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Obesidade altera gosto de alimentos, diz estudo

Obesidade altera gosto de alimentos, diz estudo

Washington, EUA. Um grupo de cientistas norte-americanos publicou, na última terça-feira, na revista especializada “PLOS Biology”, artigo indicando que a obesidade afeta a percepção de gosto dos alimentos e estimula a busca por comidas mais calóricas.

O estudo conduzido com ratos obesos constatou que eles possuem 25% menos papilas gustativas do que os roedores no peso ideal. O aumento de peso reduz a sensibilidade ao gosto da comida, efeito que era revertido quando perdiam peso. As papilas gustativas humanas funcionam de maneira muito semelhante.

Na prática, os pesquisadores norte-americanos explicam que, para alguém obeso, comidas saudáveis que são naturalmente suaves no paladar, como alface, brócolis ou cenoura, podem não ter gosto algum – o que aumenta a tentação por alimentos mais calóricos.

Outros estudos já apontavam para essa direção. Medindo atividades cerebrais, pesquisadores descobriram que pessoas com maior índice de massa corporal tinham menos prazer com gostos agradáveis e precisavam comer mais para obter o mesmo efeito de dopamina.

Antes disso, já se sabia que pessoas com menos sensibilidade aos sabores tendem a procurar alimentos mais doces e gordurosos.

(Fonte: O Tempo) 

 

Saiba os benefícios de comer duas maçãs por dia

Saiba os benefícios de comer duas maçãs por dia

A maçã apresenta alta concentração de fibras (pectina), flavonóides (quercetina) e vitaminas B, C e E.
• Teor de fibras:

• Melhor controle glicêmico: Recomenda-se o consumo de duas maçãs pequenas diariamente, quantidade é suficiente para a dose diária de pectina e torna a absorção de carboidratos mais lenta, o que resulta em menor elevação da glicose no sangue e ajuda no controle da mesma tanto em pacientes diabéticos como em indivíduos com crises de hipoglicemia;
• Colesterol: a pectina também auxilia na redução do mau colesterol ao formar uma fibra na parede intestinal, o que diminui a absorção do colesterol e de outras gorduras;
• AVC: Um estudo realizado pela Universidade de Wageningen, na Holanda, que acompanhou 20.069 pessoas, entre 20 e 65 anos de idade, apontou que os participantes que consumiam mais alimentos de polpa branca (frutas e legumes) tinham 52% menos chances de sofrer um AVC. A pesquisa levou dez anos para ser desenvolvida;
• Emagrecimento e Saciedade: a fruta possui fibras que contribuem para a sensação de saciedade. Na casca, por exemplo, estão fibras insolúveis que não são digeridas, por isso, ficam no estômago por mais tempo. Ela também tem o poder de reduzir a vontade de comer doces e chocolates, além de ter poucas calorias.
• Teor de antioxidantes (taninos, flavonóides e vitamina C)
• Reduz risco de problemas respiratórios: ajuda a melhorar a capacidade respiratória e ainda protege os pulmões. Uma pesquisa feita pela Universidade de Nottingham, na Inglaterra, mostrou que as pessoas que comem cinco maçãs ou mais por semana têm menos problemas respiratórios, incluindo asma. A maçã também possui propriedade adstringente que auxilia a garganta e as cordas vocais;
• Câncer e envelhecimento: Por ser rica em antioxidantes, adstringentes e antiinflamatórios, a fruta ajuda na prevenção do câncer de cólon, de próstata, de mama e do envelhecimento precoce. Os flavonóides também auxiliam em doenças cardiovasculares.
• Relacionados ao teor de vitaminas do complexo B
• Cérebro: As vitaminas do complexo B ajudam na prevenção de desordens de todo o sistema nervoso. Desta forma, o consumo de maçãs auxilia na prevenção de doenças neurodegenerativas como os males de Alzheimer e Parkinson;
• Além disso ela:
- Auxilia em desordens estomacais: A maçã possui agentes cicatrizantes que ajudam os que sofrem de problemas como azia, gastrite e úlceras, além de auxiliar no funcionamento intestinal. A fruta age de forma benéfica na mucosa do sistema digestivo. As pessoas que sofrem de problemas de má cicatrização, equimoses e sangramento das gengivas podem melhorar este quadro comendo maçã;
- Prevenção de cárie dentária: o sumo da maçã tem propriedades que podem matar até 80% dos germes bucais. Por isso, alguns dentistas recomendam oferecer maçãs para as crianças que comem muitos doces, pois a fruta ajuda a proteger a superfície dos dentes e gengivas;
- Ingerir uma maçã por dia é uma ótima forma de aproveitar todos os seus benefícios. Uma maçã média tem aproximadamente 75 calorias.

• FORMAS DE UTILIZAR:
1. Maçã cozida ou assada – útil principalmente em caso de problemas gastrointestinais ou recuperação de pós-operatórios;

2. Maçã crua com casca - ajuda a diminuir o apetite, pois tem muitas fibras e auxilia a regular o intestino;

3. Maçã crua sem casca - indicado para ajudar no controle de diarréias;

4. Maçã desidratada - ótima para lanches intermediários;

5. Chá de maçã - melhora a digestão e regula o intestino. A casca da maçã também pode ser adicionada em chás menos saborosos para torná-los mais agradáveis

6. Como ingrediente em receitas de bolos funcionais super saborosos, como o que segue abaixo:

Receita de bolo de maçã light com linhaça dourada
Ingredientes:
• 1 xícara de farinha de aveia
• 1 maçã
• 1 colher de sopa de sementes de linhaça dourada;
• 1 ovo;
• 1/2 xícara de óleo de canola;
• 1/2 xícara de açúcar de coco;
• 1 colher sopa de canela em pó;
• 1/2 colher sopa de fermento.

Modo de preparo:
Separe a casca da maçã e bata junto com o ovo, óleo, canela e açúcar de coco no liquidificador até formar uma massa homogênea. Despeje essa massa em uma vasilha e acrescente a aveia, polpa da maçã e o fermento. Misture tudo muito bem até incorporar. Então despeje a massa em uma forma redonda untada, polvilhe com as sementes de linhaça e leve ao forno médio pré-aquecido por 30 minutos ou até dourar.

Benefícios do jejum intermitente vão além da perda de peso

Benefícios do jejum intermitente vão além da perda de peso

Estudo afirma que uma das dietas mais famosas dos últimos tempos pode prevenir doenças cardiovasculares

O jejum intermitente oferecem benefícios para a saúde que vão além da perda de peso. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico British Journal of Nutrition, a dieta reduz as taxas de gordura no sangue e diminui a pressão arterial, o que contribui para a prevenção de doenças cardiovasculares.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade de Surrey, na Inglaterra, analisaram o impacto da dieta 5:2 – que consiste em comer normalmente cinco vezes por semana e ter uma alimentação muito restritiva duas vezes – na capacidade de metabolismo do corpo e na predisposição do organismo limpar a gordura e a glicose após uma refeição, em comparação com as dietas convencionais.

O estudo

Participaram do estudo 27 pessoas, que foram divididas em dois grupos que deveriam seguir a dieta 5:2 ou uma dieta diária de restrição calórica. Os indivíduos sob a dieta 5:2 comiam normalmente por cinco dias e nos dois dias de jejum consumiam 600 calorias. Já aqueles na dieta diária foram aconselhados a reduzir as calorias diárias: as mulheres ingeriram cerca de 1400 calorias, e os homens, aproximadamente 1900 calorias/dia.

O objetivo inicial do estudo era avaliar como o jejum intermitente pode alterar a capacidade de metabolização de gordura e açúcares do organismo. Mas os resultados mostraram que em 59 dias, o grupo que seguiu o jejum intermitente perdeu pelo menos 5% do peso e diminuiu em 9% os índices da pressão arterial. Já os voluntários que cumpriram a dieta com menos calorias diárias precisaram de 73 dias para perder a mesma quantidade de peso e diminuíram a pressão arterial em apenas 2% no final de todo o processo.

Outra descoberta feita pelos cientistas foi a redução das taxas de gordura no sangue, que diminuíram mais rápido nos participantes que seguiram a dieta 5:2 em relação aos voluntários que fizeram a segunda dieta.

Benefício cardiovascular
De acordo com Rona Antoni, pesquisadora do departamento de Metabolismo Nutricional da Universidade de Surrey, a dieta 5:2 pode, por exemplo, ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, já que é capaz de reduzir, em um curto período de tempo, as taxas de gordura no sangue, além da pressão arterial.

No entanto, Rona ressalta que o jejum intermitente não é para todos os tipos de pessoas. Inclusive, cinco dos voluntários da dieta 5:2 desistiram do processo no meio do caminho. “A chave para o sucesso de uma dieta é encontrar aquela que possa ser sustentada a longo prazo”, afirmou.

(Fonte: Veja) 

 

Bacalhau grelhado com brócolis e batata

Bacalhau grelhado com brócolis e batata

- INGREDIENTES
200 bacalhau dessalgado 1 porção de brócolis (4 buquês pequenos) 1 unidade de cebola 1 colher (sopa) de alho picado 3 colheres (sopa) de farinha de trigo 1 maço de salsa (ou salsinha) picado 50 mililitros de azeite de oliva 4 unidades de batata descascadas e cortada em quatro partes

- MODO DE PREPARO
Passar o bacalhau levemente na farinha de trigo.
Colocar na chapa bem quente com um pouco de azeite.
Deixar grelhar por 25 minutos virando os lados de vez em quando.
Fritar o alho e a cebola.
Verificar se o bacalhau está no ponto espetando com o garfo.
Colocar no prato, cobrindo com o alho, a cebola e a salsinha.
Servir com batata e brócolis cozidos.

(Fonte: M de Mulher)

Cientistas de Harvard recomendam bariátrica para adolescentes obesos

Cientistas de Harvard recomendam bariátrica para adolescentes obesos

De acordo com um novo estudo apresentado apenas uma pequena parte dos adolescentes obesos realizam a cirurgia, embora seja a melhor opção em longo prazo

Pesquisadores de Harvard defendem o uso da cirurgia bariátrica, que reduz o estômago para diminuir o peso de indivíduos obesos, como alternativa à obesidade infantil. De acordo com um estudo apresentado na segunda-feira durante a ENDO 2018, uma conferência anual de endocrinologistas, que aconteceu em Chicago, nos Estados Unidos, apenas uma pequena parcela dos adolescentes e jovens adultos que sofrem com a doença são submetidos à cirurgia, apesar de ela ser considerada o tratamento a longo prazo mais eficaz para a perda de peso.

“A obesidade entre adolescentes e jovens está crescendo rapidamente. No entanto, a cirurgia de redução de peso não é muito utilizada em grupos dessa faixa etária”, disse em nota a médica Karen Campoverde-Reyes, uma das colaboradoras do estudo e pesquisadora da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Geral de Massachussetts.

O estudo
Na pesquisa, os cientistas determinaram a frequência da cirurgia entre jovens de 14 a 25 anos a partir de dados disponíveis em oito sistemas de saúde. Os resultados mostraram que 0,7%, ou mais de 18.000, dos 2,5 milhões de pacientes jovens cujos dados médicos foram analisados, ​​eram severamente obesos. Entretanto, a taxa de cirurgia bariátrica era de menos de 1%.

“Esta descoberta é um alerta de que precisamos usar a modalidade de tratamento mais adequado de acordo com gravidade da doença, que para muitas pessoas com obesidade mais grave é a cirurgia bariátrica. Estudos em adultos e adolescentes mostraram que a cirurgia alcançou uma melhora segura e duradoura no IMC e na resolução de comorbidades que é superior a outras modalidades de tratamento”, disse Fatima.

Obesidade infantil
Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), cerca de uma em cada cinco crianças em idade escolar é obesa. Entretanto, nos Estados Unidos, a obesidade infantil é tratada como algo “natural”. “A obesidade (de antes e de agora) é a mesma. A diferença é que vemos isso como uma escolha de estilo de vida em vez de uma doença”, disse a médica Fatima Cody Stanford, principal pesquisadora do estudo.

Como resultado desse comportamento, as taxas de cirurgias bariátricas estabilizaram nos últimos anos, ainda que a obesidade tenha aumentado não apenas nos EUA, mas no mundo inteiro. Essa é uma preocupação particular entre especialistas porque crianças com excesso de peso ou obesidade têm uma probabilidade cinco vezes maior de se tornarem adultos com obesidade ou excesso de peso, em comparação com aquelas com peso normal.
Como a obesidade também é fator de risco para diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca e hipertensão, essa questão é um grande problema de saúde pública.

Recomendação cirúrgica
A cirurgia bariátrica é um procedimento bastante invasivo. Em grande parte dos casos, o procedimento consiste em retirar uma parte do estômago ou do intestino do paciente, com o objetivo de diminuir a quantidade de calorias absorvidas e favorecer a perda de peso.
Nos Estados Unidos, o critério de elegibilidade para a cirurgia bariátrica leva em consideração a incapacidade de perder peso com dieta e exercícios, pessoas com um IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 40 ou maior do que 35, além de complicações relacionadas ao peso, como diabetes ou apneia do sono.

Falta conscientização
De acordo com os pesquisadores, uma das possíveis razões para a baixa adesão à cirurgia em pacientes jovens é a falta de educação e conscientização entre os profissionais de saúde e o público em relação ao tratamento cirúrgico da obesidade. Atualmente, o CDC recomenda que famílias, médicos e escolas ajudem as crianças a evitarem ou enfrentarem a obesidade através de dietas saudáveis, bons hábitos de sono e exercícios regulares. Mas, para os pesquisadores, ainda é necessário educar médicos, residentes, assistentes sociais e enfermeiras escolares para a possibilidade de que a cirurgia seja o melhor caminho.

Outro fator que também atrapalha a busca pela cirurgia bariátrica são os riscos relacionados aos procedimentos gastrointestinais, como embolia pulmonar, sangramento interno, fístulas, vômitos, diarreia e fezes com sangue. Esses efeitos colaterais desencadeiam o medo da cirurgia. Fatima afirma que esse tipo de pensamento é tendencioso e com base em uma impressão incompleta de pessoas que passaram por esses procedimentos.
Indicações de cirurgia bariátrica no Brasil

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) recomenda o procedimento para maiores de 18 anos. Jovens com idade entre 16 e 18 podem fazer a cirurgia, caso o risco-benefício seja bem analisado. O jovem também deve ser acompanhado por um pediatra na equipe multiprofissional e é necessária a consolidação das cartilagens das epífises de crescimento dos punhos.

Para menores de 16 anos, a bariátrica só será permitida em caráter experimental e dentro dos protocolos do sistema Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CEP/Conep). Além disso, o paciente deve ter um IMC de, no mínimo, 35 para ser elegível ao procedimento.

(Fonte: Veja) 

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