticorpos e tampouco sofrem de formas secundárias (devido a outras doenças ou medicamentos) são diagnosticados como tendo diabetes do tipo 2, que constituem de 85-90% dos casos e apresentam a enfermidade que mais cresce no mundo.

Para o tratamento do diabetes tipo 2, há uma grande variedade de medicações orais disponíveis que podem ser utilizadas isoladamente ou em combinações inclusive com as insulinas.

Nova divisão do diabetes
Recentemente, cientistas escandinavos acompanhando um grande grupo de pacientes desde o diagnóstico (8980 pacientes na província de Scania) decidiu levar em conta não só a glicemia ou a hemoglobina glicada (que representa a glicemia média de 120 dias) e a presença ou não de anticorpos contra as células beta, mas também a idade ao diagnóstico, o índice de massa corporal (obesidade ou não), a capacidade de produzir insulina (HOMA-beta) e a sensibilidade à insulina (HOMA-R). Estes 2 últimos parâmetros são facilmente calculados por uma fórmula que inclui as dosagens de glicose e insulina.

Utilizando métodos estatísticos sofisticados, desenvolvidos para a análise de uma enorme quantidade de dados (análise de cluster em BIG DATA), concluíram que a população de portadores de diabetes poderia ser dividida em cinco grupos significativamente diferentes: o primeiro grupo, denominado SAID (diabetes auto imune severo), corresponde exatamente ao tradicional diabetes tipo 1, por apresentar os anticorpos anti-GAD.

O segundo grupo, denominado SIDD (diabetes severo com deficiência de insulina), constitui um grupo muito semelhante ao primeiro, mas sem apresentar os auto anticorpos. Estes dois primeiros grupos compartilham a idade mais jovem, um peso menor e a maior dificuldade de controle, requerendo tratamento precoce com a insulina.

O terceiro grupo, denominado SIRD (diabetes com resistência severa à insulina), se caracteriza por ser diagnosticado por volta dos 55 anos de idade, apresentar
obesidade leve, ter uma dificuldade intermediaria no controle do diabetes e principalmente, por apresentar um menor efeito da insulina produzida no organismo.
O quarto grupo inclui os pacientes mais obesos e que apresentam uma glicemia levemente alterada, denotando um diabetes de fácil controle, é denominado MDOR (diabetes moderado relacionado à obesidade) e o último grupo denominado MDAR (diabetes moderado relacionado à idade) tem também características de diabetes de fácil controle, mas os pacientes são os mais idosos e não apresentam obesidade.

Para testar a validade de sua descoberta, os investigadores analisaram outras 3 populações independentes, embora todas escandinavas, encontrando os mesmos 5 grupos.

Complicações do diabetes
Desde já, um achado importante é que os grupos descritos diferem no risco de desenvolvimento de complicações. O acompanhamento por 11 anos das comunidades estudadas revelou que o risco de doença cardiovascular era semelhante entre os grupos, mas o risco de retinopatia era maior para os grupos com deficiência de insulina (grupos 1 e 2). Por outro lado, o risco de desenvolver nefropatia diabética com evolução para a necessidade de diálise foi 5 vezes maior no grupo com maior resistência à insulina (grupo 3), apesar deste grupo não ter um controle pior da glicemia. Este fato revela que o bom controle do diabetes não é suficiente para prevenir esta complicação.

Atualmente, as recomendação de tratamento são semelhantes para todos os pacientes com diabetes tipo 2, mas é provável que a resposta aos diversos tratamentos sejam diferentes para os diversos grupos. No rumo à um tratamento mais personalizado para o diabetes tipo 2, isso será certamente investigado.

(Fonte: Veja) 

Dica de quarta: Cirurgia Bariátrica

Dica de quarta: Cirurgia Bariátrica

Quatro em cada cinco adolescentes são sedentários

Quatro em cada cinco adolescentes são sedentários

Dados foram divulgados nesta segunda-feira pela Organização Mundial da Saúde
Quatro em cada cinco adolescentes, entre 11 e 17 anos de idade, são sedentários. Nos adultos, um em cada quatro não é praticante de atividade física. Os dados foram divulgados hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A entidade também apresentou uma meta global: os países-membros da OMS têm de se comprometer em reduzir o sedentarismo em até 10% até 2025 e em 15% até 2030.

De acordo com o parâmetros da Organização Mundial da Saúde, um adolescente é ativo é aquele que pratica pelo menos 60 minutos de atividade aeróbica de moderada à ativa por semana. Para os adultos, são 150 minutos de atividade moderada por semana.

(Fonte: Veja) 

 

No terceiro e último capítulo da série de reportagens sobre compulsão alimentar, confira como á doença é diagnosticada e o tratamento

No terceiro e último capítulo da série de reportagens sobre compulsão alimentar, confira como á doença é diagnosticada e o tratamento

Como o médico diagnostica o comer compulsivo?
O diagnóstico de compulsão alimentar é eminentemente clínico e dependente dos relatos dos pacientes. De um modo geral é caracterizado por uma sensação de falta de controle sobre a alimentação. Uma diferenciação deve ser feita com a bulimia nervosa, em que a compulsão alimentar está associada regularmente ao uso de comportamentos compensatórios, como, por exemplo, a purgação (provocar vômitos).

Como tratar o comer compulsivo?
Em muitos casos, existe um fator psicológico desencadeando a compulsão. Um terapeuta que acompanhe o paciente e trabalhe junto com ele focando na frustração sentida pelo paciente e no desenvolvimento de seu autoconhecimento pode ajudar a prevenir o comportamento compulsivo.

Nos casos mais resistentes à terapia, o tratamento mais frequente é feito com antidepressivos, que também servem para tratar os mais prováveis transtornos associados (depressão, ansiedade e transtorno obsessivo compulsivo ou TOC). Esse tratamento tem maior efeito quando associado à terapia cognitivo-comportamental. Ele mostrou-se eficaz quanto à diminuição da frequência da compulsão alimentar e o desaparecimento dos demais sintomas. Os resultados podem ser ainda melhores se houver acompanhamento nutricional e adesão a exercícios físicos regulares.

Na tentativa de solucionar o problema, 27 a 47% dos pacientes fazem cirurgia bariátrica, com resultados variáveis. É recomendável submeter-se concomitantemente a uma psicoterapia.

É importante conversar com o paciente para que ele se autoconscientize antes de começar a comer. É necessário que ele pense honestamente, antes de se alimentar, se ele está realmente com fome. Se sim, ele deve comer devagar, usando pratos menores, pensando no momento da alimentação e escolhendo alimentos que causam mais saciedade como proteínas e fibras. Se não, ele deve imediatamente se dedicar a alguma atividade que prenda a sua atenção por pelo menos 30 a 40 minutos. Muitas vezes, isso é o suficiente para passar aquele momento de compulsão que se instalaria.

(Fonte: ABC Med)

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